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New York Times - World News

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2026-07-12 05:01:28 (4 days ago)

Trump Sought an Iran War Exit. Putin Pushed On in Ukraine. Now Both Are Stuck.

The Iran and Ukraine wars underline the common limits of military force in achieving political ends, but also the differences between a dug-in Russian president and a vacillating American one.

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Times of Israel - World News

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2026-07-12 05:01:24 (4 days ago)

Qatar’s transformative former ruler Sheikh Hamad bin Khalifa Al Thani dies at 74

State news agency gives no cause for passing of sports-loving leader who made tiny Persian Gulf nation a global player in diplomacy, media and investment, then handed over power to son

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Globo News - Mundo

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2026-07-12 05:00:52 (4 days ago)

Como a calcinha rosa de uma tenista brasileira escandalizou Wimbledon em 1962


Primeiro título de simples de Maria Esther Bueno em Wimbledon completa 60 anos Era um dia de verão de 1962. A tenista brasileira Maria Esther Bueno voltava a disputar Wimbledon depois de um período afastada por causa de uma lesão. Ao entrar na quadra Central, em Londres, no Reino Unido, a "bailarina do tênis" usava um vestido branco que parecia seguir a tradição do All England Club, promotor do torneio de tênis, de exigir roupas inteiramente brancas. Até ela sacar. Foi então que veio a surpresa: o vestido tinha um forro rosa e a calcinha era da mesma cor. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Como conta Sunita Kumar Nair, autora do recém-lançado livro Ace: The Times & Style of Tennis ("Ace: a história e o estilo do tênis", em tradução livre), em entrevista à BBC: "Aquilo causou um rebuliço." Anos depois, Bueno, que àquela altura já havia conquistado dois títulos de simples feminino em Wimbledon, e ainda venceria mais um, relembrou que "houve um suspiro coletivo de um lado da quadra". Mas, segundo ela, "as pessoas do outro lado não entenderam o motivo até que eu troquei de lado e saquei dali". "Depois", contou Bueno, "passei a usar calcinhas nas cores do clube [verde e roxo], o que indignou a comissão de Wimbledon. Foi aí que criaram a regra de que as roupas deveriam ser totalmente brancas." A exigência de que os jogadores vestissem branco existia desde a fundação do All England Lawn Tennis and Croquet Club (AELTC), em 1877, mas era, em grande parte, uma tradição. Segundo relatos, foi o uniforme de Maria Esther Bueno, criado pelo estilista Ted Tinling, que levou o clube a transformar essa tradição em uma regra rígida. Como escreve Nair: "Em 1962, Wimbledon reagiu com a regra do 'predominantemente branco', segundo a qual todos os competidores deveriam vestir roupas quase inteiramente brancas". 'De mau gosto e impróprio' No início dos anos 1960, Maria Esther Bueno chocou os dirigentes de Wimbledon ao entrar em quadra usando roupa íntima rosa Getty Images via BBC Mas quem, exatamente, se escandalizou com um vislumbre de uma calcinha rosa? O historiador do tênis Rob Lake ajuda a responder. "Como uma instituição conservadora, em todos os sentidos da palavra, o AELTC teria considerado os babados do vestido dela... de mau gosto e impróprios para uma dama", disse em entrevista à BBC. "O clube não acompanhava as mudanças sociais que aconteciam fora de seus muros nos anos 1960." Naquela época, e até os anos 1980, destaca Lake, todos os integrantes do comitê eram homens. "Eles representavam a ordem estabelecida, com ligações políticas e conexões com outras instituições da elite. Certamente não estavam dispostos a promover mudanças sociais que pudessem comprometer a reputação do clube." "O AELTC parecia ter uma visão mais rígida sobre como as mulheres deveriam se apresentar do que os homens, ou, pelo menos, eram elas que mais frequentemente recebiam reprimendas pela aparência", afirma Lake. Em 1967, uma nova polêmica envolvendo roupas tomou conta de Wimbledon. Desta vez, o motivo foram os vestidos curtos da tenista italiana Lea Pericoli, também criados por Tinling, o mesmo estilista das roupas de Bueno. A influência de Tinling, conhecido como "Mago de Wimbledon", sobre a moda no tênis feminino foi enorme. Durante boa parte do século 20, ele exerceu forte influência sobre o esporte. Como destaca o livro de Nair, entre 1940 e 1980, 75% das tenistas que disputaram Wimbledon usaram vestidos desenhados por ele. Nair o descreve como "o primeiro costureiro dedicado ao vestuário esportivo". O branco fazia sentido como a cor oficial de Wimbledon. Quando essa tradição foi estabelecida, no fim do século 19, vestir branco era também um símbolo de status social. Como escreve Nair: "Só os ricos podiam comprar, usar e manter roupas brancas. Os demais não tinham dinheiro nem empregados para ter e conservar um guarda-roupa esportivo separado." Para o historiador do tênis Christopher Bowers, o rigor de Wimbledon com a cor branca aumentou ao longo do tempo. "No começo, era apenas a cor do tênis. Depois, o torneio passou a se apegar à regra do branco como forma de impor sua tradição ao esporte." 