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2026-07-07 23:10:44 (2 days ago)
Europe’s bellicose posturing risks direct war with Russia, expert warns
European NATO members’ plans to inflict a “strategic defeat” on Russia could lead to an all-out war, a Russian policy expert has warned
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2026-07-07 23:00:43 (2 days ago)

Leandro Bertazzo, instrutor de voo que se jogou de avião na Argentina
Reprodução/Redes sociais
Um instrutor de voo se atirou de um avião em pleno voo na Argentina, deixando uma aluna de 22 anos sozinha na cabine. Ela avisou a equipe de solo sobre o ocorrido e conseguiu pousar em segurança.
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O corpo de Leandro Bertazzo, de 42 anos, foi encontrado em uma área rural da cidade de Toledo, na província de Córdoba.
"Você sabe o que fazer", teria dito Bertazzo à aluna, antes de saltar. O depoimento foi narrado pelo diretor da escola de aviação.
"Assim que disse isso, Leandro tirou os fones de ouvido, deixou o celular de lado e abriu a porta — algo muito difícil de fazer devido à pressão do ar", disse Eduardo Alvarez, da escola Flying Parrot Córdoba, ao jornal "Clarín".
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Segundo Alvarez, Bertazzo e a aluna estavam em um Cessna C-150, uma aeronave pequena, a cerca de 250 metros de altitude, no último sábado (4).
A aluna, que não teve o nome revelado, apesar de abalada, entrou em contato com a equipe em solo para ajudá-la a realizar o pouso, que aconteceu normalmente. Ele já possuía brevê, mas tinha poucas horas de voo e estava fazendo uma sessão de treinamento
O "Clarín" afirma que o piloto havia procurado atendimento psiquiátrico, mas não havia comunicado isso à escola de voo.
Alvarez também disse à imprensa argentina que, no sábado, o comportamento do instrutor não levantou suspeitas dos colegas. A única atitude diferente foi pedir a um colega que lhe desse carona ao aeroporto Coronel Olmedo, buscando-o em sua casa, onde ele morava com os pais. Geralmente, ele ia ao trabalho com seu próprio carro.
Antes do voo em que saltou da aeronave, Bertazzo havia realizado no mesmo dia um outro voo de instrução.
Embora trabalhasse como instrutor, Bertazzo havia feito carreira como piloto comercial
O incidente está sendo investigado pela Justiça Federal de Córdoba.
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2026-07-07 23:00:31 (2 days ago)

EUA voltam a atingir alvos no Irã
Os Estados Unidos lançaram uma série de ataques "poderosos" contra o Irã após três embarcações comerciais serem atingidas no Estreito de Ormuz.
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O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) informou nesta terça-feira (7) que deu início à ofensiva "para impor um alto custo a quem ataca navios comerciais tripulados por pessoas inocentes em uma rota internacional".
O vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Kazem Gharibabadi, afirmou que a ação americana viola o memorando firmado entre os dois países no mês passado e alertou que Teerã adotará "medidas decisivas".
Os três petroleiros foram atingidos em um intervalo de 24 horas, entre segunda (6) e terça-feira, segundo a agência britânica UK Maritime Trade Operations (UKMTO). Não houve registro de vítimas.
Em resposta, um integrante do governo americano afirmou que o Irã enfrentará consequências e classificou os incidentes como "totalmente inaceitáveis".
Em comunicado publicado na rede social X na noite desta terça-feira, o Centcom afirmou que os bombardeios foram realizados "em resposta aos ataques iranianos".
"A agressão do Irã foi injustificada, perigosa e uma clara violação do cessar-fogo", afirmou o comando.
Embarcações ancoradas no Estreito de Ormuz, vistas de Musandam, Omã, em 3 de junho de 2026
REUTERS/Stringer
Paralelamente, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos revogou nesta terça uma isenção de sanções que suspendia temporariamente restrições à exportação de petróleo pelo Irã.
A autorização, que permitia ao país vender petróleo e derivados, fazia parte do memorando de entendimento assinado entre Washington e Teerã no mês passado.
