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Globo News - Mundo

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2026-02-20 06:28:59 (3 days ago)

Como prisão do ex-príncipe Andrew pode afetar a família real britânica


Príncipe Andrew: de 'filho preferido' da rainha a vergonha da família real Como esse episódio poderia resultar em algo que não fosse negativo para a família real e a monarquia britânica? Andrew Mountbatten-Windsor, irmão do rei Charles III, foi preso na quinta-feira (19/2), na propriedade real de Sandringham, e então fotografado e submetido à coleta de impressões digitais. Ele foi solto após permanecer cerca de 11 horas sob custódia da polícia por suspeita de má conduta no exercício de cargo público, em uma investigação ligada ao caso do falecido criminoso sexual Jeffrey Epstein. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Antes de se mudar para Sandringham neste mês, Andrew era o homem que vivia, dede a morte da mãe da rainha Elizabeth 2ª, em 2002, no suntuoso Royal Lodge, em meio ao luxo de 30 quartos no Windsor Great Park. Há até poucas semanas, ele era o "príncipe" Andrew, título que parou de usar após ordem de seu irmão, o rei Charles III. Há poucos meses, ele foi fotografado nos degraus da Catedral de Westminster, ao lado dos demais membros da família, no funeral da duquesa de Kent. E, durante anos após sua saída do cargo de enviado especial para o comércio em 2011, ele usou o Palácio de Buckingham como pano de fundo para seu empreendimento de investimentos, o Pitch@Palace. Após a prisão de Andrew, o rei Charles 3º afirmou que as autoridades 'contam com nosso total e irrestrito apoio e cooperação'. PA Media via BBC Ninguém invejaria a posição do rei Charles III neste momento; seus apoiadores apontam as ações que ele já tomou — retirando os títulos e a residência do irmão, além de prometer cooperação com quaisquer investigações. Eles destacam o que descrevem como rapidez e determinação do rei. E mencionam a declaração divulgada nas horas seguintes à prisão de Andrew Mountbatten-Windsor. Um comunicado que não fez uma única referência aos laços de sangue entre o rei e Andrew. Em sua declaração, ele afirmou ter "profunda preocupação" com "Andrew Mountbatten-Windsor e suspeitas de má conduta em cargo público" e declarou que as autoridades "contam com nosso total e irrestrito apoio e cooperação". Jonathan Dimbleby, biógrafo e amigo do rei, traçou uma distinção entre a família real e a monarquia na quinta-feira (19/2), no programa World at One, da BBC. "Não acho que isso prejudique a monarquia", disse ele sobre a prisão. "Acho que precisamos separar a ideia de família da instituição da monarquia." "Acho que isso é muito importante. É muito fácil alinhar as duas coisas", acrescentou Dimbleby. Alguns avaliam que a prisão dará à família real e ao Palácio algum fôlego e que o tratamento de Andrew Mountbatten-Windsor como apenas mais um suspeito reduzirá o dano causado. Polícia britânica retoma buscas em endereços ligados a ex-príncipe Andrew em investigação sobre ligações com Epstein Pode ser um pequeno alívio em um dia de notícias desastrosas. Mas isso não chega nem perto de deixar o copo meio cheio. Durante décadas, o Palácio de Buckingham, a instituição que serve à família real sob sua direção, traçou uma linha entre o papel público dos membros da família e suas vidas privadas. Há pouca dúvida sobre o dilema enfrentado pelo rei ao equilibrar a lealdade familiar e seu dever para com a Coroa. Reuters via BBC À medida que Andrew se afastou da vida pública, o Palácio também deixou de representá-lo. Mas a distinção — tão importante para o Palácio — não é percebida pela maioria das pessoas; o Palácio, a família real e a monarquia parecem uma coisa só. Andrew pode não aparecer há algum tempo na varanda do Palácio de Buckingham. Mas, por mais de seis décadas, integrou o que seu pai, o príncipe Philip (1921–2021), costumava chamar de "negócios de família". A ideia de que isso seja ou tenha sido um "assunto privado" não se sustenta. Mountbatten-Windsor é o ex-príncipe Andrew e permanece na linha de sucessão ao trono. O sangue real é a essência de uma monarquia hereditária. Mesmo que ele fosse apenas um "cidadão comum", sua relação passada com a família real e com a instituição bastaria para arrastar a monarquia para a controvérsia. Quem sabe o que poderá emergir da cooperação "total e irrestrita" com as investigações que o rei prometeu. O Palácio destaca as medidas sem precedentes adotadas até agora pelo rei — a retirada dos títulos e da residência de Andrew, a oferta de assistência e a decisão de não buscar, de nenhuma forma, qualquer favorecimento junto às autoridades. Não há dúvidas sobre o dilema enfrentado pelo rei ao equilibrar a lealdade familiar, uma situação herdada ao ascender ao trono, e seu dever para com a Coroa. Mas a monarquia se baseia na continuidade; é a soma do que veio antes e, ao mesmo tempo, um organismo vivo que responde ao presente. Os apoiadores do rei enfatizam o quanto ele já fez. Os críticos da instituição questionarão por que não agiram antes, por que não demonstraram maior disposição para apurar os fatos à medida que os relatos e as acusações se acumulavam e em que momento, e por qual razão, mudaram a forma como passaram a tratar o ex-príncipe. O drama do dia perderá força, mas o estrago já está feito. A questão para o Palácio, a família real e a Coroa é: quanto ainda está por vir? Detenção de Andrew em Norfolk Ex-príncipe Andrew é liberado após 11 horas detido e continua sob investigação Imagens mostraram carros chegando à propriedade onde Andrew estava vivendo em Sandringham, no condado de Norfolk, por volta das 8h (horário local). Segundo a polícia de Thames Valley, que conduz a operação, Andrew foi liberado "sob investigação" e que as buscas em Norfolk, onde o ex-príncipe mora, foram concluídas. Andrew foi fotografado com o corpo reclinado na parte de trás de um veículo saindo de uma delegacia no Reino Unido por volta das 19h (horário local). Anteriormente conhecido como Duque de York, Andrew é filho da rainha Elizabeth 2ª e irmão mais novo do rei Charles III, que afirmou em comunicado oficial ter recebido "com profunda preocupação a notícia" e que "a lei deve seguir seu curso". Andrew é o primeiro membro sênior da família real na história moderna a ser preso. O Palácio passou por momentos de tensão recentemente, com acusações de que estaria tentando proteger Andrew. A declaração do rei buscou encerrar esse assunto e separar a família real de qualquer desdobramento relacionado a Andrew. A prisão, sob suspeita de má conduta em cargo público, refere-se ao período em que Andrew atuou como representante comercial do Reino Unido entre 2001 e 2011. Ela acontece após uma série de alegações, motivadas pela divulgação dos arquivos de Epstein, de que Andrew teria compartilhado documentos oficiais. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Entre eles estariam relatórios de visitas comerciais e uma informação confidencial sobre investimentos no Afeganistão enviados ao criminoso sexual Jeffrey Epstein, além de um documento do Tesouro britânico repassado para um contato pessoal. Andrew Mountbatten-Windsor sempre negou qualquer irregularidade em suas relações com Epstein. Mas a história dos vínculos de Andrew com Epstein vem sendo construída há décadas — assim como sua queda, que foi corroendo sua reputação aos poucos até se transformar em uma avalanche de desprestígio. A associação com Epstein fez com que Andrew perdesse seu cargo de enviado comercial em 2011 e, após aquela desastrosa entrevista ao programa Newsnight, da BBC, em 2019, ele foi afastado de suas funções como membro ativo da família real. E, em outubro do ano passado, quando e-mails revelaram que Andrew não havia cortado seus laços com Epstein como alegava, ele foi destituído de seus títulos de príncipe e duque e acabou sendo transferido de sua residência no Royal Lodge, em Windsor. Reportagem adicional: Sean Coughlan

