France 24 - World News
France 24 - World News
2026-08-13 05:48:08 (4 hours ago)
Why women in the Maghreb are having fewer children
The Maghreb region has seen a dramatic drop in birth rates in recent years. Most women now have fewer than three children, compared with the 7-8 children per woman that was typical in the 1970s.
France 24 - World News
France 24 - World News
2026-08-13 05:47:54 (4 hours ago)
🔴 Live: Ukraine's civilian deaths in July hit highest level since May 2022, UN says
Times of India
Times of India
2026-08-13 05:47:24 (4 hours ago)
Deepwater Horizon damaged deep-sea corals in 2010; NOAA is now restoring them 16 years later
In a groundbreaking initiative, scientists are working to revive deep-sea coral ecosystems that were harmed by an oil spill. Utilizing corals grown in laboratories along with advanced tools, they have successfully deployed these corals at great depths. This project focuses on rejuvenating delicate habitats in the Gulf of Mexico, with ongoing monitoring set to evaluate both the survival rates of the corals and the overall restoration of the ecosystem.
Al Jazeera - Top Stories
Al Jazeera - Top Stories
2026-08-13 05:46:22 (4 hours ago)
What postcolonialism looks like in Southeast Asia
AJ's Jamal Elshayyal moderates a panel of academics and leaders from four countries
The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-08-13 05:45:56 (4 hours ago)
South Korean airport becomes busiest in world for global traffic amid Iran war
Incheon airport had 38.39m international passengers in first half of 2026, as traffic diverted from Middle East hubs
South Korea’s Incheon airport has become the world’s busiest airport for international passengers, in part owing to disruption in the Middle East caused by the Iran war.
The airport, South Korea’s main gateway, about 30 miles (48km) west of Seoul, handled 38.39 million international passengers in the first half of 2026, according to preliminary figures compiled by the Airports Council International (ACI), the global trade body for airports.
Continue reading...France 24 - World News
France 24 - World News
2026-08-13 05:45:09 (4 hours ago)
Reform UK's Farage faces off against Count Binface in election
Voters cast their ballots on Thursday in a local English election pitting Nigel Farage against his main challenger, a comedian dressed as a trash can, in a test of opposition ‌to the Reform UK leader's brand of populist politics. Our correspondent in London Benedicte Paviot tells us more.
Al Jazeera - Top Stories
Al Jazeera - Top Stories
2026-08-13 05:43:38 (4 hours ago)
Japan protests as Russia’s Putin visits disputed Kuril Islands
Japanese PM says Putin's visit to the Pacific island chain, seized by the Soviet Union in 1945, is 'unacceptable'.
Al Jazeera - Top Stories
Al Jazeera - Top Stories
2026-08-13 05:42:18 (4 hours ago)
Singapore-flagged container ship crashes into riverbank in India
A Singapore-flagged container ship crashed into a bank of the Hooghly River in eastern India.
BBC News - Education & Family
BBC News - Education & Family
2026-08-13 05:41:22 (4 hours ago)
Top grades rise again as students get A-level, T-level and BTec results
Another record number of students have managed to secure a place at university.
Le Monde - World News
Le Monde - World News
2026-08-13 05:41:15 (4 hours ago)
Romania to shut down nuclear plant due to low Danube level
Nearly two-thirds of the Danube, the river whose water is used to cool the plants, has recorded flow rates that are the lowest on record for a month of July.
Times of India
Times of India
2026-08-13 05:35:00 (4 hours ago)
In a heartwarming victory for Harry Potter fans, a significant power cable, originally set to cross Dobby the elf's cherished fictional grave, was successfully rerouted. The Greenlink interconnector project, valued in the multimillions, was adjusted to preserve this beloved memorial. Developers resorted to horizontal drilling to lay the cable underground, safeguarding Dobby's resting place on Freshwater West beach from any desecration.
Globo News - Mundo
Globo News - Mundo
2026-08-13 05:32:51 (4 hours ago)
'Putin não tem mais como declarar vitória na Ucrânia', diz Nobel da Paz à BBC

"A maioria das pessoas com influência sobre a opinião pública foi declarada como 'agente estrangeiro', 'extremista' ou 'terrorista'. São várias centenas", disse Dmitry Muratov à BBC.
BBC
Nos escritórios do jornal Novaya Gazeta, em Moscou, na Rússia, os corredores estão silenciosos.
Há uma enorme sensação de vazio.
"Não existe mais jornal", disse o ex-editor-chefe Dmitry Muratov em entrevista exclusiva à BBC.
