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2026-07-07 09:23:29 (2 days ago)
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2026-07-07 09:23:24 (2 days ago)
France pulls diplomats from African state – media
The French Foreign Ministry said on Monday that France withdrew all its diplomats from Burkina Faso after relations collapsed
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2026-07-07 09:22:59 (2 days ago)

Senadora do Paraguai profere insultos racistas contra o atacante francês Kylian Mbappé
A França eliminou o Paraguai no último sábado (5), e a seleção sul-americana reagiu mal. Provocaram o capitão do time rival, Kylian Mbappé, que não teve papas na língua e respondeu aos jogadores adversários, ainda em campo.
Nas redes sociais, a senadora paraguaia Celeste Amarilla tomou as dores do time, deixou o tom esportivo de lado e fez ataques racistas contra o jogador. Os insultos criminosos provocaram uma onda de repúdio e levaram a autoridades e organizações esportivas a sair em defesa do jogador.
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🔍 Celeste Amarilla foi eleita deputada do Paraguai em 2017, em uma eleição suplementar, pelo Partido Liberal Radical Autêntico. Em 2023, foi eleita senadora para o mandato de 2023 a 2028. Desde que chegou ao Senado, Celeste é conhecida por declarações polêmicas e críticas frequentes a governos e adversários políticos.
Mbappé também não deixou barato e, em sua conta oficial no X (ex-Twitter), retrucou a política e a acusou de mostrar “a pior imagem possível” sobre o Paraguai. A história ganhou um novo capítulo nesta terça-feira (07), com a tréplica da discussão e uma promessa de judicialização.
Veja as etapas da confusão
A classificação da França às quartas de final da Copa do Mundo já dava sinais de que a competição não acabaria nas quatro linhas do campo. O único gol da partida foi marcado por Mbappé, em cobrança de pênalti, garantindo a vaga francesa na próxima fase da competição.
O confronto foi marcado por forte contato físico. Após o apito final, o atacante francês afirmou que já esperava um jogo truncado e disse que sua equipe também sabia "jogar esse tipo de futebol", quando necessário. A declaração repercutiu no Paraguai e alimentou a tensão iniciada ainda durante a partida.
Sinais trocados
Kylian Mbappé, atacante da França, e Celeste Amarilla, senadora no Paraguai.
Reuters/James Lang/Reprodução/redes sociais
Depois dos 90 minutos, os jogadores trocaram provocações. Um dos momentos mais comentados ocorreu quando Mbappé ignorou uma tentativa de cumprimento do goleiro paraguaio Orlando Gill. A cena viralizou nas redes sociais.
O episódio dividiu opiniões entre torcedores e foi tratado por parte da imprensa paraguaia como um gesto de desrespeito. Ao mesmo tempo, jogadores paraguaios rebateram as críticas do atacante francês sobre o estilo de jogo da equipe.
“Não acho que estejam acostumados a esse jogo. Na América do Sul estamos acostumados a isso. Hoje se notou que ele se complicou com isso. Não gostam dos choques, mas isso é futebol”, disse o goleiro Orlando Gill, na zona mista após a partida.
Política entra em jogo
Horas depois da eliminação paraguaia, a senadora Celeste Amarilla publicou uma série de ataques a Mbappé na rede social X. Nas postagens, ela fez comentários sobre a aparência, a origem e a identidade do jogador, utilizando termos considerados racistas e xenófobos.
"Camaronês colonizado, bancando o durão e fingindo ser francês, ressentido, novo-rico, prepotente e feio" disse, no tuíte. A senadora disse ainda que Mbappé que a coisa mais instruída que o atacante ouviu foram chimpanzés.
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🔍 Kylian Mbappé nasceu em Paris em 1998 e foi criado na periferia da cidade. Filho de pai camaronês e mãe franco-argelina, iniciou a carreira nas categorias de base do AS Bondy antes de se destacar no AS Monaco. Em 2017, foi contratado pelo Paris Saint-Germain, onde conquistou diversos títulos nacionais e se tornou o maior artilheiro da história do clube. Em 2024, transferiu-se para o Real Madrid. Pela seleção da França, foi campeão da Copa do Mundo Fifa de 2018 aos 19 anos, vice-campeão em 2022 e é considerado um dos principais jogadores de sua geração.
As declarações provocaram forte reação na França. A ministra dos Esportes francesa classificou as publicações como "abjetas" e "racistas", enquanto a Federação Francesa de Futebol informou que pretendia acionar o Ministério Público francês.
“As declarações racistas da Senadora paraguaia Celeste Amarilla contra Kylian Mbappé são totalmente repugnantes e inaceitáveis. Como se pode proferir um discurso desses? Essas declarações são criminosas e condenáveis. Elas devem ser processadas aqui como em qualquer outro lugar. A FFF está procedendo a uma denúncia ao Ministério Público para fins de persecução judicial”, disse a entidade em nota.