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Times of Israel - World News

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2026-02-20 06:20:32 (3 days ago)

59% of Israelis support joining potential US strikes on Iran, poll finds

Supporters include majorities of both coalition and opposition voters; both ToI and Channel 12 surveys show continuing electoral deadlock

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Times of Israel - World News

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2026-02-20 06:19:39 (3 days ago)

Trump considering limited strikes to force Iran to make nuclear deal – report

WSJ: Attacks could expand, possibly to effect regime change, if Tehran keeps refusing to give up enrichment; Iran tells UN that all Mideast assets of ‘hostile force’ are fair game if US attacks

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New York Times - World News

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2026-02-20 06:17:09 (3 days ago)

British Police Search Mansion Used by Former Prince Andrew

Andrew Mountbatten-Windsor, who is being investigated on suspicion of misconduct in public office, was released after an arrest that plunged the British royal family into crisis.

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France 24 - World News

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2026-02-20 06:14:51 (3 days ago)

'Taxi for Andy': UK papers rip into ex-prince Andrew following arrest

PRESS REVIEW – Friday, 20 February 2026: British newspapers tear into Andrew Mountbatten-Windsor following his arrest yesterday. Beyond the front pages, opinion pieces examine the impact of the crisis on the royal family. Elsewhere, an Austrian man has been found guilty after abandoning his girlfriend on the side of a mountain. Finally, The Guardian features a touching story about Kyiv’s zoo and its efforts to care for animals during the war in Ukraine.

