Live News

Article Image

Le Monde - World News

Le Monde - World News

2026-04-10 05:21:16 (2 days ago)

Ukraine gains upper hand in aerial war against Russia

Powered by a new generation of drones, Ukrainian forces carried out a record number of strikes in March. Russian oil and gas infrastructure became a primary target, impacting global energy prices.

Article Image

The Guardian - World News

The Guardian - World News

2026-04-10 05:17:43 (2 days ago)

What De Zerbi’s comments about Mason Greenwood tell us about male violence | Chris Paouros

Spurs head coach’s apology for past comments about his former player were important but insufficient. If we want things to change in football, we need some accountability

Roberto De Zerbi apologised in his first interview as Tottenham’s head coach for past comments about Mason Greenwood when the forward was his player at Marseille. Spurs supporter groups, including Proud Lilywhites and Women of the Lane, both of which I co-founded, were among those who criticised him. De Zerbi said he had never meant to downplay male violence against women. (Greenwood denied charges of attempted rape, controlling and coercive behaviour and assault occasioning actual bodily harm in 2022 and the case was discontinued.)

That he responded at all matters. Silence from men in positions of power on these issues is its own problem, and I would rather see someone engage than retreat. But what the response offered was self-description rather than accountability. And in this context, that is not enough. I will come to that.

Continue reading...

Article Image

France 24 - World News

France 24 - World News

2026-04-10 05:16:38 (2 days ago)

Gladio: NATO’s secret cold war operation in Italy

One of Europe’s biggest state secrets – and a scandal that still shakes Italy today – was a clandestine army set up by NATO after World War II to block the spread of communism. During the Cold War, cells of the network operated in around ten European countries. In Italy, the covert operation was known by the code name Gladio. Natalia Mendoza, Tommaso Marro, and Laura Roudaut report.

Article Image

Al Jazeera - Top Stories

Al Jazeera - Top Stories

2026-04-10 05:15:55 (2 days ago)

Torpedo-like object discovered by Indonesian fisherman

A fisherman in Indonesia discovered a torpedo-like object near the Lombok Strait, a waterway between Bali and Lombok.

Article Image

France 24 - World News

France 24 - World News

2026-04-10 05:15:17 (2 days ago)

Ceasefire holds, but Strait of Hormuz remains at a standstill

When will the Strait of Hormuz be open for business again? A fragile ceasefire may be in place, but for now maritime traffic through the waterway remains at a near standstill. There is growing evidence that Iran’s Revolutionary Guard has laid mines in the Strait, a move likely to deter shipping companies from making the journey. FRANCE 24 speaks to Adi Imsirovic, lecturer on the energy systems at the University of Oxford.

Article Image

South China Morning Post - World News

South China Morning Post - World News

2026-04-10 05:14:41 (2 days ago)

Gaza marks 6 months of ceasefire. Does it offer lessons for the Iran war?

Friday marks six months since Gaza’s ceasefire deal took effect, a milestone largely lost in the confusion over the new and even more fragile ceasefire in the Iran war. The ravaged Palestinian territory of 2 million people has seen the most intense fighting stop between Israeli forces and Hamas-led militants. But most of the ceasefire work remains to be done, from disarming Hamas and ending its two-decade rule to deploying an international stabilisation force and beginning vast reconstruction....

Article Image

Fox News - Video

Fox News - Video

2026-04-10 05:12:52 (2 days ago)

Fox News At Night - Thursday, March 9

FNC, Fox News at Night, Trace Gallagher, Israel, war, Iran, Lebanon, peace talks, California, fraud, immigrant, murderer

Article Image

The Guardian - World News

The Guardian - World News

2026-04-10 05:11:48 (2 days ago)

Weather tracker: Cyclone Maila batters Solomon Islands with 115mph winds

Powerful storm brings destruction, while temperatures soar in Vietnam and torrential rain lashes South Korea

Severe Tropical Cyclone Maila, currently in the Solomon Sea, is expected to continue moving south-westwards over the coming days. According to the Australian Bureau of Meteorology, Maila had peak sustained winds of 115mph (185km/h), with gusts up to 160mph on Thursday, making it the strongest cyclone recorded this far north in the Solomon Sea.

The storm has caused widespread damage across the Solomon Islands, particularly in Western, Choiseul and Isabel provinces, where schools, clinics and homes have been damaged. The government is prioritising humanitarian assistance after about 120 people were displaced and almost 73,000 people affected overall.

