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Fox News - Sports

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2026-07-18 07:15:36 (5 days ago)

Tom Brady, Logan Paul get into heated confrontation at Fanatics Fest in New York

Tom Brady attempted to slap Logan Paul on stage at Fanatics Fest after being roasted about his flag football loss, escalating their ongoing feud.

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France 24 - World News

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2026-07-18 07:14:43 (5 days ago)

Ethiopian Drill explodes on the streets of Addis Ababa

Last year, the aggressive genre of Drill could only be heard on social media in Ethiopia. But over the last few months the fast-paced, often matched with violent lyrics, style of hip hop has exploded on the streets of Addis Ababa, taking over mainstream bars and nightclubs. For some, its rapid popularity is due to Gen Z's lack of political and economic certainty. But Ethiopia remains a very conservative country, and not everyone is a fan of Drill. This report by our correspondent Tom Canetti.

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Al Jazeera - Top Stories

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2026-07-18 07:10:09 (5 days ago)

Ukrainian drone attacks on Russia kill at least 8, wound dozens

Russian officials say strikes on retailer's warehouses caused civilian casualties; Kyiv says sites used to make drones.

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France 24 - World News

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2026-07-18 07:09:57 (5 days ago)

Ethiopia: New refugee support centre opens in Addis Ababa

The UN refugee agency and the Ethiopian government have opened a new support centre in Addis Ababa to provide refugees with free legal advice and access to essential services. The initiative aims to help refugees navigate bureaucracy, obtain vital documents and improve their chances of finding work. Ethiopia hosts more than one million refugees, making it Africa's third-largest refugee-hosting country. Tom Canetti reports from Addis Ababa.

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Le Monde - World News

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2026-07-18 07:06:20 (5 days ago)

French court sentences Freemason criminal masterminds to up to 30 years in prison

After more than three months of hearings in a case involving a murder, two attempted murders and several violent assaults, 22 defendants involved in the criminal activities linked to a Masonic lodge in the Paris region heard the verdicts of a special court of the French capital on Friday.

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Fox News - Video

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2026-07-18 07:03:41 (5 days ago)

Former Democrat says he left party over its extreme left shift

Former Democrat Jahmiel Jackson explains his departure from the Democratic Party, citing its shift towards the extreme left. He critiques controversial speakers like Hasan Piker, who blends economic populism with radical social policies.

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Globo News - Mundo

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2026-07-18 07:01:47 (5 days ago)

