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New York Times - World News

New York Times - World News

2026-02-10 00:01:13 (6 hours ago)

A Shift in Chinese Taste for Durian Throws Malaysian Farmers Into Turmoil

Malaysian durian farmers saw immense profits over the last decade as China snapped up their produce. But tastes have shifted.

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The Guardian - World News

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2026-02-10 00:01:11 (6 hours ago)

‘I saw the writing on the wall’: Austria offers safe haven for US academics as Trump wages war on universities

Other countries benefit from the Trump brain drain as administration wages war on academia and research

Wali Malik no longer has to worry that a rightwing bureaucrat – or influencer – will decide his research is “woke”.

He doesn’t have to fear government retaliation for speaking his mind or following the science wherever it may lead. And like others who have left a polarized United States for the calmer pastures of Austria, he need not fear his lab being decimated because the president decided he wants to deport the people who work there.

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Al Jazeera - Top Stories

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2026-02-10 00:01:01 (6 hours ago)

What will it take for Syrians to return to Aleppo after years of war?

Syria's government is trying to rebuild Aleppo, but war and neglect have made it a daunting prospect.

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Globo News - Mundo

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2026-02-10 00:00:52 (6 hours ago)

'Nunca recuar': o assessor por trás das políticas mais controversas de Trump


Stephen Miller ficou ao lado de Donald Trump nos momentos mais difíceis de sua trajetória política Getty Images Por anos, Stephen Miller foi uma figura influente do conservadorismo no entorno político do atual presidente americano, Donald Trump. Agora, ele é um para-raios de polêmicas. Seu estilo implacável e combativo na condução das políticas do governo Trump impulsionou a agenda linha-dura de imigração do presidente e ampliou sua influência na projeção do poder dos Estados Unidos pelo hemisfério ocidental. O início acelerado de 2026 do governo Trump, tanto no plano interno quanto no externo, reforçou sua posição como uma das figuras mais poderosas do governo. Mas para a esquerda, ele é um vilão. Na capital americana, Washington D.C., cartazes com o rosto de Miller foram colados em espaços públicos com a legenda "Fascism ain't pretty" ("Fascismo não é bonito", em tradução livre). Integrantes do Partido Democrata (de oposição ao governo Trump) pediram sua renúncia, e até integrantes de seu próprio Partido Republicano (do qual Trump faz parte) passaram a questionar publicamente seu julgamento político e sua eficácia. E, nas últimas semanas, Miller se viu em território pouco familiar: um operador dos bastidores exposto repentinamente aos holofotes nacionais, com palavras e ações submetidas a escrutínio. Ele teve de recuar — ao menos temporariamente — do tipo de confronto que frequentemente apreciou travar. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp 'Sempre avançar com força, nunca recuar' Veja os vídeos que estão em alta no g1 Pouco depois de dois agentes federais de imigração terem baleado e matado o enfermeiro Alex Pretti, de 37 anos, durante uma operação em Minneapolis no mês passado, Miller publicou várias mensagens na rede social X nas quais acusou Pretti de ser um "terrorista doméstico" e um "assassino". A sequência de postagens foi um ataque verbal agressivo, típico de alguém que costumava discursar antes de Trump em comícios da campanha presidencial de 2016 (quando Trump venceu pela primeira vez). Miller acusou os democratas de "alimentar as chamas da insurreição". As declarações sobre Pretti eram objetivamente falsas. Imagens de vídeo divulgadas posteriormente mostraram que Pretti, embora estivesse armado com um revólver legalmente registrado, não ameaçou agentes da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP, na sigla em inglês) antes de ser atingido por spray de pimenta, derrubado e baleado dez vezes. Dias depois, Miller emitiu uma nota à imprensa em que sustentou que a avaliação inicial do governo Trump sobre os disparos havia sido "baseada em relatos" de agentes de imigração "em campo", e que esses agentes "podem não ter seguido" o protocolo adequado. Foi um recuo raro do assessor de postura combativa, mas ainda assim insuficiente para satisfazer seus críticos democratas, que o acusam de incentivar o Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE, na sigla em inglês) a responder de forma violenta a protestos. "'Não foi o suficiente para Stephen Miller que esses cidadãos americanos fossem mortos pelo ICE e pela CBP, ele ainda teve de difamá-los com mentiras após suas mortes'", escreveu o congressista Don Beyer (Partido Democrata), da Virgínia, em uma publicação na rede social Bluesky. "Miller é um fanático enlouquecido e sedento por sangue, e suas políticas colocam vidas em risco todos os dias em que ele permanece no poder." Manifestantes em Nova York retratam Stephen Miller ao lado de Kristi Noem e Donald Trump Getty Images Em maio, foi Miller quem exigiu que as autoridades de fiscalização de imigração intensificassem a detenção e a deportação de migrantes sem documentação em cidades dos EUA. Miller disse à emissora americana Fox News que o governo havia estabelecido a meta de 3.000 prisões por dia — número muito acima dos registros anteriores. Segundo a publicação americana Washington Examiner, em uma reunião Miller "demoliu" autoridades federais de imigração por não fazerem o suficiente para deter imigrantes sem documentação em todo o território americano. Desde então, o governo intensificou a fiscalização em uma lista crescente de grandes cidades americanas, incluindo Washington D.C., Charlotte, Chicago e, mais recentemente, Minneapolis. "Tudo o que fiz, fiz sob a direção do presidente e de Stephen [Miller]", disse recentemente a secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, ao site Axios, em parte como resposta às críticas de que ela teria sido a principal responsável pelas ações enérgicas de fiscalização da imigração do governo. LEIA TAMBÉM Otan deve iniciar exercícios militares e de vigilância no Ártico nesta semana, diz agência Secretário de Trump faz comentário preconceituoso em visita a fábrica nos EUA: 'Chega de homens de vestido' Rei Charles III é confrontado sobre envolvimento do irmão Andrew com Epstein; VÍDEO Americanos passam a rejeitar táticas de imigração Miller negou ser movido por racismo ou preconceito. Ele defende a política de imigração do presidente americano como reflexo do que os eleitores escolheram que Trump realizasse. Ainda assim, no que vem sendo interpretado como um afastamento da abordagem agressiva de Miller, Trump afirmou nesta semana que sua ofensiva precisava de um "toque mais suave", após as mortes de Alex Pretti e Renee Good, outra cidadã americana morta por agentes de imigração em Minneapolis. A aprovação geral da política de imigração caiu para 39%, o nível mais baixo desde que Trump retornou à Casa Branca, segundo pesquisa da Reuters-Ipsos. Uma maioria clara, de 58%, afirma que as táticas de fiscalização adotadas por agentes do ICE foram "longe demais". Essa tendência coloca Miller diretamente no centro das críticas, no momento em que os republicanos se preparam para as eleições legislativas de meio de mandato, em novembro. "Miller é o arquiteto dessa política de deportação em massa", disse Bryan Lanza, estrategista conservador que trabalhou nas campanhas presidenciais de Trump em 2016 e 2024. "Só saberemos em novembro se a culpa é dele. Os eleitores, no fim das contas, podem ser implacáveis." Miller discursa em um comício de Trump em 2016 Getty Images No entanto, Miller mostrou ao longo dos anos ser um sobrevivente político. Conservador combativo desde os tempos de colégio, na liberal Califórnia, ele ascendeu de assessor no Senado a auxiliar de campanha e, depois, à Casa Branca, onde atravessou as intrigas pessoais e disputas internas do primeiro governo Trump. Em 2019, ele disse ao jornal americano Washington Post ter sentido um "choque elétrico na alma" quando Trump anunciou sua candidatura à Presidência. Miller permaneceu ao lado do presidente em seus momentos mais difíceis, incluindo a derrota eleitoral de 2020, o ataque de apoiadores ao Capitólio dos EUA e seu isolamento político em Washington, D.C. No ano passado, acompanhou Trump em seu retorno ao poder. "Stephen Miller é central para a psique de Trump", afirmou Lanza. "Sempre avançar com força; nunca recuar. Stephen [Miller] é alguém em quem ele sempre pode contar para sustentar essa posição, em qualquer tema." Falando pelo presidente O cargo oficial de Miller na Casa Branca é chefe de gabinete adjunto para políticas públicas e assessor de segurança interna. "Stephen Miller serviu fielmente o presidente Trump por anos porque é inteligente, trabalhador e leal", disse a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, à BBC. "Stephen articula todas as áreas do governo para garantir que cada política, externa e interna, seja implementada