'Vulgaridade e pecado' 'O clube não acompanhava as mudanças sociais que aconteciam fora de seus muros nos anos 1960', afirma Rob Lake, historiador do tênis Getty Images via BBC O relance da calcinha rosa de Maria Esther Bueno não foi a primeira controvérsia envolvendo o uniforme de uma tenista em Wimbledon, nem a primeira ligada a um modelo criado por Ted Tinling. Mais de dez anos antes, em 1949, a americana Gussie Moran, apelidada pela imprensa sensacionalista de "Gorgeous Gussie" ("Deslumbrante Gussie", em tradução livre), também causou polêmica ao entrar em quadra com uma criação do estilista. "Os shorts rendados de Gussie Moran" fizeram com que "dirigentes ruborizados afirmassem que eles tinham atraído a atenção para sua 'região sexual'", diz Nair em Ace: The Times & Style of Tennis. Embora a peça não violasse as regras sobre o uso da cor branca, ela foi considerada incompatível com os padrões de decoro da época. O comitê chegou a acusar Moran de trazer "vulgaridade e pecado para o tênis". Mas, olhando em retrospecto, talvez não tenha sido Moran quem se comportou de forma inadequada. Como o próprio Tinling diria anos depois: "O que provocava excitação era que você só via [a calcinha] uma vez a cada três minutos... Pela primeira vez na história, havia fotógrafos deitados de costas no chão. Todo mundo enlouqueceu." Hoje, em 2026, é difícil dimensionar o tamanho da controvérsia. Mas, como observou o jornal britânico The Times, Moran "ficou mais conhecida por escandalizar o mundo recatado de Wimbledon em 1949 do que por seu desempenho em quadra". Tinling, que atuava como elo entre os jogadores e a organização do torneio desde 1927, acabou expulso do clube e só voltaria a ser convidado mais de 30 anos depois. Polêmicas anteriores Mesmo antes de Moran, outras tenistas já haviam provocado reações por causa de suas roupas nas quadras de grama de Wimbledon, na região londrina de código postal SW19. Em 1919, a francesa Suzanne Lenglen, que ficou conhecida como La Divine ("A Divina", em tradução livre), chamou atenção ao abandonar os espartilhos, as anáguas, as saias longas e os chapéus de abas largas. Em seu lugar, passou a usar um vestido de mangas curtas, sem anágua e de comprimento até a panturrilha criado pelo estilista Jean Patou. Depois foi a vez da espanhola Lili de Alvarez. Em 1931, ela ousou entrar em quadra usando uma saia-calça desenhada por Elsa Schiaparelli. Como a peça era bastante ampla, muitos só perceberam que não se tratava de uma saia quando a tenista deu um de seus saltos característicos. Muitos comentaristas relacionam suas escolhas de vestuário ao compromisso que ela manteve ao longo da vida com a defesa da igualdade entre homens e mulheres. Ontem e hoje Vestidos curtos e com babados eram o auge da moda nos anos 1960, mas desagradavam ao tradicional All England Club Getty Images via BBC Quando Wimbledon formalizou, em 2014, uma regra que determinava que roupas íntimas — como sutiãs, calcinhas, alças, rendas, solados e outros acessórios — fossem "quase inteiramente brancas", as polêmicas não demoraram a reaparecer. Uma das primeiras a ser advertida foi a tenista americana Serena Williams, por causa de um short rosa e roxo usado sob a saia. O tenista suíço Roger Federer também acabou chamado à atenção: o torneio pediu que trocasse um par de tênis da Nike com solado laranja. Segundo o historiador Bowers, o código de vestimenta de Wimbledon "ficou incrivelmente rígido" nos últimos 20 anos. Para ele, hoje a motivação é sobretudo preservar a identidade da marca do torneio. "Wimbledon gosta de se apresentar como 'o tênis em um jardim inglês', e as roupas brancas combinam com os gramados listrados, a planta Virginia creeper (trepadeira conhecida pelas folhas avermelhadas no outono), os morangos com creme e todo esse cenário. Faz parte da marca, e espera-se que os jogadores entrem no espírito." As razões do apego de Wimbledon às suas tradições está ligado à imagem do torneio como um dos últimos bastiões do tradicionalismo no esporte, segundo Nair. "Acho que existe uma espécie de idealização quase de conto de fadas em torno de Wimbledon", diz. "E o clube faz questão de preservar essa imagem, construída ao longo de muito tempo." No livro, ela descreve a atmosfera única do torneio: "Há um leve silêncio de biblioteca no ar, o som abafado das rolhas de champanhe sendo abertas nos piqueniques espalhados pelas quadras, o cheiro fresco da grama recém-cortada e a imagem impecável dos competidores vestidos de branco. Este é o All England Lawn Tennis and Croquet Club, senhoras e senhores, como sempre foi, como é e como sempre será." VÍDEOS: agora no g1 Agora no g1

