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Washington appoints new US envoy on Tibetan human rights
China has previously criticised the role, accusing the US of interfering in China’s internal affairs.
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Political commentator Priya Patel and 'Emily Saves America' show host Emily Wilson discuss Hollywood celebrities criticizing I.C.E. and the media omitting reports that the alleged Rhode Island shooter was transgender on ‘Fox News @ Night.’
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2026-02-18 00:00:51 (2 days ago)
O país que silenciosamente vem reduzindo a jornada de trabalho para quatro dias por semana

Gavin Arm e Bert de Wit implementaram a semana de quatro dias na empresa em 2019
BBC
Os holandeses adotaram discretamente a jornada de trabalho de quatro dias por semana. Mas qual foi o impacto da medida e como fazê-la perdurar?
"Seus filhos só são pequenos uma vez", afirma Gavin Arm, cofundador da Positivity Branding, uma pequena empresa com sede em Amsterdã, capital holandesa.
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"A maioria das pessoas, quando dirige uma empresa, se dedica totalmente e trabalha, trabalha, trabalha para tentar fazê-la dar certo. E provavelmente elas fazem isso pelos filhos", explica Arm. "Mas depois, quando elas ficam mais velhas, olham para trás e dizem 'eu perdi essa parte da vida deles', e isso é terrível. Nós não queremos ser assim."
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Arm fala à reportagem no escritório aconchegante da empresa, no animado bairro De Pijp. Ao sul do centro da cidade, a região é conhecida por seus mercados movimentados, sua história boêmia e pela intensa gentrificação (processo de transformação da população local, que é substituída gradualmente por outros perfis de renda mais alta, contribuindo para a supervalorização de um bairro ou cidade e, consequentemente, para a expulsão de antigos moradores).
A empresa, fundada por ele e pelo colega Bert de Wit, presta consultoria em identidade de marca e design de embalagens.
Há sete anos, os sócios adotaram a semana de quatro dias para si e para os funcionários.
Os empregados não precisaram aceitar redução salarial nem trabalhar mais horas nos quatro dias. A carga horária semanal permanece em 32 horas, ou oito horas por dia.
"O equilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho esteve no centro da decisão", afirma de Wit. Ele discorda da ideia de que os funcionários agora trabalham menos pelo mesmo salário. "Trata-se de trabalhar de forma mais inteligente, não mais intensa."
Segundo ele, "em outros países, as pessoas passam muito tempo no trabalho, mas isso não significa que trabalhem muito. Mudar a cultura e a mentalidade é o maior desafio."
Os holandeses trabalham o menor número de horas por semana na Europa
AFP via Getty Images (BBC)
A jornada de quatro dias por semana já se tornou comum na Holanda há vários anos, com a adesão inclusive de grandes empresas.
O maior sindicato do país, Netherlands Trade Union Confederation (FNV, na sigla em holandês), continua a pressionar o governo holandês para que a medida se torne uma recomendação oficial. De todo modo, os trabalhadores já têm o direito legal de solicitar redução de jornada.
"Gostamos de ter tempo para liberar a mente. Tenho minhas melhores ideias quando passeio com o meu cachorro", diz Marieke Pepers, diretora de gestão de pessoas da empresa holandesa de software Nmbrs.
Ela tira a sexta-feira de folga toda semana. "Ninguém espera nada de mim nesse dia, eu me inspiro, fico melhor e a empresa também."
Segundo Pepers, desde que a empresa adotou a semana de quatro dias, "as licenças médicas diminuíram e a retenção aumentou". No entanto, ela afirma que a proposta enfrentou resistência no início.
"Tivemos que convencer os investidores. Nossos próprios funcionários estavam céticos no começo: 'não consigo terminar meu trabalho nem em cinco dias' [foi uma das reações]", diz Pepers.
"Algumas pessoas se sentiam pressionadas. Mas precisamos ser extremamente criteriosos ao definir prioridades no nosso trabalho e reduzimos o número de reuniões."
Marieke Pepers afirma que tem suas melhores ideias quando sai para passear com o cachorro
Marieke Pepers
A adoção discreta da semana de quatro dias na Holanda atraiu atenção internacional. Os trabalhadores holandeses cumprem, em média, 32,1 horas por semana, a menor carga horária da União Europeia, bem abaixo da média do bloco, de 36 horas.
Ao mesmo tempo, o PIB (Produto Interno Bruto, a soma de todas as riquezas produzidas) per capita do país — isto é, por habitante — está entre os mais altos da Europa e figura próximo ao topo entre os membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE, conhecida como "clube dos países ricos"), que reúne economias desenvolvidas.
O desempenho desafia a premissa de que países ricos precisam de jornadas longas para se manter competitivos.
Mas a realidade da semana de quatro dias na Holanda é tão bem-sucedida para a economia quanto sugerem as manchetes da imprensa?