em ritmo recorde. Os resultados do último ano falam por si." Em determinado momento do ano passado, Miller chegou a ser cogitado como possível assessor de segurança nacional da Casa Branca, substituindo Michael Waltz, demitido do cargo — rumores que o presidente descartou de forma sumária. "Stephen está muito acima disso na hierarquia", disse Trump. Em março passado, quando os EUA se preparavam para lançar ataques aéreos contra rebeldes houthis (grupo iemenita apoiado pelo Irã) no Iêmen, uma série de mensagens trocadas no aplicativo Signal, compartilhadas inadvertidamente com Jeffrey Goldberg, editor da revista The Atlantic, revelou Stephen Miller no centro do planejamento da Casa Branca, expressando o desejo do presidente de seguir adiante com o ataque. "Pelo que ouvi, o presidente foi claro: sinal verde", escreveu Miller a um grupo de assessores graduados, entre eles JD Vance (vice-presidente dos EUA), Pete Hegseth (secretário da Defesa) e Marco Rubio (secretário de Estado). Stephen Miller durante reunião de Donald Trump Getty Images No outono passado, Miller teria sido colocado à frente da supervisão de operações militares no Caribe para localizar e destruir embarcações suspeitas de tráfico de drogas — iniciativa que se expandiu para a operação bem-sucedida que resultou na prisão e queda do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, no início de janeiro. Quando Trump anunciou em seu resort de Mar-a-Lago a captura de Maduro, Miller estava entre os poucos integrantes do alto escalão posicionados atrás do presidente. O papel de Miller na política externa, observa Lanza, é incomum, mas condizente com o funcionamento pouco ortodoxo da Casa Branca. "Stephen é inteligente o bastante para saber que Donald Trump não é um presidente tradicional, e que ele se aproxima de quem está ao seu redor em busca de conselhos e opiniões", disse Lanza. "Stephen fez um bom trabalho ao se manter próximo e oferecer esse apoio. Ele não teria tido o mesmo sucesso sob um presidente mais convencional." Primeiros passos políticos na Califórnia Miller desenvolveu cedo seu gosto pela controvérsia e pela provocação. Ele cursou o ensino médio em Santa Monica, enclave litorâneo da grande Los Angeles, onde defendeu o ensino apenas em inglês e outras pautas conservadoras. Sua atuação começou em 1999, um ano depois de uma corte federal derrubar a proibição da Califórnia a serviços sociais para migrantes sem documentação. Foi também um período em que os registros de encontros na fronteira entre os Estados Unidos e o México dispararam, alcançando níveis só novamente observados após a Covid-19, durante o governo Joe Biden. Em um discurso gravado em vídeo durante uma campanha para o grêmio estudantil, reclamou de ter sido orientado a recolher o próprio lixo, afirmando que essa deveria ser uma função de funcionários pagos. "Eu sou o único candidato aqui que se destaca", disse. "Eu diria e faria coisas que ninguém em sã consciência diria ou faria." Miller estudou ciência política na Universidade Duke, onde escreveu uma coluna de direita no jornal estudantil e se tornou diretor-executivo da Duke Conservative Union. Ganhou alguma projeção nacional ao defender três estudantes brancos do time de lacrosse da universidade acusados de estupro — acusação posteriormente considerada falsa — por uma mulher negra. Foi o momento de maior orgulho de sua vida universitária, contaria depois à revista The Atlantic, e que ajudaria a lançar sua carreira política. Pouco depois de se formar, assumiu o cargo de secretário de Imprensa da então deputada conservadora Michele Bachmann, de uma região rural de Minnesota. As 'leis de ferro' da força e do poder A esposa, Katie Miller, apresenta um podcast voltado a um público feminino conservador Getty Images via BBC Ao longo do primeiro ano do retorno de Trump à Casa Branca, Miller esteve no centro de algumas das principais iniciativas políticas do governo. Com essa influência, vieram maior visibilidade e maiores riscos. Após a operação na Venezuela, Miller apareceu na emissora americana CNN para defender uma visão ampliada do governo Trump, que posiciona os EUA como uma potência dominante em todo o hemisfério ocidental — mesmo que isso implique confronto com aliados tradicionais. Foi sua esposa, Katie Miller, uma podcaster de direita e ex-assessora de Trump em seu primeiro mandato, quem reacendeu o debate sobre a aquisição da Groenlândia ao publicar, na rede social X, uma imagem do território coberto pela bandeira americana, poucas horas após o ataque à Venezuela. Coube a Miller falar diante das câmeras, oferecendo uma visão fria do poder americano e de sua relação