Al Jazeera - Top Stories
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2026-02-21 00:09:46 (3 days ago)
Where are the most endangered languages in the world?
February 21 is World Mother Language Day. Al Jazeera looks at the most spoken languages and which ones are endangered.
Le Monde - World News
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2026-02-21 00:03:48 (3 days ago)
Algeria strives to restore its lost influence in the Sahel
Nigerien junta leader Abdourahamane Tiani's visit to Algiers on February 15 and 16 ended a bilateral dispute that had been ongoing since 2023, and could thus signal a similar easing of tensions with Mali.
Times of India
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2026-02-21 00:01:28 (3 days ago)
Saudi clarifies regional HQ not mandatory in all government tenders under new exemption rules
Saudi Arabia has eased its strict 2024 rule barring foreign firms without regional headquarters from government contracts. A new framework allows structured exemptions for projects needing specialized expertise or strong financial competitiveness. This move aims to maintain policy objectives while ensuring access to critical skills and competitive bids, with an electronic portal streamlining the exemption process.
New York Times - World News
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2026-02-21 00:01:19 (3 days ago)
How Olympic Experts Keep the Ice Intact
A team of skilled technicians and drivers keep the frozen surface at the right temperature and thickness. The challenge? Each event needs a different kind of ice.
Globo News - Mundo
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2026-02-21 00:00:38 (3 days ago)
Superpotência militar: MAPAS mostram as bases dos EUA no Oriente Médio e pelo mundo

Donald Trump diz que, sem acordo, pode atacar o Irã em até 15 dias
As bases militares norte-americanas no Oriente Médio estão no foco da escalada de tensões entre Estados Unidos e Irã. O regime iraniano ameaça atingir essas instalações caso seja atacado, e um conflito entre os países pode estar próximo. Na última sexta (20), Donald Trump confirmou que avalia atacar alvos no Irã.
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A maior base dos EUA no Oriente Médio fica no Catar. É a de Al Udeid, que abriga cerca de 10 mil soldados. Outras bases da região, principalmente na Jordânia, têm sido utilizadas para acumular jatos de guerra para um eventual ataque contra o Irã.
Al Udeid, no entanto, é apenas uma peça de uma engrenagem muito mais ampla. Os EUA possuem uma presença militar global e têm aparatos de guerra e tropas em todos os continentes do mundo.
São cerca de 170 mil tropas postadas em cerca de 800 instalações militares em dezenas de países com os quais os EUA têm parceria.
Dessas 800 instalações, 128 delas são bases militares, e elas estão distribuídas por 51 países em cinco continentes do mundo, segundo um levantamento de 2024 do Congresso norte-americano.
Bases militares costumam ter uma maior magnitude e possuem infraestrutura para alojamento de tropas, armazenamento de equipamentos e com funções de defesa e logística.
O posicionamento e distribuição dessas instalações militares e tropas têm importância estratégica fundamental para as pretensões geopolíticas dos EUA e servem principalmente para a contenção de seus adversários e projeção de poder militar, segundo Vitelio Brustolin, professor de Relações Internacionais da Universidade Federal Fluminense (UFF) e pesquisador de Harvard .
Nesta reportagem, você vai ver:
Bases dos EUA no Oriente Médio
Bases dos EUA na Europa e na Groenlândia
Bases dos EUA ao redor do mundo
Bases no Oriente Médio
Os EUA possuem 19 bases militares no Oriente Médio, oito delas controladas pelo país e outras 11 com presença de tropas e equipamentos militares, segundo o Congresso norte-americano.
Kuwait: 5 bases;
Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Arábia Saudita e Síria: 2 bases cada;
Egito, Jordânia, Omã, Catar: 1 base cada.
Em janeiro, países da Península Arábica, que tem alguns dos maiores aliados dos EUA no Oriente Médio, proibiram o governo Trump de utilizar seus espaços aéreos e terrestres para lançar um ataque contra o Irã. Foi o caso da Arábia Saudita, da Jordânia, e dos Emirados Árabes Unidos.
Esses países temem que uma agressão militar norte-americana leve à uma guerra de grandes proporções no Oriente Médio. Afinal, o Irã prometeu que retaliar qualquer ataque e bombardear bases aéreas dos EUA na região.
