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Globo News - Mundo

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2026-02-20 10:40:58 (3 days ago)

Países reagem à derrubada das tarifas de Trump pela Suprema Corte dos EUA


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 14 de janeiro de 2026 REUTERS/Evelyn Hockstein Países e empresas começaram a reagir à decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de derrubar as tarifas impostas pelo presidente americano, Donald Trump. A decisão foi divulgada nesta sexta-feira (20). A maioria da Suprema Corte americana decidiu que Trump extrapolou sua autoridade ao impor o amplo aumento de tarifas sobre importações de quase todos os parceiros comerciais dos EUA, destacando que a lei usada como base para a medida "não autoriza o presidente a impor tarifas". ENTENDA: O que acontece agora? 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Em parecer divulgado após a decisão, o presidente do tribunal americano, John Roberts, afirmou que Trump precisaria contar com uma "autorização clara do Congresso" para justificar a imposição do tarifaço — o que não aconteceu. Na prática, a decisão estabelece limites ao poder do presidente para impor tarifas sem a aprovação do Congresso americano e pode afetar diretamente medidas adotadas contra o Brasil. O processo judicial se arrastava desde meados de 2025. A decisão afeta a maior parte das tarifas recíprocas, mas outras taxas impostas pelo presidente americano — como sobre aço e alumínio e tarifas sobre fentanil — ainda permanecem. Segundo a agência de notícias Reuters, mais de 1,8 mil ações judiciais relacionadas às tarifas foram registradas no Tribunal de Comércio Internacional dos EUA desde abril do ano passado. O tribunal tem jurisdição sobre as tarifas e questões alfandegárias. Em todo o ano de 2024, menos de duas dúzias de casos semelhantes foram registrados. Veja os vídeos em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 Veja a reação de países e empresas ao redor do mundo à decisão da Suprema Corte americana: União Europeia Segundo um porta-voz da UE, o bloco está analisando "cuidadosamente" a decisão e vai continuar a defender tarifas mais baixas. "Mantemos contato próximo com o governo dos EUA, buscando esclarecimentos sobre as medidas que pretendem tomar em resposta a essa decisão", disse o porta-voz à Reuters. "Empresas de ambos os lados do Atlântico dependem da estabilidade e previsibilidade nas relações comerciais. Por isso, continuamos a defender tarifas baixas e a trabalhar para reduzi-las", acrescentou. Reino Unido Já o governo do Reino Unido afirmou que espera que sua posição comercial privilegiada com os EUA continue, mesmo após a derrubada das tarifas. "O Reino Unido goza das tarifas recíprocas mais baixas a nível mundial e, em qualquer cenário, esperamos que a nossa posição comercial privilegiada se mantenha", disse um porta-voz do governo britânico em comunicado. O governo ainda destacou que continuará a trabalhar com os americanos para "entender como a decisão afetará as tarifas para o Reino Unido e o resto do mundo", e reiterou que apoiará as empresas britânicas quando mais detalhes forem anunciados. Suíça O governo da Suíça afirmou em comunicado que o Conselho Federal, órgão máximo do governo, analisará os desdobramentos e impactos específicos da decisão da Suprema Corte americana. Câmara de Comércio Britânica O chefe de comércio da Câmara de Comércio Britânica (BCC), William Bain, afirmou que a decisão "pouco contribuiu para esclarecer as águas turvas para os negócios". "Para o Reino Unido, a prioridade continua sendo a redução das tarifas sempre que possível", disse ele à Reuters, citando um acordo para reduzir as tarifas sobre o aço no âmbito do acordo tarifário EUA-Reino Unido, que ainda não foi implementado. "Qualquer vantagem competitiva que conseguirmos garantir provavelmente ajudará a impulsionar nossas exportações para o único país, globalmente, com o qual realizamos mais comércio." DHL Logística O grupo de logística afirmou nesta sexta-feira que monitora de perto os desdobramentos legais relativos às tarifas americanas, reiterando que vai garantir que seus clientes estejam em posição de exercer plenamente seus direitos previstos em lei. Em comunicado, a empresa, de origem alemã, ainda acrescentou que vai desempenhar um papel técnico, utilizando tecnologia de despachantes aduaneiros, para rastrear os processos e garantir que os clientes recebam o dinheiro de volta caso os reembolsos sejam autorizados. Swissmem A Swissmem, associação líder da indústria tecnológica da Suíça, deu as boas-vindas à decisão da Suprema Corte, mas reforçou o pedido ao governo da Suíça para que conclua o acordo comercial firmado com os Estados Unidos no final de 2025, a fim de garantir uma base jurídica sólida às empresas do país. "Isso porque é esperado que a administração Trump invoque outras leis para legitimar as tarifas", afirmou a associação à Reuters. A associação ainda afirmou que o comprador americano deveria ser o responsável pelo pagamento dos direitos alfandegários às autoridades, reiterando que o reembolso, portanto, deveria ser obtido por meio do importador. DIHK A associação empresarial alemã DIHK afirmou nesta sexta-feira (20) que a administração dos EUA dispõe de outros instrumentos para medidas restritivas ao comércio, reiterando que a economia da Alemanha precisa se preparar para uma possível ativação dessas ferramentas. "A União Europeia deve responder com calma à decisão e às possíveis novas tarifas americanas e trabalhar para garantir que o quadro da política comercial continue confiável para as empresas", afirmou em comunicado. VCI A associação alemã da indústria química (VCI) afirmou que novas tarifas podem ser impostas a qualquer momento. "A turbulência na política comercial não vai desaparecer – está apenas mudando de cenário", afirmou em comunicado. Scienceindustries A associação da indústria química farmacêutica suíça Scienceindustries afirmou que a decisão da Suprema Corte americana fortalece o Estado de Direito no comércio internacional. "A decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos é um sinal importante para o Estado de Direito e a confiabilidade no comércio internacional. Condições estruturais estáveis ​​e previsíveis são cruciais para nossa indústria globalmente interconectada", disse Stephan Mumenthaler, chefe do grupo Scienceindustries, à Reuters. *Com informações da agência de notícias Reuters.

