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Globo News - Mundo

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2026-07-13 14:17:49 (4 days ago)

Terremoto na Venezuela: número de mortos sobe para 4.561


Bombeiros voluntários do Rio Grande do Sul participaram de ajuda humanitária na Venezuela O número de mortos em decorrência do terremotos que atingiram Venezuela subiu para pelo menos 4.561, afirmou Jorge Rodríguez, presidente da Assembleia Nacional, neste segunda-feira (13). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O número de feridos permanece 16.740. Ao todo, 17,9 mil pessoas estão desalojadas, enquanto 20,2 mil estão em acampamentos. O terremoto duplo de magnitude 7,2 e 7,5, ocorrido em 24 de junho, atingiu especialmente a cidade litorânea de La Guaira, onde mais de 800 edifícios foram afetados, dos quais 190 desabaram. As equipes brasileiras que realizaram missão humanitária no país desembarcaram na sexta-feira (10) no Brasil. Os grupos atuaram no resgate de 14 sobreviventes, segundo Armin Braun, diretor do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. Cerca de 2,4 mil socorristas internacionais permanecem na Venezuela. Buscas por vítimas continuam entre os escombros de imóveis que desabaram. O governo venezuelano não divulga um número oficial de desaparecidos, mas dados reunidos por uma iniciativa pública indicam que há quase 30 mil pessoas sendo procuradas. Equipes de resgate trabalham no local de um complexo de edifícios que desabou após os terremotos de 24 de junho, em La Guaira, Venezuela REUTERS/Ricardo Arduengo

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Daily Sabah - World News

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2026-07-13 14:15:00 (4 days ago)

Yemen govt claims attack on Sanaa airport, Houthis target Saudi Arabia

Yemen's Iran-backed Houthis targeted Saudi Arabia on Monday, hours after the rebels accused the kingdom of attacking Sanaa airport, in what is seen as the biggest escalation b...

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Globo News - Mundo

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2026-07-13 14:14:13 (4 days ago)

Juíza anula acordo entre Trump e Receita Federal dos EUA que renderia benefícios fiscais ao presidente e o acusa de manipular o judiciário


Donald Trump REUTERS/Jonathan Ernst Uma juíza federal dos EUA anulou nesta segunda-feira (13) o acordo entre o presidente Donald Trump e a Receita Federal dos EUA (IRS, na sigla em inglês) que concedia a ele e suas empresas amplas proteções fiscais. Pelo acordo firmado em maio, o IRS seria obrigado a pedir desculpas a Trump e ficaria proibido de prosseguir com auditorias e possíveis cobranças de impostos ligadas a investigações já abertas contra o presidente, familiares e empresas dele. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A juíza distrital dos EUA em Miami Kathleen Williams acusou Trump de manipular o sistema judiciário ao processar uma agência federal sob seu próprio controle, contornando a exigência de que as partes em um processo tenham interesses conflitantes e preparando o terreno para um acordo. Williams concluiu que Trump e a Receita Federal, que ele supervisiona como presidente, não eram verdadeiramente adversários, como exige a Constituição dos EUA em processos cíveis. O acordo firmado entre Trump e o IRS também envolvia a criação de um fundo bilionário para reparar supostas "vítimas da instrumentalização do governo", que críticos apontam como uma forma de o republicano canalizar fundos do governo a seus apoiadores condenados por invadir o Capitólio em 6 de janeiro de 2021. Posteriormente, a ideia da criação do fundo foi abandonada. Agora no g1 "Esta ação nunca teve como objetivo uma das partes buscar a resolução judicial de uma questão legal ou de uma disputa factual", escreveu Williams. A juíza afirmou que, em vez disso, tratava-se de uma tentativa de "dar alguma legitimidade a um acordo para conferir imunidade a pessoas e entidades ligadas ao presidente e destinar bilhões de dólares dos contribuintes americanos para reparar danos não definidos em lei". A ordem judicial de Williams impede que qualquer uma das partes envolvidas no caso, incluindo Trump, seus filhos adultos e sua empresa homônima, se refira ao acordo ou cite quaisquer de seus termos em futuros processos judiciais. Sede do IRS, a Receita Federal dos EUA Photographs in the Carol M. Highsmith Archive/Bilblioteca do Congresso dos EUA Essa medida pode anular a parte do acordo que impede o IRS de realizar auditorias em reivindicações fiscais passadas envolvendo Trump ou suas empresas. O procurador-geral interino, Todd Blanche, já informou ao Congresso que o plano de um fundo de quase US$ 1,8 bilhão para indenizar vítimas da "instrumentalização" e da "guerra jurídica" do governo — termos que Trump usa há tempos para descrever processos judiciais contra ele e seus aliados — não prosseguirá. Pedido de US$ 10 bi Trump processou o IRS em janeiro, acusando a agência de não ter feito o suficiente para impedir o vazamento de suas declarações de imposto de renda durante seu primeiro mandato e inicialmente buscando US$ 10 bilhões (R$ 51,5 bilhões, na cotação atual). O acordo intermediado em maio entre os advogados pessoais de Trump e altos funcionários do Departamento de Justiça levou Trump a desistir do processo em troca de amplas proteções fiscais e da criação do "fundo de instrumentalização". O acordo foi alvo de duras críticas por parte de diversos setores, incluindo alguns parlamentares republicanos, que acusaram o governo Trump de agir em benefício próprio e de desviar dinheiro dos contribuintes para aliados políticos. Um porta-voz da equipe jurídica de Trump não comentou diretamente a decisão do tribunal, mas reiterou as alegações de que os registros fiscais de Trump foram vazados indevidamente e afirmou que o presidente "continua responsabilizando aqueles que prejudicam a América e os americanos". Um porta-voz do Departamento de Justiça não respondeu de imediato a um pedido de comentário da agência Reuters.

