Fox News - Video
Fox News - Video
2026-02-26 00:19:00 (4 days ago)
Dial shows Republicans and Independents hot on stock trading limits for Congress, Dems not so much
During President Trump's State of the Union address Tuesday Republican and Independent voters responded positively after the president slammed Nancy Pelosi for her controversial stock trades. (Credit: Maslansky & Partners for Fox News Digital)
Times of Israel - World News
Times of Israel - World News
2026-02-26 00:11:08 (4 days ago)
Jewish continuity needs you. Donate to Jewish higher education - Sponsored Content
Jewish heritage doesn't survive on its own. With your help, your tax-deductible gift funds tomorrow's leaders through Jewish higher education. Continue the chain of education.
The post Jewish continuity needs you. Donate to Jewish higher education appeared first on The Times of Israel.

Al Jazeera - Top Stories
Al Jazeera - Top Stories
2026-02-26 00:09:08 (4 days ago)
US-Iran talks live: Nuclear talks to kick off in Geneva amid tensions
Third round of indirect negotiations to take place amid a massive US military build-up in the Middle East.
New York Times - World News
New York Times - World News
2026-02-26 00:08:37 (4 days ago)
What Brontë Country Tells Us About Britain Today
West Yorkshire, where the original “Wuthering Heights” was written, offers a window into the forces that are disrupting British politics.
New York Times - World News
New York Times - World News
2026-02-26 00:01:18 (4 days ago)
President Emmanuel Macron’s Cultural Legacy At Risk After Louvre Chief Resigns
President Emmanuel Macron has championed a refurbishment of the museum, but the fallout from a sensational heist has put his plans at risk.
Globo News - Mundo
Globo News - Mundo
2026-02-26 00:00:39 (4 days ago)
O que sobrou do programa nuclear do Irã — e ele é uma ameaça como alega Trump?

Um cartaz em Teerã retrata equipamentos de enriquecimento de urânio e cientistas iranianos mortos em ataques israelenses em junho de 2025.
Getty Images via BBC
O programa nuclear do Irã está novamente em destaque. Os Estados Unidos enviou aeronaves e navios de guerra à região, que parecem prontos para atacar caso Teerã não feche um acordo relacionado às suas atividades nucleares.
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
O presidente americano Donald Trump disse, na quinta-feira passada (19/02), que "coisas ruins" aconteceriam se um "acordo significativo" não fosse alcançado, reiterando sua posição. "Eles não podem ter uma arma nuclear. É muito simples. Não se pode ter paz no Oriente Médio se eles tiverem uma arma nuclear."
O Irã nega ter uma bomba nuclear, mas muitos países, assim como a agência global de vigilância nuclear, a Agência Internacional de Energia Atômica, não acreditam nisso.
Como se encontra o programa nuclear do Irã?
Como chegamos a esta situação?
O Irã está trabalhando em instalações nucleares?
Quanto tempo levaria para o Irã construir uma arma nuclear?
Por que uma arma nuclear iraniana seria preocupante?
Como se encontra o programa nuclear do Irã?
A situação do programa nuclear iraniano não é clara após o país ter visto instalações nucleares chaves suas serem atacadas durante a guerra de 12 dias entre Israel e Irã que aconteceu em junho do ano passado.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Os EUA entraram brevemente no conflito, atacando três instalações — o maior complexo de pesquisa nuclear do Irã, em Isfahan, além de centros em Natanz e Fordo usados para enriquecer urânio para uso como combustível nuclear.
Trump disse que as instalações haviam sido "destruídas". Uma semana depois, o chefe da Agência Internacional de Energia Atômica, Rafael Grossi, disse que os ataques causaram danos graves, embora "não totais", sugerindo que alguma forma de enriquecimento poderia ser retomada dentro de alguns meses.
A agência estima que, quando Israel lançou ataques aéreos em 13 de junho, o Irã tinha um estoque de 440 quilos de urânio enriquecido a até 60% de pureza — um pequeno passo técnico para atingir os 90% necessários para armas nucleares.
Grossi disse em outubro à agência de notícias Associated Press que essa quantidade — se enriquecida ainda mais — seria suficiente para produzir dez bombas nucleares.
Mapa mostra instalações nucleares do Irã bombardeadas pelos EUA em 2025.
BBC
Em novembro, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou à revista The Economist que o enriquecimento de urânio tinha sido paralisado.
