Globo News - Mundo
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2026-07-17 09:52:34 (5 days ago)
Acusações falsas sobre fraude eleitoral e Venezuela reaparecem em discurso de Trump

Trump alega interferência da China em eleição de 2020
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, retomou alegações já desmentidas sobre fraude e interferência estrangeira nas eleições de 2020 ao afirmar, em um discurso na quinta-feira (16), que a China roubou milhões de registros de eleitores e sugerir que a Venezuela poderia manipular as máquinas de votação americanas.
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A Casa Branca retirou o sigilo de documentos de inteligência enquanto Trump reforçava sua alegação de que a eleição perdida para Joe Biden em 2020 lhe foi "roubada", algo que nunca foi comprovado.
Mais de 60 ações judiciais não encontraram evidências de fraude capazes de alterar o resultado daquela eleição. Autoridades eleitorais e integrantes da própria administração Trump rejeitaram repetidamente essas alegações.
Rick Hasen, especialista em direito eleitoral da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), afirmou à AFP que o discurso de Trump consistiu principalmente em "alegações recicladas e já desmentidas".
Logo no começo da manhã desta sexta-feira (17), a China e a Rússia se pronunciaram negando qualquer tentativa de interferência nas eleições dos EUA; confira abaixo:
China rebate Trump e nega interferência nas eleições dos EUA
Rússia rejeita acusações de interferência nas eleições americanas
O presidente dos EUA, Donald Trump, durante um pronunciamento à nação no Salão Leste da Casa Branca, em Washington
SAUL LOEB/Pool via REUTERS
Veja, a seguir, uma verificação de algumas das afirmações de Trump:
Dados comprometidos pela China
Trump acusou Pequim de promover "o maior ataque hacker a dados eleitorais da história, que resultou na aquisição ilegal, pela China, de 220 milhões de registros de eleitores americanos".
Posteriormente, afirmou que o país asiático tentou "produzir cédulas ilegais em favor de Joe Biden".
Nos Estados Unidos, porém, os registros eleitorais são, em grande parte, informações públicas que os estados são obrigados a manter e que são regularmente comercializadas.
Um relatório divulgado em março de 2021, elaborado pelas principais agências de inteligência americanas, concluiu que "não havia indícios de que qualquer agente estrangeiro tenha tentado alterar qualquer aspecto técnico do processo de votação".
O documento também indicou que as agências concluíram, com "alto grau de confiança", que a China "não realizou ações de interferência e considerou, mas não executou, ações de influência destinadas a alterar o resultado".
Uma avaliação independente do governo chegou de forma semelhante à conclusão de que não havia "evidência de que qualquer agente vinculado a um governo estrangeiro" tenha comprometido a eleição.
Uma conspiração desse tipo para criar milhares de eleitores falsos exigiria registros fraudulentos da Previdência Social, endereços residenciais e documentos de identificação, tudo isso sem ser detectado, escreveu na rede social X o ex-responsável pelo registro eleitoral do condado de Maricopa, Stephen Richer.
Venezuela
Trump também afirmou que as eleições da Venezuela foram fraudadas sob o governo do presidente Nicolás Maduro e sugeriu que as máquinas de votação dos Estados Unidos seriam vulneráveis a manipulações semelhantes.
Os comentários retomaram teorias conspiratórias promovidas por aliados de Trump em 2020, segundo as quais haveria um complô venezuelano para alterar votos americanos por meio da empresa de tecnologia eleitoral Smartmatic.
A Smartmatic, cuja tecnologia foi usada apenas em um único condado sem disputa relevante durante as eleições de 2020, posteriormente obteve acordos judiciais e vitórias em ações por difamação relacionadas a essas alegações falsas.
Documentos divulgados pela Casa Branca na quinta-feira indicam que autoridades venezuelanas "desenvolveram um interesse constante e provavelmente alguma capacidade para manipular sistemas eletrônicos de votação", mas que as informações de inteligência "não confirmaram de forma definitiva a ocorrência de fraude eletrônica em larga escala em eleições específicas na Venezuela".