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Fox News - Video

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2026-07-13 14:12:27 (4 days ago)

Florida woman wanted in death of man found buried in shallow grave

Isabelle Johnson, 38, is facing a murder charge in the death of 43-year-old Jason Christopher Coulthart and has been evading law enforcement, authorities said. (Walton County Sheriff's Office)

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New York Times - World News

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2026-07-13 14:10:21 (4 days ago)

Trump’s Threat to Impose Fees in the Strait of Hormuz Contradicts His Aides

President Trump said the United States could collect tolls or fees, despite Vice President JD Vance and Secretary of State Marco Rubio saying no country could do so.

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South China Morning Post - World News

South China Morning Post - World News

2026-07-13 14:09:10 (4 days ago)

Shein executive chairman to step down as IPO nears completion, sources say

Shein Executive Chairman Donald Tang will step down as his mission of taking the company public nears completion, three sources with direct knowledge of the matter said on Monday, retreating to an advisory role after three years as the public face of the global fast-fashion retailer. A Chinese-American billionaire who began his career in banking, Tang has acted as the Western proxy of ‌secretive Shein founder Sky Xu, liaising with politicians and regulators around the world while also...

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Al Jazeera - Top Stories

Al Jazeera - Top Stories

2026-07-13 14:08:26 (4 days ago)

UK to list Iran’s IRGC as ‘terror’ threat

London debuts new powers targeting state proxies after accusing Iranian outfit of engineering anti-Semitic attacks.

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Fox News - Video

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2026-07-13 14:07:33 (4 days ago)

‘It’s horrific’: NC House candidate rips border failures after illegal immigrant charged in child’s death

North Carolina Republican congressional candidate Laurie Buckhout sounds off on the illegal immigration crisis hitting home after a young girl was killed in a car wreck caused by a previously-deported Mexican national.

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Globo News - Mundo

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2026-07-13 14:00:00 (4 days ago)