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Fox News - Top Stories

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2026-02-20 10:40:24 (3 days ago)

Catholic Illinois university goes remote for some classes after ICE presence sparks concern

Lewis University moves classes from Oak Brook campus after learning ICE rents office space in same building, citing Catholic mission.

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The Guardian - World News

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2026-02-20 10:39:52 (3 days ago)

Man receives £42,000 bill for data roaming charges after Morocco holiday

Andrew Alty thought O2 bill was a mistake, but daughter’s TikTok use allowed massive uncapped charges to accrue

A small business owner was left facing a £42,000 bill that he said nearly bankrupted him after his daughter racked up data roaming charges while the family were on holiday in Morocco.

Andrew Alty, who owns a curtains business, was in Marrakech when he received a bill for £22,000 from network provider O2, but at first he assumed it was a mistake.

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Fox News - Video

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2026-02-20 10:39:25 (3 days ago)

Drone footage captures construction of Obama Presidential Center in Chicago

Drone video shows the Obama Presidential Center under construction in Chicago’s Jackson Park, where crews continue work on the museum tower and campus. (Credit: Fox Flight Team)

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Le Monde - World News

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2026-02-20 10:37:00 (3 days ago)

US Supreme Court strikes down swath of Trump's tariffs

In a 6-3 ruling, the US Supreme Court found that President Donald Trump had exceeded his authority by imposing sweeping tariffs on virtually all US trading partners, upholding lower court findings that declared the tariffs illegal.

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Al Jazeera - Top Stories

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2026-02-20 10:37:00 (3 days ago)

In Gaza, Trump’s Board of Peace met with deep scepticism, little hope

In war-ravaged Gaza, residents question whether Trump's Board of Peace will deliver real security.

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The Guardian - World News

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2026-02-20 10:35:19 (3 days ago)

Alysa Liu released the pressure, reclaimed her joy and turned it into Olympic gold | Bryan Armen Graham

After stepping away from figure skating, the US star climbed back on her own terms. Her journey culminated in a medal, but it was about much more than that

Alysa Liu made her way through a mixed zone teeming with hundreds of reporters at a quarter past midnight early Friday morning, an Olympic gold medal draped around her neck, the sequins in her color-coordinated dress glimmering beneath the klieg lights and crush of television cameras. The 20-year-old from West Oakland had just become the first American woman to win figure skating’s biggest prize in 24 years, drilling seven clean triples to leapfrog a pair of Japanese rivals from third place after Tuesday’s short program and gatecrash her sport’s most rarefied air. But to hear Liu tell it, her second gold in 12 days was merely a passing footnote in a Milan fortnight she doesn’t want to end.

