Live News

Article Image

Globo News - Mundo

Globo News - Mundo

2026-02-18 22:04:55 (2 days ago)

José María Balcázar Zelada é eleito presidente interino do Peru após destituição de José Jerí


José María Balcáza Ernesto Arias/Peru Congress/Handout via REUTERS O Congresso do Peru elegeu na madrugada desta quinta-feira (19) José María Balcázar Zelada como o novo presidente interino do país após a destituição de José Jeri, que ficou apenas quatro meses no cargo. Zelada é do partido Peru Libre, de esquerda. Ao todo, quatro candidatos disputaram a eleição no Congresso. Na primeira rodada, não houve maioria absoluta, e os dois mais votados passaram para o segundo turno. Balcázar venceu Maricarmen Alva Prieto. Embora o atual presidente do Congresso, Fernando Rospigliosi, fosse constitucionalmente o próximo na linha de sucessão, ele se recusou a assumir a Presidência. Assim, os parlamentares tiveram que eleger um novo presidente do Congresso, que assumirá automaticamente o comando do país para um mandato-tampão. As próximas eleições gerais estão marcadas para o dia 12 de abril. Destituição Jose Jeri, ex-presidente do Peru, no Palácio do Governo em Lima, em 21 de janeiro. Gerardo Marin/Reuters José Jeri, escolhido em outubro de 2025, estava envolvido em um escândalo envolvendo reuniões não divulgadas com um empresário chinês. Foram 75 parlamentares que votaram a favor da destituição de Jeri, enquanto 24 votaram contra e três se abstiveram. A rotatividade da Presidência peruana não é novidade. Jeri é o terceiro presidente consecutivo do Peru a ser removido do cargo. Nos últimos 8 anos, o país andino teve 7 presidentes, e deve escolher nesta quarta o seu oitvavo chefe do Executivo no período. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Chifagate O escândalo que derrubou Jeri, apelidado de “Chifagate” — em referência a um nome local para restaurantes chineses — começou em janeiro, quando o então presidente foi filmado chegando a um restaurante tarde da noite, usando capuz, para se reunir com o empresário chinês Zhihua Yang, que possui lojas e uma concessão para um projeto de energia. A reunião não foi divulgada publicamente. Jeri tornou-se presidente em outubro depois que o impopular Congresso do Peru votou por unanimidade pela destituição de sua antecessora, Dina Boluarte, após partidos de direita que a apoiavam retirarem seu apoio em meio a escândalos de corrupção e à crescente insatisfação com o aumento da criminalidade. Boluarte não tinha vice-presidente, e Jeri, que era presidente do Congresso na época, era o próximo na linha de sucessão. Essa condição interina foi usada pelo Legislativo para removê-lo da presidência. Diferentemente do impeachment, que exige uma maioria de 87 votos no Legislativo de 130 membros, o Congresso votou pela censura de Jeri, o que lhe retira o título de presidente do Congresso com maioria simples. Jeri afirmou que respeitaria o resultado da votação.

Article Image

Globo News - Mundo

Globo News - Mundo

2026-02-18 22:00:58 (2 days ago)

Argentina tem greve geral contra reforma trabalhista nesta quinta; governo Milei promete repressão e alerta jornalistas