✅ Siga o canal de notÃcias internacionais do g1 no WhatsApp
Muratov ajudou a fundar o Novaya Gazeta há mais de 30 anos, após a queda da União Soviética. O jornal se tornou um dos principais veÃculos independentes da Rússia, denunciando violações dos direitos humanos e casos de corrupção envolvendo autoridades de alto escalão.
Em 2021, Muratov dividiu o Prêmio Nobel da Paz por seus esforços "para proteger a liberdade de expressão". O Comitê do Nobel lembrou que "seis jornalistas [do Novaya Gazeta] foram mortos, entre eles Anna Politkovskaya (1958-2006), autora de reportagens sobre a guerra na Chechênia".
Agora no g1
Foi um reconhecimento ao jornalismo corajoso, mas isso não protegeu o jornal.
"[Vladimir] Putin assinou um decreto que estatizou as máquinas de impressão do jornal", explicou Muratov. "O registro do jornal foi cassado."
O Novaya Gazeta ainda está presente na internet, mas seu alcance é limitado: as autoridades bloquearam o site, que só pode ser acessado fora da Rússia ou por meio de VPN (sigla em inglês para uma rede privada virtual que mascara o "endereço" do usuário e criptografa sua conexão, permitindo acessar conteúdos em uma dada localização).
Muratov leiloou a medalha do Prêmio Nobel para apoiar os esforços humanitários do Unicef em favor de refugiados ucranianos.
EPA via BBC
As dificuldades enfrentadas pelo jornal refletem a repressão mais ampla à liberdade de expressão na Rússia, que se intensificou desde a invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia, em 2022.
"A maioria das pessoas com influência sobre a opinião pública foi declarada como 'agente estrangeiro', 'extremista' ou 'terrorista'. São várias centenas", disse Muratov.
"Os números variam, mas, pelas estimativas mais cautelosas, desde o inÃcio da 'operação militar especial' da Rússia [na Ucrânia], pelo menos 1,5 mil pessoas foram presas por se manifestarem contra as polÃticas do governo. É o triplo do registrado nos anos mais duros do Comitê de Segurança do Estado [KGB, na sigla em russo], na União Soviética", acrescenta ele.
Ao receber o Prêmio Nobel da Paz, em 1975, o dissidente Andrei Sakharov (1921-89) citou mais de 120 presos polÃticos que conhecia na União Soviética. Dez anos depois, a Anistia Internacional estimou em mais de 600 o número de presos de consciência na Rússia.
Os jornalistas Antonina Favorskaya, Konstantin Gabov, Sergey Karelin e Artyom Kriger foram condenados a cinco anos e meio de prisão por extremismo.
Reuters
Em 2022, o governo da Rússia acreditava que a "operação militar" seria rápida e bem-sucedida. Quase cinco anos depois, ela se transformou no conflito mais sangrento da Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-45).
Ainda assim, confiante, o presidente Vladimir Putin continua prevendo uma vitória da Rússia.
"Não haverá 'vitória'", rebateu Muratov. "Porque o que vem acontecendo há quase cinco anos, não importa como termine, já não pode ser considerado uma vitória. (...) Não pode haver vitória quando duas nações eslavas despedaçaram 1 milhão de pessoas. Ou mais de 1 milhão", diz ele. "Me parece que a situação da Ucrânia hoje é a seguinte: é possÃvel destruÃ-la, mas não conquistá-la. O que quero dizer com destruÃ-la? Uma escalada contÃnua, até chegar ao uso de uma arma nuclear."
Muratov realmente acredita que Putin, lÃder do Kremlin, usaria armas nucleares nesta guerra?
"Esses analistas polÃticos que dizem 'Putin pensa isso' ou 'Putin tem medo daquilo'... são todos charlatães", disse Muratov. "Está no mesmo nÃvel da astrologia. Ninguém sabe o que se passa na cabeça de Vladimir Putin. Nem eu."
"Eu só posso analisar isso como jornalista. Trabalho com grandes volumes de dados. Desde o inÃcio do ano, a necessidade de recorrer a armas nucleares foi mencionada mais de 500 vezes. Quando esse tipo de coisa vem de malucos, não dou atenção. Mas já ouvi essa discussão na televisão estatal. E, no Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo, um evento promovido pelo Estado, um dos participantes chegou a defender o uso de armas nucleares como algo positivo, algo desejável."
Ao anunciar a invasão em larga escala da Ucrânia, em fevereiro de 2022, o presidente Putin afirmou que a medida tinha como objetivo "garantir a segurança da Rússia".