PF aciona Interpol para rastrear bens de Vorcaro nos EUA e Europa


PF: Vorcaro oferecia R$ 2 mi a influenciadores para ataques ao Banco Central A Polícia Federal (PF) acionou a Interpol para tentar localizar bens e ativos do empresário Daniel Vorcaro na América do Norte e na Europa, em uma nova frente da investigação que apura um suposto esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e outros crimes envolvendo o Banco Master. A medida, que vinha sendo estudada há alguns meses, foi confirmada por investigadores familiarizados com o caso ouvidos pela BBC News Brasil em caráter reservado. Segundo os investigadores da PF, a solicitação à Interpol foi feita por meio de uma ferramenta conhecida como "Silver Notice" (Alerta Prata, em tradução literal do inglês). Trata-se de um mecanismo da Interpol implementado recentemente pela organização e que é voltado ao rastreamento internacional de bens ligados a pessoas investigadas ou condenadas por crimes financeiros. A expectativa entre os investigadores é de que Vorcaro tenha um patrimônio milionário espalhado por diversos países, fruto, em parte, das atividades supostamente criminosas que ele desempenhou à frente do conglomerado liderado pelo Banco Master. O colapso do grupo comandado por ele, que inclui pelo menos três instituições financeiras, deixou um rombo de R$ 52 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC). A notificação à Interpol pede que autoridades policiais dos países-alvo informem a existência de imóveis, empresas, contas bancárias, embarcações, aeronaves ou outros ativos eventualmente registrados em nome do investigado ou vinculados a ele por meio de empresas. Segundo a PF, essas informações podem subsidiar futuras medidas de bloqueio, confisco e repatriação de patrimônio de Vorcaro caso a Justiça determine que esses bens tenham origem ilícita. Ainda de acordo com os investigadores, os países-alvo do pedido ainda não informaram sobre quais bens e ativos foram identificados. A PF suspeita que parte do patrimônio de Daniel Vorcaro tenha sido pulverizado em propriedades e fundos de investimento em diversos países, inclusive paraísos fiscais. O temor da PF é que Vorcaro consiga blindar esse patrimônio ao longo do tempo, seja vendendo propriedades seja colocando-o em nome de outras pessoas. A BBC News Brasil enviou perguntas à defesa de Daniel Vorcaro, mas não recebeu respostas. Vorcaro está preso preventivamente em uma unidade prisional de Brasília Reprodução/ Esfera Brasil no YouTube Patrimônio pulverizado O paradeiro dos bens de Daniel Vorcaro tornou-se um dos principais objetivos da Polícia Federal desde o avanço das investigações da Operação Compliance Zero, deflagrada em novembro de 2025. Desde que assumiu o comando do Banco Master, em 2019, Vorcaro ficou conhecido por ostentar um padrão de vida luxuoso com direito a festas milionárias em destinos europeus, mansões em Brasília e apartamentos de alto padrão em São Paulo. Documentos apontam, por exemplo, que, em 2021, Vorcaro realizou uma festa de aniversário para a sua filha em uma ilha particular nas Bahamas ao custo de aproximadamente R$ 5 milhões. Documentos indicam ainda que, em setembro de 2023, Vorcaro fez uma festa em Taormina, na Sicília, e desembolsou R$ 363,2 milhões entre a produção, acomodações, hospedagens e contratação de artistas como Coldplay e Michael Bublé. Dados divulgados durante a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS mostraram que, em 2024, Vorcaro tinha um patrimônio de R$ 2,4 bilhões declarados à Receita Federal. Investigadores ouvidos pela BBC News Brasil, no entanto, avaliam que os bens do banqueiro possam ser muito superiores a esse valor. De acordo com eles, identificar a extensão e a localização do patrimônio do empresário é considerado fundamental diante da dimensão financeira do caso. Segundo pessoas ligadas ao caso, liquidantes responsáveis por procedimentos envolvendo empresas relacionadas ao grupo de Vorcaro no exterior já apontaram a existência de propriedades de alto valor atribuídas ao empresário nos Estados Unidos. Um exemplo é uma mansão avaliada em R$ 180 milhões na Flórida que, segundo o jornal O Estado de S. Paulo, teria sido alvo de uma tentativa de venda por parte do pai do banqueiro, Henrique Vorcaro, que também é investigado pela Operação Compliance Zero. A transação, segundo o jornal, foi identificada pelo liquidante do banco, a EFB Regimes Especiais, com base em informações colhidas nos Estados Unidos. Investigadores afirmam, porém, que ainda não há um mapa completo dos ativos eventualmente mantidos fora do Brasil. É justamente essa lacuna que a Polícia Federal pretende reduzir com a ajuda da Interpol e foi esse um dos principais pontos que barrou o avanço de um acordo de colaboração premiada entre Vorcaro, a PF e a Procuradoria-Geral da República (PGR). Segundo investigadores ouvidos pela BBC News Brasil, durante as negociações para o acordo, Vorcaro não teria colaborado fornecendo a localização de partes de seu patrimônio. Sem consenso sobre esse tema, a colaboração não avançou e hoje, Vorcaro, continua preso em