No mês passado, ele causou controvérsia em outra entrevista, esta ao canal de notícias Fox News. "Sim, vocês destruíram as instalações, as máquinas, mas a tecnologia não pode ser bombardeada, e a determinação também não pode ser bombardeada."
Grossi disse à Reuters em janeiro que conseguiu inspecionar 13 instalações nucleares no Irã que não foram bombardeadas, mas não as três principais que haviam sido. Ele afirmou que já tinham se passado sete meses desde a última verificação do estoque de urânio enriquecido do Irã.
Persistem incertezas sobre questões-chave, particularmente a localização e o estado do estoque, além da condição das instalações de enriquecimento.
Donald Trump afirmou que o Irã não pode ter armas nucleares.
Getty Images via BBC
Como chegamos a esta situação?
O governo iraniano insiste que suas atividades nucleares são exclusivamente para fins civis. O Irã é signatário do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP), que permite o uso dessa tecnologia para fins civis, como medicina, agricultura e energia, mas proíbe a busca por armas.
No entanto, uma investigação da Agência Internacional de Energia Atômica constatou que o Irã realizou "uma série de atividades relevantes para o desenvolvimento de um dispositivo explosivo nuclear" do final da década de 1980 até 2003.
A agência afirma que havia indicações de que esse programa, conhecido como Projeto Amad, havia sido interrompido. Mas em 2009 agências de inteligência ocidentais identificaram a instalação de Fordo.
Em 2015, a instituição afirmou em um relatório que não tinha "nenhum indício crível de atividades no Irã relevantes para o desenvolvimento de um dispositivo explosivo nuclear após 2009".
Também em 2015, o Irã assinou um acordo com seis potências mundiais, concordando com limites rigorosos em suas atividades nucleares em troca do alívio das sanções impostas ao país.
O acordo limitava o enriquecimento a 3,67% — nível adequado para a produção de energia nuclear — e interrompeu a atividade em Fordo sob monitoramento reforçado.
Mas, em 2018, o presidente Trump retirou-se do acordo, argumentando que ele não impedia o Irã de obter uma bomba atômica, e restabeleceu as sanções.
O Irã respondeu violando os limites do acordo, enriquecendo urânio a 60%, implantando centrífugas avançadas e retomando o enriquecimento em Fordo.
Em 12 de junho de 2025, o Conselho de Governadores da Agência Internacional de Energia Atômica declarou formalmente que o Irã havia violado suas obrigações de não proliferação pela primeira vez em duas décadas. No dia seguinte, Israel iniciou ataques aéreos.
Bandeiras iranianas com um cartaz retratando o líder do país, Ali Khamenei, ao fundo.
Getty Images via BBC
O Irã está trabalhando em instalações nucleares?
Imagens de satélite mostram que trabalhos têm sido realizados nas instalações de Natanz e Isfahan nos últimos meses.
Em Isfahan, todas as entradas para o complexo de túneis agora parecem estar seladas com terra, e um novo teto foi construído, conforme revelam imagens de satélite analisadas pelo Instituto para Ciência e Segurança Internacional, um centro de pesquisas com sede nos Estados Unidos.
Um teto também foi construído em Natanz, como mostram as fotos. Veja abaixo.
As imagens também mostram que o Irã está fortificando um complexo subterrâneo, o Monte Kolang Gaz La. Também conhecido como Montanha da Picareta, o local não foi atingido por ataques de Israel ou dos Estados Unidos e fica a cerca de dois quilômetros ao sul da instalação nuclear de Natanz.
Imagens de satélite de instalação nuclear iraniana entre maio de 2025 e fevereiro de 2026.
Arte BBC
Imagens de satélite da instalação nuclear iraniana de Isfahan de janeiro de 2026 e fevereiro de 2026.
Arte BBC
Quanto tempo levaria para o Irã construir uma arma nuclear?
Produzir urânio enriquecido para armas não é o mesmo que construir uma arma nuclear operacional, algo que demanda etapas técnicas adicionais.
Uma avaliação da Agência de Inteligência de Defesa dos Estados Unidos em maio do ano passado — antes dos ataques israelenses e americanos — concluiu que o Irã poderia, na época, produzir urânio enriquecido suficiente para armas em "provavelmente menos de uma semana".
