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ABC News - International News

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2026-08-13 05:19:16 (4 hours ago)

Cuba marks Fidel Castro’s 100th birthday as his shadow still shapes nation in crisis

Fidel Castro would have turned 100 on Thursday and his influence still looms over Cuba

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Al Jazeera - Top Stories

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2026-08-13 05:18:44 (4 hours ago)

FIFA’s Infantino backed by six Arab federations including Qatar and Morocco

Football's top official boosted by further support for his presidency after proposed private investment in game nixed.

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Al Jazeera - Top Stories

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2026-08-13 05:18:11 (4 hours ago)

Pro-Palestine activists smear red paint on Danish defence company

Pro-Palestine activists smear red paint on Danish defence company

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France 24 - World News

France 24 - World News

2026-08-13 05:14:41 (4 hours ago)

US ambassador to Israel slams settler siege against West Bank Palestinians as ‘terror’

US Ambassador to Israel Mike Huckabee on Thursday denounced a siege by Israeli settlers against Palestinians in the West Bank village of Qusra as a "horrific act of terror". Huckabee, an evangelical Christian pastor who in the past has embraced Israeli settlements in the occupied West Bank, said the Israeli army intervened on Wednesday after a US request, but the soldiers failed to remove the settlers. 

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Daily Sabah - World News

Daily Sabah - World News

2026-08-13 05:14:00 (4 hours ago)

Lebanon slams Israel for 'systematic' destruction in country's south

Lebanese Prime Minister Nawaf Salam on Wednesday accused Israel of systematically destroying homes in southern Lebanon in violation of international law. He said Israeli 'attacks,...

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Globo News - Mundo

Globo News - Mundo

2026-08-13 05:10:20 (4 hours ago)

A cidade que fabrica mísseis para Trump: 'Se você não for conservador, não venha para cá'