Um comunicado publicado no site do Departamento do Tesouro nesta terça informou que seria concedido um período de transição até 17 de julho para as transações que haviam sido permitidas pela isenção.
O Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou que a decisão viola o memorando e demonstra a "má-fé, inconsistência e falta de confiabilidade" do governo dos Estados Unidos.
A pasta acrescentou que Teerã "tomará todas as medidas que considerar necessárias para proteger seus interesses nacionais e sua segurança nacional".
Antes do anúncio da nova ofensiva pelo Centcom, um integrante do governo americano, sob condição de anonimato, afirmou que os negociadores do país continuariam trabalhando "de boa-fé" para alcançar um acordo definitivo com o Irã.
Catar e Arábia Saudita também condenaram os incidentes. Os dois países disseram que petroleiros de suas bandeiras foram atingidos enquanto navegavam pelo Estreito de Ormuz ou em suas proximidades e responsabilizaram o Irã.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Catar, Majed Al Ansari, afirmou que o país considera o Irã "totalmente responsável" pelo aparente ataque direcionado ao navio Al-Rekayyat, que transitava próximo ao estreito.
Em publicação na rede social X, Al Ansari pediu que o Irã "cesse imediatamente todas as práticas que comprometem a segurança regional" e "deixe de colocar em risco o abastecimento global de energia e os recursos dos países da região em busca de interesses restritos".
Em outra publicação na rede social, o Ministério das Relações Exteriores da Arábia Saudita afirmou que o petroleiro saudita Wadyan também foi atingido enquanto cruzava o Estreito de Ormuz. Segundo a pasta, os ataques representam "uma ameaça à segurança da navegação internacional e ao abastecimento mundial de energia".
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USS Boxer e USS Portland navegam no Oceano Índico em 30 de junho de 2026
US Centcom
Já o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, classificou as acusações do Catar como "contrárias ao princípio da boa vizinhança".
Em comunicado publicado no Telegram, Baghaei afirmou que embarcações comerciais que utilizam rotas não coordenadas com o Irã ou manipulam seus sistemas de rastreamento correm risco de colisão e dificultam os esforços do país para "garantir uma travessia segura" pelo Estreito de Ormuz.
Segundo a agência britânica UK Maritime Trade Operations (UKMTO), um petroleiro que navegava pelo estreito reportou um incêndio após um projétil de origem desconhecida atingir a casa de máquinas na segunda-feira.
Em outros dois episódios registrados na terça-feira, um petroleiro foi atingido ao deixar o estreito, mas conseguiu seguir viagem até o porto de destino. Outro sofreu danos estruturais leves após ser atingido, informou a organização.
O memorando de entendimento firmado entre Estados Unidos e Irã no mês passado prorrogou o cessar-fogo entre os dois países.
O acordo, composto por 14 pontos, prevê o fim das hostilidades "em todas as frentes", estabelece que o Irã nunca desenvolverá uma arma nuclear e cria um fundo de US$ 300 bilhões (cerca de R$ 1,5 trilhão) para a reconstrução e o desenvolvimento econômico do país, embora os EUA não sejam obrigados a financiá-lo.
Como parte do entendimento, Irã e Omã, que dividem a costa do Estreito de Ormuz, deverão negociar com outros países do Golfo a futura administração e os serviços marítimos na região.
Teerã fechou, na prática, o Estreito de Ormuz — rota por onde normalmente passa cerca de um quinto do petróleo e do gás comercializados no mundo — após os ataques dos Estados Unidos e de Israel em 28 de fevereiro.
Durante o conflito, o Irã buscou reforçar sua soberania sobre a passagem marítima, criando a chamada Autoridade do Estreito do Golfo Pérsico, responsável, segundo o governo iraniano, por administrar autorizações para uma "passagem segura".
A agência estatal iraniana Fars informou que, pelo novo acordo com os EUA, o estreito passaria a ser administrado pelo Irã em coordenação com Omã, incluindo a possibilidade de cobrança de taxas de serviço das embarcações que utilizarem a hidrovia.
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2026-07-07 23:00:13 (2 days ago)

Trump durante evento no Salão Oval.
