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2026-02-23 22:06:02 (3 days ago)

Watters: Newsom is a TERRIBLE governor

Fox News host Jesse Watters discusses a member of California Gov. Gavin Newsom's office who reportedly used expletives with a reporter on ‘Jesse Watters Primetime.’

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2026-02-23 22:03:58 (3 days ago)

Australian PM backs removal of ex-Prince Andrew from succession line

New Zealand says it, too, will support the UK government if it decides to remove the disgraced prince from succession.

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2026-02-23 22:00:58 (3 days ago)

Sobrevivente designado: o escolhido para assumir a presidência dos EUA se toda a cúpula do governo morrer


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 6 de fevereiro de 2026 REUTERS/Ken Cedeno Em todo discurso que reúne toda a cúpula de governo dos EUA, uma pessoa é escolhida para não participar do encontro e ser o sobrevivente designado caso alguma catástrofe aconteça. ✅ Clique aqui para seguir o canal de notícias do g1 no Whatsapp Nesta terça-feira (24), Donald Trump faz o tradicional "Discurso sobre o Estado da União" — uma fala anual no Congresso, no qual o presidente fala sobre suas prioridades de governo. Além de Trump e dos congressistas, quase todos os membros do alto escalão do governo estarão no Capitólio — a sede do Legislativo norte-americano, em Washington — no momento do discurso. Quase todos, porque um deles fica de fora do discurso e também de Washington para cumprir uma das funções mais intrigantes do governo dos EUA: a do sobrevivente designado, uma figura criada na Guerra Fria que assume nada menos que a presidência da maior potência mundial em caso de uma hecatombe ou um atentado terrorista que matasse todas as autoridades. Até hoje, um evento dessas proporções só aconteceu na ficção: na série "Designated Survivor" (2016), estrelada por Kiefer Sutherland. Mas, todos os anos, um nome diferente é escolhido para a função. Entenda, abaixo, como funciona a escolha do sobrevivente designado e como o cargo foi criado: Linha de sucessão Todos os anos, um membro da cúpula do Executivo é escolhido para se ausentar em discursos presidenciais que envolvam todos os integrantes do governo dos EUA — como os discursos anuais do Estado da União, por exemplo — para garantir a continuidade do governo em caso de uma tragédia. O discurso de Trump desta terça-feira (24) não será diferente. Como vice-presidente e presidentes das casas legislativas estão sempre presentes no evento, o sobrevivente designado costuma ser escolhido entre os postos mais baixos da linha de sucessão. O sobrevivente designado então é levado para fora da capital para um local secreto, sob forte proteção, onde permanece durante toda a noite. Nos EUA, a linha de sucessão presidencial se estende por uma série de mais de uma dezena de nomes. A tradição de se escolher um sobrevivente designado teve início nos anos 1950 e remonta à Guerra Fria entre Estados Unidos e a então União Soviética. Em caso de morte ou impedimento do presidente, quem assume é o vice-presidente – nos EUA, o vice também exerce o cargo de presidente do Senado, apesar de não ser um senador. O número dois da linha sucessória é o Presidente da Câmara dos Deputados, seguido pelo presidente “pro tempore” do Senado (um senador escolhido pela Casa que assume a liderança desta em caso de ausência do vice-presidente). Em seguida, vêm os secretários do Executivo: primeiro o secretário de Estado, seguido pelo do Tesouro, da Defesa, Advogado-Geral, do Interior etc. A identidade do sobrevivente designado só foi tornada pública a partir dos anos 1980. Desde então, o ranking mais alto a ser escolhido para a função foi o Advogado-Geral, sétimo na linha sucessória. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Fascínio Para o historiador norte-americano Garrett Graff, o conceito de sobrevivente designado há muito tempo cativa as pessoas porque combina o fascínio inerente do público com o perigo e o romance de um "homem comum" sendo empurrado para a presidência. "A ideia de que você é apenas um oficial aleatório do gabinete e, então, algo terrível acontece e, de repente, você é o presidente dos Estados Unidos", disse Graff à agência de notícias Associated Press, autor de "Raven Rock: A história do plano secreto do governo dos EUA para se salvar — enquanto o resto de nós morremos".

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2026-02-23 22:00:40 (3 days ago)

'Estado da União': Trump fará discurso no Congresso dos EUA sob pressão eleitoral e econômica


