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2026-03-27 23:00:42 (9 hours ago)
Grupo hacker ligado ao Irã divulga imagens vazadas de diretor do FBI para provar ação; veja as fotos

Hackers iranianos vazaram fotos de Kash Patel, diretor do FBI
Reprodução/Redes Sociais
O diretor do FBI, Kash Patel, foi hackeado por um grupo ligado ao Irã em meio à guerra no Oriente Médio. A informação foi confirmada pela instituição nesta sexta-feira (27). (Veja as fotos ao longo da matéria)
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Diante da possibilidade de que um adversário dos Estados Unidos tenha invadido a conta de uma das figuras mais visadas do FBI, a expectativa inicial seria de um vazamento de informações sensíveis — seja de dados pessoais de Patel, ou então de conteúdos estratégicos a serem usados no conflito.
As primeiras fotos, no entanto, mostram o diretor em alguns de seus momentos de lazer, como a imagem em que ele está cheirando e fumando charutos, andando em um conversível e fazendo careta em selfie no espelho com uma garrafa de rum.
Não se sabe o que mais o grupo iraniano pode ter obtido após o ataque.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Kash Patel fumando charuto
Reprodução Redes Sociais
O Handala Hack Team, reivindicou a invasão da caixa de entrada do e-mail pessoal de Patel.
Em seu site, o grupo de hackers afirmou que Patel "agora encontrará seu nome na lista de vítimas hackeadas com sucesso". Eles dedicaram o hack às vítimas do navio Iris Dena, bombardeado pelos EUA na costa do Sri Lanka durante a guerra.
Segundo um porta-voz do FBI, os dados obtidos pelos hackers “são de natureza histórica e não envolvem nenhuma informação do governo”.
Kash Patel, diretor do FBI, em uma viagem a Cuba.
Reprodução/Redes Sociais
A Reuters não conseguiu verificar a autenticidade dos e-mails publicados por Hanadala, mas uma amostra do material carregado pelos hackers e analisado pela agência de notícias parece mostrar uma mistura de correspondências pessoais e profissionais datadas entre 2010 e 2019.
Handala, que se autodenomina um grupo de hackers vigilantes pró-Palestina, é considerado por pesquisadores ocidentais como uma das várias identidades usadas pelas unidades de ciberinteligência do governo iraniano.
O Handala também reivindicou ainda nesta semana um outro ataque hacker, em que publicou fotos de documentos de 28 engenheiros da Lockheed Martin, uma das maiores empresas militares dos EUA, que trabalham no Oriente Médio e ameaçou os matar.
Alguns dias antes, em 11 de março, o Handala reivindicou um ataque hacker à Stryker, fornecedora de dispositivos e serviços médicos com sede em Michigan, e alegou ter apagado um enorme conjunto de dados da empresa.
Kash Patel, diretor do FBI.
Reprodução/Redes Sociais
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2026-03-27 23:00:34 (9 hours ago)
Cessar-fogo ou invasão terrestre? Os caminhos dos EUA no conflito contra o Irã após 1 mês de guerra

Conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã completa um mês
Há um mês, em 28 de fevereiro, Israel e Estados Unidos lançavam um grande ataque contra o Irã. A ofensiva resultou na morte do aiatolá Ali Khamenei e deu início a uma guerra que se espalhou por outros países do Oriente Médio. Agora, o conflito avança diante de dois caminhos: a negociação de um cessar-fogo ou uma invasão terrestre do território iraniano.
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▶️ Contexto: A guerra começou em meio às negociações entre EUA e Irã para limitar o alcance dos mísseis iranianos e encerrar o programa nuclear do país. Washington afirma que Teerã estava próximo de desenvolver uma arma nuclear e um míssil capaz de atingir os americanos.
Os ataques de Israel e dos EUA se concentraram em infraestruturas militares e em autoridades da alta cúpula iraniana, incluindo o líder supremo.
O Irã acusa os rivais de atingirem alvos civis, como uma escola no sul do país, onde morreram 175 pessoas, entre elas crianças.
Teerã reagiu lançando mísseis contra alvos israelenses e bases militares americanas no Oriente Médio. Os ataques ampliaram o conflito para países como Catar, Arábia Saudita e Kuwait.
Também houve troca de ataques contra infraestruturas energéticas. Israel atingiu um campo de gás iraniano, e o Irã lançou mísseis contra refinarias de petróleo e centros de processamento de gás ligados aos EUA em países vizinhos.
O conflito provocou forte impacto na economia global, principalmente pela alta do petróleo. O Irã fechou parte do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto da exportação mundial. Isso fez o barril superar os US$ 100 e atingir o maior valor em quase quatro anos.
Diante da pressão do mercado, a Casa Branca passou a sinalizar que o conflito seria breve, com duração máxima de seis semanas. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em 20 de março que o país estava próximo de atingir os objetivos na guerra.
Na última semana, os EUA confirmaram o envio ao Irã de um plano de 15 pontos para encerrar o conflito. Ao mesmo tempo, a imprensa americana informou que o Departamento de Defesa planeja enviar mais militares ao Oriente Médio, com uma possível operação terrestre no radar.