uma penitenciária de Brasília. A difusão da "Silver Notice" é a segunda frente de investigação sobre o patrimônio de Vorcaro no exterior. Em abril, a Justiça dos Estados Unidos havia autorizado o liquidante do banco realize consultas a instituições financeiras norte-americanas em busca de ativos vinculados ao banqueiro. A decisão permitiu a busca por imóveis, dinheiro em fundos de investimentos e até mesmo obras de arte. Vorcaro assumiu o controle do Banco Master em 2019 Bloomberg via Getty Images Cronologia do caso O caso envolvendo Daniel Vorcaro eclodiu no dia 18 de novembro de 2025, quando a PF deflagrou a primeira fase da Operação Compliance Zero. Naquele dia, ele foi preso pela primeira vez. Na mesma ocasião, o Banco Central anunciou a liquidação do Master e de outras duas instituições financeiras vinculadas a ele. Vorcaro foi solto no final de novembro, após uma decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), mas foi preso novamente em março de 2026, durante a terceira fase da operação. Desde então, ele permanece preso. A investigação apura supostos crimes contra o sistema financeiro nacional envolvendo a tentativa de venda de ativos do Master para o Banco de Brasília (BRB) por R$ 12 bilhões. Essa venda, segundo as investigações, era uma tentativa de salvar o Master, que enfrentava dificuldades para saldar seus compromissos com milhões de investidores. Durante o negócio, o Master teria tentado vender ativos supervalorizados ou sem lastro para o banco público. Ao longo das investigações, a PF identificou, também, suspeitas de que o Master mantinha um esquema de captação irregular de investimentos feitos por Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS), fundos que recebem contribuições de servidores públicos em diferentes Estados e cidades do Brasil para garantir as suas aposentadorias. As suspeitas são de que esses investimentos teriam sido feitos por pressão política de pessoas próximas a Vorcaro. Em depoimentos e manifestações à Justiça, a defesa do banqueiro vem negando o cometimento desses crimes. As investigações sobre o caso também alcançaram suas supostas relações com políticos e integrantes do Judiciário, entre eles os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Toffoli deixou a relatoria do caso no STF em fevereiro, depois de pedir a redistribuição do processo. A decisão ocorreu após questionamentos sobre sua ligação com uma empresa familiar da qual é sócio, que teve parte de sua participação vendida, em 2021, a um fundo controlado por Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro. O ministro afirmou que jamais recebeu qualquer valor de Vorcaro ou de Zettel, que não conhece o gestor do fundo e que nunca manteve relação de amizade com o banqueiro. O ministro André Mendonça foi sorteado e assumiu a relatoria do caso. À época, o STF afirmou, em nota assinada pelos dez ministros da Corte, que não havia motivo para declarar a suspeição de Toffoli. A nota também informou que o pedido de redistribuição havia sido feito pelo próprio ministro e acolhido pela Presidência do tribunal, "considerados os altos interesses institucionais". Moraes também foi alvo de questionamentos após reportagens revelarem um contrato de R$ 129 milhões entre o Banco Master e o escritório de advocacia de sua esposa, apontarem supostas trocas de mensagens entre o ministro e Daniel Vorcaro e relatarem contatos com o presidente do Banco Central. Em nota, o STF negou que Moraes tenha tratado do Banco Master com o BC e afirmou que uma análise técnica dos dados telemáticos de Vorcaro concluiu que as mensagens atribuídas ao ministro "não conferem com os contatos do ministro Alexandre de Moraes". As investigações também avançaram sobre as relações do banqueiro com os senadores Ciro Nogueira (PP-PI), Jaques Wagner (PT-BA) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A PF investiga supostas vantagens econômicas pagas por Vorcaro ou pessoas e empresas próximas a ele aos parlamentares. No caso de Ciro Nogueira, a PF investiga se o senador teria apresentado uma emenda parlamentar que beneficiaria os negócios do banqueiro em troca de presentes e o pagamento de despesas como viagens, além de uma suposta mesada. Ciro e sua defesa negam as suspeitas. No caso do senador petista, a PF apura a suposta ligação dele com o também banqueiro Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro. As suspeitas recaem sobre um apartamento de R$ 2,5 milhões de Wagner em Salvador. As suspeitas são de que as vantagens teriam sido pagas em troca de apoio parlamentar a projetos que beneficiariam o Master. Wagner nega ter praticado qualquer irregularidade. Outro desdobramento envolve o senador Flávio Bolsonaro, que, segundo o site The Intercept Brasil, pediu US$ 24 milhões — cerca de R$ 134 milhões — a Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro. Flávio afirma que a relação era exclusivamente comercial e que cobrava parcelas atrasadas de um patrocínio legal. A BBC News Brasil procurou a defesa do banqueiro para comentar a difusão prateada feita pela Polícia Federal, mas não recebeu respostas.