Reuters/Evan Vucci
Na última semana, o presidente dos EUA, Donald Trump, viu a Suprema Corte do país anunciar diversas decisões importantes em casos nos quais seu governo era parte interessada.
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O saldo foi agridoce para a Casa Branca: enquanto os juízes ampliaram seu poder para controlar agências reguladoras e permitiram que estados proíbam atletas transgênero em competições universitárias, por exemplo, suas propostas mais ousadas, como restringir o direito à cidadania americana, foram barradas pela Corte.
Atualmente, a Corte tem uma maioria conservadora - com 6 dos 9 juízes escolhidos por presidentes republicanos (veja a composição atual mais abaixo).
Para professores consultados pelo g1, as decisões mostram exatamente uma Suprema Corte mais conservadora que Trump ajudou a formar, mas na qual nem todos os membros demonstram uma lealdade cega ao republicano.
Os limites dessa lealdade ficam mais evidentes na decisão contra a vontade de Trump de restringir a cidadania pelo chamado “direito de nascimento” – um entendimento da Constituição já pacificado há mais de cem anos.
Justiça americana mantém regra de cidadania automática por nascimento em território dos Estados Unidos
Vitelio Brustolin, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) e pesquisador de Harvard, explica que um grupo conservador se articula há décadas nos EUA, por meio de um grupo chamado Federalist Society.
“Eles vêm há anos cultivando uma geração de juízes favoráveis a uma leitura ‘originalista’ da Constituição”, diz Brustolin – ou seja, que defende a leitura do texto constitucional conforme seu significado original.
“Essa é uma corrente do pensamento jurídico dos EUA e ela vai em linha com a chamada ‘teoria do Executivo unitário’. É a ideia de que o presidente deve ter controle pleno sobre o poder Executivo, sem agências independentes dele.”
Durante seu primeiro mandato como presidente, entre 2017 e 2021, Trump nomeou três juízes ligados à Federalist Society para a Suprema Corte, consolidando uma maioria absoluta de seis juízes conservadores no mais alto tribunal dos EUA. A Corte tem nove assentos no total.
“Neste segundo mandato, o Trump não precisou indicar mais ninguém para colher os frutos, a corte que ele ajudou a homologar é a mesma que está decidindo os casos da sua presidência”, diz o professor.
Maré conservadora
Para Brustolin, “Trump venceu onde a teoria jurídica conservadora já apontava nessa direção há décadas”.
“Ele perdeu onde havia barreiras textuais ou institucionais fortes o suficiente para que não fossem ignoradas”, diz o professor, que exemplifica com o caso do direito à cidadania para todos os nascidos no país, garantido pela 14ª Emenda da Constituição - e cujo entendimento está consolidado desde 1898.
“A questão era tão clara que juízes de instâncias inferiores que analisaram a ordem executiva do Trump consideraram flagrantemente inconstitucional.”
Carlos Gustavo Poggio, professor de ciência política do Berea College, dos EUA, enxerga um alinhamento não da Suprema Corte como um todo, mas de alguns juízes em particular, em relação a Trump.
“Em algumas questões a Suprema Corte vem colocando freios a algumas tentativas de caráter mais autoritário do Donald Trump”, diz Poggio. “Ainda assim, você tem juízes que votam consistentemente a favor de Trump, como é o caso de Clarence Thomas e do Samuel Alito.”
Os dois votaram a favor do presidente para acabar com o direito à cidadania da 14ª Emenda. O resultado do julgamento, por 6 votos a 3, pode ser entendido como uma derrota para Trump, mas na visão de Poggio "seria muito difícil que Trump conseguisse" o que queria nesse caso.
No entanto, o professor ressalta que quando o assunto é dar mais poder ao Executivo, a Corte tem dado vitórias a Trump.
“Se a gente olhar o que tem acontecido nas decisões da Suprema Corte, as decisões em que o Trump pede uma concentração maior de poder na mão do Executivo, a Suprema Corte tem cedido ao presidente o que ele quer”, diz Poggio.