Marinha dos EUA diz que bloqueio no Estreito de Ormuz começará na terça-feira


Trump diz que EUA serão guardiões do Estreito de Ormuz e que país deve ser pago por isso Após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar que pretende tomar o controle do Estreito de Ormuz, a Marinha norte-americana anunciou nesta segunda-feira (13) que voltará a bloquear a entrada do estreito. O novo bloqueio naval, segundo um comunicado da Marinha dos EUA, entrará em vigor a partir da noite de terça-feira (14). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp ➡️ Durante a guerra no Oriente Médio, navios militares dos EUA fizeram um bloqueio naval na entrada do Estreito de Ormuz, no Golfo Pérsico, a qualquer embarcação iraniana, transportando produtos iranianos ou que tivesse origem ou destino em portos iranianos. O bloqueio foi uma retaliação ao fechamento do Irã no Estreito de Ormuz, na prática controlado por Teerã. Desta vez, segundo o comunicado da Marinha, o bloqueio será feito ao longo de toda a costa do Irã, com o intuito de reprimir o tráfego de embarcações de qualquer porto ou terminal de petróleo iranianos. A Marinha norte-americana disse que o "trânsito neutro" será liberado, assim como navios com suprimentos humanitários. Todas as embarcações, no entanto, serão submetidas a inspeções por militares. 👉 O levantamento do bloqueio naval norte-americano na entrada do Estreito de Ormuz era um dos pontos do acordo de paz entre EUA e Irã que as duas partes assinaram em junho. Trump diz que tomará o controle de Ormuz Também nesta segunda-feira, Donald Trump afirmou que vai "tomar o controle do Estreito de Ormuz". Em entrevista à emissora americana Fox News, Trump disse que os EUA serão "os guardiões do estreito" e que deveriam ser "reembolsados" caso liberem a via marítima. "Vamos manter o estreito e provavelmente vamos administrá-lo. Nos tornaremos os guardiões do estreito. Talvez possamos chamá-lo de anjo da guarda do estreito. E deveríamos ser reembolsados ​​por isso", disse ele em uma entrevista por telefone no programa "Fox & Friends", condenando as autoridades iranianas: "Tínhamos um acordo e eles o quebraram. São um grupo de pessoas ruins". A fala de Trump contrasta com declarações feitas por ele em junho, dizendo que não haveria cobrança de pedágio no Estreito de Ormuz. Pouco depois, em post na rede Truth Social, ele falou que cobrará o valor de 20% de toda carga que passar pela rota. "O Estreito de Ormuz está aberto e permanecerá aberto, com ou sem o Irã. Estamos restabelecendo o bloqueio iraniano, assim denominado porque impede apenas a entrada e saída de navios ou clientes iranianos", escreveu. "Todos os outros países terão uso livre e irrestrito do Estreito. Os EUA serão, a partir deste momento, conhecidos como 'o guardião do Estreito de Ormuz', mas, como tal, e por uma questão de JUSTIÇA, serão reembolsados ​​em 20% de toda a carga transportada, por todos os custos necessários para garantir a segurança desta região tão instável do mundo", completou Trump. 💡 O Estreito de Ormuz é um corredor marítimo de cerca de 50 quilômetros de largura que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao Oceano Índico. Antes da guerra, cerca de 20% de todo o petróleo e gás comercializado no mundo passava pela área. 💡 Contexto: o memorando de paz assinado por EUA e Irã — e agora deixado de lado — previa que a via marítima fosse reaberta, sem qualquer cobrança durante 60 dias. Nesse período, Irã, Omã e países do Golfo deveriam negociar a futura administração da via. Donald Trump REUTERS/Jonathan Ernst Irã rebate Trump A declaração do presidente dos Estados Unidos foi imediatamente rebatida pelo comando militar do Irã, que afirmou que "não permitirá que os EUA intervenham na administração" de Ormuz. "O Irã não permitirá que os EUA intervenham na administração do Estreito de Ormuz. Qualquer tentativa dos EUA de transitar pelo estreito sem a autorização iraniana será fortemente contestada", afirma comunicado, que ainda traz um alerta aos países vizinhos: "Aos líderes dos países da região, qualquer cooperação com os EUA será considerada guerra contra o Irã". A Guarda Revolucionária iraniana também se pronunciou e declarou que continua afirmando sua "autoridade e controle sobre o Estreito de Ormuz". "Ao interferir no Estreito de Ormuz, os EUA colocaram em sério risco a segurança do fornecimento global de petróleo e gás", ameaçou o porta-voz. Irã diz que estreito está fechado, EUA negam Embarcações no Estreito de Ormuz, vistas de Musandam, Omã REUTERS / Stringer Segundo o Irã, o Estreito de Ormuz voltou a ser fechado no sábado (11). Os EUA, tanto Trump quanto o comando militar que atua na região, negam. O anúncio foi feito por Teerã depois de os EUA anunciarem ter atacado 140 alvos militares iranianos nas últimas 24 horas, totalizando mais de 300 durante três noites de ataques. O objetivo da ofensiva, afirmou o Comando Central dos EUA em comunicado, era retaliar ataques feitos pelo Irã a embarcações. A Guarda Revolucionária iraniana confirmou que disparou tiros de advertência e alertou: "Várias embarcações tentaram seguir uma rota não autorizada e ignoraram nossos avisos e sinais. Uma embarcação que comprometeu a segurança marítima ao desativar seus sistemas foi atingida por tiros de advertência e detida", declarou a Guarda Revolucionária, acrescentando: "O Estreito de Ormuz permanecerá fechado até segunda ordem e até a conclusão das operações dos EUA na região. Nenhuma embarcação terá permissão para passar". Trump diz que Irã concordou com acordo, abrindo mão de armas nucleares, antes de ataque de drone no Estreito de Ormuz EUA lançam novos ataques contra o Irã Neste domingo (12), os Estados Unidos realizaram uma nova rodada de ataques contra o Irã. Segundo os militares americanos, o objetivo é continuar degradando a capacidade do país de atacar embarcações que transitam por Ormuz. Em resposta à ação, Teerã reagiu com ataques contra Bahrein, Kuwait, Catar, Jordânia e Omã — países da região que abrigam instalações militares americanas ou têm papel estratégico no tráfego marítimo. “A era dos acordos unilaterais acabou”, escreveu Mohammad Bagher Qalibaf, presidente do Parlamento iraniano e um dos principais negociadores do país. “Nós dissemos: cumpra sua palavra ou pague o preço. A realidade está batendo à porta". Entenda a sequência de ataques

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Fox News - Health

Fox News - Health

2026-07-13 13:59:14 (4 days ago)

Microwaved squishy toy explodes onto boy's face and chest amid viral trend, causing horrific burns

A viral TikTok trend showing people microwaving NeeDoh stress balls led to an Alabama boy getting third-degree burns after hot gel exploded on his neck.

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The Guardian - World News

The Guardian - World News

2026-07-13 13:59:10 (4 days ago)

Airline pilot skywrites ‘I’m bored’ over north-west England

Pilot took off from Liverpool and spent 20 minutes tracing out phrase that was captured on flight-tracking website

A mischievous airline pilot spelled out his tedium by skywriting “I’m bored” over an estuary in north-west England.

The message was captured on the airline tracking website Flightradar24.

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Fox News - Video

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2026-07-13 13:57:57 (4 days ago)

South Carolina set to name Lindsey Graham's interim replacement

Fox News chief congressional correspondent Chad Pergram joins 'America Reports' to break down the bipartisan legacy of the late Senator Lindsey Graham and the shifting legislative math ahead of South Carolina Gov. Henry McMaster's succession pick.

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