Os documentos acrescentam que "nem a Smartmatic nem o governo venezuelano tinham capacidade" para "manipular de forma previsível o resultado de uma eleição fora da Venezuela".
"Nada do que foi apresentado mostra evidências de qualquer manipulação eleitoral", declarou à AFP Charles Stewart, especialista em eleições do Instituto de Tecnologia d Massachusetts (MIT).
Eleitores não cidadãos
Trump também afirmou que centenas de milhares de pessoas sem cidadania americana estavam registradas para votar.
O voto de não cidadãos é ilegal e, segundo auditorias eleitorais e investigações independentes, casos desse tipo são extremamente raros.
Além disso, existem diversas salvaguardas destinadas a impedir que pessoas sem cidadania americana votem.
Al Jazeera - Top Stories
Al Jazeera - Top Stories
2026-07-17 09:51:18 (5 days ago)
Burnham confirmed as leader of UK’s governing Labour Party, headed for PM
Andy Burnham set to become UK prime minister but faces challenges including the cost of living crisis and two wars.
Times of Israel - World News
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2026-07-17 09:50:55 (5 days ago)
UK police charge man over suspected collaborating with Iranian intelligence
UK officials have repeatedly warned that Iran seeks to use criminal proxies to carry out hostile activity in the country; arrest comes days after ban of IRGC, Iran-backed group
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Fox News - Politics
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2026-07-17 09:49:04 (5 days ago)
Company of 'Squad' member's husband lands $2B contract from blue state for new courthouse
Rejected bidders allege conflicts of interest tainted the nearly $2 billion Springfield courthouse deal involving Ayanna Pressley's husband's firm.
France 24 - World News
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2026-07-17 09:49:02 (5 days ago)
'Not a big deal': Amid protests, Venice's new mayor welcomes US ambassador's 117m superyacht visit
François Picard is pleased to welcome Venice's new mayor, Simone Venturini, just one month into office, He offers a unique governing philosophy rooted in balancing contradictions rather than embracing absolutes. His central argument is that Venice cannot be understood merely as an open-air museum threatened by mass tourism, nor simply as a global cultural icon. Instead, he portrays it as a living, breathing city that must simultaneously preserve its fragile heritage, remain open to international exchange, and reinvent its economic future.
Al Jazeera - Top Stories
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2026-07-17 09:47:38 (5 days ago)
China’s Xi Jinping launches new AI alliance: What is it?
Beijing is likely to use the WAICO alliance to influence global AI regulations, analysts say.
Times of Israel - World News
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2026-07-17 09:44:58 (5 days ago)
First US prison synagogue stages new exhibit with story of Jewish inmates who built it
Dedicated in 1929, the chapel at Eastern State Penitentiary reflects America's dynamic Jewish history as crime, conversion, community and immigration converged some 100 years ago
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Globo News - Mundo
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2026-07-17 09:43:35 (5 days ago)
A voz que acordou o Brasil: como Renato Machado moldou a identidade do Bom Dia Brasil

Renato Machado esteve à frente da bancada do Bom Dia Brasil durante 15 anos
Como âncora, editor-chefe e, mais tarde, correspondente em Londres, Renato Machado ajudou a construir a identidade do Bom Dia Brasil e transformou a maneira de fazer telejornalismo nas manhãs da TV Globo.
Durante 15 anos, o Brasil se acostumou a começar o dia com a saudação que virou marca registrada.
Uma voz serena para anunciar notícias que, muitas vezes, mudaram a história.
Em 1996, Renato assumiu a editoria-chefe do Bom Dia Brasil. A nova função mudou completamente a rotina: passou a dormir às oito da noite e trocou os jantares com amigos por almoços. Mas a transformação foi muito além da vida pessoal. Sob seu comando, o telejornal ganhou um novo formato e consolidou um jeito de informar que se tornaria referência.
Renato acompanhou todas as fases de crescimento do jornal.
"Foi muito importante ver que esse horário se solidificou, ganhou audiência e se tornou um hábito do brasileiro: acordar e ver notícia", disse Renato em entrevista ao Memória Globo.