É o caso do julgamento que permitiu ao presidente demitir uma integrante de uma agência reguladora independente. A decisão expandiu os poderes presidenciais e reverteu um entendimento da própria Corte de 1935 (leia mais abaixo).
Confira a composição atual da Suprema Corte dos EUA:
Clarence Thomas - indicação de George H. W. Bush (1991)
John G. Roberts - indicação de George W. Bush (2005)
Samuel A. Alito, Jr. - indicação de George W. Bush (2006)
Sonia Sotomayor - indicação de Barack Obama (2009)
Elena Kagan - indicação de Barack Obama (2010)
Neil M. Gorsuch - indicação de Donald J. Trump (2017)
Brett M. Kavanaugh - indicação de Donald J. Trump (2018)
Amy Coney Barrett - indicação de Donald J. Trump (2020)
Ketanji Brown Jackson - indicação de Joe Biden (2022)
Apoiador de Trump em frente à Suprema Corte dos EUA, em Washington, DC
Cheney Orr/Reuters
Veja, abaixo, quais foram as principais derrotas e vitórias judiciais para Trump:
Derrotas
Manutenção do direito à cidadania para todas as pessoas nascidas nos EUA
Por 6 votos a 3, os juízes da Corte confirmaram um entendimento consolidado da 14ª Emenda da Constituição e concluíram que qualquer pessoa nascida no país, com exceções muito limitadas, é cidadã dos Estados Unidos.
➡️ Historicamente, os Estados Unidos concedem cidadania pelo princípio de "jus soli", ou direito de solo: todos os que nascem no território americano são cidadãos americanos, incluindo filhos de turistas ou imigrantes. As exceções são poucas e pontuais, como para filhos de diplomatas de outros países em serviço nos EUA.
No primeiro dia de seu segundo mandato, porém, em janeiro de 2025, Trump assinou uma ordem executiva limitando a concessão da cidadania.
O governo Trump alegava que a cidadania automática incentiva a imigração irregular e o chamado "turismo de nascimento", quando estrangeiros viajam ao país para ter filhos e garantir a cidadania americana para eles.
Grupos de defesa dos direitos civis alegam que a medida serviria para retirar direitos de imigrantes e minorias étnicas no país. A decisão foi contestada em tribunais inferiores, e finalmente rejeitada pela Suprema Corte.
Em resposta, Trump pediu ao Congresso dos EUA para criar uma nova legislação para redefinir o conceito de cidadania americana.
Proibição da demissão da diretora do Fed (equivalente ao Banco Central dos EUA) Lisa Cook
O republicano havia anunciado a demissão da diretora no ano passado, aumentando a pressão sobre a instituição, que atua com independência em relação ao governo.
A corte, no entanto, reverteu sua decisão. Se tivesse conseguido, ele seria o primeiro presidente a destituir um integrante do Fed desde sua criação, em 1913.
Lisa Cook, diretora do Fed.
reuters
Permissão da contabilização de votos pelo correio após o dia da eleição
Trump havia prometido no ano passado acabar com o uso de votos por correio em todo o país antes das eleições legislativas de novembro, nas quais seus colegas republicanos buscam manter o controle do Congresso.
Por 5 votos a 4, porém, a Suprema Corte reverteu a decisão de um tribunal inferior e decidiu que os estados que assim o quiserem poderão contabilizar votos postados no correio até o dia da eleição e recebido nos dias seguintes.
Rejeição de pedido de anulação da decisão da condenação de Trump por abuso sexual
O presidente queria anular a decisão de um júri que, em 2023, concluiu que ele abusou sexualmente da escritora E. Jean Carroll e, posteriormente, a difamou. Mas a Suprema Corte se recusou a analisar o recurso.
Com isso, foi mantida a condenação de Trump que prevê uma indenização de US$ 5 milhões à vítima.
Vitórias
Permissão ao presidente para demitir chefes de agências reguladoras independentes
A Corte concedeu permissão para que o presidente Donald Trump demitisse uma comissária da Federal Trade Commission (FTC), a agência federal independente que regula a concorrência no país.