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Globo News - Mundo

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2026-02-20 06:13:20 (3 days ago)

Cartaz de Trump é instalado na sede do Departamento de Justiça dos EUA; democratas criticam


Cartaz do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é instalado na sede do Departamento de Justiça dos EUA, em Washington D.C., em 19 de fevereiro de 2026. REUTERS/Jonathan Ernst Um cartaz do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi estendido do lado de fora da sede do Departamento de Justiça na quinta-feira (19), na mais recente iniciativa para marcar sua identidade em uma instituição de Washington. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O banner azul traz o slogan: “Make America Safe Again”, “Torne a América segura novamente”, em português. Democratas criticaram a ação e acusam o governo Trump de instrumentalizar o Departamento de Justiça norte-americano (leia mais abaixo). Essa é mais uma das diversas ações tomadas por Trump, desde que retornou à Casa Branca no ano passado, para imprimir sua imagem e influência nas instituições federais do governo dos EUA. A ação também reacende o debate de influência política da Casa Branca no Departamento de Justiça, o principal órgão federal responsável por fazer cumprir leis federais e investigar crimes federais. Nos últimos meses, Trump reformulou órgãos culturais e de políticas públicas ao nomear aliados leais, rebatizou instituições de destaque e afastou autoridades ligadas a investigações anteriores —medidas que, segundo críticos, confundem os limites entre poder político e funções governamentais tradicionalmente independentes. SANDRA COHEN: Flórida avança para mudar nome de aeroporto de Palm Beach para o de Trump Veja os vídeos que estão em alta no g1 Cartazes similares trazendo a imagem de Trump já haviam sido afixados no ano passado nos prédios do Departamento do Trabalho, do Departamento de Agricultura e do Instituto de Paz dos EUA em Washington D.C. Um conselho diretor nomeado pelo presidente votou em dezembro para acrescentar o nome de Trump ao John F. Kennedy Center for the Performing Arts. O nome de Trump também foi afixado no ano passado no prédio do Instituto de Paz dos EUA, em Washington. Em comunicado compartilhado com a mídia norte-americana, um porta-voz do Departamento de Justiça afirmou que o órgão estava "orgulhoso" de celebrar seu "trabalho histórico para tornar a América segura novamente sob o comando do presidente Trump". Oposição critica O governador da Califórnia, o democrata Gavin Newsom, criticou o cartaz e acusou o governo Trump de ser autoritário. Newsom é um dos principais rivais políticos do presidente norte-americano. "Isso vai além da paródia. Quantos monumentos ao estilo de ditadura, mudanças de nome de prédios e premiações falsas os americanos ainda terão de suportar?", afirmou em suas redes sociais. Já o senador democrata Dick Durbin afirmou que a presença do banner na sede do Departamento de Justiça é antidemocrático. “O Departamento de Justiça é a agência mais sagrada e importante do nosso país, ainda assim um banner de Trump está pendurado sobre ele. Isso é antidemocrático e contrário ao Estado de Direito. Não temos reis”, afirmou Durbin. Laura Coates, uma ex-procuradora do Departamento de Justiça, afirmou à imprensa norte-americana que o cartaz "não é normal".

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Fox News - Video

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2026-02-20 06:12:40 (3 days ago)

Royal expert discusses King Charles' potential abdication due to Andrew scandal

Royal watcher Hilary Fordwich discusses the arrest and release of ex-Prince Andrew and its potential impact on King Charles and the monarchy.

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RT News - Top Stories

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2026-02-20 06:11:00 (3 days ago)

US advised Ukrainian anti-corruption agents on busting Zelensky ‘allies’

Preview The US Department of Justice helped Ukrainian investigators expose a $100 million kickbacks scheme at nuclear energy firm Energoatom
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2026-02-20 06:10:11 (3 days ago)

Rebecca Grant on potential Iran military strikes and 'Board of Peace' plan for Gaza

Dr. Rebecca Grant, national security and military analyst, discusses the ticking clock for Iran to make a deal with the U.S. and the readiness for military action.

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2026-02-20 06:09:31 (3 days ago)

US and Chinese warplanes face off near Korea – media

Preview About ten US fighter jets have reportedly approached China’s air defense identification zone not far from South Korea
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2026-02-20 06:09:29 (3 days ago)

Illinois lieutenant governor seeking US Senate seat releases video of people saying 'F--- Trump'

Illinois Lt. Gov. Juliana Stratton, who is seeking a seat in the U.S. Senate, issued a campaign video that features people declaring, "F--- Trump."

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2026-02-20 06:08:31 (3 days ago)

Venezuela enacts political amnesty law

Preview Venezuela’s interim president, Delcy Rodriguez, has enacted an amnesty meant to pardon those jailed for participating in political unrest
Read Full Article at RT.com

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