O presidente Donald Trump discursa em uma sessão conjunta do Congresso no Capitólio dos EUA em 4 de março de 2025, em Washington, DC. O vice-presidente JD Vance e o presidente da Câmara, Mike Johnson (R-LA), aplaudem atrás dele. Win McNamee/Pool via REUTERS O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fará nesta terça-feira (24) o tradicional discurso do “Estado da União”. A cerimônia é uma tradição da política americana. Nela, o presidente apresenta ao Congresso um balanço do governo e as prioridades para o ano. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Segundo a imprensa americana, Trump deve apostar em um discurso para animar a própria base eleitoral. A ideia é manter o apoio dos eleitores antes das eleições de meio de mandato. Também conhecidas como “midterms”, as eleições estão marcadas para 3 de novembro. Toda a Câmara será renovada. No Senado, um terço das cadeiras estará em disputa. Atualmente, as duas Casas são controladas pelos republicanos, partido de Trump. Pesquisas indicam que o governo pode perder ao menos uma delas. Esse cenário preocupa aliados do presidente. A economia deve ser um dos principais temas do discurso. Pesquisa divulgada pela Associated Press aponta que 59% dos adultos americanos desaprovam as políticas econômicas do presidente. A principal preocupação dos eleitores é com os preços dos alimentos e da moradia. Trump deve culpar o governo anterior, de Joe Biden, pelos atuais desafios econômicos. Na semana passada, o presidente afirmou que falaria sobre a “situação caótica” herdada ao assumir a Casa Branca em 2025. “Será um discurso longo”, disse na segunda-feira (23). “Temos muito o que falar.” Veja os vídeos que estão em alta no g1 No ano passado, durante sessão conjunta do Congresso, Trump usou uma receita semelhante e citou Biden 13 vezes ao comentar a situação do país. A imprensa americana também aponta a possibilidade de o presidente mencionar uma decisão da Suprema Corte que derrubou a imposição de tarifas contra outros países com base em uma lei de 1970. Trump criticou a decisão e anunciou uma nova tarifa global. Enquanto a oposição afirma que as tarifas podem pressionar a inflação, o presidente diz que a medida arrecadou trilhões de dólares. Os ministros da Corte devem acompanhar o discurso no plenário. A imigração também deve aparecer no discurso. Considerada um dos principais eixos do governo, a política de detenção de estrangeiros em situação irregular virou alvo de protestos após a morte de dois cidadãos americanos em ações de agentes federais. Nesta segunda-feira (22), em uma tentativa de recuperar apoio no tema, Trump decretou o “Dia Nacional das Famílias de Anjos”. A data homenageia cidadãos americanos mortos por imigrantes em situação irregular. Por fim, a política externa também pode ser mencionada, mas deve ter espaço menor. Mesmo diante do aumento das tensões com o Irã, a expectativa é que o foco de Trump esteja no público interno e em temas do cotidiano dos americanos. LEIA TAMBÉM Baixo estoque de munição e risco de guerra contra o Irã preocupam chefe militar dos EUA, diz jornal; Trump nega Helicópteros, ajuda dos EUA e mais de 70 mortes: como foi a operação que matou 'El Mencho' e provocou onda de violência no México Presidente da Coreia do Sul publica vídeo feito por IA em que aparece abraçando Lula na infância: 'Somos irmãos' O discurso Obama faz o discurso do Estado da União em 2015 GloboNews O discurso sobre o Estado da União é realizado desde 1790, quando o presidente George Washington fez uma fala breve, com pouco mais de mil palavras. Ao longo dos anos, a tradição mudou, e os discursos ficaram cada vez mais longos e midiáticos. Em 1801, Thomas Jefferson decidiu romper com a prática de falar pessoalmente ao Congresso e passou a enviar a mensagem por escrito. O formato foi mantido por mais de um século. Apenas em 1913, Woodrow Wilson retomou o modelo presencial. Em 1947, o presidente Harry Truman foi o primeiro a fazer o discurso com transmissão pela televisão. Quase 20 anos depois, em 1965, o presidente Lyndon Johnson decidiu realizá-lo em horário nobre para ampliar a audiência. Com o aumento da polarização, tornou-se comum que congressistas do partido do presidente se levantem para aplaudi-lo, enquanto os opositores permanecem sentados — e, em alguns casos, fazem provocações. Biden, por exemplo, foi chamado de mentiroso por uma deputada em 2023. Oficialmente, o discurso mais longo foi feito pelo presidente Bill Clinton. A fala durou 1 hora, 28 minutos e 49 segundos. No ano passado, o discurso de Trump durou 1 hora, 39 minutos e 32 segundos. No entanto, como ele ainda estava no primeiro ano de governo, o pronunciamento não é considerado oficialmente um Estado da União e é classificado como uma sessão conjunta do Congresso. VÍDEOS: mais assistidos do g1

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2026-02-23 22:00:33 (3 days ago)

Quem está ganhando a guerra? Conflito entre Rússia e Ucrânia completa 4 anos; impasse sobre acordo de paz continua