Protesto na Argentina tem confronto entre policiais e manifestantes A Câmara dos Deputados da Argentina começa a discutir nesta quinta-feira (19) o projeto de reforma trabalhista enviado pelo governo de Javier Milei ao Congresso. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O Senado já aprovou o texto na semana passada, e a maior central sindical da Argentina, a Confederação Geral do Trabalho (CGT), afirmou que uma greve geral para o início das discussões do projeto entre os deputados teve início às 00h nesta quinta (19), segundo a agência Associated Press. A expectativa do governo é que a proposta seja votada no plenário da Câmara em 25 de fevereiro e aprovada até 1º de março, quando Milei abrirá o período de sessões ordinárias do Legislativo. Além da greve geral, também é esperada uma onda de protestos, embora eles não sejam oficialmente chancelados pela CTG. Em resposta, o governo Milei determinou que a imprensa siga "medidas de segurança", o que é uma atitude incomum, e advertiu para situações de "risco" nos protestos esperados para os próximos dias. "Com o objetivo de reduzir situações de risco, recomenda-se (à imprensa) evitar posicionar-se entre eventuais focos de violência e o efetivo das forças de segurança destacado para a operação", disse o Ministério da Segurança da Argentina, em um comunicado. "Diante de atos de violência, nossas forças agirão", diz o texto, que informa que os meios de comunicação terão uma "zona exclusiva" em ruas laterais da praça em frente ao Parlamento. Mulheres correm em meio a gás lacrimogêneo durante um protesto em frente ao Senado argentino, em 11 de fevereiro de 2026 REUTERS/Cristina Sille Na quarta-feira passada, milhares de pessoas protestaram nas imediações do Congresso quando o projeto foi debatido no Senado. As manifestações terminaram em confrontos com a polícia e cerca de trinta detidos. Reforma trabalhista O texto ainda pode sofrer alterações na Câmara, mas já é considerado uma das maiores mudanças na legislação trabalhista argentina em décadas, ao revisar regras que, em sua maioria, remontam aos anos 1970. Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que a reforma é ampla, reúne dezenas de artigos e faz parte de um pacote maior de mudanças estruturais voltadas à estabilização macroeconômica e ao estímulo ao emprego e ao investimento na Argentina. Para garantir apoio político e acelerar a tramitação, o governo negociou cerca de 30 alterações no texto original. Entre as mudanças de última hora, Milei retirou o artigo que permitiria o pagamento de salários por meio de moeda estrangeira ou carteiras digitais, como as do Mercado Pago. O projeto flexibiliza contratos de trabalho, modifica regras de férias e jornada, facilita demissões e impõe limites em greves, com o objetivo de reduzir custos trabalhistas e estimular a formalização do emprego em um mercado onde cerca de 40% dos trabalhadores estão na informalidade. Na prática, os principais pontos da reforma preveem: Férias mais flexíveis, que poderão ser fracionadas em períodos mínimos de sete dias e negociadas fora do período tradicional (normalmente de 1º de outubro a 30 de abril); Restrições a greves em setores considerados essenciais: a reforma exige um mínimo de prestação de serviço entre 50% e 75%, o que limita o poder de paralisação dos sindicatos; Ampliação do período de experiência para até seis meses — podendo chegar a oito ou 12 em alguns casos —, com indenizações reduzidas; Flexibilização da jornada, com ampliação de 8 para até 12 horas diárias, desde que respeitado o descanso mínimo, permitindo compensação conforme períodos de maior ou menor demanda, sem pagamento de horas extras; Mudanças na negociação coletiva, com permissão para acordos diretos entre empresas e sindicatos locais, em detrimento de convenções nacionais; Alterações em indenizações e demissões, com redução no cálculo das indenizações e possibilidade de pagamento parcelado (em até seis vezes para grandes empresas e até 12 para pequenas e médias); Licenças médicas e acidentes de trabalho, hoje cobertos pelo sistema de seguros Aseguradora de Riesgos del Trabajo (ART), que passam a ter limite de pagamento em casos de lesões ocorridas fora do ambiente de trabalho; Combate à informalidade: a proposta elimina multas por falta de registro trabalhista e cria mecanismos de “regularização” dos vínculos, mas proíbe a contratação de monotributistas (regime para autônomos) em funções que deveriam ser de trabalho formal, com relação de dependência. No mercado digital, trabalhadores de plataformas passam a ser formalmente reconhecidos como independentes, com regras específicas e seguro de proteção, e o teletrabalho (home office) deixa de ter obrigações adicionais impostas durante a pandemia. A reforma não se aplica aos servidores públicos nacionais, estaduais ou municipais, com exceção das regras sobre greve em serviços essenciais, que também alcançam áreas como saúde, transporte e segurança. Segundo dados da Pesquisa Permanente de Domicílios (EPH), do Instituto Nacional de Estatística e Censos da Argentina (Indec), referentes ao terceiro trimestre de 2025, a Argentina tinha 13,6 milhões de pessoas ocupadas e cerca de 1 milhão de desempregados, o que corresponde a uma taxa de desocupação de 6,6%.