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Mbappé responde
Na segunda-feira (6), Mbappé respondeu diretamente à senadora. O capitão afirmou que Celeste Amarilla era "uma mulher desprezível e indigna do cargo" que ocupa e disse que ela não representava o Paraguai que, segundo ele, demonstrou "paixão e honra" durante a Copa do Mundo.
O atacante também afirmou que o comportamento da parlamentar havia ofuscado a campanha histórica da seleção paraguaia e declarou que não permitiria que pessoas espalhassem "ódio e racismo" sem reação. A manifestação recebeu apoio de autoridades francesas e de diversos atletas nas redes sociais.
Senadora do Paraguai profere insultos racistas contra o atacante francês Kylian Mbappé
Jornal Nacional/ Reprodução
Terceiro tempo
Na sequência, Amarilla voltou às redes sociais para rebater Mbappé. A senadora exigiu um pedido de desculpas do jogador, afirmou que sua crítica era direcionada exclusivamente ao atacante e alegou ter sido vítima de violência de gênero em razão da resposta pública recebida.
Ela também voltou a criticar declarações feitas por Mbappé após a partida, afirmando que interpretou como ofensiva uma fala do francês sobre "colocar a mão na lama" para vencer o jogo. Segundo a senadora, se o jogador não se redimir, ela deve processá-lo judicialmente.
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2026-07-07 09:22:20 (2 days ago)
Ukraine says woman wanted in connection with a Monaco bombing is found dead
Ukraine's Security Service has found the body of Anastasiia Berezovska, who had been wanted by Monaco authorities for a bombing targeting business tycoon Vadym Yermolaiev
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2026-07-07 09:22:04 (2 days ago)
NATO set to unveil billions in arms deals to prove its firepower to Trump
President Donald Trump arrived in Ankara Tuesday afternoon for the NATO summit, as the transatlantic military alliance was announcing billions in arms deals in an attempt to appease the mercurial U.S. leader
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2026-07-07 09:21:03 (2 days ago)

Itamaraty vê risco dos Estados Unidos usarem a foça militar no Brasil depois de classificar PCC e CV como terroristas
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, enviou um documento à Câmara dos Deputados em que cita o “risco de uso da força militar” dos Estados Unidos no Brasil após a classificação das facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras.
Segundo o Itamaraty, apesar da colocação do ministro em um documento oficial, não há um elemento novo que indique essa possibilidade. O ministro se valeu de episódios recentes na região, como os casos da Venezuela, de Cuba e da Colômbia (leia detalhes mais abaixo).
A classificação do PCC e do CV como organizações terroristas foi feita pelo governo de Donald Trump no fim de maio — segundo o governo brasileiro, sem conversas formais prévias.
Chanceler Mauro Vieira
Mateus Oliveira/MRE
No documento em que anuncia a denominação, o Departamento de Estado norte-americano, órgão equivalente ao Ministério das Relações Exteriores brasileiro, afirma que o CV e o PCC “são duas das maiores organizações criminosas mais violentas do Brasil”.
E que a influência das facções "e suas redes ilícitas se estendem muito além das fronteiras do Brasil”, chegando aos Estados Unidos.
Desde então, o governo brasileiro vem criticando a medida, afirmando que, na prática, ela não contribui para desestruturar as facções, não ajuda a combater o crime organizado a nível internacional e ainda pode gerar consequências a pessoas e empresas sem relação direta com as atividades criminosas.
Um helicóptero decola de um navio da Marinha dos EUA atracado no porto para apoiar os esforços de socorro às vítimas do terremoto em La Guaira, Venezuela
AP Photo/Matias Delacroix
Nesse contexto, Mauro Vieira, ao responder ao deputado Evair de Melo, citou que uma das consequências possíveis é o “uso da força militar” dos EUA sobre o Brasil.
O ministro se valeu de alguns casos recentes na região para chegar a essa conclusão, entre os quais:
➡️o bombardeio em janeiro deste ano em Caracas, capital da Venezuela, que resultou na prisão do então presidente Nicolás Maduro;
No dia 3 de janeiro, a Venezuela acordou sob o impacto de uma operação dos Estados Unidos que resultou no sequestro do ditador Nicolás Maduro.
Essa foi a primeira intervenção militar direta dos Estados Unidos em um país na América Latina desde a derrubada do ditador do Panamá Manuel Noriega – há 36 anos.
A operação norte-americana ocorreu após meses de tensões entre Estados Unidos e Venezuela. A movimentação militar começou ainda em agosto, sob a justificativa do combate ao tráfico internacional de drogas.