"É verdade que a Holanda tem alta produtividade e trabalha menos horas", afirma Daniela Glocker, economista responsável pela Holanda na OCDE. "Mas o que vimos nos últimos 15 anos é que ela [a produtividade] não cresceu."
Glocker acrescenta: "Então, se os holandeses quiserem manter sua qualidade de vida, terão de aumentar a produtividade ou ampliar a oferta de trabalho."
Segundo Glocker, isso significa que os trabalhadores atuais precisarão produzir mais bens e serviços por dia de trabalho ou que o país terá de ampliar o número de pessoas no mercado, possivelmente com maior imigração.
A Holanda tem a maior proporção de trabalhadores em tempo parcial entre os países da OCDE: quase metade dos empregados trabalha menos que a jornada integral.
Salários mais altos e a forma como os impostos holandeses incidem sobre a faixa intermediária de renda tornam menos atraente trabalhar horas extras, levando famílias a trocar renda por tempo livre.
Uma análise do próprio governo aponta que 3 em cada 4 mulheres e 1 em cada 4 homens trabalham menos de 35 horas por semana.
Sindicatos argumentam que "um dia a menos" pode beneficiar a energia, a produtividade e a sociedade, e que normalizar a semana de quatro dias pode manter no mercado pessoas que, de outra forma, deixariam de trabalhar.
A OCDE, no entanto, alerta que esse modelo enfrenta pressões crescentes. Como a maioria dos países, a Holanda lida com o envelhecimento da população: à medida que mais pessoas se aposentam, menos permanecem na força de trabalho.
"Os holandeses são ricos e trabalham menos — mas a questão é: isso é sustentável?", questiona Nicolas Gonne, economista da OCDE. "Há um limite para o que se pode fazer com poucos trabalhadores."
"O que vemos é que a Holanda enfrenta restrições por todos os lados; a forma de aliviar isso é expandir a oferta [de trabalho]", afirma Gonne.
AFP via Getty Images
Alguns economistas afirmam que mais mulheres na Holanda precisam trabalhar em tempo integral
Uma forma de ampliar a oferta de trabalho seria aumentar a participação de mulheres holandesas em jornadas integrais. Embora a taxa de emprego feminino seja elevada, mais da metade das mulheres no país trabalha em tempo parcial, cerca de três vezes a média da OCDE.
O acesso a creches a preços acessíveis continua sendo um entrave importante, e a elevada carga tributária sobre a renda, aliada à complexidade do sistema de benefícios, pode desestimular o aumento da jornada, especialmente entre os chamados segundos provedores de renda familiar.
Peter Hein van Mulligen, do Escritório Central de Estatísticas da Holanda (CBS, na sigla em holandês), aponta para um "conservadorismo institucionalizado" profundamente enraizado na sociedade holandesa, que atua como barreira à participação feminina.
Um estudo de 2024 apontou que 1 em cada 3 holandeses considera que mães com filhos pequenos (de até três anos) não deveriam trabalhar mais do que um dia por semana, e quase 80% afirmam que três dias semanais seriam o máximo.
Entre os pais, os percentuais são, respectivamente, 5% e 29%.
"Uma diferença considerável", observa van Mulligen.
Yvette Becker, do sindicato FNV, afirma que a semana de quatro dias pode ajudar a reduzir a desigualdade de gênero. "Há ganho de produtividade com menor absenteísmo."
De volta à Positivity Branding, de Wit afirma que a semana de quatro dias torna o emprego "mais atraente", sobretudo em setores com escassez de mão de obra, como educação e saúde.
"Pode ser uma forma de tornar essas profissões mais atrativas e elevar novamente a produtividade."
Seu sócio, Arm, resume sua visão sobre o modelo: "Você está mais feliz? Está aproveitando mais a vida? É disso que se trata".
Motta encaminha PEC que põe fim à escala 6x1
New York Times - World News
New York Times - World News
2026-02-18 00:00:21 (2 days ago)
A Road Trip from Kandahar to Kabul on Highway 1 in Afghanistan
Life and business are back along a road once defined by war damage. But even with improved security, Afghans are desperate for jobs and development.
The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-02-18 00:00:03 (2 days ago)
Excruciating tropical disease can now be transmitted in most of Europe, study finds
‘Shocking’ data shows the climate crisis and invasive mosquitos mean chikungunya could spread in 29 countries
An excruciatingly painful tropical disease called chikungunya can now be transmitted by mosquitoes across most of Europe, a study has found.
Higher temperatures due to the climate crisis mean infections are now possible for more than six months of the year in Spain, Greece and other southern European countries, and for two months a year in south-east England. Continuing global heating means it is only a matter of time before the disease expands further northwards, the scientists said.
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The Guardian - World News
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2026-02-18 00:00:02 (2 days ago)
Beats and throat singing: Sámi DJs tap into growing pride in Indigenous identity
Acts such as Article 3 are drawing inspiration from their culture and meeting a big appetite for Indigenous-focused club nights
“We both live in maybe the most impractical place if you want to be a successful DJ,” laughs Alice Marie Jektevik, one half of Article 3, a Sámi female DJ collective. Jektevik, 36, and her collaborator, Petra Laiti, 30, reside in a rural village in the far north-east of Norway.