Continue reading...

Article Image

France 24 - World News

France 24 - World News

2026-04-10 05:08:53 (2 days ago)

Confusion over Melania Trump's bizarrely-timed Jeffrey Epstein disavowal

PRESS REVIEW – Friday, April 10: Papers focus on Hungary’s opposition leader, Peter Magyar, as he confronts Prime Minister Viktor Orban in Sunday’s crucial election. Magyar is hoping to capitalise on a wave of discontent over Orban's rule. In the US, First Lady Melania Trump has convened the press at the White House to deny any ties to Jeffrey Epstein – but was it a ruse to divert attention from Donald Trump’s chaotic war in Iran? And finally, a new study sheds light on a community of chimpanzees that waged a bloody civil war among themselves.

Article Image

Globo News - Mundo

Globo News - Mundo

2026-04-10 05:06:02 (2 days ago)

Enfraquecer Hezbollah e criar 'zona-tampão': o que Israel busca na guerra no Líbano


Homem próximo a escombros de prédio após ataque israelense no bairro de Ain Al Mraiseh, em Beirute, no Líbano, em 8 de abril de 2026. REUTERS/Louisa Gouliamaki Nas últimas semanas, Israel tem promovido intensos ataques aéreos contra posições do Hezbollah no Líbano, avançando por terra sobre parte do território do país vizinho. Na capital, Beirute, bombardeios israelenses atingiram áreas residenciais e deixaram mais de 200 mortos. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A ofensiva israelense, que ocorre paralelamente à guerra no Irã, foi deflagrada após o grupo terrorista xiita disparar mísseis contra Israel em apoio ao Irã, no início de março. A escalada marcou o fim definitivo de um frágil cessar-fogo que estava em vigor desde novembro de 2024. Da perspectiva da liderança israelense, Tel Aviv não está apenas reagindo aos ataques, e sim perseguindo vários objetivos estratégicos — desde enfraquecer o Hezbollah e estabilizar a fronteira norte até conter a influência iraniana na região. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Mas, conforme Israel continua a expandir suas operações e a ordenar a explusão de centenas de milhares de pessoas, cresce o temor de uma nova ocupação de longo prazo do sul do Líbano. Hezbollah é considerado ameaça militar Israel considera o Hezbollah uma das maiores ameaças militares ao país. Fontes de segurança afirmam que o grupo é capaz de alcançar praticamente todo o território israelense com suas armas — o grupo xiita é classificado como organização terrorista por diversos países do Ocidente, possui um amplo arsenal de foguetes e uma estrutura militar relativamente bem organizada. O chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel, Eyal Zamir, declarou, segundo o jornal "Haaretz", que Israel não encerrará a guerra enquanto a ameaça representada pelo Hezbollah não for eliminada. O objetivo é enfraquecer ou destruir, a longo prazo, as capacidades militares do grupo no Líbano. Israel e Líbano marcam negociações em meio a bombardeios O cientista político Peter Lintl, da Fundação Ciência e Política (SWP) em Berlim, vê nisso uma mudança na lógica militar israelense. "Essa é, de modo geral, a nova orientação estratégico-militar de Israel, que se desenvolveu após o 7 de outubro", afirma. O objetivo deixou de ser apenas conter os adversários e passou a ser "combatê-los de forma que deixem de representar qualquer perigo". Mas Lintl considera improvável a eliminação total da organização, que é também um partido político com presença no Parlamento. "O Hezbollah está amplamente enraizado na sociedade e é parte da estrutura social libanesa." Por isso, é mais provável que Israel tente "estabelecer uma zona de segurança no sul e ocupar ali posições" do grupo. Retorno de civis ao norte de Israel Tropas do Exército israelense operando no Líbano em foto de 9 de abril de 2026. Divulgação/Exército de Israel Outro objetivo de Israel é estabilizar permanentemente a situação de segurança no norte do país. Desde os ataques terroristas do Hamas contra Israel em outubro de 2023 e os confrontos subsequentes com o Hezbollah, inúmeras localidades próximas à fronteira libanesa foram evacuadas, e dezenas de milhares de pessoas tiveram de deixar suas casas. Segundo o jornal "Times of Israel", o governo israelense busca "o retorno seguro