O veterano David Carter, de 66 anos, é um cristão declarado que apoia a ação dos EUA no Irã. Eloise Alanna/BBC Como disse um morador local, há uma "igreja em cada rua" da comunidade apalache de Kingsport, no Estado americano do Tennessee. O cristianismo reina absoluto nesta área operária. Acima do histórico teatro Lamplight, no centro da cidade, uma placa proclama: "Jesus em primeiro lugar em todas as coisas". ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp E embora mais de 300 igrejas da região abasteçam a população com energia espiritual nesta cidade de 58 mil habitantes, existe outra instituição que fornece sustentação econômica. A fábrica Holston de munições do Exército produz explosivos usados em mísseis Patriot, ogivas e outros armamentos pesados em meio à custosa e prolongada guerra do país com o Irã. Agora no g1 A guerra e seus efeitos colaterais — com inflação de gasolina e alimentos — levaram a uma queda acentuada nos índices de aprovação do presidente Donald Trump nos EUA. Pesquisas recentes apontam sua aprovação em um mínimo histórico de 32% — uma queda de 14% em relação a quando ele assumiu o cargo em janeiro de 2025 —, com muitos entrevistados republicanos citando desilusão com as políticas do presidente. Os dois grandes fatores que prejudicam a popularidade do presidente são o custo de vida e a guerra com o Irã, com um afetando o outro. O conflito fez com que os preços da gasolina nos EUA disparassem para mais de US$ 4 por galão (R$ 5,48 por litro), um aumento doloroso para qualquer empresa americana que dependa de transporte. Mas em Kingsport, o apoio ao presidente beira o fervor religioso. A cidade votou esmagadoramente em Trump em todas as três últimas eleições. O mesmo aconteceu em todo o Tennessee, um Estado republicano há mais de 25 anos. No que diz respeito ao conflito com o Irã, a maioria dos residentes apoia abertamente a ação militar ou justifica a necessidade da guerra, apesar da promessa de campanha repetida de Trump de pôr um fim às guerras. "Se ele puder impedir que alguém tenha uma bomba nuclear, então sou a favor", diz Pam Robinson, de 65 anos, que trabalhou durante 20 anos em uma fábrica de produtos químicos local. David Carter, um veterano barbudo que interpreta o Papai Noel na época do Natal, diz: "O motivo de irmos até lá e mantermos tudo sob controle é para que o problema não chegue à nossa porta." Outros são mais diretos. "Sinceramente, acho que deveríamos transformar esses lugares em estacionamento e não nos preocuparmos mais com isso", diz o veterano James Camper, de 63 anos. Os veteranos representam cerca de 10% da população da região, e muitas outras famílias têm membros em serviço ativo nas Forças Armadas. Robinson — uma cristã fervorosa e não identificada com democratas ou republicanos que afirma que sua fé influencia suas escolhas de candidatos — acredita que a natureza remota da guerra impede que as pessoas da região fiquem mais descontentes com Trump. "Vou te dizer uma coisa: se fosse um combate corpo a corpo e mais pessoas estivessem morrendo, as pessoas estariam se revoltando", diz ela. Daniel Overstreet, de 53 anos, acredita que Trump está de mãos atadas pelo Congresso americano. Eloise Alanna/BBC A posição de Kingsport como um dos principais fabricantes de munições — com Holston sendo o único fornecedor nacional de alguns componentes essenciais de explosivos — confere aos seus residentes uma perspectiva única no que diz respeito à guerra no Irã. A fábrica emprega cerca de mil pessoas e é apenas um dos muitos complexos industriais extensos que se destacam nitidamente na exuberante paisagem das montanhas Apalaches. "A fábrica vai estar aberta, estejamos em guerra ou não", diz Daniel Overstreet, de 53 anos, ao lado de sua Harley Davidson no centro de Kingsport. "É o que é." Ele acredita que Trump e o governo estão "fazendo um ótimo trabalho", mas que há "muita gente tentando lutar contra ele". "[Ele disse] que iria controlar os preços da gasolina, e por um tempo eles conseguiram", diz Overstreet. "Ele disse que iria baixar os preços dos alimentos, mas ele não tem controle sobre isso. O presidente é basicamente um fantoche do Congresso e do Senado." "Ele está de mãos atadas, até certo ponto." Não é que as pessoas aqui não reclamem dos altos preços da gasolina e dos alimentos, da inflação e de outros problemas econômicos — é só que elas não culpam Trump por isso. "Ele se saiu bem em algumas coisas; acho que ele precisa repensar seus conselheiros", diz Robinson. "Acho que ele recebeu conselhos errados sobre alguns pontos." Foi o próprio Trump, no entanto, quem anunciou a decisão de atacar o Irã em fevereiro de 2026, após o fracasso das negociações. Em um vídeo de oito minutos publicado nas redes sociais, ele disse que "o objetivo é defender o povo americano, eliminando as ameaças iminentes do regime iraniano" e afirmou que o Irã "jamais terá uma arma nuclear". O evangelista William Bogle acredita que Trump é 'imperfeito', mas foi a melhor 'alternativa'. Eloise Alanna/BBC O evangelista William Bogle, de 75 anos, votou em Trump todas as vezes que ele se candidatou e acredita que o presidente está "fazendo um bom trabalho" — embora sua esposa "tenha que economizar cada centavo no supermercado". Trump "vai ter que se sair um pouco melhor em algumas coisas do que está fazendo agora", diz ele. "Eu sei que ele quer que o país prospere." Esse apoio inabalável reflete uma verdade mais profunda, por vezes oculta nas manchetes das pesquisas. Embora Trump tenha perdido popularidade entre os republicanos mais tradicionais e os eleitores independentes, sua base — que se identifica com seu lema "Make America Great Again" (Maga, ou "Fazer a América Grande Novamente") — permanece muito mais firme em seu apoio. Enquanto grande parte dos EUA observa para ver o quanto a queda na popularidade de Trump pode prejudicar os republicanos nas eleições de meio de mandato de novembro, aqui no "Cinturão Bíblico", Trump segue em alta. Na semana passada, quando os eleitores compareceram às urnas para eleições locais, a cédula incluía apenas um candidato democrata. Dos 11 distritos da comissão do condado, sete apresentavam apenas candidatos republicanos, e alguns sem oposição. Muitos dizem que não podem e não vão cruzar as linhas partidárias por razões morais, citando o aborto como o principal fator decisivo, sendo a oposição ao socialismo e às questões "progressistas" difícil de ignorar. Esses receios superam quaisquer críticas pessoais que possam ter de Trump, afirma David Carter, de 66 anos, avô, cristão e veterano de guerra. Trump precisa ser mais humilde, ele admite, mas Carter só considera votar em candidatos que compartilhem dos valores morais da população. Isso significa se opor ao aborto, por exemplo. O democrata Adam Teague destaca que 'há uma igreja em cada rua' em Kingsport. Eloise Alanna/BBC Em Kingsport, existem pessoas com visões mais liberais, mas elas são uma minoria ínfima e menos expressivas. O tatuador Adam Teague, de 44 anos, é um democrata gay com o corpo coberto de tatuagens que trabalha no centro de Kingsport. "Antes de Trump assumir o cargo, eu usava camisetas com as cores do arco-íris e tudo mais", diz Teague, que foi criado na fé batista. "Dei uma maneirada nisso, só para me sentir mais seguro." Trump saiu vitorioso nas eleições de 2024, em parte, devido à sua capacidade de atrair uma coalizão diversificada, incluindo pessoas de todas as idades e raças. Mas, embora seus apoiadores do movimento Maga continuem ao seu lado, as pesquisas sugerem que muitos jovens que o ajudaram a vencer a democrata Kamala Harris agora estão desiludidos. Mary Herron, de 21 anos, que está saindo de uma loja de cupcakes com duas amigas, percebeu uma diferença de atitudes entre seus contemporâneos. "Estou vendo uma mudança no apoio... o que é meio raro por aqui", diz Herron. "Mas vi algumas pessoas que disseram: 'Ah, é mesmo, eu votei nele, e agora não o apoio mais'." Caden Bayless, Mary Herron e Emily Villalpando são progressistas de 21 anos. Eloise Alanna/BBC Trump entrou para a política quando as duas ainda estavam no ensino fundamental, conta sua amiga Emily Villalpando, de 21 anos. "Então, muitas das pessoas com quem crescemos meio que adotaram as opiniões de seus pais." "E agora que estamos crescendo, temos mais responsabilidades", diz Villalpando, que estuda ciências biomédicas e quer ser médica. "A economia nos afeta muito mais." As três estudantes universitárias — cujo trio é completado pela amiga Caden Bayless — citam os direitos das mulheres e a atuação excessiva de agentes de imigração como grandes preocupações, mas se mostram céticas quanto a mudanças significativas de atitude ou de voto na região. Bayless disse ter esperança de que a geração mais jovem possa promover mudanças, mas "dado o lugar onde vivemos... seria uma mudança muito difícil". O evangelista Bogle, ao resumir a região de Kingsport, acaba por abordar, sem querer, os seus receios. "Vivemos num lugar maravilhoso, e se você não for conservador, não venha para cá", diz. "Porque você não se encaixaria. Mas se você for conservador, venha, e nós o acolheremos." Ele diz que estará orando por Trump, assim como Robinson, que é mais moderado. "Tudo o que você pode fazer é orar por seus líderes, e Deus lhe dará o que você deseja no final", diz ela.