Bombeiros combatem incêndio após um drone atingir prédio residencial durante ataque aéreo russo em Kiev, Ucrânia, no domingo, 22 de fevereiro de 2026 AP Photo/Sergei Grits "Vitória de Pirro" é uma expressão usada para se referir a uma conquista que vem a um preço tão alto, mas tão alto, que de pouco ou nada serve sair vencedor. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Para analistas da Guerra da Ucrânia, no entanto, dizer que a Rússia estaria obtendo uma vitória de Pirro seria um exagero – isso porque, apesar de ter obtido pequenos avanços sobre o inimigo, o custo humano, econômico e geopolítico imposto a Moscou é tão alto que eles sequer configuram uma vitória. Essa é a conclusão dos pesquisadores do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (ou CSIS, na sigla em inglês), um “think tank” americano com sede em Washington, DC, referência em análises de segurança e geoestratégia. O conflito, que começou com uma grande operação por terra, mar e ar da Rússia em direção ao território ucraniano em 24 de fevereiro de 2022, completa quatro anos nesta terça-feira. Em um estudo publicado pelo CSIS no fim de janeiro intitulado "A guerra implacável da Rússia na Ucrânia – Perdas enormes e pequenos ganhos para uma potência decadente" analisou dados como ganhos de território e perdas humanas para questionar o discurso vitorioso do líder russo, Vladimir Putin, a respeito do conflito. (Leia mais abaixo) "Uma análise atenta dos dados sugere que a Rússia está longe de estar vencendo e, ainda mais interessante, que a Rússia é uma potência em declínio", sentencia o CSIS. Nesta reportagem você vai ver: Protestos e anexações: como tudo começou Estratégia histórica: 'guerra de atrito' Preço elevado: baixas no front e declínio econômico Quantos morreram na guerra? Impasse nas negociações de paz Infográfico - Territórios da Ucrânia ocupados pela Rússia Editoria de Arte/g1 Protestos e anexações: como tudo começou As animosidades entre Kiev e Moscou começaram no início de 2014, porém, anos antes do conflito aberto. Em fevereiro daquele ano, uma série de manifestações populares na praça Maidan, o centro do poder político do país, colocou fim ao governo do presidente ucraniano Viktor Yanukovitch, um aliado de primeira hora do Kremlin. Em resposta, Moscou passou a apoiar movimentos separatistas em regiões de maioria russa. Em março de 2014, a península da Crimeia e sua principal cidade, Sebastopol, assinaram uma “declaração unilateral de independência”, seguida de um referendo que aprovou a anexação do território à Rússia. Nenhum dos dois instrumentos foi reconhecido como legítimo pela Ucrânia ou pela comunidade internacional. Na região do Donbass, no extremo leste do país, a Rússia armou e financiou milícias pró-Moscou que lutaram contra Kiev, deixando as províncias de Donetsk e Luhansk efetivamente sob controle russo desde então. Estratégia histórica: 'guerra de atrito' Desde fevereiro de 2022, quando tropas dos dois países passaram a se enfrentar diretamente, o Exército russo tomou rapidamente o controle de regiões mais amplas do leste ucraniano, incluindo cidades estratégicas como Mariupol e Melitopol. O que se segue desde então, segundo o CSIS, é a chamada “guerra de atrito”, quando ambos os lados tentam fazer o inimigo gastar o máximo de recursos humanos e econômicos, mesmo que avançando pouco ou nada em seus próprios objetivos. Essa estratégia não é nova para a Rússia: ela já foi usada diversas vezes em sua história, desde o Império. Ela permite tirar vantagem de seu território extenso, seu inverno congelante e seu grande contingente populacional. Um exemplo clássico dessa guerra de atrito é a Batalha de Stalingrado, na qual o Exército Vermelho repeliu com sucesso a invasão da Alemanha nazista ao território soviético, entre 1942 e 1943 — não sem perder milhares de soldados. A vitória é considerada o ponto de virada da Segunda Guerra Mundial no front europeu oriental, culminando na chegada dos soviéticos a Berlim em 1945. Preço elevado: baixas no front e declínio econômico De acordo com o CSIS, a Rússia controla 120 mil km² do território ucraniano atualmente, ou cerca de 20% do país. Apesar de sofrer sanções do Ocidente, sua economia tem se mostrado relativamente resiliente, e seu Exército foi capaz de conter os mínimos avanços ucranianos ocorridos na região de Kursk. No entanto, a vantagem no combate tem sido freada pelas defesas ucranianas e o apoio massivo dado a Kiev pelo Ocidente. O preço pago pelos russos inclui: Desgaste desproporcional: as forças russas sofreram quase 1,2 milhão de baixas, incluindo mortos, feridos e desaparecidos em combate, desde fevereiro de 2022. É uma perda maior do que qualquer outra grande potência sofreu em qualquer guerra desde a Segunda Guerra Mundial. A proporção de baixas russas para ucranianas é estimada em aproximadamente 2: para 1 ou 2,5 para 1, segundo cálculos do CSIS. Avanço "glacial": as ofensivas russas têm sido notavelmente lentas, avançando a taxas médias de apenas 15 a 70 metros por dia em locais importantes. Para efeito de comparação, a ofensiva de Pokrovsk avançou mais lentamente do que as forças aliadas durante a notoriamente desgastante Batalha do Somme, na Primeira Guerra Mundial. Ganhos territoriais mínimos: apesar de estar na ofensiva há dois anos, a Rússia conquistou apenas cerca de 0,6% da Ucrânia em 2024 e 0,8% em 2025. Esses ganhos ficam "decisivamente aquém" do objetivo de Moscou de conquistar militarmente o país. Declínio Econômico e Tecnológico: A economia de guerra da Rússia está sob crescente pressão, com o setor manufatureiro em declínio e o crescimento econômico desacelerando para apenas 0,6% em 2025. Quantos morreram na guerra? Os dados sobre número de mortos diferem enormemente conforme a fonte, tanto do lado russo quanto do ucraniano. Segundo a ONU, ao menos 15.172 civis ucranianos morreram nos quatro anos de conflito, com um número total potencialmente maior. Volodymyr Zelensky disse em fevereiro de 2026 que 55 mil de seus soldados morreram, mas os cálculos do CSIS estimam uma cifra muito maior, de até 140 mil baixas. Já do lado russo, Moscou tem sido reticente em fornecer números oficiais. A BBC coloca o número de baixas militares russas em pelo menos 160 mil. Já o "think tank" americano calcula os mortos na casa de 325 mil de fevereiro de 2022 até dezembro de 2025. O CSIS calcula que, entre mortos e feridos civis e militares, a soma de baixas totais da guerra pode chegar em 1,8 milhão ou até 2 milhões até o fim de março — uma perda irreparável que contrasta com avanços e recuos milimétricos no front. Quais são as chances de um acordo Rússia-Ucrânia? Impasse nas negociações de paz Desde que voltou à Casa Branca, em janeiro de 2025, o presidente dos EUA, Donald Trump, vem tentando pôr um fim à guerra via negociação entre as partes. As conversas mediadas por Washington, até o momento, não deram nenhum resultado. Hesitante em admitir qualquer derrota, Trump frequentemente se lamenta da situação no Leste Europeu em suas falas públicas: "Era o conflito que eu pensei que seria o mais fácil de encerrar, mas ele está provando ser o mais difícil", disse o republicano, sobre Rússia e Ucrânia, após seu governo ter mediado negociações que levaram ao cessar-fogo entre Israel e o Hamas, em outubro. Apesar de estar sendo pressionada por Washington para aceitar um acordo, a Ucrânia, sob o comando do presidente Volodymyr Zelensky, se recusa sequer a discutir ceder territórios seus a Moscou, mesmo aqueles já controlados pela Rússia desde antes da guerra. Uma pessoa caminha ao lado de um veículo blindado russo capturado em meio à invasão russa da Ucrânia. HENRY NICHOLLS/AFP