🔎 Para Uriã Fancelli, mestre em Relações Internacionais pelas universidades de Estrasburgo e Groningen, uma possível operação terrestre pode abrir caminho para um conflito mais longo, com mais mortes e maior impacto econômico.
"Obviamente, quando se trata de Donald Trump, tudo pode mudar de repente. Ele pode simplesmente decidir que já fez o suficiente, declarar vitória e vender a ideia de que enfraqueceu militarmente o Irã, destruiu as forças marítimas do país e matou Ali Khamenei", diz.
🔎 Já Maurício Santoro, doutor em Ciência Política pelo Iuperj e colaborador do Centro de Estudos Político-Estratégicos da Marinha do Brasil, afirma que os objetivos dos Estados Unidos na guerra estão confusos e que o Irã tem conseguido demonstrar resistência.
"O Irã está conseguindo mostrar ao mundo que a guerra tem um custo muito alto. O país sofre, claro, com os efeitos dos bombardeios. Mas, do ponto de vista da estratégia econômica, isso tem funcionado."
Nesta reportagem você vai ver:
Os sinais que indicam a possibilidade de uma invasão terrestre
As condições impostas por Estados Unidos e Irã para acabar a guerra
As narrativas sobre o fim do conflito e o ultimato de Trump
Infográfico: o conflito entre Israel, EUA e Irã e a escolha do novo líder supremo
Arte/g1
Invasão terrestre no radar
Até agora, os Estados Unidos conduziram operações aéreas e navais contra alvos do Irã. Para isso, posicionaram porta-aviões e navios de guerra no Oriente Médio para reforçar a presença militar na região. Bases americanas também dão suporte às ações.
👉 Segundo a agência Reuters, no entanto, a Casa Branca tem avaliado a possibilidade de iniciar uma operação terrestre no país.
Uma das hipóteses, segundo a Reuters, seria usar tropas para tomar a ilha de Kharg, responsável por cerca de 90% das exportações de petróleo do Irã.
Outra possibilidade é o envio de soldados para a costa iraniana, para garantir a segurança do Estreito de Ormuz.
Na quinta-feira (26), o jornal The Wall Street Journal informou que o governo Trump avaliava enviar mais 10 mil soldados para atuar como forças terrestres na região.
O novo contingente se somaria aos cerca de 50 mil militares já posicionados no Oriente Médio, além de fuzileiros navais e paraquedistas mobilizados recentemente.
Também foram enviados navios com capacidade para operações anfíbias, incluindo transporte de tropas, desembarque de blindados e apoio logístico.
🔎 As movimentações ocorrem ao mesmo tempo em que Trump afirma que negociações com o Irã estão em andamento. Uriã Fancelli avalia que o presidente adota uma estratégia já empregada no passado: enquanto acena para a via diplomática, prepara o terreno para um avanço militar.
"Quando ele dá ultimatos ao regime e ameaça atacar a infraestrutura de energia caso não aceite as demandas norte-americanas, isso parece mais uma forma de construir uma narrativa para depois dizer que tentou negociar, enquanto ganhava tempo para se posicionar melhor", diz.
"E é aí que entra o risco de uma escalada maior. Por mais que o governo americano se vanglorie de ter reduzido o poder ofensivo iraniano, as tropas ficariam vulneráveis a mísseis, drones e minas."
🔎 Já o professor Maurício Santoro avalia que uma mobilização limitada dos Estados Unidos poderia ter dois objetivos principais:
Ocupar a ilha de Kharg para controlar o refino do petróleo iraniano e usar isso como instrumento de pressão econômica.
Ocupar ilhas no Estreito de Ormuz ou trechos do litoral iraniano para liberar o tráfego marítimo e reduzir a pressão sobre a rota comercial.
"Todas essas opções são bastante arriscadas. Tem muita coisa que pode dar errado, inclusive porque o Irã está tendo muito tempo para preparar sua defesa", afirma.
"Outra possibilidade é que, ao ocupar a ilha de Kharg, os Estados Unidos provoquem uma destruição tão grande da infraestrutura petrolífera iraniana que os efeitos durem anos. Se isso acontecer nos próximos dias, o impacto sobre a economia tende a ser muito negativo."
Ilha de Kharg, no Irã
Arte g1
Questionado na sexta-feira (27) sobre a possibilidade de enviar tropas ao Irã, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que não poderia comentar estratégias militares. Por outro lado, disse que o país pode atingir todos os objetivos sem uma operação terrestre.
Trump já afirmou que não pretende enviar tropas "para lugar nenhum", mas que, se decidisse fazê-lo, não informaria os jornalistas.
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Condições dos dois países
Estados Unidos e Irã apresentaram propostas com condições diferentes para encerrar a guerra. Do lado americano, o enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, confirmou que a Casa Branca enviou à Teerã um plano com 15 pontos, por meio do Paquistão.