Article Image

Globo News - Mundo

Globo News - Mundo

2026-02-18 22:00:55 (2 days ago)

Reforma trabalhista de Milei será votada pela Câmara nesta quinta; veja o que está em jogo


Protesto na Argentina tem confronto entre policiais e manifestantes Em meio à greve geral convocada pela Confederação Geral do Trabalho (CGT) e a um ambiente de forte tensão política e social, a Câmara dos Deputados da Argentina deve começar nesta quinta-feira (19) a análise da reforma trabalhista aprovada pelo Senado na semana passada. Entre as mudanças, a proposta prevê flexibilização das férias e jornadas de até 12 horas.(Veja o que está em jogo) A sessão foi marcada para as 14h (horário local), após solicitação nviada ao presidente da Casa, Martín Menem, e representa um dos momentos mais decisivos do governo de Javier Milei desde sua posse, em dezembro de 2023. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça O pedido de convocação foi assinado por deputados da base governista, incluindo o líder de La Libertad Avanza (LLA), Gabriel Bornoroni. A expectativa do governo é aprovar o texto até 1º de março, quando Milei dará início ao período de sessões ordinárias do Congresso. 📎Se os deputados mantiverem o texto como saiu do Senado, a reforma seguirá para promulgação; caso façam alterações, a proposta terá de voltar para nova votação dos senadores. A reforma passou pelo Senado na madrugada da última quinta-feira (12), com 42 votos favoráveis e 30 contrários, após uma sessão marcada pela polarização. No dia anterior (11), milhares de manifestantes se reuniram nos arredores do Congresso, em Buenos Aires, para protestar contra a proposta. Os atos terminaram em confrontos com a polícia, e cerca de 30 pessoas foram detidas, segundo a agência de notícias France Presse. Agora, o clima de tensão se repete. Além da greve geral convocada pela CGT para o dia da votação, o Ministério da Segurança anunciou medidas extraordinárias para a imprensa e alertou sobre potenciais situações de risco. A pasta recomendou que jornalistas evitem ficar entre possíveis focos de confronto e as forças de segurança e informou que será criada uma “zona exclusiva” para a cobertura em ruas laterais à praça em frente ao Parlamento. O governo afirmou que, em caso de violência, as forças atuarão. Milei discursa na Casa Rosada após tomar posse como presidente da Argentina Agustin Marcarian/Reuters O que está em jogo Vista como uma das reformas mais amplas na legislação trabalhista argentina desde a redemocratização, a proposta revisa normas que, em grande parte, datam dos anos 1970. O objetivo é atualizar regras consideradas rígidas e defasadas, reduzir custos trabalhistas, ampliar a segurança jurídica e incentivar a criação de empregos formais, defende o governo. A medida faz parte de um pacote mais amplo de reformas estruturais voltadas à estabilização macroeconômica e ao estímulo ao investimento. Desde que Milei assumiu a Presidência, cerca de 300 mil empregos formais foram eliminados, sobretudo na construção civil, na indústria e em economias regionais. O governo defende que flexibilizar regras pode ajudar a reverter essa tendência. Sindicatos e setores da indústria, porém, argumentam que o problema central não está na legislação trabalhista, mas na abertura às importações e na perda de competitividade. Empresários afirmam que cerca de 18 mil empresas fecharam nos últimos dois anos. Para Daniel Rosato, presidente da Associação de Pequenas e Médias Empresas Industriais Argentinas (IPA), a "destruição de empresas causada pela abertura indiscriminada das importações” seria o principal motor da crise no emprego. Principais mudanças previstas Entre as mudanças estão a flexibilização das férias — que poderão ser divididas em períodos mínimos de sete dias e negociadas fora do intervalo tradicional — e a possibilidade de ampliar a jornada diária de oito para até 12 horas, desde que respeitado o descanso mínimo. Abaixo, os principais pontos da reforma preveem: Férias mais flexíveis, que poderão ser fracionadas em períodos mínimos de sete dias e negociadas fora do período tradicional (normalmente de 1º de outubro a 30 de abril); Restrições a greves em setores considerados