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2026-02-23 22:00:31 (3 days ago)

Presos de guerra na Ucrânia temem voltar à Coreia do Norte


Doutrina militar do regime da Coreia do Norte proíbe a rendição de soldados KCNA/AFP Já faz mais de um ano desde que forças militares da Ucrânia capturaram dois soldados norte-coreanos em Kursk, na Rússia. Eles se tornaram prisioneiros de guerra, tendo a sua liberdade oferecida pelo presidente Volodimir Zelenski em troca de ucranianos presos pelos russos. Mas o destino dos dois homens, que pediram para serem enviados à Coreia do Sul, permanece em aberto. Na Coreia do Norte, eles podem ser punidos por terem sido capturados vivos, após terem sido enviados pelo regime para apoiar as forças russas na guerra contra a Ucrânia. "Eu não vou sobreviver (se voltar). Todos os outros se explodiram", disse um dos soldados ao jornal sul-coreano Hankook Ilbo. "Eu falhei." A Organização das Nações Unidas (ONU) se manifestou. Um relator especial sobre o histórico de direitos humanos da Coreia do Norte instou a Ucrânia a seguir o protocolo internacional e não enviar prisioneiros de guerra a um lugar onde enfrentem risco de tortura. Soldados norte-coreanos são mantidos como prisioneiros de guerra há mais de um ano após captura na Ucrânia Anadolu/picture alliance via DW "Eu ficaria grato se eles me aceitassem. Se não aceitarem, não há nada que eu possa fazer", disse um dos soldados, ainda segundo o jornal. De acordo com ativistas e desertores, a doutrina militar norte-coreana proíbe a rendição para soldados. A ordem é que, diante de uma captura inevitável, os militares tirem a própria vida. "Não sabemos como o regime responderá a soldados que não seguiram a ordem de se matar em vez de serem capturados, porque isso nunca aconteceu antes", disse à DW Kim Eujin, que fugiu da Coreia do Norte quando adolescente, na década de 1990. "Mas meu palpite é que eles serão considerados traidores. E não serão apenas eles. Suas famílias também serão punidas." Veja os vídeos em alta do g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 Retaliação por várias gerações Em entrevistas, os soldados capturados contaram que não tiveram medo do combate na Ucrânia. Mas, sim, dos efeitos da captura sobre as suas famílias. Eles relatam ter incessantemente ouvido que "um desertor traz punição para três gerações." "Historicamente, durante e após a Guerra da Coreia, prisioneiros de guerra que retornaram foram supostamente submetidos a trabalho forçado e classificados como elementos hostis", afirma Peter Oh, da Free Korean Association, que ajuda refugiados norte-coreanos nos Estados Unidos. "Esses detidos provavelmente temem consequências semelhantes se retornarem." Para Oh, as repercussões para as famílias são possíveis. Ou, então, o governo norte-coreano pode evitar medidas extremas para impedir escrutínio internacional. De acordo com o Artigo 3 da Constituição sul-coreana, norte-coreanos ainda são considerados cidadãos sul-coreanos e têm permissão para viver na Coreia do Sul. No entanto, o governo de Seul parece pouco disposto a aceitar os prisioneiros da guerra na Ucrânia. "A demora se deve aos complexos emaranhados legais e diplomáticos internacionais envolvendo Ucrânia, Rússia, Coreia do Norte e Coreia do Sul", disse Oh, citando implicações geopolíticas sensíveis. "Embora o governo sul-coreano tenha expressado interesse geral, ele não tomou ações diretas." Conversas estagnadas As discussões entre Seul e Kiev sobre o destino dos soldados parecem ter estagnado. Em 9 de fevereiro, o Instituto Coreano para a Unificação Nacional afirmou que "a comunicação direta entre os líderes da Coreia do Sul e da Ucrânia é essencial" para quebrar o impasse. Sem acordo, a Ucrânia pode ser obrigada a entregar os prisioneiros à Rússia. "O presidente Lee, o Ministério da Unificação e o Ministério das Relações Exteriores parecem se importar mais em não irritar Kim Jong-un do que em trazer esses homens para a Coreia do Sul", prosseguiu Kim. "Se fosse apenas pelos direitos humanos deles, então eles já teriam chegado aqui. É quase como se o governo aqui estivesse tentando encontrar razões para eles não virem." A Coreia do Norte ainda não comentou publicamente sobre os dois prisioneiros de guerra na Ucrânia, embora seja possível que conversas tenham ocorrido nos bastidores.