com o desejo do presidente de adquirir o território dinamarquês. "Com que direito a Dinamarca afirma controlar a Groenlândia?", questionou Miller. "Ninguém vai enfrentar militarmente os EUA pelo futuro da Groenlândia." Ele afirmou ainda que existem "leis de ferro do mundo". "Vivemos em um mundo, no mundo real… que é governado pela força, que é governado pelo poder", disse. As declarações vieram na esteira do uso cirúrgico da força militar americana na Venezuela. E, para um presidente que dias depois diria ao jornal americano New York Times que os únicos limites a seus poderes globais são "minha própria moralidade" e "minha própria mente", elas podem ter sido bem recebidas. Mas causaram incômodo até dentro do próprio partido de Trump. "Ou Stephen Miller passa a se ater ao que sabe fazer ou precisa deixar esse cargo", disse à CNN o senador republicano Thom Tillis, da Carolina do Norte, crítico frequente do presidente nos últimos meses. Uma batalha pela civilização As declarações de Miller podem ter provocado resistência entre veteranos da política externa republicana, como [Thom] Tillis, mas sua visão internacional está alinhada ao movimento America First ("América em primeiro lugar", em tradução livre) de Trump. "O que define uma política America First é aquilo que atende diretamente aos interesses dos cidadãos americanos", disse Joshua Trevino, pesquisador sênior da Western Hemisphere Initiative no America First Policy Institute. "Enfrentamos uma situação global que mudou, e as instituições, práticas e reflexos que funcionaram bem no passado já não funcionam", afirmou. "E o governo Trump tenta corrigir isso." Para Miller e Trump, isso significou recorrer ao poder militar, político e econômico bruto dos EUA para avançar prioridades internas, como imigração, crime, tráfico de drogas e comércio. Eles apontam a América Latina como a origem de grande parte do fentanil (opioide) e de outras drogas perigosas responsáveis por mortes nos EUA, e alegam que os "narco-terroristas" contribuíram para a violência em cidades americanas. Também acusam o Canadá de se beneficiar de desequilíbrios comerciais com os EUA para fortalecer sua própria economia. Sua visão global inclui ainda posicionar os EUA como defensores de determinados valores culturais e políticos: protetores da "Civilização Ocidental", como Miller já descreveu. "Nossa linhagem e nosso legado remontam a Atenas, Roma, Filadélfia, Monticello", disse Miller em um memorial ao ativista conservador Charlie Kirk, morto em setembro passado. "Nossos ancestrais construíram as cidades. Produziram arte e arquitetura. Criaram a indústria. Defendemos o que é bom, virtuoso e nobre." Trump expressou sentimento semelhante durante seu tempo na Casa Branca, ao afirmar ter "a coragem de preservar nossa civilização diante daqueles que tentariam subvertê-la e destruí-la", em discurso feito em 2017, na Polônia. Ao enquadrar as disputas como uma crise existencial, Trump e Miller conseguem defender soluções que, de outra forma, pareceriam extremas ou desnecessárias. Quando o relógio bater meia-noite Especialistas em tráfico de drogas observam que atacar embarcações venezuelanas pouco contribui para conter o fluxo de fentanil, que entra majoritariamente nos EUA pela fronteira com o México. Também rebatem a ideia de que imigrantes latino-americanos sejam mais propensos ao crime ou a transtornos mentais. Podem ainda citar dados que mostram que o comércio entre EUA e Canadá é mutuamente benéfico. Mas, se o objetivo for a preservação cultural, então, na visão de Trump e Miller, qualquer medida para isolar os EUA da influência estrangeira, seja na imigração ou no comércio, poderia ser justificada. Essa abordagem, no entanto, expôs Miller — e Trump — a acusações de racismo e etnonacionalismo. "Stephen Miller é uma figura central na formulação da agenda do governo Trump", escreveu o grupo liberal Common Cause em uma postagem de blog publicada em 2025. "De viabilizar a violência estatal contra famílias imigrantes a promover retórica nacionalista branca no governo, sua carreira é um alerta sobre o que acontece quando o preconceito ganha poder institucional." Apesar de toda a controvérsia, o vínculo de Miller com Trump explica por que sua posição no círculo íntimo do presidente segue aparentemente segura. "Aos meus colegas que acham que é possível convencer Donald Trump de que Stephen Miller é um peso para ele, desejo boa sorte", disse, na semana passada, o senador Lindsey Graham, da Carolina do Sul. "Quando o relógio bater meia-noite na era Trump, algumas pessoas sairão pela porta junto com Donald Trump. Stephen Miller estará nesse grupo."

