The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-07-03 06:43:57 (1 day ago)
Family ties and focus: Lamine Yamal carries burden of Spain’s World Cup dream
The 18-year-old is leading a nation’s effort to win a second title – to the delight of his three-year-old brother
No one celebrated Spain’s last-32 win quite like Keyne. As the third goal against Austria went in, cameras caught Lamine Yamal’s younger brother, still only three, raising his arms and shouting: “Come on!” And so a million memes were launched in Los Angeles.
Not long after, 30 metres below ground – Los Angeles Stadium had to be built from beneath the surface because of its proximity to LAX airport – Lamine Yamal stood on a platform before a scrum of cameras, microphones and mobile phones. Someone in there showed him the footage, asked what he thought about this small boy enjoying the childhood he never could, and there was a pause. “I don’t know …” Lamine Yamal said eventually. “It makes me emotional to see my brother happy, and my mum. He is everything to me. It’s like he is my son and I’m in love with him.”
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Times of India
Times of India
2026-07-03 06:42:42 (1 day ago)
Sharjah motorists face temporary traffic diversions near University City until August due to construction for the Etihad Rail Station Access Roads Project. Authorities urge drivers to follow new signs and allow extra travel time, especially during peak hours. These essential upgrades are paving the way for faster, sustainable passenger rail services connecting the UAE's key areas, promising long-term transport benefits for residents.
Fox News - Video
Fox News - Video
2026-07-03 06:42:27 (1 day ago)
Young bald eagle takes FIRST flight from famous nest
Luna, the young bald eagle who captivated millions of webcam viewers in Big Bear Lake, California, successfully completed his historic first flight this week.
RT News - Top Stories
RT News - Top Stories
2026-07-03 06:39:41 (1 day ago)
Terrorism only weapon left for Ukraine and NATO – analyst (VIDEO)
Ukraine and NATO are resorting to terrorism because they have been “effectively demilitarized” by Russia, Andrey Martyanov has told RT
Read Full Article at RT.com
Al Jazeera - Top Stories
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2026-07-03 06:38:12 (1 day ago)
Russia’s triumphant tone shifts as Ukraine deploys ‘asymmetrical tactics’
Putin wobbles as Russia's top brass stays mum on Kyiv's long-range strikes, which analysts say look set to continue.
Times of India
Times of India
2026-07-03 06:37:37 (1 day ago)
First underwater home for scientists installed 17 metres below the Florida Keys
Gazeta do Povo - Mundo
Gazeta do Povo - Mundo
2026-07-03 06:33:05 (1 day ago)
Irã inicia megafuneral de Ali Khamenei quatro meses após morte do líder

O Irã iniciou nesta sexta-feira (3) o funeral do ex-líder supremo Ali Khamenei, com cerimônias que irão até a próxima quinta-feira (9)
Fox News - Video
Fox News - Video
2026-07-03 06:31:00 (1 day ago)
Doug Collins shares patriotic message ahead of America 250
Veterans Affairs Sec. Doug Collins joins 'Fox & Friends First' to discuss honoring veterans and the spirit of patriotism on America's 250th birthday. He reflects on the sacrifices of service members and recent boosts in military recruitment.
BBC News - Science & Environment
BBC News - Science & Environment
2026-07-03 06:28:17 (1 day ago)
Nasa launches mission to save falling space telescope
A Nasa-funded robot has blasted off to catch a falling telescope in mid-orbit and blast it back to safety before it burns up.
France 24 - World News
France 24 - World News
2026-07-03 06:24:21 (1 day ago)
The USA has survived 250 years, but can it survive Donald Trump?
PRESS REVIEW - Friday, July 3: We look at the US papers' reactions as the country's 250-year celebration begins this Fourth of July weekend. The New York Times warns Europe's glaciers are melting rapidly because of recent heatwaves. Also, British papers are in a football frenzy ahead of their game against Mexico early on Monday. And, according to reports, Taylor Swift is celebrating her wedding this weekend.