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The Guardian - World News

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2026-07-12 05:00:15 (4 days ago)

My holiday from hell: I arrived in Corfu with a fever – and everyone around me began to panic

Embarking on a girls’ trip to Greece, I was ready for unlimited fun in the sun. Instead, I ended up on a hospital ward where all the medics could say was: ‘Oh shit!’

In the heady days post A-levels, it felt like a great idea to spend all my hard-earned Saturday job wages on a girls trip to Corfu. I felt sure that what lay ahead was the classic rite of passage holiday of sun, sea and Sex on the Beaches. What happened next may not sound so surprising this side of a global pandemic, but in 2009 it felt like something out of a sci-fi horror film.

I didn’t feel great on the drive to Bristol airport, but explained it away as motion sickness; I tried to sleep it off on the plane, ready to start the party when we landed. At Greek passport control, there were heat-sensitive cameras to check for anyone with a temperature, due to the growing swine flu pandemic. As my friends walked through, they appeared on the screen as shadowy grey figures. I showed up lurid green, indicating a high temperature. Immediately, it was panic stations. I was rapidly ushered into a side room alone, then rushed away in an ambulance. The party, it appeared, would not be starting.

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The Guardian - World News

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2026-07-12 05:00:14 (4 days ago)

Ready for your stunning second act? The 11 secrets of starting again – from successful late bloomers

From a seventysomething standup comedian to the founder of a highly successful spice business, seven people reveal why it’s never too late to embark on the life of your dreams

Many of us feel stuck in a job we dislike and midlife is a common time to reassess what you are going to do with the rest of your years, especially when finances require us to work into older age. How can you make a change, follow your dreams and finally do what you always wanted? Late bloomers share the secrets to having a stunning second act.

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The Guardian - World News

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2026-07-12 05:00:14 (4 days ago)

‘More postmodern than ancient’: why the Odyssey is everywhere, from Oz to Westeros

Christopher Nolan’s take on the Odyssey is set to break box-office records. What made the director so determined to adapt the ancient Greek epic? And why does a poem from 600BC hold a vice-like grip on pop culture? Warning: contains 2,600-year-old spoilers

Christopher Nolan’s Odyssey movie has all the hopes of a summer blockbuster pinned to it, and all the promise – as the trailers have showed – of magnificent effects, shocks and thrills. You will be taken inside the cave of the terrifying one-eyed giant, the Cyclops Polyphemus, who likes to dine on human flesh. You will visit the dim and misty shores of the land of the dead, where no warm-blooded human should ever tread. You will flee the pounding tread of cannibals. You will be tossed on stormy seas sent surging by vengeful gods.

And all of this spectacular adventure, for sure, is part of the Odyssey, one of the first great works of world literature, which was written down soon after the Greeks acquired the technology to do so, probably in the 600s or 500sBC. The ancient Greeks attributed the poem to a man called Homer, often described as a blind bard from the island of Chios.

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The Guardian - World News

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2026-07-12 05:00:13 (4 days ago)

Fitness influencers linked to wellness brand helping run illegal steroid market on Telegram

Ambassadors for Gencore Global directed followers to Telegram channels promoting steroids, prescription medicines and experimental peptides

Fitness influencers who publicly represent a global wellness brand are involved in running an illegal steroid market on social media, the Guardian can reveal.

Gencore Global presents itself as a UK-based health and wellness company and has recently appeared at FitXpo North West, a fitness event in Greater Manchester. It has also sponsored a racehorse, launched a UK combat sports and influencer boxing promotion, and is set to attend the National Running Show in Birmingham next year.

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Daily Sabah - World News

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2026-07-12 04:57:00 (4 days ago)

Qatar's former Emir Sheikh Hamad bin Khalifa Al Thani dies at 74

Qatar's government said Sunday that former Emir Sheikh Hamad bin Khalifa Al Thani, who ruled the Gulf state from 1995 to 2013 and transformed it into a global power, has died...