Mas há divergências quanto à tentativa do Irã de transformar urânio enriquecido em armas. A avaliação também afirmou: "É quase certo que o Irã não esteja produzindo armas nucleares, mas tenha realizado atividades nos últimos anos que o posicionam melhor para produzi-las, caso queira."
Entretanto, militares israelenses afirmaram em junho que tinham informações suficientes para concluir que "progressos concretos" foram feitos "nos esforços do regime iraniano para produzir componentes de armas para uma bomba nuclear".
"O Irã havia desenvolvido alguma capacidade para projetar ogivas até 2003, quando aparentemente interrompeu o programa", afirma a Patricia Lewis, especialista independente em controle de armas.
No entanto, Lewis diz que "após o colapso do acordo nuclear de 2015 e o fracasso contínuo das negociações para um novo acordo, é possível que o Irã tenha decidido reiniciar o desenvolvimento de uma capacidade de produção de ogivas nucleares".
Questionado em 18 de fevereiro se a Agência Internacional de Energia Atômica havia observado sinais de desenvolvimento ativo de armas, Grossi disse à emissora francesa TF1: "Não".
Ele acrescentou que via "uma disposição" tanto dos Estados Unidos quanto do Irã "para chegar a um acordo".
O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica, Rafael Grossi.
Getty Images via BBC
Por que uma arma nuclear iraniana seria preocupante?
Líderes ocidentais há muito enfatizam a opinião de que o Irã não deveria ter permissão para ter uma arma nuclear.
"O mundo seria destruído", disse Trump em maio de 2025. Durante a campanha eleitoral de 2024, ele afirmou que isso significaria "um mundo completamente diferente, uma negociação completamente diferente", e que Israel "deixaria de existir".
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, disse que o Irã com armas nucleares seria "a maior ameaça à estabilidade da região". "Isso aumentaria a tensão regional e complicaria o gerenciamento de crises, particularmente para Israel e os Estados Unidos", afirmou H. A. Hellyer, especialista em Oriente Médio do Royal United Services Institute, um centro de pesquisas com sede no Reino Unido.
Alguns analistas argumentam que a aquisição de uma arma nuclear poderia encorajar o Irã regionalmente, reforçar seus crescentes laços com a China e a Rússia e, potencialmente, desencadear uma corrida armamentista com a Arábia Saudita.
Sabe-se que Israel possui armas nucleares, embora ninguém confirme nem negue isso. Hellyer argumenta que isso significa que o "resultado provável" de o Irã possuir uma arma nuclear "seria a dissuasão mútua em vez de uma escalada imediata".
Ele afirma que a maioria dos atores regionais considera "o poder israelense — e não uma hipotética bomba iraniana — como a preocupação de segurança mais imediata e disruptiva".
Um dos principais riscos de um Irã com armas nucleares seria de "erros de cálculo durante períodos de confronto", diz ele.
The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-02-26 00:00:21 (4 days ago)
‘A devastating force’: how recent Mediterranean storms turned to tragedies
Atmospheric machine-gun has fired storm after deadly storm at the region this year, leaving a trail of widespread destruction
For Andrés Sánchez Barea, in Spain, it was the fear that arose when water started to spurt from plug sockets. For Nelson Duarte, in Portugal, it was the helplessness that hit as violent winds smacked down trees and tore tiles from roofs. For Amal Essuide, in Morocco, it was the reality that dawned when a corpse was pulled onboard a boat in the flooded medina.
Each moment of horror is a fragment of the destruction wrought by an atmospheric machine-gun that in recent weeks has fired storm after storm at the western Mediterranean. Scientists do not know if climate breakdown helped pull the trigger, but research suggests it loaded the chamber with bigger bullets.
Continue reading...
The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-02-26 00:00:21 (4 days ago)
The secret life of a waitress: my nine nightmare diners – from flirts to complainers
Are influencers really the biggest problem facing waiting staff? Not compared with the customer who demanded I pick up her dog’s poo ...
Influencers have had a bad time of it at restaurants recently. There they are, just trying to record a quick video and take a few pictures of their lunch, and restaurateur Jeremy King (of the Ivy and the Wolseley in London) goes and writes an article saying they’re ruining the dining experience of “bona fide guests” – something he says staff are “desperately trying to stop”. I’ve read pieces calling TikTok the end of the London restaurant scene. Friends’ parents have even said they would get up and leave if they were sitting next to anyone filming their meal.