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Globo News - Mundo

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2026-07-18 07:01:47 (5 days ago)

PF aciona Interpol para rastrear bens de Vorcaro nos EUA e Europa


PF: Vorcaro oferecia R$ 2 mi a influenciadores para ataques ao Banco Central A Polícia Federal (PF) acionou a Interpol para tentar localizar bens e ativos do empresário Daniel Vorcaro na América do Norte e na Europa, em uma nova frente da investigação que apura um suposto esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e outros crimes envolvendo o Banco Master. A medida, que vinha sendo estudada há alguns meses, foi confirmada por investigadores familiarizados com o caso ouvidos pela BBC News Brasil em caráter reservado. Segundo os investigadores da PF, a solicitação à Interpol foi feita por meio de uma ferramenta conhecida como "Silver Notice" (Alerta Prata, em tradução literal do inglês). Trata-se de um mecanismo da Interpol implementado recentemente pela organização e que é voltado ao rastreamento internacional de bens ligados a pessoas investigadas ou condenadas por crimes financeiros. A expectativa entre os investigadores é de que Vorcaro tenha um patrimônio milionário espalhado por diversos países, fruto, em parte, das atividades supostamente criminosas que ele desempenhou à frente do conglomerado liderado pelo Banco Master. O colapso do grupo comandado por ele, que inclui pelo menos três instituições financeiras, deixou um rombo de R$ 52 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC). A notificação à Interpol pede que autoridades policiais dos países-alvo informem a existência de imóveis, empresas, contas bancárias, embarcações, aeronaves ou outros ativos eventualmente registrados em nome do investigado ou vinculados a ele por meio de empresas. Segundo a PF, essas informações podem subsidiar futuras medidas de bloqueio, confisco e repatriação de patrimônio de Vorcaro caso a Justiça determine que esses bens tenham origem ilícita. Ainda de acordo com os investigadores, os países-alvo do pedido ainda não informaram sobre quais bens e ativos foram identificados. A PF suspeita que parte do patrimônio de Daniel Vorcaro tenha sido pulverizado em propriedades e fundos de investimento em diversos países, inclusive paraísos fiscais. O temor da PF é que Vorcaro consiga blindar esse patrimônio ao longo do tempo, seja vendendo propriedades seja colocando-o em nome de outras pessoas. A BBC News Brasil enviou perguntas à defesa de Daniel Vorcaro, mas não recebeu respostas. Vorcaro está preso preventivamente em uma unidade prisional de Brasília Reprodução/ Esfera Brasil no YouTube Patrimônio pulverizado O paradeiro dos bens de Daniel Vorcaro tornou-se um dos principais objetivos da Polícia Federal desde o avanço das investigações da Operação Compliance Zero, deflagrada em novembro de 2025. Desde que assumiu o comando do Banco Master, em 2019, Vorcaro ficou conhecido por ostentar um padrão de vida luxuoso com direito a festas milionárias em destinos europeus, mansões em Brasília e apartamentos de alto padrão em São Paulo. Documentos apontam, por exemplo, que, em 2021, Vorcaro realizou uma festa de aniversário para a sua filha em uma ilha particular nas Bahamas ao custo de aproximadamente R$ 5 milhões. Documentos indicam ainda que, em setembro de 2023, Vorcaro fez uma festa em Taormina, na Sicília, e desembolsou R$ 363,2 milhões entre a produção, acomodações, hospedagens e contratação de artistas como Coldplay e Michael Bublé. Dados divulgados durante a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS mostraram que, em 2024, Vorcaro tinha um patrimônio de R$ 2,4 bilhões declarados à Receita Federal. Investigadores ouvidos pela BBC News Brasil, no entanto, avaliam que os bens do banqueiro possam ser muito superiores a esse valor. De acordo com eles, identificar a extensão e a localização do patrimônio do empresário é considerado fundamental diante da dimensão financeira do caso. Segundo pessoas ligadas ao caso, liquidantes responsáveis por procedimentos envolvendo empresas relacionadas ao grupo de Vorcaro no exterior já apontaram a existência de propriedades de alto valor atribuídas ao empresário nos Estados Unidos. Um exemplo é uma mansão avaliada em R$ 180 milhões na Flórida que, segundo o jornal O Estado de S. Paulo, teria sido alvo de uma tentativa de venda por parte do pai do banqueiro, Henrique Vorcaro, que também é investigado pela Operação Compliance Zero. A transação, segundo o jornal, foi identificada pelo liquidante do banco, a EFB Regimes Especiais, com base em informações colhidas nos Estados Unidos. Investigadores afirmam, porém, que ainda não há um mapa completo dos ativos eventualmente mantidos fora do Brasil. É justamente essa lacuna que a Polícia Federal pretende reduzir com a ajuda da Interpol e foi esse um dos principais pontos que barrou o avanço de um acordo de colaboração premiada entre Vorcaro, a PF e a Procuradoria-Geral da República (PGR). Segundo investigadores ouvidos pela BBC News Brasil, durante as negociações para o acordo, Vorcaro não teria colaborado fornecendo a localização de partes de seu patrimônio. Sem consenso