Liu’s carefree mindset should and will be studied in the weeks, months and years after these Olympics – especially these Olympics – as a counterpoint to the results-obsessed mindsets that have shattered the mental wellbeing of so many athletes thrust into the pressure-cooker of the world’s biggest sporting event. She spoke candidly and insightfully on how her unique journey from child prodigy to burnout case to second-act skater gave rise to an indifference to scores or placements. All she wanted in the end was a chance to make the US team and share her artistry on the world stage.

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ABC News - International News

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2026-02-20 10:34:07 (3 days ago)

Greece signs a preliminary deal with a Belgian collector to buy WWII photos of Nazi executions

A Belgian collector who put up a series of World War II photographs showing the final moments of 200 Greeks executed by a Nazi firing squad for online auction has signed a preliminary agreement with the Greek Culture Ministry

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Globo News - Mundo

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2026-02-20 10:33:15 (3 days ago)

Tarifaço derrubado: quais os próximos passos e como a decisão pode afetar o Brasil


Suprema Corte dos Estados Unidos. AP Photo/J. Scott Applewhite, File A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu nesta sexta-feira (20) que o aumento de tarifas imposto pelo presidente Donald Trump a diversos países é ilegal. A decisão pode influenciar medidas aplicadas a parceiros comerciais dos EUA, incluindo o Brasil. Por maioria, os juízes decidiram que Trump não poderia impor tarifas de forma unilateral, sem aval do Congresso. Analistas veem a decisão como um divisor de águas, com potencial para afetar o dólar, os juros, o comércio global e a economia brasileira. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Pela Constituição dos EUA, cabe ao Congresso criar impostos e tarifas. Trump, no entanto, argumentava que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), de 1977, autoriza o presidente a adotar esse tipo de medida em situações excepcionais. Embora a lei já tenha sido usada para embasar sanções e restrições comerciais, nunca havia servido de base para tarifas de alcance tão amplo. Esse é o ponto questionado por empresas e governos estaduais dos EUA. Veja os vídeos em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 As tarifas acabam de vez? Na prática, a decisão da Suprema Corte derruba as chamadas “tarifas recíprocas” de 10% ou mais, aplicadas desde abril de 2025 à maioria dos parceiros comerciais dos EUA com base na IEEPA. No entanto, isso não significa que o governo tenha perdido totalmente o poder de impor tarifas sobre importações. Segundo a Corte, as medidas aplicadas com base nessa lei foram invalidadas, mas ainda existem outras formas legais de impor tarifas. Trump, inclusive, já disse a interlocutores que tem um “plano B”. (veja mais abaixo) O voto dissidente do juiz Brett Kavanaugh destacou que o presidente pode recorrer a outras leis federais em diferentes situações, como: Lei de Expansão Comercial de 1962 (Seção 232): Permite ajustes em importações que ameacem a segurança nacional. Lei de Comércio de 1974 (Seções 122, 201 e 301): Autoriza tarifas para lidar com déficits comerciais, proteger indústrias americanas ou responder a práticas comerciais desleais. Lei de Tarifas de 1930 (Seção 338): Dá poder para impor tarifas a países que discriminem o comércio dos EUA. 🔎 As tarifas específicas sobre importações de aço e alumínio, incluindo produtos brasileiros, não são afetadas pela decisão, pois foram aplicadas com base na Seção 232 da Lei de Expansão Comercial de 1962, voltada à segurança nacional. As exportações brasileiras de aço e alumínio para os EUA continuam sujeitas ao aumento de tarifas. A alíquota começou em 25% em março de 2025 e, posteriormente, foi elevada para 50% em diversos produtos de aço, alumínio e seus derivados. Em agosto do ano passado, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, anunciou um alívio nas tarifas dos EUA sobre exportações brasileiras com conteúdo de aço e alumínio. A medida igualou a alíquota desses produtos à aplicada a outros países, aumentando a competitividade brasileira. Reembolso bilionário Embora a Suprema Corte tenha considerado as tarifas ilegais e a cobrança deva ser suspensa, isso não garante a devolução automática do dinheiro já arrecadado, segundo Jackson Campos, especialista em comércio exterior. “Parte das tarifas já recolhidas pode ser reembolsada, mas isso depende de ações administrativas e judiciais individuais das empresas”, afirma. 