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Fox News - Video

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2026-07-08 23:39:15 (4 days ago)

Special Report with Bret Baier - Wednesday, July 8

Trump, Iran, NATO, Graham Platner, Texas Birth Tourism

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Le Monde - World News

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2026-07-08 23:36:29 (4 days ago)

Western Europe experiences hottest June on record

Searing heatwaves brought an average temperature of 20.74°C in June, more than 3°C above the norm. Experts are predicting more intense and longer-lasting heatwaves for the region.

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Fox News - Video

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2026-07-08 23:36:26 (4 days ago)

Trace Gallagher: Media used to report a story before trying to contort it

The ‘Common Sense’ Department says it appears the liberal media no longer requires evidence to support its conclusions…

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Fox News - Video

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2026-07-08 23:26:02 (4 days ago)

TPUSA contributor calls for ‘transparency, full evidence’ in Kirk murder hearing

Turning Point USA contributor Jack Posobiec discusses the Tyler Robinson preliminary hearing after a judge ruled on key evidence on ‘Fox News @ Night.’

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The Guardian - World News

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2026-07-08 23:26:02 (4 days ago)

Graham Platner debacle puts Democrats in grave danger of blowing it in the midterms

The meltdown in Maine’s Senate race risks the Democrats’ opportunity to turn Trump into a lame duck president.

Two years ago Democrats had one job: stop Donald Trump from returning to the White House. It was the only thing that mattered, but with breathtaking political malpractice, they imploded.

This November Democrats have two jobs: win the House of Representatives and win the Senate to turn Trump into a lame duck president for his final two years. But once again the party, fond of warning that the stakes are existential, is in grave danger of blowing it.

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Al Jazeera - Top Stories

Al Jazeera - Top Stories

2026-07-08 23:22:27 (4 days ago)

What’s with Trump’s sudden fixation on communism?

US President Donald Trump has denounced communism more than 80 times in the past two weeks.

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Globo News - Mundo

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2026-07-08 23:21:20 (4 days ago)

EUA atacam cerca de 90 alvos militares iranianos


EUA realiza nova onda de ataques no Irã As forças do Comando Central dos EUA (Centcom) realizaram uma nova rodada de ataques contra o Irã nesta quarta-feira (8), com o objetivo de reduzir a capacidade do país de atacar navios comerciais e marinheiros civis no Estreito de Ormuz. Segundo o comunicado emitido pelas forças americanas, a ação militar atingiu cerca de 90 alvos estratégicos ao longo da costa iraniana. Entre as estruturas destruídas ou danificadas estão sistemas de defesa aérea, ativos de vigilância costeira, locais de armazenamento de mísseis e drones, capacidades navais e infraestrutura de logística militar. Valiollah Hayati, vice-governador de Khuzestan, disse a repórteres que três pessoas foram mortas e várias ficaram feridas no ataque na periferia da cidade de Ahvaz, segundo a agência iraniana Irna. AO VIVO: Acompanhe em TEMPO REAL as notícias sobre a guerra no Irã A ofensiva desta quarta-feira dá continuidade a uma primeira onda de ataques realizada na noite anterior. Na terça-feira (7), as forças do Centcom já haviam bombardeado aproximadamente 80 alvos militares no Irã, incluindo mais de 60 pequenas embarcações do Corpo da Guarda da Revolução Islâmica. EUA atacam cerca de 90 alvos militares iranianos Segundo a mídia estatal iraniana, oito soldados pertencentes à Força Aérea e à Marinha morreram durante esses bombardeios de terça nas cidades de Bandar Abbas e Bushehr. De acordo com o governo americano, a retaliação inicial foi uma resposta direta à violação de um acordo de cessar-fogo por parte do Irã, após o país ter atacado três embarcações comerciais que navegavam pelo Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o comércio global e o transporte de petróleo. Também na quarta, a Guarda Revolucionária do Irã ameaçou atacar outras bases militares americanas na região após ter assumido ataques no Bahrein e Kuwait. A popa danificada de um navio graneleiro operado pela empresa sul-coreana HMM, após ser atingido por dois objetos não identificados em Ormuz, em maio de 2026 Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul/Divulgação via REUTERS Trump decreta fim de acordo e promete novos ataques A escalada militar ganhou um novo capítulo nesta quarta-feira (8) com as declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Durante uma coletiva de imprensa em Ancara, na Turquia, ao lado do secretário-geral da Otan, Mark Rutte, antes de uma cúpula da aliança, Trump afirmou que o pacto com Teerã "acabou". "Para mim, acho que [o acordo de paz] acabou. Eu não quero mais lidar com eles [Irã]. Eles são a escória, são liderados por pessoas doentes e são um povo maldoso e violento. (...) Vou falar com meus negociadores, mas é uma perda de tempo lidar com eles. Até onde eu sei, acabou", disparou o presidente americano. Trump diz que cessar-fogo com o Irã acabou Pouco depois, antes de uma reunião bilateral com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, Trump diminuiu levemente o tom e falou não ter "certeza se o acordo vai se manter", mas condenou o fato de o Irã ter afundado 28 embarcações na terça-feira (7) e sinalizou que a ofensiva vai continuar. "Vou dar um pequeno aviso: vamos atacá-los com força esta noite", declarou a repórteres, acrescentando: "Se for preciso, cortaremos o sistema de energia elétrica e as estações de tratamento de água, mas não queremos isso". Irã ameaça fechar o Estreito de Ormuz Em resposta direta às ameaças, o Irã fechará o Estreito de Ormuz caso ocorram novos ataques contra o país nesta quarta-feira, segundo a emissora iraniana Press TV. A informação partiu de uma fonte de segurança que falou de forma anônima. Embarcações ancoradas no Estreito de Ormuz, vistas de Musandam, Omã, em 3 de junho de 2026 REUTERS/Stringer A fonte também afirmou que Teerã atacará alvos "inimigos" numa proporção de pelo menos dois para um caso as promessas de Trump na Otan se concretizem. A via marítima, por onde passam 20% de todas as exportações de petróleo mundiais, havia sido reaberta justamente com o acordo do mês passado. Ainda na quarta, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã divulgou em que assume ataque a bases militares dos Estados Unidos no Kuwait e Bahrein. A força armada do país também ameaçou expandir os ataques para outras bases americanas na região caso os EUA voltem a atacar. A nota detalhou que a investida retaliatória mirou especificamente as instalações em Arifjan e Ali al-Salem, no Kuwait, e Jufayr e Sheikh Isa, no Bahrein. Na terça, a mídia estatal iraniana havia reconhecido explosões nas regiões de Bandar Abbas, Qeshm e Sirik. Durante a noite, sirenes foram acionadas nos países parceiros dos americanos e os sistemas de defesa aérea acionados. EUA atacam cerca de 90 alvos militares iranianos Reprodução