sobre esse tema, a colaboração não avançou e hoje, Vorcaro, continua preso em uma penitenciária de Brasília. A difusão da "Silver Notice" é a segunda frente de investigação sobre o patrimônio de Vorcaro no exterior. Em abril, a Justiça dos Estados Unidos havia autorizado o liquidante do banco realize consultas a instituições financeiras norte-americanas em busca de ativos vinculados ao banqueiro. A decisão permitiu a busca por imóveis, dinheiro em fundos de investimentos e até mesmo obras de arte. Vorcaro assumiu o controle do Banco Master em 2019 Bloomberg via Getty Images Cronologia do caso O caso envolvendo Daniel Vorcaro eclodiu no dia 18 de novembro de 2025, quando a PF deflagrou a primeira fase da Operação Compliance Zero. Naquele dia, ele foi preso pela primeira vez. Na mesma ocasião, o Banco Central anunciou a liquidação do Master e de outras duas instituições financeiras vinculadas a ele. Vorcaro foi solto no final de novembro, após uma decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), mas foi preso novamente em março de 2026, durante a terceira fase da operação. Desde então, ele permanece preso. A investigação apura supostos crimes contra o sistema financeiro nacional envolvendo a tentativa de venda de ativos do Master para o Banco de Brasília (BRB) por R$ 12 bilhões. Essa venda, segundo as investigações, era uma tentativa de salvar o Master, que enfrentava dificuldades para saldar seus compromissos com milhões de investidores. Durante o negócio, o Master teria tentado vender ativos supervalorizados ou sem lastro para o banco público. Ao longo das investigações, a PF identificou, também, suspeitas de que o Master mantinha um esquema de captação irregular de investimentos feitos por Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS), fundos que recebem contribuições de servidores públicos em diferentes Estados e cidades do Brasil para garantir as suas aposentadorias. As suspeitas são de que esses investimentos teriam sido feitos por pressão política de pessoas próximas a Vorcaro. Em depoimentos e manifestações à Justiça, a defesa do banqueiro vem negando o cometimento desses crimes. As investigações sobre o caso também alcançaram suas supostas relações com políticos e integrantes do Judiciário, entre eles os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Toffoli deixou a relatoria do caso no STF em fevereiro, depois de pedir a redistribuição do processo. A decisão ocorreu após questionamentos sobre sua ligação com uma empresa familiar da qual é sócio, que teve parte de sua participação vendida, em 2021, a um fundo controlado por Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro. O ministro afirmou que jamais recebeu qualquer valor de Vorcaro ou de Zettel, que não conhece o gestor do fundo e que nunca manteve relação de amizade com o banqueiro. O ministro André Mendonça foi sorteado e assumiu a relatoria do caso. À época, o STF afirmou, em nota assinada pelos dez ministros da Corte, que não havia motivo para declarar a suspeição de Toffoli. A nota também informou que o pedido de redistribuição havia sido feito pelo próprio ministro e acolhido pela Presidência do tribunal, "considerados os altos interesses institucionais". Moraes também foi alvo de questionamentos após reportagens revelarem um contrato de R$ 129 milhões entre o Banco Master e o escritório de advocacia de sua esposa, apontarem supostas trocas de mensagens entre o ministro e Daniel Vorcaro e relatarem contatos com o presidente do Banco Central. Em nota, o STF negou que Moraes tenha tratado do Banco Master com o BC e afirmou que uma análise técnica dos dados telemáticos de Vorcaro concluiu que as mensagens atribuídas ao ministro "não conferem com os contatos do ministro Alexandre de Moraes". As investigações também avançaram sobre as relações do banqueiro com os senadores Ciro Nogueira (PP-PI), Jaques Wagner (PT-BA) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A PF investiga supostas vantagens econômicas pagas por Vorcaro ou pessoas e empresas próximas a ele aos parlamentares. No caso de Ciro Nogueira, a PF investiga se o senador teria apresentado uma emenda parlamentar que beneficiaria os negócios do banqueiro em troca de presentes e o pagamento de despesas como viagens, além de uma suposta mesada. Ciro e sua defesa negam as suspeitas. No caso do senador petista, a PF apura a suposta ligação dele com o também banqueiro Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro. As suspeitas recaem sobre um apartamento de R$ 2,5 milhões de Wagner em Salvador. As suspeitas são de que as vantagens teriam sido pagas em troca de apoio parlamentar a projetos que beneficiariam o Master. Wagner nega ter praticado qualquer irregularidade. Outro desdobramento envolve o senador Flávio Bolsonaro, que, segundo o site The Intercept Brasil, pediu US$ 24 milhões — cerca de R$ 134 milhões — a Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro. Flávio afirma que a relação era exclusivamente comercial e que cobrava parcelas atrasadas de um patrocínio legal. A BBC News Brasil procurou a defesa do banqueiro para comentar a difusão prateada feita pela Polícia Federal, mas não recebeu respostas.