essenciais: a reforma exige um mínimo de prestação de serviço entre 50% e 75%, o que limita o poder de paralisação dos sindicatos; Ampliação do período de experiência para até seis meses — podendo chegar a oito ou 12 em alguns casos —, com indenizações reduzidas; Flexibilização da jornada, com ampliação de 8 para até 12 horas diárias, desde que respeitado o descanso mínimo, permitindo compensação conforme períodos de maior ou menor demanda, sem pagamento de horas extras; Mudanças na negociação coletiva, com permissão para acordos diretos entre empresas e sindicatos locais, em detrimento de convenções nacionais; Alterações em indenizações e demissões, com redução no cálculo das indenizações e possibilidade de pagamento parcelado (em até seis vezes para grandes empresas e até 12 para pequenas e médias); Licenças médicas e acidentes de trabalho, hoje cobertos pelo sistema de seguros Aseguradora de Riesgos del Trabajo (ART), que passam a ter limite de pagamento em casos de lesões ocorridas fora do ambiente de trabalho; Combate à informalidade: a proposta elimina multas por falta de registro trabalhista e cria mecanismos de “regularização” dos vínculos, mas proíbe a contratação de monotributistas (regime para autônomos) em funções que deveriam ser de trabalho formal, com relação de dependência. No setor digital, trabalhadores de aplicativos passam a ser reconhecidos formalmente como autônomos, com regras próprias e um seguro de proteção. Já o teletrabalho deixa de seguir obrigações adicionais estabelecidas durante a pandemia. Para garantir a aprovação no Senado, o governo negociou cerca de 30 mudanças no texto original. Entre os principais recuos, retirou o artigo que permitia pagar salários em moeda estrangeira ou por carteiras digitais — como as do Mercado Pago — por não oferecerem as mesmas garantias dos bancos tradicionais, supervisionados pelo Banco Central. Também foi excluído o artigo 44 do capítulo VII, que alterava o sistema de licenças médicas e por doença. O presidente da Argentina, Javier Milei, faz um discurso especial durante a 55ª reunião anual do Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça, em 23 de janeiro de 2025. Reuters O mercado de trabalho argentino Dados da Pesquisa Permanente de Domicílios (EPH) do Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec), referentes ao terceiro trimestre de 2025, indicam que a Argentina tinha 13,6 milhões de pessoas ocupadas e cerca de 1 milhão de desempregados — uma taxa de desocupação de 6,6%. A população economicamente ativa somava 15,4 milhões, o equivalente a 51,4% da população total. Entre os trabalhadores, 71,9% eram assalariados, mas apenas 63,3% tinham emprego formal com contribuição previdenciária. Somando os autônomos, a informalidade alcança cerca de 43% do mercado. O setor de serviços reúne aproximadamente 70% dos postos de trabalho, seguido por indústria e construção (22%) e agropecuária (8%). Além disso, mais de um quarto dos ocupados trabalha mais de 45 horas por semana, indicando jornadas prolongadas. Avaliações e próximos passos Para Francisca Vila, coordenadora de Assuntos Públicos da Prospectiva, há consenso sobre a necessidade de atualizar a legislação trabalhista diante da estagnação do mercado, mas a proposta gera forte divisão social. Segundo ela, trata-se de uma das reformas mais relevantes desde a redemocratização, com impacto amplo nas relações de trabalho. Já a economista Juliana Inhasz, professora do Insper, considera que a reforma pode gerar maior dinamismo econômico e reduzir custos de contratação e demissão, favorecendo a formalização. Mas alerta que as mudanças podem fragilizar as relações trabalhistas, aumentar a insegurança no emprego e enfraquecer os sindicatos, sobretudo entre trabalhadores menos qualificados. O professor Paulo Renato Fernandes, da Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getulio Vargas (FGV), avalia que a proposta procura atualizar uma legislação criada para outra realidade econômica. Para ele, a redução da insegurança jurídica e de entraves burocráticos pode tornar o ambiente de negócios mais previsível e estimular a criação de empregos formais. Protestos contra o governo na Argentina