BBC News - Science & Environment
BBC News - Science & Environment
2026-07-03 06:23:32 (1 day ago)
France records 2,025 excess deaths at peak of heatwave as Europe braces for more extreme weather
Forecasters are warning of further extreme temperatures on the continent in the next few days.
Globo News - Mundo
Globo News - Mundo
2026-07-03 06:18:16 (1 day ago)

Após o terremoto duplo de 24/6 na Venezuela, Los Silos foi transformado em um necrotério improvisado.
Reuters via BBC
"Não, irmão, não, irmão! Não! Por que você está fazendo isso comigo?", grita uma mulher enquanto o marido tenta segurá-la para que ela não desabe no chão.
A cena se repete uma vez ou outra nos arredores de Los Silos, uma imponente estrutura de concreto em La Guaira que, em meio à tragédia provocada pelo terremoto duplo de 24/6 na Venezuela, deixou de funcionar como instalação portuária de armazenamento e passou a servir como um necrotério improvisado.
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Ali, sob o forte sol tropical, dezenas de famílias aguardam entre a angústia e o medo. Vieram para confirmar a morte de seus parentes.
As autoridades instalaram cadeiras dentro e fora do prédio, onde também foram montadas várias tendas. A espera é longa. Longa demais, talvez, para quem já passou dias entre hospitais, abrigos e escombros.
Agora no g1
Na fila, o luto parece se espalhar de uma pessoa para outra. Ninguém conversa. Alguns olham fixamente para o vazio. Outros consultam o celular para ler notícias ou responder mensagens. A poucos metros dali, militares das Forças Armadas Bolivarianas, armados com fuzis, controlam o acesso.
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Jogador de futebol e sua mãe são encontrados mortos após terremotos
"Tenho medo do que vou encontrar lá dentro, mas é a única maneira de pôr fim a essa agonia", diz uma mulher antes de atravessar o portão. Ela procura o sobrinho há quase uma semana.
"Procurei por ele em todos os lugares: no prédio, nos hospitais, falei com todo mundo... e ninguém sabe de nada." Lá dentro, a primeira coisa que chama a atenção é o cheiro de decomposição.
O cheiro e as imagens
Necrotério de camapnha
BBC Mundo
Vários parentes levam as mãos à boca. A maioria cobre o rosto com máscaras de tecido, que não conseguem bloquear o mau cheiro. Em poucos minutos, muitos deixam de reagir: acabam se acostumando ao odor nauseante.
A poucos metros dali, centenas de corpos estão enfileirados, cobertos por sacos plásticos e expostos ao sol e ao calor intenso de La Guaira, o que acelera a decomposição.
Os corpos estão organizados de acordo com a data em que foram resgatados. Em uma das extremidades, uma tenda oferece cremação gratuita. Na outra, uma pequena unidade de odontologia forense tenta identificar corpos que já quase não conservam traços humanos.
As famílias têm duas opções. Quem acredita que conseguirá identificar o parente pelas roupas que ele vestia é encaminhado para uma área específica.
Os demais — a maioria — se acomodam diante de dois televisores. É ali que começa mais um calvário.
Mais de mil imagens de corpos passam na tela em uma sequência que parece interminável. Os mortos têm o rosto inchado, a pele escurecida e marcas provocadas pelos impactos, pelo calor e pela passagem do tempo. Alguns já não podem ser reconhecidos.
As famílias procuram qualquer vestígio que permita identificar seus parentes: uma tatuagem, uma pulseira, uma peça de roupa ou algum objeto de casa que tenha aparecido na fotografia.
Quando necessário, as duas funcionárias que passam as imagens em um iPad voltam a foto e ampliam detalhes, como os dentes, uma tatuagem ou uma cicatriz.
Diante de um dos televisores, uma mulher começa a chorar ao reconhecer o filho por causa de um cobertor repleto de poeira que aparece em uma das imagens. Outra mulher a abraça, embora não a conheça.
O silêncio é interrompido pelo toque de um telefone.