👉 Segundo a imprensa americana, o documento inclui condições sobre armas e o enriquecimento de urânio. Entre os principais termos estão:
o compromisso do Irã de não desenvolver armas nucleares;
a limitação do alcance e da quantidade de mísseis;
a desativação das usinas de enriquecimento de urânio de Natanz, Isfahan e Fordow;
o fim do financiamento a grupos aliados na região, como Hamas e Hezbollah;
a criação de uma zona marítima livre no Estreito de Ormuz.
O jornal The Wall Street Journal afirmou que os EUA ofereceram suspender as sanções econômicas ligadas ao programa nuclear. A Casa Branca também indicou a possibilidade de auxiliar e monitorar um programa nuclear civil com fins pacíficos.
Ainda segundo o jornal, o plano segue, em linhas gerais, o que os EUA já defendiam antes do início da guerra. Já o Canal 12, de Israel, disse que a proposta prevê um cessar-fogo de 30 dias para avançar nas negociações.
Explosão é vista em Tel Aviv, em Israel, após ataque iraniano na noite deste sábado, 28 de fevereiro
John Wessels/AFP
👉 O Irã rejeitou publicamente o plano e o classificou como "excessivo e desconectado da realidade". O governo iraniano afirmou ainda ter enviado uma contraproposta com cinco condições:
interrupção total da "agressão e dos assassinatos" por parte do "inimigo";
criação de mecanismos para garantir que a guerra não seja retomada;
ressarcimento e reparações por danos causados durante o conflito;
fim da guerra em todas as frentes e para todos os grupos de resistência na região;
"exercício da soberania" sobre o Estreito de Ormuz.
Autoridades iranianas afirmam que essas exigências se somam a outras já apresentadas em negociações com os EUA poucos dias antes do início do conflito. Por outro lado, fontes ouvidas pela Reuters disseram que o Irã não rejeitou completamente a proposta americana.
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Ultimato de Trump e narrativas
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos
REUTERS/Elizabeth Frantz
Ao longo das últimas semanas, Donald Trump vem afirmando que o Irã deseja um acordo e que as conversas já estão em andamento. Na quinta-feira (26), ele anunciou pela segunda vez o adiamento de possíveis ataques contra usinas de energia iranianas.
Em 21 de março, o presidente afirmou que iria "obliterar" as usinas caso o Irã não reabrisse o Estreito de Ormuz em 48 horas.
Dois dias depois, deu mais cinco dias de prazo e classificou as negociações como "muito boas e produtivas".
Agora, ele ampliou o prazo até 6 de abril, data vista como um ultimato para que o Irã chegue a um acordo com os Estados Unidos.
👉 Em uma rede social, Trump afirmou que as negociações "estão indo muito bem". Horas antes, no entanto, adotou outro tom e disse não ter mais certeza de que quer um acordo para encerrar a guerra.
No dia seguinte, em um evento com investidores, declarou que os iranianos estavam "implorando por um acordo" e que os EUA estavam "aniquilando" a capacidade militar do adversário.
🔎 Para Maurício Santoro, Trump e outros membros do governo americano têm feito declarações contraditórias e ambíguas sobre a guerra.
"Há momentos, por exemplo, em que Trump diz que está negociando com o Irã e que a guerra está prestes a acabar. É provável que faça isso para tentar acalmar o mercado financeiro nos Estados Unidos, e não porque isso represente, de fato, a estratégia americana hoje", analisa.
👉 O Irã também tem defendido a própria narrativa sobre a guerra. Por meio da imprensa estatal, o regime divulga vídeos de lançamentos de mísseis contra bases americanas e reproduz reportagens com críticas a Trump publicadas na mídia dos Estados Unidos.
Para o público interno, o governo sustenta que consegue resistir aos bombardeios de Israel e dos EUA e retaliar os ataques.
Autoridades e civis mortos nos bombardeios são classificados como mártires.
O regime também tem mobilizado manifestantes para ir às ruas em apoio ao país durante o conflito.
🔎 Para Uriã Fancelli, o Irã tem usado episódios como o ataque a uma escola infantil em Minab, que deixou 175 mortos, para capitalizar politicamente o conflito. O regime também aposta em inteligência artificial para produzir peças de propaganda antiamericanas, voltadas ao público interno e externo.
"Esse é o mesmo regime que, de dezembro a janeiro, massacrou mais de 40 mil iranianos apenas por protestarem. Enquanto tenta transformar o episódio em munição de propaganda contra os Estados Unidos, a repressão continua dentro do país, com intimidação, medo e pressão", diz.
No início de março, quando os Estados Unidos passaram a afirmar que o Irã negociava um acordo, Teerã negou e disse que não mantinha conversas com os americanos — versão mantida até a última semana.
Na quarta-feira (25), o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, admitiu contatos com os EUA, mas afirmou que eles ocorrem de forma indireta e não configuram uma negociação. Segundo ele, os americanos "reconhecem a derrota" ao falar sobre negociações neste momento.
No entanto, nos bastidores, autoridades iranianas estão se mostrando abertas para negociações, segundo o jornal The New York Times.
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