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Globo News - Mundo

Globo News - Mundo

2026-02-10 00:00:33 (6 hours ago)

'Aprendi na Ucrânia tudo que sei de guerrilha': brasileiro foi à guerra sem experiência militar, e diz que quem tentava fugir era torturado


‘Falaram que era R$ 50 mil’: brasileiro relata frustração ao lutar na guerra da Ucrânia O Fantástico localizou quatro ex-combatentes baianos que foram atraídos com promessas falsas para lutar na guerra da Ucrânia contra a Rússia. Mas o que leva brasileiros a entrar em um conflito armado a milhares de quilômetros de casa? No caso de Marcos Souto, produtor musical e empresário, a decisão foi motivada principalmente pelo dinheiro. Ele faz parte do grupo conhecido como mercenários de guerra — combatentes estrangeiros que participam de conflitos em troca de pagamento. O valor recebido varia de acordo com a guerra e com o grupo militar ao qual o combatente se vincula, mas, segundo relatos, a negociação nem sempre é clara. “Falaram que o salário era 50 mil por mês. A gente entende isso como em reais. Mas eram 50 mil grívnias, o que dava cerca de R$ 5.800”, contou Marcos, que usava o codinome “Corvo”. Questionado sobre o motivo de ter entendido que o valor seria em reais, ele respondeu: “Porque é o que vem na cabeça.” Muitos desses combatentes aprendem técnicas militares em grupos como a Legião Estrangeira da França. Mas esse não é o único caminho. Marcos afirma que nunca havia servido ao Exército no Brasil e que não tinha experiência militar antes de ir para a Ucrânia. “Nunca servi o Exército. Não tinha nenhuma experiência. Tudo o que eu sei hoje sobre guerrilha, eu aprendi na Ucrânia”, disse. Chegando ao front, ele encontrou um problema maior do que o pouco dinheiro e a falta de experiência: a violência dos comandantes. “Quem tenta fugir, se for pego, é preso e torturado” pelo próprio exército da Ucrânia, ele relata. Outro mercenário brasileiro afirmou que chegou a lutar contra soldados ucranianos durante a fuga. Após retornar ao Brasil, um dos combatentes contou que perdeu 28 quilos e passou dias sem comida adequada. Brasileiros são atraídos à guerra na Ucrânia com promessas falsas e relatam tortura, fome e arrependimento; VÍDEO A guerra na Ucrânia se aproxima do quarto ano, e os ataques continuam. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, desde o início da guerra, 19 brasileiros morreram na Ucrânia. Outros 44 estão desaparecidos. A embaixada da Ucrânia no Brasil informou que não recruta brasileiros e que quem se alista tem os mesmos direitos e deveres de um cidadão ucraniano em serviço militar. Promessas de altos salários e aventura: brasileiros são atraídos à guerra na Ucrânia e relatam arrependimento Reprodução/TV Globo Veja a reportagem completa no vídeo abaixo: 4 anos depois do início da guerra brasileiros ainda se alistam no exército ucraniano Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo. PRAZER, RENATA O podcast 'Prazer, Renata' está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts. Siga, assine e curta o 'Prazer, Renata' na sua plataforma preferida.

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The Guardian - World News

The Guardian - World News

2026-02-10 00:00:13 (6 hours ago)

‘What I see in clinic is never a set of labels’: are we in danger of overdiagnosing mental illness?

Our current approach to mental health labelling and diagnosis has brought benefits. But as a practising doctor, I am concerned that it may be doing more harm than good

Someone is shot, and almost dies; the fragility of life is intimately revealed to him. He goes on to have flashbacks of the event, finds that he can no longer relax or enjoy himself. He is agitated and restless. His relationships suffer, then wither; he is progressively disturbed by intrusive memories of the event.