A decisão expande os poderes presidenciais sobre o governo e reverte o próprio entendimento da Corte de 1935, que havia reconhecido a autoridade do Congresso para proteger líderes de certas agências reguladoras de destituições presidenciais. No ano passado, Trump destituiu Rebecca Slaughter da FTC devido a divergências políticas.
Manutenção do direito de estados proibirem atletas transgênero de competir no esporte universitário feminino
O tribunal entendeu que as proibições estaduais em Idaho e na Virgínia Ocidental não violam a Constituição nem a lei federal conhecida como Title IX (Título IX), que proíbe a discriminação sexual na educação. Com isso, caíram decisões de tribunais inferiores que haviam dado razão a estudantes transgênero que contestavam essas proibições.
O juiz conservador Brett Kavanaugh, relator da análise do tribunal, escreveu que "os estados podem manter os esportes femininos e para meninas reservados a pessoas do sexo biológico feminino".
A decisão foi por unânime, por nove votos a zero. Ou seja, até os três juízes liberais votaram junto com os colegas conservadores.
Em um post na rede Truth Social, pouco depois do anúncio, o presidente Donald Trump comemorou a decisão. A pauta faz parte da chamada "guerra cultural" travada pelo Partido Republicano contra medidas consideradas liberais.
Grupos de defesa da população transgênero protestam em frente à Suprema Corte dos EUA, em Washington, DC
Kevin Lamarque/Reuters
Fim de restrições a gastos coordenados de campanha entre partidos e políticos
O tribunal decidiu, por 6 votos a 3, que o limite de gasto viola a Primeira Emenda da Constituição dos EUA, que protege a liberdade de expressão contra restrições impostas pelo governo. Um tribunal inferior havia considerado esses limites constitucionais.
A decisão beneficia candidatos republicanos, que deverão ter mais dinheiro para suas campanhas. Isso será particularmente importante nas eleições de meio de mandato, no próximo mês de novembro, quando os trumpistas tentarão manter a maioria republicana no Senado e na Câmara dos Representantes dos EUA.
New York Times - World News
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2026-07-07 22:59:07 (2 days ago)
At Least 17 Dead in China After Flooding and Tornadoes During Typhoon Maysak
Videos showed inundated roads, farmland and buildings, and floodwaters rushing toward homes, while the region braced for a potential super typhoon this week.
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Greg Gutfeld: It's interesting that this is their final straw
Fox News host Greg Gutfeld and the 'Gutfeld!' panel slam Democrats for their hypocrisy in response to rape allegations against Senate hopeful Graham Platner.
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Zelensky signs defence deals with Denmark, Estonia and Netherlands
Ukraine has signed three new agreements with Denmark, Estonia and the Netherlands to share its battlefield-tested drone expertise, President Volodymyr Zelensky said on Tuesday, as Kyiv seeks to strengthen defence cooperation with NATO allies amid continued Russian missile attacks.
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2026-07-07 22:52:16 (2 days ago)
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Fox News host Greg Gutfeld and the 'Gutfeld!' panel discuss 'The View' co-host Sunny Hostin saying she feels unsafe visiting neighborhoods where homes are flying American flags.
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‘Takedown with Chris Hansen’ host Chris Hansen reveals startling statistics on online predator interactions with middle schoolers on a new episode of 'Hang Out with Sean Hannity.'
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Lawsuit accuses US of sharing confidential info on Iranian asylum seekers with Iran
Homeland Security Department denies sharing asylum application records with Iranian regime, which would violate national immigration regulations
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2026-07-07 22:30:15 (2 days ago)
FIFA suspended two United States men's soccer staff from the Belgium match over alleged mishandling of match protocols during the Bosnia and Herzegovina win.
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In Venezuela, hope of finding survivors after the twin earthquakes gives way to mourning
After the twin earthquakes of June 24, the chances of finding anyone alive beneath the rubble are now extremely slim. Amid the devastated landscape, Venezuelan photographer Alejandro Cegarra documented for Le Monde the search efforts taking place in the ruins and how Venezuelan society has organized itself in the wake of the disaster.
Current Page: 211