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Times of Israel - World News

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2026-08-13 05:07:22 (4 hours ago)

Germany to boost intelligence services, citing constant cyberattacks from abroad

After years of concern about Russia and others, Berlin says it plans to turn its lagging agencies into 'real intelligence services' capable of 'active measures' against adversaries

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ABC News - International News

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2026-08-13 05:06:36 (4 hours ago)

From black boots to pastel suits, Italian premier's wardrobe evolves with her politics

Italian Prime Minister Giorgia Meloni’s fashion has evolved with her politics

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The Guardian - World News

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2026-08-13 05:06:08 (4 hours ago)

We’re going to party like it’s 1629… the masques, the music and the mayhem of Banqueting House

What music soundtracked 17th-century England? Ahead of a DJ set in Banqueting House, Georgia Mann looks at the wild, the experimental, the melancholic – and why a theorbo caused a security alert

King Charles is on the throne, there’s anxiety around the power-brokers of Whitehall, and an age of deep political division and conspiracy obsession is under way.

That’s right, I’m referring to the middle years of the 17th century, a period I’m immersed in as I’m putting together a Jacobean-Carolean Classical DJ set, where the beats are to be dropped beneath one of the UK’s most awesome works of art: the Rubens painted ceiling at the Banqueting House in Whitehall.

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Times of Israel - World News

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2026-08-13 05:03:58 (4 hours ago)

Sheba’s Humanitarian Missions - Sponsored Content

Sheba Global’s humanitarian ophthalmology missions have traveled to Kenya, Honduras, and Rwanda, bringing care, knowledge, and hope to those with limited access to advanced eye care.

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New York Times - World News

New York Times - World News

2026-08-13 05:02:03 (4 hours ago)

A Patient’s Final Breath in a Congolese Ebola Ward

The distance between life and death is razor thin at one medical clinic in Rwampara, the heart of the epidemic ravaging the Democratic Republic of Congo.

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The Guardian - World News

The Guardian - World News

2026-08-13 05:00:55 (4 hours ago)

‘I feel like I’m at war’: are we losing the battle against machine-made music?

Despite outcry from musicians, AI slop is creeping into the charts as record labels scramble to adapt to a new normal where hits can be made at the click of a button

This year, the battle for song of the summer has been eclipsed by a much more complicated – some would even say disturbing – debate. That’s because we find ourselves asking not “What’s the song of the summer?” but rather “Is the song of the summer even real?”

Among the top contenders for the title is Fenix Flexin’s Rubberz, a single released in June that has ascended to No 58 on the Billboard Hot 100 and racked up more than 35m Spotify streams. It’s not the sort of fare Fenix usually cooks up. The artist is known for his trap music as part of the rap duo Shoreline Mafia, but Rubberz is a mildly noirish, 80s-inspired synth-pop track featuring a voice nothing like his. The song has drawn comparisons to Morrissey, but it more closely resembles Men at Work’s Down Under, or a Weird Al Yankovic parody of Men at Work. It’s pretty awful. But more importantly, it has an uncanny quality to it. It sounds off.

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