dos moradores do norte às suas casas". Mas Lintl observa que se causar o maior dano possível ao Hezbollah pode dar tempo a Israel, não resolve de forma duradoura o problema político subjacente. "Não se pode bombardear uma ideologia política até fazê-la desaparecer", ressalta, apontando para a falta de uma proposta política para o Líbano. O que é uma 'zona-tampão', como a que Israel diz que quer expandir no Líbano Enfraquecimento da rede de aliados iranianos Homens fazem gestos enquanto seguram bandeiras do Hezbollah, na entrada dos subúrbios do sul de Beirute Thaier Al-Sudani/Reuters Israel também considera o Hezbollah parte de uma aliança regional maior sob a liderança do Irã. Além do grupo terrorista no Líbano, esse bloco inclui grupos pró-Irã no Iraque e na Síria, bem como os houthis no Iêmen. Segundo o jornal "Jerusalem Post", o chefe do Estado-Maior israelense, Eyal Zamir, afirmou que Israel pretende eliminar a ameaça representada pelo "eixo xiita" liderado pelo Irã. Analistas israelenses argumentam que Teerã exerce sua influência na região por meio desses aliados e frequentemente trava seus conflitos com Israel de forma indireta, através desses grupos. Para Lintl, Israel aproveitou a oportunidade, após os ataques do Hezbollah, para agir militarmente contra o grupo. "Todo Estado tem o interesse legítimo de proteger seus habitantes", pondera. Ao mesmo tempo, ele destaca que a proteção da população israelense frequentemente implica impactos massivos no Líbano: "A tentativa de criar uma zona de segurança significa, ao mesmo tempo, que dezenas de milhares de pessoas no sul do Líbano precisam ser evacuadas." Ocupação do sul do Líbano? Tanque e blindados israelenses posicionados do lado israelense da fronteira entre Israel e o Líbano em meio a escalada bélica contra o grupo rebelde Hezbollah em 10 de março de 2026. REUTERS/Amir Cohen No final de março, o ministro israelense da Defesa, Israel Katz, anunciou planos para a criação de uma "zona-tampão defensiva" que vai desde a fronteira até o rio Litani, a 30 quilômetros dali, com a demolição em larga escala de casas e pontes na região, sinalizando uma possível ocupação de longo prazo de parte do território libanês. "Ao final da operação, as Forças Armadas de Israel se estabelecerão em uma zona de segurança dentro do Líbano, em uma linha defensiva contra mísseis antitanque, e manterão o controle de segurança sobre toda a área até o rio Litani", disse Katz no fim de março. Katz disse que a ocupação vai durar até depois das operações contra o Hezbollah. O ministro não deu um prazo específico, mas disse que, no período, todas as casas de vilarejo na faixa do sul do Líbano perto da fronteira com Israel serão demolidas, seguindo um modelo adotado por Israel na Faixa de Gaza. Pelos planos, os cerca de 600 mil civis libaneses que viviam ali não poderão retornar para suas casas até "que a segurança dos residentes de norte de Israel esteja garantida". Segundo Katz, essas centenas de milhares de libaneses deslocados serão "completamente impedidos" de retornar no período. A remoção de civis do sul tem atingido especialmente xiitas, grupo étnico muçulmano que compõe a base de apoio do Hezbollah, informou o jornal norte-americano "The New York Times". Na prática, a zona-tampão significa a ocupação de uma área equivalente a quase 10% do território libanês. O Hezbollah avisou que resistirá aos planos. Israel acusa o governo libanês de não fazer "nada" para desarmar o grupo, embora uma confrontação direta pudesse levar o país à guerra civil. Não seria a primeira vez que Israel abre a porta para uma ocupação de longo prazo do sul do Líbano. Isso já aconteceu de 1982 a 2000, com o nome de "zona de segurança". Na época, a ocupação foi encerrada pelo novo governo do então primeiro-ministro Ehud Barak, que havia feito da retirada uma promessa de campanha, em meio à crescente rejeição da opinião pública israelense à manutenção de tropas na região.

Article Image

New York Times - World News

New York Times - World News

2026-04-10 05:05:07 (2 days ago)

Lebanon: Images of a Nation Uprooted by War

A million people in Lebanon have fled their homes as Israel clashes anew with Hezbollah. This is what their lives look now.

Current Page: 137