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2026-02-23 22:00:11 (3 days ago)

Tarifaço de Trump: veja quais produtos brasileiros ficam isentos a partir desta terça-feira


Trump sobe de 10% para 15% tarifa global sobre importações A nova tarifa global de 15% sobre produtos importados pelos Estados Unidos passa a valer nesta terça-feira (24). A medida foi instituída pelo presidente dos EUA, Donald Trump, após a Suprema Corte derrubar parte do tarifaço aplicado a mais de 180 países em abril. Duas alterações importantes entram em vigor às 00h01 (horário de Washington). A primeira é que a decisão da Suprema Corte anula todas as tarifas aplicadas por Trump com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA). A segunda é que a nova tarifa global de 15% passa a valer no mesmo horário. Há, contudo, uma ampla lista de produtos isentos. (veja todos eles abaixo) 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 O que isso significa, na prática, para o Brasil? O Brasil era um dos países com as tarifas mais altas aplicadas por Donald Trump. Com a decisão da Suprema Corte, caem duas taxas: As chamadas tarifas recíprocas de 10%, anunciadas em abril do ano passado. A sobretaxa de 40% sobre diversos produtos brasileiros, anunciada por Trump em carta enviada ao presidente Lula, em julho de 2025. Trump, contudo, instituiu uma nova tarifa, com base na Seção 122 da Lei de Comércio de 1974, que permite a criação de uma tarifa temporária de até 15% por 150 dias antes de se tornar obrigatória a aprovação pelo Congresso. Há, porém, vários itens importantes na lista de isenção. (veja abaixo) “Para a maioria dos produtos, permanece a tarifa normal do item, em vigor antes das medidas de 2025, acrescida do novo adicional temporário global de 15%”, afirma o especialista em comércio exterior Jackson Campos. Campos lembra ainda que as exportações brasileiras de aço e alumínio para os EUA continuam sujeitas a alíquotas de 50%, que se somam aos 15% recém-anunciados, mantendo elevado o custo desses insumos. Quais itens brasileiros ficam de fora da nova tarifa? As isenções valem para todos os países, mas itens estratégicos da pauta comercial brasileira ficam livres da sobretaxa de 15%. A lista inclui tanto commodities quanto produtos manufaturados de maior valor agregado. O vice-presidente Geraldo Alckmin destacou alguns deles. “Zerou para combustível, carne, café, celulose, suco de laranja, aeronaves.” Veja abaixo alguns dos principais produtos que ficam isentos. 🛢️ Energia e combustíveis Petróleo bruto: isento nas diferentes classificações de densidade (abaixo ou acima de 25 graus API). Óleo combustível (fuel oil) e outros óleos combustíveis: incluindo óleos destilados e residuais. Querosene de aviação (jet fuel): combustível utilizado em aeronaves. 🥩 Agroindústria Carne bovina: cortes frescos, refrigerados ou congelados, incluindo carcaças e cortes de alta qualidade. Café em grão: café torrado, não torrado, descafeinado ou não. Suco de laranja: congelado, concentrado ou não, inclusive fortificado com vitaminas. Fertilizantes: nitrogenados, fosfatados, potássicos e de origem animal/vegetal. Cacau e derivados: grãos, cascas, pasta, manteiga e pó de cacau sem açúcar. ✈️ Aeronaves e peças Aviões civis: aeronaves de todos os pesos (não militares). Motores aeronáuticos: turbojatos, turbopropulsores e motores de ignição por centelha para aviação. Peças e partes: componentes de motores, sistemas de navegação, simuladores de voo terrestres e partes de fuselagem. 🪨 Mineração e siderurgia Alumina calcinada: classificada como óxido de alumínio (exceto corindo artificial). Ferro-ligas: incluindo ferromanganês, ferrossilício, ferrocromo, ferroníquel, ferrotungstênio e ferronióbio. Minérios de outros metais: cobre, níquel, cobalto, zinco, estanho e titânio. 💻 Tecnologia e Indústria Semicondutores: artigos e dispositivos semicondutores específicos. Eletrônicos selecionados: processadores, memórias, unidades de processamento de dados portáteis e máquinas para fabricação de semicondutores. Além da ampla lista de exceções, que inclui minerais críticos, também ficarão isentos produtos do Canadá e do México que estejam em conformidade com o Acordo EUA-México-Canadá (USMCA). Têxteis e itens de vestuário de países que integram o tratado CAFTA-DR — como Costa Rica e República Dominicana — também terão tarifa zerada. Veja a lista completa na tabela abaixo. Por que esses produtos? Jackson Campos, especialista em comércio exterior, afirma que a decisão de Trump é estratégica e segue a lógica de manter a tarifa como instrumento de negociação com o menor custo interno possível. "O objetivo é calibrar a medida para gerar pressão comercial sem provocar danos relevantes à própria economia dos EUA", diz. "Ao isentar itens críticos, ele reduz o risco de repasse imediato aos preços domésticos, evita rupturas em cadeias produtivas integradas e preserva setores considerados estratégicos", acrescenta. A lógica é: Energia e combustíveis influenciam custos logísticos e a inflação; Insumos do agro, como fertilizantes, afetam a produção de alimentos; Aeronaves e peças entram pela alta integração industrial e pelo impacto sobre a aviação; Minerais e insumos, como alumina e ferro-ligas, são essenciais para a indústria Semicondutores e equipamentos associados são prioridade tecnológica e de segurança econômica.