Corpos em decomposição o sol da Venezuela
BBC Mundo
'Isso parece um filme de terror'
"Tio, estou aqui tentando reconhecer minha mãe... mas é muito difícil. A maioria dos corpos parece carbonizada", sussurra um jovem.
"Isso parece um filme de terror", diz ao sair Liliana González, moradora de Catia La Mar, de 60 anos, que conseguiu reconhecer o sobrinho, de 37 anos, por causa de uma tatuagem. "Eu estava procurando minha tia... mas minha prima, que é enfermeira, me disse que meu sobrinho estava aqui", conta.
"[O nome dele] não estava na lista. Tive que ver as imagens." A voz dela treme.
Em seguida, González reflete em voz alta: "É a primeira vez que passo por uma situação dessas. Eu vi minha mãe quando ela morreu, mas isso... isso é diferente."
"Há corpos inchados, com os olhos para fora, crianças... Nunca vi uma coisa dessas na minha vida", afirma González.
Liliana González
BBC Mundo
'Ninguém as tirou de lá'
Modesta Alemán, de 56 anos, veio de Carayaca, no oeste de La Guaira, em busca da irmã mais velha, Matilde. O prédio onde ela morava, em Playa Grande, uma das praias mais populares do litoral central da Venezuela, foi um dos mais atingidos da região."Disseram para nós que não havia sobreviventes. Que todos estavam mortos", conta Alemán.
"Depois um grupo de voluntários disse que ouviu vozes... que havia pessoas presas no elevador pedindo socorro. Mas ninguém as tirou de lá."
Alemán não entra no necrotério improvisado. Permanece do lado de fora enquanto outros parentes fazem o reconhecimento. Talvez, diz ela, tenha sido melhor assim. O processo pode levar horas. Quando um corpo é identificado, começa a etapa para sua liberação.
Após o reconhecimento, são colhidas as impressões digitais, quando isso ainda é possível. Em seguida, o corpo é colocado em um caixão. Depois, se inicia o processo para emissão da certidão de óbito, documento indispensável para que a funerária possa retirar os restos mortais.
Jéssica Soto, de 42 anos, moradora do edifício OPP 33B, em Caraballeda, está sentada em uma cadeira na entrada de Los Silos.
Há dois dias ela espera a liberação dos corpos da filha, de 15 anos, e da neta, de 3, que ficaram presas no apartamento onde moravam depois dos terremotos. Os corpos foram resgatados na terça-feira (30/6), quase uma semana após os tremores.
"Eles fazem a gente esperar e esperar até chegarem os documentos, os caminhões e sei lá mais o quê", diz Soto em entrevista à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.
"Elas estão ali, dentro de um caixão, tomando sol desde ontem. Não me resta outra opção além de esperar e confiar em Deus."
'É bom sentir a mão de alguém'
Tenda instalada no necrotério em La Guaira
BBc Mundo
Depois de perder a casa, Soto está agora abrigada no clube de golfe de Tanaguarena. Os parentes tentaram convencê-la a não fazer o reconhecimento dos corpos.
"Quando a vi, foi a pior coisa. Minha filha ficou... ficou desfigurada. Reconheci que era ela por causa da camisa e sabia que era ela, mas o rosto dela já não era o rosto dela. Era o rosto de um monstro."
O número de mortos já se aproxima de 2,6 mil em toda a Venezuela, e as autoridades acreditam que esse total deve aumentar significativamente. González conta que entrou em pânico quando foi informada de que teria de reconhecer o sobrinho sozinha.
"Mas, quando me viram daquele jeito, dois funcionários me acompanharam até o corpo. Eles me ajudaram a encontrá-lo para que eu não sofresse tanto", relata. "Graças a Deus, porque, numa hora dessas, é bom sentir a mão de alguém."
Ao ver o corpo, ela diz que quase desmaiou. Sentiu náuseas. "Mesmo agora, ainda estou com vontade de vomitar", confessa.
A tia dela continua sob os escombros. Ela teme ter de voltar ao necrotério improvisado nos próximos dias e passar por tudo de novo.
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