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Fox News - Video

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2026-07-08 23:18:49 (4 days ago)

The Five - Wednesday, July 8

trump bombs iran, planter ending campaign?, reparations fighting racism

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2026-07-08 23:16:00 (4 days ago)

Caroline Sunshine: If Platner maintains his innocence, why is he dropping out?

A ‘Fox News @ Night’ panel discusses Graham Platner dropping out of the Maine U.S. Senate race.

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Globo News - Mundo

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2026-07-08 23:11:46 (4 days ago)

Irã ameaça atacar outras bases militares americanas após ofensiva no Bahrein e Kuwait


Trump fala em 'grande ataque' contra o Irã A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã divulgou um comunicado nesta quarta (8) em que assume ataque a bases militares dos Estados Unidos no Kuwait e Bahrein. A força armada do país também ameaçou expandir os ataques para outras bases americanas na região caso os EUA voltem a atacar. De acordo com a nota, os Estados Unidos romperam "alianças e violando todos os seus compromissos, mais uma vez demoliram diversas partes das províncias costeiras do sul do Irã". ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O Irã também assumiu ataque a duas bases americanas em Arifjan e Ali al-Salem, no Kuwait, e Jufayr e Sheikh Isa, no Bahrein. A manifestação de Teerã ocorre logo após o Comando Central dos EUA (Centcom) confirmar a realização de uma nova rodada de ataques aéreos na própria quarta-feira (8). Segundo os americanos, a ofensiva atingiu cerca de 90 alvos estratégicos na costa iraniana — incluindo sistemas de defesa aérea, radares e depósitos de mísseis e drones — para conter ameaças à navegação comercial no Estreito de Ormuz. EUA atacam cerca de 90 alvos militares iranianos Reprodução Essa operação deu continuidade a um primeiro bombardeio realizado na terça-feira (7), quando o Centcom atacou 80 alvos e destruiu mais de 60 pequenas embarcações da própria Guarda Revolucionária. O governo dos EUA justificou a ação afirmando que o Irã violou um acordo de cessar-fogo, firmado em junho, ao atacar três navios mercantes na região. Trump fala em "retaliação" e Irã promete reagir O presidente americano, Donald Trump, declarou em suas redes sociais que o acordo de paz com o Irã "acabou" e ameaçou uma ofensiva ainda maior. "Isto é uma retaliação ao bombardeio de navios pelo Irã ontem. Se acontecer de novo, será muito pior!", escreveu o republicano, que chegou a chamar os líderes iranianos de "cruéis e violentos". Trump também alertou que, se necessário, os EUA poderão cortar sistemas de energia e estações de tratamento de água no país. Em resposta, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, repudiou o tom de Trump e afirmou que os iranianos não respondem à "vulgaridade com vulgaridade, mas com ações: com coragem e grande bravura". Impactos no Irã e alerta na região Os bombardeios dos EUA provocaram destruição em cidades litorâneas iranianas como Jask, Bushehr, Sirik e Bandar Abbas. A TV estatal do Irã informou que dois portos foram atingidos e que estilhaços de projéteis danificaram um hospital na cidade de Chabahar, região que também sofreu com cortes de energia elétrica. Além disso, o comunicado da Guarda Revolucionária detalhou que os mísseis americanos destruíram duas pontes em províncias orientais que dão acesso à cidade sagrada de Mashhad. Segundo Teerã, a investida de Washington foi uma tentativa de ofuscar a repercussão do massivo cortejo fúnebre do aiatolá Ali Khamenei, realizado sob forte calor no Iraque. Diante da escalada e das ameaças mútuas de novos ataques massivos, a tensão se espalhou pelo Oriente Médio. Durante a noite, sirenes de emergência foram acionadas em diversos países aliados dos EUA na região, que colocaram seus sistemas de defesa aérea em prontidão máxima. VÍDEOS: Agora no g1 Agora no g1