➡️os ataques a barcos supostamente operados por traficantes perto da costa da Colômbia
O governo de Donald Trump, dos Estados Unidos, realizou ataques contra barcos no Oceano Pacífico, perto da costa da Colômbia, em outubro de 2025.
Na ocasião, um secretário do governo Trump afirmou que as embarcações estavam sendo operadas por traficantes de drogas, porém sem dar provas — disse apenas que os veículos foram rastreados antes do ataque.
As ações militares compõem uma investida do governo Trump contra cartéis de drogas latino-americanos, contra os quais os EUA dizem estar em guerra. As investidas também ocorreram em meio a uma escalada de tensões entre Trump e o governo de Nicolás Maduro, e aumentam o temor por uma iminente operação terrestre e bombardeios em solo venezuelano.
Meses depois, foi realizada a operação militar que resultou na captura de Maduro.
➡️ e a ameaça de Trump de que Cuba “é a próxima”, quando foi questionado sobre os ataques americanos no Irã.
Nos últimos meses, os Estados Unidos vêm aumentando a pressão sobre Cuba em uma tentativa de chegar a um acordo que pode resultar na queda do governo cubano. O presidente Donald Trump tem sugerido, inclusive, que pode tomar a ilha à força.
No dia 20 de maio, o governo dos EUA acusou formalmente Raúl Castro, irmão de Fidel Castro e ex-presidente de Cuba, de uma série de crimes. A medida representou mais um capítulo na escalada de tensão entre os dois países.
O indiciamento de Castro e a movimentação militar no Caribe relembraram medidas semelhantes adotadas pelo governo norte-americano semanas antes da ofensiva contra a Venezuela. A operação, feita em janeiro, resultou na captura do ditador Nicolás Maduro.
Assim como acontece agora com Cuba, Trump também fez uma série de ameaças contra a Venezuela e determinou o envio de um forte efetivo militar ao Caribe para pressionar Maduro.
No entanto, uma eventual ação militar contra Cuba pode gerar questionamentos no direito internacional. As justificativas apresentadas atualmente pelos EUA podem não ser suficientes para respaldar uma intervenção militar, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU).
O que diz o governo brasileiro
Segundo o ministro, a decisão dos EUA de incluir facções brasileiras na lista de organizações criminosas estrangeiras "representa riscos concretos à soberania nacional”.
“Entende-se que a designação de organizações criminosas como terroristas não trará benefícios concretos para a cooperação internacional entre EUA e Brasil no enfrentamento ao crime organizado”, escreveu Mauro Vieira.
“A referida classificação unilateral poderia ser invocada como justificativa para ações extraterritoriais sobre instituições brasileiras, em particular no âmbito financeiro, migratório e penal. Há, ademais, o risco de uso da força militar dos EUA contra o território nacional”, completou.
O Brasil já enviou uma proposta aos EUA de cooperação bilateral na área, mas não recebeu resposta.
Integrantes do Itamaraty dizem que o fato de o Brasil ser contra a classificação não significa uma defesa do PCC e do CV em si, mas, sim, da legislação brasileira e do entendimento do direito internacional sobre soberania, uma vez que o entendimento do governo brasileiro é que cabe às próprias instituições brasileiras resolver os problemas internos, ainda que com apoio de outros países por meio de cooperação bilateral.
The Guardian - World News
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2026-07-07 09:21:00 (2 days ago)
Shahrnush Parsipur, Iranian author of Women Without Men, dies at 80
The revered writer and political exile’s publisher says her ‘legacy in literary history can’t be compared to anyone else’s’
Shahrnush Parsipur, the celebrated Iranian writer whose subversive works of feminist fiction saw her repeatedly imprisoned, has died aged 80.
A pioneer of women’s literature in Iran, Parsipur excoriated the country’s patriarchal culture in novels including Women Without Men and Touba and the Meaning of Night. She was imprisoned four times, under the Shah and then the Islamic Republic.
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2026-07-07 09:20:29 (2 days ago)
Ingraham TORCHES Hollywood over anti-America videos
Fox News' Laura Ingraham and Raymond Arroyo take on Hollywood elites for their recent anti-America messages. They critique celebrity videos attacking President Donald Trump and questioning fundamental U.S. rights.
The Guardian - World News
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2026-07-07 09:19:53 (2 days ago)
Prince Harry and other claimants lose case against Daily Mail publisher – latest updates
Victory for Associated Newspapers Limited after court case
In his 436-page written judgment, Mr Justice Nicklin said the claimants failed to prove the allegations of unlawful information gathering (UIG).