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Fox News - Top Stories

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2026-07-18 07:00:50 (5 days ago)

BROADCAST BIAS: MS NOW marks 3 decades of empowering Democrats, not American democracy

From Keith Olbermann's fascism accusations to Rachel Maddow's dictatorship warnings, a look at how the network shifted sharply left over 30 years.

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Fox News - Top Stories

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2026-07-18 07:00:38 (5 days ago)

King Charles kept Prince William, Kate Middleton in the dark about secret Harry and Meghan reunion: report

King Charles swore the Sussexes to secrecy over their Highgrove reunion, and sources say not even Prince William and Kate Middleton were informed.

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Fox News - Top Stories

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2026-07-18 07:00:10 (5 days ago)

Retired LAPD detective says Scott Peterson deserves a new trial, claims police overlooked critical witnesses

Laci Peterson's mother Sharon Rocha dismisses claims of new evidence as Scott Peterson's legal team pushes for a new trial after a denied petition.

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The Guardian - World News

The Guardian - World News

2026-07-18 07:00:04 (5 days ago)

Faced with inadequate US healthcare, Black women fly to South Korea: ‘It could save your life’

Black women who feel minimized or dismissed in the US are traveling thousands of miles for South Korea’s patient-first approach

For years, Americans have crossed borders in search of affordable healthcare, whether it be for dental work in Mexico, prescription drugs in Canada, or hair transplants in Turkey. But a new destination in medical tourism is gaining momentum among Black American women, who are increasingly booking flights to Seoul, South Korea, for something else: care that feels inclusive.

South Korea holds a reputation as the global capital of cosmetic dermatology and plastic surgery. But many visitors are discovering comprehensive preventive medicine, extensive diagnostic testing and appointments that are more affordable and easier to access than in the United States. “Our clients have told us they want to know what’s actually going on in their body,” says William Ban, the co-founder and COO of Himedi, a preventive health platform that connects American clients with comprehensive diagnostic screening in South Korea. “They arrive in Korea and access a level of diagnostic thoroughness with same-day imaging, comprehensive panels and specialist review that would take months and significant out-of-pocket cost to assemble in the US, if they could access it at all.”

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