🔎 Ou seja, as companhias que pagaram as tarifas terão de apresentar pedidos específicos para tentar recuperar os valores. Trump havia alertado para o impacto financeiro de uma derrota. Ele afirmou que uma decisão contrária poderia obrigar os EUA a devolver centenas de bilhões de dólares e gerar um cenário de “completo caos”. De acordo com economistas do Penn-Wharton Budget Model, esse valor pode ultrapassar US$ 175 bilhões (cerca de R$ 912,5 bilhões). Para o mercado financeiro, a derrota de Trump tende a enfraquecer o dólar. “Sem a pressão inflacionária das tarifas, o Fed ganha espaço para cortar juros, o que torna o dólar menos atrativo”, diz Campos. Nesse cenário, investidores ficam mais dispostos a assumir riscos e aplicar recursos em mercados emergentes, incluindo o Brasil. Paula Zogbi, estrategista-chefe da Nomad, afirma que a decisão desta sexta-feira limita o uso de tarifas como instrumento político permanente pelo presidente. Segundo ela, a medida tende a reduzir a incerteza no cenário econômico mundial e, em geral, é vista como positiva pelos mercados. "Os mercados estão reagindo positivamente, com uma menor incerteza jurídica e menores custos para as companhias listadas, especialmente as que têm cadeias globais de suprimentos e vendas. As tarifas não resultaram em choques inflacionários em um primeiro momento, mas podem pesar sobre o crescimento." Na prática, isso significa: O dólar perde força no mercado internacional; Aumenta a entrada de capital em países emergentes; O real tende a se valorizar frente ao dólar; As expectativas de juros no Brasil podem cair. Próximos passos O governo Trump já sinalizou que pode buscar outras bases legais para impor tarifas, como regras de segurança nacional ou a alegação de práticas comerciais desleais. Isso significa que o julgamento não elimina totalmente a incerteza, mas reduz o poder do presidente de agir de forma unilateral e repentina. “O principal efeito no curto prazo não é financeiro, mas a redução da insegurança jurídica”, avalia Campos. "Para a economia dos EUA, a derrubada das tarifas tende a reduzir custos de importação, aliviar pressões inflacionárias e melhorar a competitividade da indústria. Por outro lado, há perda de arrecadação e impacto político interno", afirma Jackson Campos. Para o Brasil, a derrota do presidente americano abre espaço para a retomada das exportações, com preços mais previsíveis e menor pressão sobre o câmbio. Durante o tarifaço, as exportações do Brasil para os EUA se distribuíam, de forma geral, em dois grupos: produtos que entravam no país sem tarifas adicionais e mercadorias sujeitas a uma sobretaxa de 40%. Em 2025, Donald Trump aplicou tarifas sobre produtos brasileiros em três momentos-chave: Começou com 10% em abril, de taxa ampla para todos os produtos; A tarifa subiu para até 50% em julho, com entrada em vigor em agosto e uma lista de 700 itens excluídos do tarifaço; Em novembro, a tarifa de 10% foi retirada, mantendo apenas a taxa maior sobre determinados produtos e foram retiradas as tarifas de 40% para uma nova lista de produtos, incluindo café, carnes e frutas.

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France 24 - World News

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2026-02-20 10:33:13 (3 days ago)

Can forest schools teach children how to care for the environment?

According to recent research, three-quarters of children spend less time outdoors than prison inmates. Around the world, forest schools are gaining popularity, offering an alternative to traditional classrooms within four walls. Down to Earth visited one such school in Switzerland, where children learn through outdoor play and exploration.

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Fox News - Video

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2026-02-20 10:32:45 (3 days ago)

'THAT'S MY PRESIDENT!': Trump greets restaurant employees

President Trump visited employees at The Varsity restaurant in Georgia before his speech on the economy.

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2026-02-20 10:32:41 (3 days ago)

WATCH LIVE: Prince Andrew released after arrest on suspicion of misconduct in public office

Stephanie Bennett reports live as police investigate alleged links to Jeffrey Epstein files.

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