As a reminder, the claimants were Prince Harry, Elton John and husband David Furnish, actors Liz Hurley and Sadie Frost, campaigner Doreen Lawrence, and former Liberal Democrat MP Simon Hughes. The judge wrote in his summary:
The court rejected the attempt to prove the claims by broad inference where there remained a legitimate and realistic possible lawful source pathway, or where the article-specific evidence did not prove that the relevant information must have been obtained unlawfully…
The court also held that the parties were bound by the cases they had pleaded. It was not permissible, at trial, to replace a pleaded allegation with a different, and in many instances more serious, allegation of UIG… The claims are therefore dismissed.
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Globo News - Mundo
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2026-07-07 09:19:09 (2 days ago)
Trump admite que relação com Meloni 'azedou' após nova provocação antes de cúpula da Otan

O presidente dos EUA, Donald Trump, durante reunião na cúpula da Otan
REUTERS/Jonathan Ernst
A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, decidiu evitar a escalada de um conflito com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e não irá ignorá-lo durante a cúpula da Otan, que acontece a partir desta terça-feira (7) na Turquia, segundo a agência de notícias Reuters.
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Uma fonte próxima à premiê italiana, que preferiu não se identificar ao falar com a agência, descartou a possibilidade dela não cumprimentar Trump, afirmando que ela sabe como lidar com tais situações e que, em vez disso, o cumprimentaria "com um sorriso".
O encontro dos dois líderes, que já se declararam aliados próximos, ocorrerá dois dias após uma nova provocação do presidente dos EUA. Trump, que vem fazendo uma série de ataques à líder italiana nas últimas duas semanas, postou na rede Truth Social uma imagem manipulada na qual a líder italiana aparece olhando para ele como se o estivesse adorando, com a frase:
"Ordem de restrição necessária".
Trump volta a atacar Giorgia Meloni em rede social
Truth Social / Reprodução
Ao chegar a Ancara, onde acontece a cúpula, Trump foi questionado sobre sua relação com Meloni e admitiu que ela "azedou":
"Acho que ela é uma pessoa legal, pessoalmente. Nossa relação ficou ruim porque ela se recusou a se envolver com a guerra do Irã e o Estreito de Ormuz. Eu gosto dela, temos uma relação boa, mas acho que ela cometeu um erro. Ela não estava lá para nós e eu não fiquei feliz com isso".
Meloni não comentou a publicação de Trump e, ao contrário de ataques anteriores, ministros italianos evitaram aumentar a polêmica ao serem questionadas sobre o assunto nesta segunda-feira (6).
O ministro italiano da Defesa, Guido Crosetto, que acompanhará Meloni na reunião da Otan em Ancara nos próximos dias, disse que "o essencial é preservar as relações transatlânticas".
Já o vice-primeiro-ministro e chefe da diplomacia italiana, Antonio Tajani, disse ao canal Sky TG24 que a mensagem, reproduzida na capa de todos os grandes jornais italianos nesta segunda-feira, "não precisa de comentários".
Nesta terça-feira, Tajani afirmou que Roma não tem planos de cair na armadilha e que desejava manter boas relações com os EUA, independentemente de quem fosse o presidente.
"Trump fala por si mesmo. Temos um presidente americano que adora provocar, especialmente nas redes sociais. Decidimos parar de responder a essas declarações", disse ele ao jornal "La Stampa".
Entenda a troca de farpas entre Trump e Giorgia Meloni
As alfinetadas de Trump em Meloni
Meloni foi alvo de Trump pela primeira vez no dia 19 de junho, quando o presidente norte-americano, em entrevista a um canal de TV italiano, falou que ela "implorou" para tirar uma foto com ele durante a cúpula do G7.
À época, a premiê italiana disse estar "surpresa" com os comentários e garantiu que eles eram "completamente inventados".
No entanto, horas depois, Trump reafirmou sua declaração anterior e alfinetou Meloni dizendo que ela está com a "popularidade em baixa". Ela rebateu chamando os ataques do ex-aliado de 'sem sentido' e provocou: "Minha popularidade não é da sua conta. Sugiro que você se concentre na sua".
O conflito entre Trump e Meloni começou em abril, quando a italiana criticou o presidente dos EUA após o presidente norte-americano chamar o papa Leão XIV de "fraco" por condenar a guerra no Irã.
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2026-07-07 09:18:48 (2 days ago)
Marine Le Pen branding as 'victim of judicial harassment' would be 'political stretch'
Marine Le Pen is set to give a crucial interview on French primetime television on July 7 following a sentence handed down by a court of appeal after she was found guilty of systemising the embezzlement of EU funds within her party, the National Rally. Although she has said she would not run with an electronic tag on, she could well change her mind. FRANCE 24's Catherine Norris-Trent looks at the implications of such a decision.
Al Jazeera - Top Stories
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2026-07-07 09:16:26 (2 days ago)
Two mothers, each certain a viral Gaza prisoner photo shows her son
Two Palestinian mothers believe a viral image of a bound Gaza detainee shows their missing son.
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