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2026-02-23 22:00:03 (3 days ago)

Tarifaço de Trump entra em vigor nesta terça; relembre os fatos e entenda efeitos da taxa de 15%


Tarifaço de Trump: entenda as mudanças e como ficam as cobranças para o Brasil A nova tarifa global de 15% sobre produtos importados pelos Estados Unidos passa a valer nesta terça-feira (24). A medida foi instituída pelo presidente dos EUA, Donald Trump, após a Suprema Corte derrubar parte do tarifaço aplicado a mais de 180 países em abril. Duas alterações importantes entram em vigor às 00h01 (horário de Washington). A primeira é que a decisão da Suprema Corte anula todas as tarifas aplicadas por Trump com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA). 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A segunda é que a nova tarifa global de 15% passa a valer no mesmo horário, com uma ampla lista de produtos isentos. Nesta reportagem, o g1 relembra os acontecimentos mais marcantes desde sexta-feira, explica os efeitos das decisões e mostra como fica o Brasil nessa história. Veja abaixo, por tópicos, o que há de mais importante sobre o novo tarifaço. Como tudo começou? Como Trump reagiu? Como os 10% viraram 15%? Por que produtos ficaram isentos da tarifa? Como fica o Brasil nessa história? Como foi a reação do governo brasileiro? O que esperar agora? Como foi o histórico do tarifaço de Trump ao Brasil? Como tudo começou? Na sexta-feira (20), a Suprema Corte dos EUA decidiu que Trump extrapolou sua autoridade ao impor um amplo aumento de tarifas sobre importações a quase todos os parceiros comerciais dos EUA, o chamado "tarifaço". Por 6 votos a 3, a maioria dos ministros concluiu que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) não permite ao presidente criar tarifas por conta própria. Trump argumentava que poderia adotar esse tipo de medida em situações excepcionais. ⚖️ O caso entrou na Justiça em meados de 2025, com uma ação apresentada por empresas impactadas pelas tarifas e por 12 estados americanos, que questionaram o uso da lei para impor tarifas de importação de forma unilateral. O processo chegou à Suprema Corte por meio de recursos apresentados pelo governo Trump. Na prática, a decisão derrubou as chamadas “tarifas recíprocas” de 10% ou mais, aplicadas desde abril de 2025 à maioria dos parceiros comerciais dos EUA com base na IEEPA. As tarifas específicas sobre importações de aço e alumínio não foram afetadas, pois foram aplicadas com base na Seção 232 da Lei de Expansão Comercial de 1962, voltada à segurança nacional. Saiba mais na reportagem abaixo. Suprema Corte dos EUA derruba tarifaço imposto por Trump Volte ao índice. Como Trump reagiu? Imediatamente após o parecer da Suprema Corte, Trump classificou a decisão como “uma vergonha” e disse ter “um plano B” para manter as tarifas sobre produtos importados. Mais tarde, informou que usaria outro instrumento legal — não mais a IEEPA — para aplicar uma tarifa global de 10%. Trump disse que ativaria a Seção 122 da legislação comercial dos EUA e a Seção 301. Seção 122 da Lei de Comércio: A lei permite aplicar tarifas de até 15% por um período de até seis meses em situações de desequilíbrio nas contas externas ou risco de desvalorização do dólar, sem necessidade de investigação formal. Após esse período, o Congresso precisa aprovar a prorrogação das medidas. Seção 301 da Lei de Comércio: Essa alternativa permite abrir investigações sobre práticas comerciais consideradas desleais por outros países. Se forem confirmadas, o governo pode impor tarifas sem limite de valor ou duração. O processo, porém, é mais lento, pois exige investigação formal e consulta pública, o que pode levar meses. Veja mais detalhes na reportagem. Trump anuncia tarifa global de 10% após Suprema Corte derrubar tarifaço Volte ao índice. Como os 10% viraram 15%? Já na noite de sexta-feira (20), a Casa Branca publicou o decreto que confirmava o fim do tarifaço anunciado em abril e formalizava a nova tarifa global de 10%, com base em uma nova lei e início previsto para esta terça-feira (24). Segundo a Casa Branca, as novas tarifas de 10% foram adotadas para corrigir desequilíbrios nos pagamentos internacionais, reduzir o déficit comercial e incentivar a produção americana. Mesmo os envios de baixo valor (os chamados “de minimis”, que eram isentos), passariam a ser cobrados sob a nova taxa temporária. No sábado, Trump anunciou que, após “uma análise completa e detalhada”, elevaria as tarifas globais de importação para 15%. Essa é a taxa máxima permitida pela Seção 122, que autoriza a aplicação de tarifas por até 150 dias antes de avaliação pelo Congresso. Saiba mais na reportagem abaixo. Trump diz que vai aumentar para 15% tarifa global de importação Volte ao índice. Por que produtos ficaram isentos da tarifa? Em outro documento, o governo americano detalhou que uma enorme lista de produtos ficaria isenta das novas tarifas anunciadas por Trump. bens do Canadá e do México que estejam em conformidade com o USMCA (Acordo EUA-México-Canadá); produtos agrícolas específicos, como carne bovina, tomates e laranjas; produtos farmacêuticos e seus ingredientes; minerais críticos, energia e certos eletrônicos; têxteis e vestuário de países do tratado CAFTA-DR (como Costa Rica e República Dominicana) com isenção de impostos. Veja abaixo a lista completa. Jackson Campos, especialista em comércio exterior, afirma que a decisão de Trump é