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The Guardian - World News

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2026-07-08 23:04:08 (4 days ago)

Ukraine war briefing: Russia bans diesel exports as refinery attacks ⁠trigger gas shortages and price spikes

Moscow moves to support domestic fuel market as drivers ⁠face hours-long lines amid intensifying Ukrainian strikes. What we know on day 1,597

Russia introduced a ban on diesel exports on Wednesday as part of a raft of measures to support the domestic fuel market after systematic Ukrainian drone attacks on oil refineries ⁠triggered gasoline shortages and price spikes. Drivers ⁠in many regions are ​facing hours-long lines to refuel, as intensifying Ukrainian strikes on Russian energy infrastructure squeeze supplies of diesel and gasoline. The deputy prime minister, Alexander Novak, told a televised government meeting, chaired by the president, Vladimir ⁠Putin, that the fuel situation remained complex and that “it is clear that the current situation at filling stations is causing concern among the public.”

Russian ballistic missiles and jet-powered ​drones killed at least three people in Kyiv ⁠in attacks on Wednesday morning, officials said, as Moscow exploits Ukraine’s critical shortage of US-made interceptors. The attacks coincided with a Nato summit in Ankara, where Ukraine’s president, Volodymyr Zelenskyy, held ⁠a meeting with Donald Trump and discussed the possibility of Ukraine obtaining licences to produce the interceptors. Moscow has stepped up its air war on Ukraine in recent months as its ground advances ​have largely stalled and Ukrainian attacks on its military logistics and oil industry triggered widespread fuel shortages. In July alone, Russian strikes on Kyiv and its surrounding region have killed 60 people.

The US president’s commitment to allowing Ukraine to manufacture Patriot missile interceptors, however, was vaguely framed, and he admitted he had not spoken to the US defence and aerospace companies Lockheed Martin and RTX Corporation (formerly Raytheon) that produce the Patriot system. It also remained unclear how quickly manufacturing of the expensive and complex munitions could be stepped up.

A Russian ‌attack on Ukraine’s Black Sea port of Odesa on Wednesday killed four people and injured six, a senior local official said. The city, Ukraine’s most important port, has been a frequent Russian target in the more than four-year-old war. A

Kharkiv, Ukraine’s second-biggest city, also came under missile attack on Wednesday morning, local officials said, reporting damage to private homes and a church. Another missile strike later on ⁠Wednesday on a residential building killed two, its mayor, Ihor Terekhov, said.

In Russia, Ukraine’s overnight drone attacks killed one person and damaged industrial sites, authorities said.

Russia denounced Nato’s decision to give military aid to Ukraine, saying it ⁠could have catastrophic consequences. Maria ​Zakharova, the spokesperson for Russia’s ⁠Foreign Ministry, ⁠said Nato’s priorities remained unchanged: “The militarisation of the European continent, the focus on building up defence capabilities, preparation ⁠for an armed conflict with Russia, and, of course, aid to Ukraine.” Zakharova said in a statement on her ministry’s website: “It is a pity, because if Nato ⁠strategists had stopped and thought for a moment, they might not have ​made such irresponsible decisions that ‌could lead to a ‌catastrophe not just for the alliance, but for the whole world.”

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RT News - Top Stories

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2026-07-08 23:03:37 (4 days ago)

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