"Me diga: a segurança aumentou?", questionou Muratov. "Agora que drones ucranianos atacam depósitos da [maior varejista online russa] Wildberries; com a crise da gasolina, as interrupções na internet móvel, os presos polÃticos? A segurança aumentou ou não?"
Apesar de pesquisas de opinião indicarem queda nos Ãndices de aprovação de Putin dentro da Rússia, Muratov avalia que o presidente continua firme no controle do poder.
"Desculpe, mas não acredito nessa história de divisão entre integrantes da elite ou de conspirações secretas. Quem governa o paÃs é Vladimir Putin. Eles têm medo dele."
"E esse medo é reforçado de todas as formas por sua principal base de sustentação: o Serviço Federal de Segurança [FSB, na sigla em russo]."
Embora seja um crÃtico contundente do próprio governo, Muratov também não alimenta ilusões sobre o Ocidente.
"[Putin] conhece muito bem os lÃderes europeus. De um lado, eles [os lÃderes europeus] falam em direitos humanos. Ele [Putin] ri porque, do outro, assinam — ou assinavam — acordos com a Rússia para comprar petróleo, gás, diamantes e outros produtos."
Na Rússia, Muratov foi classificado como "agente estrangeiro", rótulo usado com frequência para punir crÃticos do governo russo. Os chamados "agentes estrangeiros" têm direitos restritos: são proibidos de dar aulas e de participar de eleições e, caso vendam seu apartamento, não podem ter acesso ao dinheiro da venda. O rótulo também busca estigmatizar essas pessoas e alimentar na sociedade a ideia de que existe um inimigo interno.
Mas o jornalista parece relutante em falar sobre as pressões que sofre e prefere chamar a atenção para a situação de compatriotas presos.
"O que mais me preocupa neste momento é que ninguém no mundo se interessa pelos presos polÃticos que foram os primeiros a se manifestar contra a tomada de terras no nosso paÃs vizinho", explicou Muratov.
Nadezhda Buyanova, pediatra de 68 anos, foi condenada a cinco anos e meio de prisão na Rússia por supostamente ter feito crÃticas à guerra na Ucrânia durante o trabalho.
BBC
Muratov abre uma pasta e tira de dentro uma pilha de fotografias grandes: retratos de pessoas presas.
Uma delas mostra quatro jornalistas — Antonina Favorskaya, Konstantin Gabov, Sergey Karelin e Artyom Kriger — condenados e presos sob acusação de extremismo. Eles foram acusados de manter vÃnculos com a organização anticorrupção do lÃder oposicionista Alexei Navalny (1976-2024).
Há também uma foto de Alexei Gorinov, vereador condenado à prisão sob acusação de "divulgar deliberadamente informações falsas" sobre as Forças Armadas russas depois de se manifestar contra a guerra na Ucrânia.
"E aqui está um pianista extraordinário, Pavel Kushnir", disse Muratov. "Um intérprete excepcional de Rachmaninoff e Schubert."
O músico foi preso depois de publicar vÃdeos contra a guerra. Muratov mostra então uma segunda imagem.
"E aqui está ele no caixão", disse Muratov.
Pavel Kushnir (1984-2024) morreu em um centro de detenção provisória durante uma greve de fome. Tinha 39 anos.
A sucessão de fotos e relatos sobre pessoas presas mostram o que pode acontecer com quem é considerado adversário dos que estão no poder. Também deixam claro o risco de criticar publicamente as autoridades e a guerra.
"Ser ganhador do Prêmio Nobel oferece alguma proteção para dizer o que você pensa?", perguntei a Muratov.
"Essa pergunta não é para mim", respondeu Muratov. "Quando tiver oportunidade, pergunte às autoridades."
Há ainda mais uma foto, tirada em abril.
"Esta é a advogada do jornal enquanto esperava para entrar no prédio. A polÃcia estava fazendo buscas no nosso escritório. Foram 13 horas. E não deixaram os advogados entrar. Nosso editor-executivo, Oleg Roldugin, agora está em prisão domiciliar."
O relato de Muratov revela um cenário sombrio para quem critica as autoridades na Rússia.
Ainda assim, há momentos de esperança.
"Vivemos numa época em que as pessoas ficam caladas. Mas muita gente apoia o nosso trabalho. Nas ruas de Moscou, meus colegas e eu só ouvimos palavras de agradecimento. São ditas em voz baixa. Mas o que as pessoas pensam é muito importante."
Current Page: 20