estratégica e segue a lógica de manter a tarifa como instrumento de negociação com o menor custo interno possível. "O objetivo é calibrar a medida para gerar pressão comercial sem provocar danos relevantes à própria economia dos EUA", diz. "Ao isentar itens críticos, ele reduz o risco de repasse imediato aos preços domésticos, evita rupturas em cadeias produtivas integradas e preserva setores considerados estratégicos", acrescenta. Volte ao índice. Como fica o Brasil nessa história? Relembrando: a decisão da Suprema Corte anulou todas as tarifas aplicadas por Trump com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA). O Brasil era um dos países com as tarifas mais altas aplicadas por Trump nesse tarifaço, e agora são extintas duas taxas importantes: As chamadas tarifas recíprocas de 10%, anunciadas em abril do ano passado. A sobretaxa de 40% sobre diversos itens brasileiros, anunciada por Trump em carta enviada ao presidente Lula, em julho de 2025. O especialista em comércio exterior Jackson Campos explica que, após a decisão do tribunal e o novo anúncio feito por Trump no sábado, o resultado final é uma sobretaxa de 15% sobre produtos brasileiros. “Para a maioria dos produtos, permanece a tarifa normal do item, em vigor antes das medidas de 2025, acrescida do novo adicional temporário global de 15%”, afirma. Campos lembra ainda que as exportações brasileiras de aço e alumínio para os EUA continuam sujeitas a alíquotas de 50%, que se somam aos 15% recém-anunciados, mantendo elevado o custo desses insumos. Por outro lado, itens estratégicos da pauta comercial brasileira ficaram livres da sobretaxa de 15%. A lista inclui tanto commodities, como petróleo, quanto produtos manufaturados de maior valor agregado, caso das aeronaves e máquinas. Veja mais detalhes na reportagem abaixo. Tarifaço de Trump: veja quais produtos brasileiros ficam isentos a partir desta terça-feira Volte ao índice. Como foi a reação do governo brasileiro? O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, foi o primeiro a se manifestar e afirmou que o Brasil agiu "de forma impecável" enquanto vigorou o tarifaço. "O Brasil, em todos os momentos, se comportou diplomaticamente da maneira mais correta. Acreditou no diálogo, acreditou na disputa pelos canais competentes", disse. O vice-presidente Geraldo Alckmin, principal voz nas negociações com os EUA, classificou a decisão judicial como "muito importante para o Brasil" e destacou que a nova tarifa valerá para todos os países, o que coloca o Brasil em iguais condições de competitividade com seus concorrentes. Nesta segunda, Alckmin voltou a comentar o assunto e disse que o Brasil foi o país mais beneficiado com as mudanças nas tarifas. "Essa decisão de 15% não tem problema, porque 15% vale para nós e para o mundo inteiro. O país mais beneficiado foi o Brasil, porque ninguém tinha 50% a mais. Somos o país mais beneficiado com essa decisão", afirmou Alckmin. Saiba mais na reportagem abaixo. Alckmin diz que Brasil foi o 'país mais beneficiado do mundo' com novas medidas de Trump Volte ao índice. O que esperar agora? Segundo especialistas ouvidos pelo g1, os principais setores beneficiados pela decisão, no âmbito da pauta exportadora, são o agronegócio e setores industriais brasileiros. 🔎 A suspensão das tarifas permitirá que produtos como café solúvel, mel, pescados e frutas recuperem espaço e competitividade no mercado americano. Para o Brasil, a derrota do presidente americano abre espaço para a retomada das exportações, com preços mais previsíveis e menor pressão sobre o câmbio. Welber Barral, sócio da BMJ e ex-secretário de Comércio Exterior, acredita que a determinação da Justiça dos Estados Unidos, anterior ao novo anúncio de Trump, foi muito positiva para os exportadores que ainda estavam sobretaxados. "Teoricamente, iguala com os outros países e você tem uma possibilidade de aumento de competitividade desses setores. Como o Brasil estava com uma tarifa muito alta, de 40%, aumenta a competitividade", disse. Veja mais na reportagem abaixo. Nova tarifa de Trump para importações dos EUA entra em vigor; veja o que dizem analistas Volte ao índice. Como foi o histórico do tarifaço de Trump ao Brasil? Em abril de 2025, ao anunciar as chamadas tarifas recíprocas, Trump aplicou uma taxa adicional de 10% sobre produtos brasileiros importados pelos EUA. Em junho, o republicano elevou as taxas sobre aço e alumínio para 50%, com base na Seção 232 — instrumento separado do IEEPA. Em julho, o republicano impôs um novo aumento de 40%, elevando a alíquota total de diversos itens para 50%. A medida, no entanto, veio acompanhada de uma extensa lista de exceções. Já em novembro, após Trump iniciar negociações diretas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os EUA retiraram a tarifa de 40% de novos itens, incluindo café, carnes e frutas. Em fevereiro de 2026, a Suprema Corte invalidou o uso da IEEPA para tarifas amplas. Caíram, assim, a taxa “recíproca” de 10% e a sobretaxa de 40% sobre o Brasil. Aço e alumínio não foram afetados, pois se baseiam na Seção 232. No mesmo dia, Trump anunciou uma tarifa global temporária de 10% por 150 dias, com base em um dispositivo da lei comercial de 1974, que se soma às tarifas já existentes. No dia seguinte, Trump anunciou que elevaria a tarifa de 10% para 15%. Saiba mais na reportagem abaixo. Tarifaço de Trump: veja a cronologia e como ficam as tarifas para o Brasil Volte ao índice.