But living in Sápmi – the region across northern parts of Sweden, Norway, Finland and Russia traditionally lived in by Sámi people – has proven to be central to their success, providing the inspiration for much of their work.
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The Guardian - World News
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2026-02-18 00:00:02 (2 days ago)
The fledgling ‘coalition of the willing’ assembled for Ukraine could form the basis for an urgent European security response
After a year of Donald Trump’s second term and two Munich Security Conferences, we now know that Europe will have to defend itself in future with less US support; probably with much less US support; and possibly – gulp – with no US support at all.
European leaders recognise that they need to reduce overdependence on the US. Yet many, including Keir Starmer and to an extent Friedrich Merz, are still clinging to the wreckage of the transatlantic relationship. They do so in hope, rather than certainty, that the US will come to Europe’s aid if Russia attacks Nato territory. Who truly believes that Trump, who prefers one-day displays of US power, would commit US forces to an open-ended war in Europe – with potential nuclear risks – if Vladimir Putin suddenly grabbed a Russian-speaking border town in Estonia, or the Norwegian Arctic archipelago of Svalbard?
Paul Taylor is a senior visiting fellow at the European Policy Centre
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The Guardian - World News
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2026-02-18 00:00:01 (2 days ago)
The death of Heather Preen: how an eight-year-old lost her life amid the UK sewage crisis
In 1999, Heather Preen contracted E coli on the beach. Two weeks later she died. Now, as a new Channel 4 show dramatises the scandal, her mother, Julie Maughan, explains why she is still looking for someone to take responsibility
When Julie Maughan was invited to help with a factual drama that would focus on the illegal dumping of raw sewage by water companies, she had to think hard. In some ways, it felt 25 years too late. In 1999, Maughan’s eight-year-old daughter, Heather Preen, had contracted the pathogen E coli O157 on a Devon beach and died within a fortnight. Maughan’s marriage hadn’t survived the grief – she separated from Heather’s father, Mark Preen, a builder, who later took his own life. “I’ve always said it was like a bomb had gone off under our family,” says Maughan. “This little girl, just playing, doing her nutty stuff on an English beach. And that was the price.” Yet there had been no outrage, few questions raised and no clear answers. “Why weren’t people looking into this? It felt as if Heather didn’t matter. Over time, it felt as if she’d been forgotten.” All these years later, Maughan wasn’t sure if she could revisit it. “I didn’t know if I could go back into that world,” she says. “But I’m glad I have.”
The result, Dirty Business, a three-part Channel 4 factual drama, is aiming to spark the same anger over pollution that ITV’s Mr Bates Vs the Post Office did for the Horizon scandal. Jumping between timelines, using actors as well as “real people” and with actual footage of scummy rivers and beaches dotted with toilet paper, sanitary towels and dead fish, it shows how raw sewage dumps have become standard policy for England’s water companies. Jason Watkins and David Thewlis play “sewage sleuths” Peter Hammond and Ash Smith, Cotswolds neighbours who, over time, watched their local river turn from clear and teeming with nature to dense grey and devoid of life. Hammond is a retired professor of computational biology, Smith a retired detective, and together, they used hidden cameras, freedom of information requests and AI models to uncover sewage dumps on an industrial scale.
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The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-02-18 00:00:00 (2 days ago)
Tech billionaires fly in for Delhi AI expo as Modi jostles to lead in south
Google, Anthropic and OpenAI bosses to mingle with global south leaders wrestling for control over technology
Silicon Valley tech billionaires will land in Delhi this week for an AI summit hosted by India’s prime minister, Narendra Modi, where leaders of the global south will wrestle for control over the fast-developing technology.
During the week-long AI Impact Summit, attended by thousands of tech executives, government officials and AI safety experts, tech companies valued at trillions of dollars will rub along with leaders of countries such as Kenya and Indonesia, where average wages dip well below $1,000 a month.
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Times of India
Times of India
2026-02-17 23:58:39 (2 days ago)
Imran Khan's family alleges "unimaginable mistreatment" and "deliberate cruelty" in prison, claiming his right eye's vision loss is due to inadequate health facilities. They demand his transfer to a private hospital for treatment, a demand echoed by his close aide and former cricketers. The government refutes these claims, presenting medical reports indicating improvement.
Times of Israel - World News
Times of Israel - World News
2026-02-17 23:54:52 (2 days ago)
Dozens of film figures slam Berlin Film Festival’s ‘silence’ on ‘ongoing genocide’ in Gaza
80 signatories rail at Berlinale, which they claim must 'fulfill its moral duty,' after festival jury's president, German director Wim Wenders, said, 'We cannot really enter the field of politics'
The post Dozens of film figures slam Berlin Film Festival’s ‘silence’ on ‘ongoing genocide’ in Gaza appeared first on The Times of Israel.

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