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ABC News - International News

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2026-07-12 04:54:21 (4 days ago)

Focus turns to building stronger institutions in Africa to speed shift to renewable energy

Africa’s renewable energy transition is entering a new phase as the continent shifts from proving that clean energy works to building the institutions needed to deploy it at scale

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Globo News - Mundo

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2026-07-12 04:52:45 (4 days ago)

Morre aos 74 anos Sheikh Hamad bin Khalifa Al-Thani, ex-emir do Catar


O emir do Catar, xeque Hamad bin Khalifa al-Thani, discursa durante a cerimônia da COP18 em Doha, no Catar, em 4 de dezembro de 2012 REUTERS/Fadi Al-Assaad O ex-emir do Catar, Sheikh Hamad bin Khalifa Al-Thani, líder que tinha tendência à modernização do país após assumir o poder em 1995 e por romper a tradição ao transferir o comando para o filho 18 anos depois, morreu aos 74 anos. O Amiri Diwan, principal órgão do governo do Catar, informou que Sheikh Hamad morreu na manhã deste domingo (12). A causa da morte não foi divulgada. O Catar herdado pelo atual emir, xeque Tamim bin Hamad Al-Thani, já havia sido profundamente transformado pelo pai. Sheikh Hamad comandou um dos períodos mais marcantes da história do país, liderando uma rápida transformação do pequeno Estado desértico que mudou sua economia, ampliou sua projeção internacional e elevou suas ambições políticas. Conhecido por seu perfil firme e independente, afirmou em um discurso durante sua abdicação, em 2013, que queria abrir espaço para uma nova geração "com suas ideias inovadoras e energias ativas". Ele foi o principal responsável pela estratégia de desenvolvimento da infraestrutura de gás natural liquefeito (GNL) do Catar, que permitiu ao país levar suas vastas reservas de gás aos mercados internacionais. A iniciativa transformou o emirado em um dos maiores exportadores mundiais do combustível e lançou as bases de sua riqueza. Agora no g1 Também criou a rede de televisão Al Jazeera, que ampliou a influência do Catar na política árabe e projetou o país muito além da região do Golfo. Sob seu governo, o Catar conquistou o direito de sediar a Copa do Mundo de 2022, iniciativa que consolidou sua presença no cenário internacional e impulsionou uma década de obras de infraestrutura que remodelaram a capital, Doha. Papel do Catar como mediador A política externa conduzida por Sheikh Hamad consolidou o Catar como mediador em conflitos internacionais. O país participou de negociações relacionadas a crises no Líbano, Iêmen e Darfur, ao mesmo tempo em que manteve relações com os Estados Unidos — que abrigam no Catar o Comando Central das Forças Armadas americanas —, com o Irã e com grupos alinhados a Teerã. Essa estratégia abriu caminho para o papel desempenhado atualmente pelo Catar nas negociações entre Estados Unidos e Irã e nos esforços para tentar encerrar a guerra na Faixa de Gaza Durante as revoltas da Primavera Árabe, em 2011, o Catar teve atuação destacada e controversa ao apoiar movimentos revolucionários e grupos islâmicos na região. Enquanto Doha afirmava apoiar as demandas populares por mudanças políticas, críticos acusavam o país — e Sheikh Hamad — de favorecer seletivamente grupos alinhados a seus interesses, especialmente organizações ligadas à Irmandade Muçulmana. A postura provocou atritos com outras monarquias do Golfo, como Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, que viam muitos desses movimentos como uma ameaça à estabilidade regional e aos regimes monárquicos. A política ampliou a influência regional do Catar, mas também aprofundou as tensões com seus vizinhos e deixou um legado que continua a influenciar a política do Golfo. Golpe e sucessão A abdicação de Sheikh Hamad foi planejada para garantir uma sucessão tranquila e reduzir disputas dentro da família governante, marcada por uma longa história de intrigas palacianas. Ele chegou ao poder em 1995 ao depor o próprio pai em um golpe sem derramamento de sangue. Um ano depois, sobreviveu a uma tentativa de contragolpe que analistas atribuíram ao pai, que também havia assumido o poder de forma semelhante em 1972, ao destituir um primo. Uma das principais parceiras de Sheikh Hamad no processo de modernização do Catar foi uma de suas esposas, Sheikha Moza bint Nasser, que construiu uma presença pública incomum para a esposa de um governante do Golfo. Sua influência cresceu paralelamente aos esforços do emir para reposicionar o país no cenário interno e internacional. Enquanto Sheikh Hamad conduzia reformas políticas e econômicas que mudaram o rumo do Catar, Sheikha Moza liderava iniciativas nas áreas de educação, pesquisa e desenvolvimento social. Quando assumiu o poder, aos 44 anos, Sheikh Hamad era o governante mais jovem da região. Também era visto como menos distante da população do que outros líderes árabes do Golfo e costumava frequentar seu café favorito no souq de Doha, onde conversava com os clientes.

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Times of India

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The Guardian - World News

The Guardian - World News

2026-07-12 04:36:57 (4 days ago)

Bellingham blunts Norway as England make the semis | World Cup Daily – video

Max Rushden is joined by Barry Glendenning, John Brewin, Lars Sivertsen and Leander Schaerlaeckens as England beat Norway 2-1 in extra time to set up a semi-final against Argentina

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