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The Guardian - World News

The Guardian - World News

2026-02-23 21:58:45 (3 days ago)

Iran players feeling ‘emotional strain’ as welfare concerns grow ahead of Women’s Asian Cup | Samantha Lewis

Preparations for the nation’s second appearance at the tournament has been impacted by the troubling events at home

This week, Iran’s women’s football team is expected to touch down in Australia to compete in their second Women’s Asian Cup. But exactly who will arrive, or what condition they will be in when they get here, is anyone’s guess.

Amid a backdrop of anti-government protests and subsequent violent crackdowns by the authorities over the past few months, Iran’s top women footballers have been struggling to prepare for one of the biggest tournaments of their lives.

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Le Monde - World News

Le Monde - World News

2026-02-23 21:57:26 (3 days ago)

Mexico deploys 10,000 troops to restore order after violence linked to the death of drug lord 'El Mencho'

The military operation that led to the death of Nemesio Oseguera, and the clashes that followed, left dozens dead among security forces and suspected cartel members.

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The Guardian - World News

The Guardian - World News

2026-02-23 21:52:10 (3 days ago)

Millions under road travel bans as blizzard conditions slam US north-east

Blizzard warnings issued as some areas receive two feet of snow, creating whiteout conditions

Millions of people in the north-eastern US were stuck at home on Monday as heavy snow and strong winds created whiteout conditions, grounding flights in the area and leaving hundreds of thousands without power.

By 7pm local time, close to 38in of snow had fallen at Rhode Island’s TF Green international airport, where all scheduled departing and arriving flights had been canceled through the day.

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Al Jazeera - Top Stories

Al Jazeera - Top Stories

2026-02-23 21:46:54 (3 days ago)

Heavy rains, deadly floods hit southern Peru; thousands seek shelter

Torrential downpours cause deadly mudslides, while more than 700 districts across country declare states of emergency.

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