Para colegas que participaram dessa transformação, foi ele quem definiu o DNA do programa.
"Ele fez o Bom Dia Brasil como nós entendemos hoje: um jornal da manhã cheio de notícia, de ritmo e de eletricidade", diz a comentarista do Bom dia Brasil, Miriam Leitão.
A proposta era ousada para a época.
"O Renato dizia que aquele seria o balão de ensaio do jornalismo do século XXI. E estamos falando de 1996", contou Leilane Neubarth, ex-apresentadora do Bom Dia Brasil.
Rigor na apuração, compromisso com a verdade e informação isenta eram princípios inegociáveis. Ao mesmo tempo, Renato abriu espaço para um telejornal mais leve, com quadros sobre cinema, gastronomia e comportamento.
Apaixonado por música clássica, também sabia a importância de ouvir. Ao longo da carreira, conduziu entrevistas com personalidades dos mais diferentes universos: escritores, músicos, artistas e candidatos à Presidência da República passaram pelo estúdio do Bom Dia Brasil.
Entre quem trabalhou ao lado dele, há um consenso: a elegância que transmitia no ar era a mesma com que tratava a equipe.
"Ele cobrava muito, mas sempre com educação. Tinha um cuidado enorme com a notícia e com a apuração."
"O Bom Dia Brasil era a cara do Renato Machado. Um programa sério, variado, extremamente caprichado. Aprendi muito com ele."
"Como chefe, ele era um bom amigo. No meu primeiro dia, me recebeu com flores."
Renato também fazia questão de dividir os méritos com quem estava nos bastidores.
"Televisão não se faz sozinho. Toda a equipe estava mobilizada. Editores, técnicos, pessoal de estúdio... todo mundo fez o seu melhor."
Em 2011, deixou a bancada para assumir a função de correspondente em Londres. Mesmo do outro lado do oceano, continuou presente nas manhãs do Bom Dia Brasil.
Para quem conviveu diariamente com ele, ficaram as lições de precisão, concisão e leveza na escrita.
Uma das marcas de sua passagem pelo telejornal foi o quadro "Imagens da Semana", que reunia duas de suas grandes paixões: jornalismo e música. Dois meses antes de morrer, Renato recebeu a equipe em casa para anunciar a volta do quadro às redes sociais do Bom Dia Brasil.
"Podemos?"
"Podemos."
A proposta permanecia a mesma de sempre.
"Era uma maneira de recapitular a semana e, ao mesmo tempo, preparar as pessoas para o dia que estava começando."
E, como durante tantos anos, se despedia da audiência da forma que virou sua assinatura:
"Tenham todos um bom fim de semana. E bom descanso."
Renato Machado esteve à frente da bancada do Bom Dia Brasil durante 15 anos
Reprodução/TV Globo
Fox News - Video
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2026-07-17 09:43:27 (5 days ago)
Phillies, Mets players not thrilled with playing in unhealthy air quality
Members of the Philadelphia Phillies and New York Mets were not pleased with playing in unhealthy air quality on Thursday night. (This video contains AI-assisted content.)
The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-07-17 09:42:25 (5 days ago)
Dismissal of Ukraine’s defence minister highlights wider issues for Zelenskyy
Mykhailo Fedorov, celebrated by many for innovative, tech-driven approach, was sidelined for military old guard
Volodomyr Zelenskyy’s abrupt dismissal of Ukraine’s youthful and innovative defence minister, Mykhailo Fedorov, at precisely the moment Kyiv appeared to be gaining advantages in several spheres of its war with Russia has exposed, not for the first time, a troubling flaw in the president’s leadership.
The move, which has startled senior European officials and caused consternation, and demonstrations, in Ukraine, is all the more shocking given Fedorov’s role in pushing a clear strategy to prosecute the war, leveraging Ukraine’s rapidly developing technological advances in drone and missile technology.
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New York Times - World News
Fox News - Video
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2026-07-17 09:36:40 (5 days ago)
US missile strikes blast Iranian targets
U.S. missile strikes hammer Iranian targets in a July 16, 2026, video shared by U.S. Central Command.
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