Article Image

Globo News - Mundo

Globo News - Mundo

2026-02-18 22:00:38 (2 days ago)

'Conselho da Paz' se reúne pela 1ª vez com anúncio bilionário e envio de tropas a Gaza no radar


Em conversa com Trump, Lula propõe que ‘Conselho da Paz’ se limite à Faixa de Gaza Delegações de mais de 20 países se reunirão nos Estados Unidos, nesta quinta-feira (19), para a primeira reunião do chamado "Conselho da Paz". Durante o encontro, o presidente Donald Trump deve anunciar o envio de tropas à Faixa de Gaza e a criação de um fundo multibilionário para reconstruir o território. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O Conselho da Paz surgiu com o objetivo de ajudar na estabilização de Gaza após o cessar-fogo entre Israel e o grupo terrorista Hamas. No entanto, há preocupações de que o órgão tente atuar em outros conflitos e funcione como uma "ONU paralela". Segundo a Reuters, durante a reunião, Trump deve anunciar o envio de tropas ao território para atuar como força de estabilização. Soldados de vários países devem participar da missão, autorizada pela ONU. As tropas devem chegar ao território palestino nos próximos meses. Autoridades não confirmaram um número exato, mas disseram que milhares de soldados vão atuar na região. A principal preocupação é o desarmamento do grupo terrorista Hamas, que resiste a entregar as armas. Trump também deve anunciar um fundo de US$ 5 bilhões para iniciar a reconstrução de Gaza. O dinheiro foi obtido por meio de contribuições de países participantes do conselho. Uma autoridade ouvida pela Reuters classificou as ofertas como “generosas” e afirmou que os Estados Unidos não fizeram pedidos explícitos de doações. “As pessoas vieram até nós oferecendo”, disse. “O presidente fará anúncios sobre o dinheiro arrecadado.” O Brasil também foi convidado a integrar o Conselho da Paz, mas ainda não deu resposta oficial. Trump exigiu o pagamento de US$ 1 bilhão para garantir um assento permanente no grupo. Potências regionais do Oriente Médio, como Turquia, Egito, Arábia Saudita e Catar, além de países como Argentina e Paraguai, aderiram ao conselho. Já nações europeias e aliados ocidentais tradicionais dos Estados Unidos adotaram postura mais cautelosa. O Vaticano anunciou na terça-feira (17) que não integraria o grupo. O cardeal Pietro Parolin, principal autoridade diplomática da Santa Sé, afirmou que os esforços para lidar com situações de crise devem ser gerenciados pelas Nações Unidas. Questionada sobre a decisão do Vaticano de não participar da iniciativa, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, classificou a medida como "profundamente lamentável". LEIA TAMBÉM EUA estão prontos para possível ataque ao Irã no fim de semana, diz imprensa americana Putin comenta crise em Cuba e diz que restrições impostas pelos EUA são 'inaceitáveis' VÍDEO: avalanche na Itália deixa 3 esquiadores mortos nos Alpes Reconstrução Trump exibe tratado de paz de Gaza Fabrice Coffrini/AFP Em janeiro, durante o lançamento do Conselho da Paz, Trump apresentou os planos de reconstrução de Gaza. O presidente dos Estados Unidos mostrou um mapa com a divisão do território em áreas residenciais, industriais e turísticas. O projeto prevê a construção de 180 arranha-céus ao longo de toda a faixa litorânea, voltados ao turismo. O plano também inclui 100 mil unidades habitacionais em Rafah, no sul da Faixa, na fronteira com o Egito. “A prioridade número um será a segurança, obviamente. Estamos trabalhando em estreita colaboração com os israelenses para encontrar uma maneira de reduzir a tensão, e a próxima fase é trabalhar com o Hamas na desmilitarização”, disse Jared Kushner, conselheiro e genro de Trump. Parte do plano dos Estados Unidos para a reconstrução da Faixa de Gaza, apresentado no Fórum Econômico Mundial, em 22 de janeiro de 2026. Reprodução/ g1 VÍDEOS: mais assistidos do g1