This surprises me. I have worked as a waitress in restaurants for more than five years, a job I love, and the joys of which most often come from the customers I serve. Of course, for every 10 great customers, you’re bound to get one that’s not so great – I’ve come across my fair share of those.
Continue reading...
The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-02-26 00:00:20 (4 days ago)
Ancient stepwells brought back to life as India begins to run out of water
Centuries-old wells restored to provide drinking water as parts of the country head towards “day zero” when no water will be available
A loud cheer and sounds of clapping reverberated around Bansilalpet, a neighbourhood in Hyderabad, when the first trickle of clean water dribbled out of the ground. After an 18-month effort to clear out 3,000 tonnes of rubbish and restore the stone walls and adjacent area, the 17th-century Bansilalpet stepwell had become a source of clean drinking water for the first time in four decades.
“It was such a joyous moment to see water collecting into the stepwell after clearing 40 years of garbage,” says Hajira Adeeb, a 45-year-old resident of Bansilalpet, who grew up seeing the well become transformed from the community’s water source to a dumping ground. “I visit almost every day. The area is clean and lit up in the evenings. I enjoy sitting there.”
Continue reading...
The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-02-26 00:00:19 (4 days ago)
Scrubs review – daft gags and volcanic fury bring the medical sitcom back from the dead
Fans of the hit noughties series will be delighted to see the original cast back at Sacred Heart hospital. But this reboot isn’t afraid to move with the times
Bill Lawrence is on a tear. This is the man who gave us Ted Lasso and Shrinking, and who is days away from launching Rooster, the Steve Carell sitcom that HBO already sees as the anchor to its comedy output. At this stage in his career, Lawrence could blow his nose and the contents of his tissue would become a beloved heartwarming comedy series.
So it’s interesting that, of all his available options, Lawrence has instead decided to revive Scrubs. It’s a show with a big footprint – when Friends ended, you could argue that it became the biggest sitcom on Earth – but it still felt very much of its time. It was a medical comedy that not only derived a lot of its laughs from Family Guy-style cutaway skits, back when they counted as new and exciting, but also had more than one character who specialised in baroque cruelty, which doesn’t seem particularly on-brand for Lawrence any more. Ted Lasso would never.
Continue reading...
The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-02-26 00:00:19 (4 days ago)
Look to Italy to see how the dangerous idea of ‘remigration’ is taking root in Europe | David Broder
To even be talking about this drastic deportation policy is a sign the far right is winning. In Italy, it’s more than just talk
Meeting Tommy Robinson earlier this month, the French anti-immigration politician Éric Zemmour bluntly summed up his mission: “Politics needs to defeat demographics.” Given rising numbers of Muslims, he said, there was perhaps “10 to 20 years” left to save Europe from “disappearing”. Both men placed their hopes in one policy to reverse the “invasion”: remigration.
At root, remigration means using mass deportations in order to curtail minority – especially Muslim – populations. In France’s 2022 presidential election, Zemmour pledged the creation of a “ministry of remigration” meant to remove “1 million” people, targeting undocumented and dual-national criminals. In practice, supporters of the idea often blur distinctions between criminals and non-criminals, longer-standing citizens and recent migrants, the undocumented and those with settled status.
David Broder is the author of Mussolini’s Grandchildren: Fascism In Contemporary Italy
Continue reading...
The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-02-26 00:00:18 (4 days ago)
‘Any other child would have died’: the miraculous survival of Nada Itrab
After a nine-year-old girl was kidnapped and taken from Spain to Bolivia, authorities feared the worst. They found her in the rainforest nine months later – but that wasn’t the end of her ordeal
On 27 August 2013, a tall, spirited nine-year-old girl with long, well-brushed hair boarded an overnight coach in Barcelona. Nada Itrab was bright and observant. At school, she regularly came top of her class. Even now, she carried a notebook, eager to record the things she would discover on this trip. She had been given a camera, too – a cheap, lilac-coloured digital model which, since she was unused to luxuries, seemed to her like a treasure.
In eight hours, Nada would be at Barajas airport in the Spanish capital, Madrid. She would take her first flight, heading for Bolivia’s largest city, Santa Cruz de la Sierra. To her, the trip was an adventure, like something from the storybooks that she read at her local library in L’Hospitalet de Llobregat, a city just south of Barcelona. The daughter of undocumented immigrants from Morocco, Nada had lived there since she was four.
Continue reading...Current Page: 330