This could be read as a description of many patients I’ve seen in clinic and in the emergency room over the years in my work as a doctor: it’s recognisably someone suffering what has in recent decades been called PTSD, or post-traumatic stress disorder. But it isn’t one of my patients. It’s a description of a character in the 7,000-year-old Indian epic The Ramayana; Indian psychiatrist Hitesh Sheth uses it as an example of the timelessness of certain states of mind. Other ancient epics describe textbook cases of what we now call “generalised anxiety disorder”, which is characterised by excessive fear and rumination, loss of focus, and inability to sleep. Yet others describe what sounds like suicidal depression, or devastating substance addiction.

The great topmost sheet of the mass, that where hardly a light had twinkled or moved, becomes now a sparkling field of rhythmic flashing points with trains of travelling sparks hurrying hither and thither. The brain is waking and with it the mind is returning … Swiftly the head mass becomes an enchanted loom where millions of flashing shuttles weave a dissolving pattern, always a meaningful pattern though never an abiding one.

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The Guardian - World News

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2026-02-10 00:00:12 (6 hours ago)

My week of only using cash: could a return to notes and coins change my life?

After a reckless shopping spree, I ditched contactless payments and bank cards to see how far £200 cash in hand would get me – and if I could improve my spending habits

If I’m lucky, I can just about squeeze a £20 note into the back of my phone case, which holds the device I reflexively tap to pay for almost everything. But this week was different. After a reckless coffee-and-clothing spending spree made a mighty dent in my bank account, I decided I needed to take action. Self-control was one option, but another more drastic route was blunt-force restriction. I would ditch contactless payments, along with debit and credit cards. Instead, I would spend a week relying solely on cash.

After subtracting the lavish lattes and Asos deliveries that had massively inflated my average weekly spend, I allowed myself £180 for the basics, including food and travel. For safety, I gave myself an extra £20. The first task was to take out £200 in cash from the ATM. But what the hell was my pin number? Thanks to contactless capabilities, I hadn’t used this all-important combination of digits in more than a year. Googling how to find it, I discovered I’d have to wait three to five working days to get a letter reminding me of it in the post. This wouldn’t do. I decided to head to my local bank to explain my predicament.

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The Guardian - World News

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2026-02-09 23:59:17 (6 hours ago)

Six planets line up for rare parade throughout February

Celestial spectacle will be at its most impressive on 28 February, when Mercury, Venus, Jupiter, Saturn, Uranus and Neptune will align across the sky

Space enthusiasts are in for a treat at the end of this month as six planets will appear close together in the night sky.

The phenomenon, known as a planet parade or planetary alignment, occurs when at least four or five planets can be seen altogether, according to Nasa. On 28 February, stargazers will have the chance to spot Mercury, Venus, Jupiter, Saturn, Uranus and Neptune aligned closely across the sky – making this a rare planetary display.

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Al Jazeera - Top Stories

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2026-02-09 23:50:20 (6 hours ago)

Somalia, Saudi Arabia sign agreement on military cooperation

The MOU comes as Somalia seeks regional support against Israel's recognition of the breakaway region of Somaliland.

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Times of Israel - World News

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2026-02-09 23:44:46 (6 hours ago)

US stresses opposition to annexation after Israeli steps to expand West Bank grip

Muslim states, including allies and adversaries, call security cabinet decision illegal and a 'dangerous escalation'; EU: It's a 'step in the wrong direction'

The post US stresses opposition to annexation after Israeli steps to expand West Bank grip appeared first on The Times of Israel.

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Times of India

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2026-02-09 23:42:24 (6 hours ago)

Best skills to learn for GCC jobs in 2026: What employers are really hiring for in the Gulf, from AI to cloud, cybersecurity and more

GCC economies are rapidly embracing digital transformation, creating a surge in demand for tech-savvy professionals. Skills in AI, data analytics, cybersecurity and cloud computing are paramount. Alongside these, strong soft skills like leadership and adaptability, coupled with a commitment to lifelong learning and understanding localisation policies, are crucial for career success in the region's evolving job market.

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Al Jazeera - Top Stories

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2026-02-09 23:38:49 (6 hours ago)

Trump threatens to block opening of Detroit-Canada bridge

The $4.6bn Gordie Howe International Bridge is expected to open in early 2026.

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