Article Image

Fox News - Top Stories

Fox News - Top Stories

2026-02-18 22:00:10 (2 days ago)

Trump DOJ probes Michigan schools over gender curriculum, joins lawsuit against LA race-based program

Trump Justice Department launches investigations into Michigan school districts over gender instruction and intervenes in LA race-based admissions lawsuit.

Article Image

Fox News - Top Stories

Fox News - Top Stories

2026-02-18 22:00:03 (2 days ago)

FCC chair Brendan Carr sets the record straight on Stephen Colbert censorship claims

FCC chair Brendan Carr hits back at Stephen Colbert's censorship claims surrounding an interview with a Texas U.S. Senate candidate not airing due to equal-time rule concerns.

Article Image

Fox News - Video

Fox News - Video

2026-02-18 21:59:30 (2 days ago)

Grandmother defends Trump at Black History Month event

A Washington, D.C., grandmother whose grandson was killed in a 2017 shooting praised President Trump’s during a Black History Month celebration and defended him against accusations of racism.

Article Image

Times of India

Times of India

2026-02-18 21:59:10 (2 days ago)

Get 25% above normal hourly wage, 50% extra for evening shifts: Ramadan 2026 overtime work rules in UAE explained

UAE private sector employees now enjoy a two-hour daily reduction in working hours during Ramadan, a legal right for all regardless of faith. This adjustment supports work-life balance and respects the physical demands of fasting. While most benefit, some roles have exemptions and overtime rules ensure fair compensation for extra work.

Article Image

Fox News - Sports

Fox News - Sports

2026-02-18 21:55:30 (2 days ago)

LaMelo Ball's custom Hummer loses wheel in Charlotte crash during All-Star break

Charlotte Hornets star LaMelo Ball crashed his custom Hummer in a left-turn collision Wednesday in his Charlotte, but no injuries were reported.

Article Image

France 24 - World News

France 24 - World News

2026-02-18 21:54:04 (2 days ago)

North Korea's Kim Jon-Un unveils nuclear-capable rocket system

North Korean leader Kim Jong Un has unveiled a large array of nuclear-capable rocket launchers ahead of a rare congress of the ruling Workers’ Party, signalling the next stage of the country’s nuclear weapons programme.

Article Image

Fox News - Video

Fox News - Video

2026-02-18 21:53:31 (2 days ago)

Utah’s James Okonkwo Finishes the Break With Emphatic Slam vs. West Virginia

Utah Utes’ James Okonkwo turned defense into offense, racing out in transition after a steal and finishing with a powerful slam dunk against the West Virginia Mountaineers.

Article Image

The Guardian - World News

The Guardian - World News

2026-02-18 21:53:10 (2 days ago)

US military ready for possible Iran strikes but Trump yet to make decision, reports say

Reports say move could come this weekend as White House urges Iran to ‘make a deal’ with Trump on nuclear program

The US military is ready for possible strikes on Iran as soon as this weekend, multiple news outlets reported Wednesday citing unnamed sources.

However, the reports said, Donald Trump has yet to make a final decision on whether to carry out an attack. Trump has repeatedly demanded Iran cease its nuclear program, and has warned he intends to use force if no deal is reached.

Continue reading...

Current Page: 188