A tensão crescente colocou as bases americanas no Oriente Médio de prontidão para um possível ataque iraniano.
Contexto: A Al Udeid foi atacada em 2025 pelo Irã em retaliação a bombardeios dos EUA contra instalações nucleares. Em janeiro deste ano, a base entrou em alerta máximo e evacuou parte do pessoal. No início de fevereiro, o Exército norte-americano posicionou baterias móveis de defesa aérea Patriot no local.
Bases na Europa e na Groenlândia
Os EUA possuem 50 bases militares na Europa, 31 delas controladas pelo país e outras 19 com presença de tropas e equipamentos militares, segundo o Congresso norte-americano.
Confira a quantidade por país:
Itália: 7 bases
Alemanha: 6 bases
Reino Unido e Polônia: 5 bases cada
Bélgica, Grécia e Romênia: 3 bases cada
Bulgária, Espanha, Hungria, Lituânia e Turquia: 2 bases cada
Chipre, Estônia, Groenlândia, Islândia, Letônia, Noruega, Portugal (Açores) e Kosovo: 1 base cada.
➡️ Entenda: a Groenlândia está geograficamente situada na América do Norte, mas possui laços históricos e políticos profundos com a Europa, por ser um território autônomo da Dinamarca.
Quando Trump intensificou sua investida para anexar a Groenlândia aos EUA, países europeus membros da Otan consideraram questionar a presença militar norte-americana em bases espalhadas pelo continente.
O debate, no entanto, não avançou por ser considerado uma medida extrema. Isso porque a presença de tropas dos EUA nessas bases é regulamentada por tratados bilaterais, disse ao g1 o professor de Relações Internacionais da UFF e pesquisador de Harvard Vitelio Brustolin.
Além disso, a parceria é estratégica e benéfica tanto para a Europa quanto para os EUA. Afinal, Washington mantém cerca de 100 ogivas nucleares espalhadas pelo continente como dissuasão contra ameaças da Rússia.
Falando na Rússia, os EUA aumentaram sua presença militar na Europa a partir de 2022, por conta do início da guerra da Ucrânia. Posicionaram ou estenderam a permanência de mais de 20 mil tropas e "incrementaram capacidades aéreas, terrestres, marítimas, cibernéticas e espaciais", segundo o Congresso dos EUA.
Já a base militar dos EUA em Nuuk, na Groenlândia, mantém cerca de 130 soldados. Pelo acordo firmado em 1951 com a Dinamarca — que mantém a soberania sobre a ilha — Washington pode mobilizar no local o contingente que considerar necessário.
Bases e tropas pelo mundo
Os EUA são uma superpotência militar mundial e possuem a maior rede de bases militares estrangeiras, segundo institutos especializados em estudos militares.
São 128 bases militares em 51 países (veja no mapa acima). Segundo o Congresso dos EUA, as principais razões estratégicas para manter bases pelo mundo são:
Facilitar respostas militares rápidas fora dos EUA quando necessário;
Dissuadir adversários de atacar os EUA ou seus aliados e parceiros;
Garantir a segurança dos países aliados e parceiros dos EUA.
O país gastam mais de US$ 70 bilhões (R$ 364 bilhões) por ano para manter suas instalações militares no exterior, segundo dados de outubro de 2025. São 230 mil militares, entre tropas da ativa e civis funcionários do Departamento de Guerra e membros da Guarda Nacional, posicionados entre essas instalações. Desses, cerca de 170 mil são tropas da ativa.
Veja no gráfico abaixo os 10 países que abrigam o maior número de tropas dos EUA.
Soldados norte-americanos estão presentes em centenas de outras instalações militares, que variam em tamanho e função. Um estudo da University of California Press de 2020 mapeou as cerca de 800 instalações militares dos EUA pelo mundo.
É possível que a atual configuração das forças norte-americanas sofra alterações nos próximos anos por conta de iniciativas próprias da Casa Branca de Trump, como um aumento do foco no Hemisfério Ocidental e na América Latina. Mesmo assim, atualmente, uma grande mudança parece improvável, segundo o professor Vitelio Brustolin.
"Os novos documentos estratégicos dos EUA deixam claro que a segurança das Américas como parte central da segurança nacional direta e prioritária para os EUA, diferentemente de Ásia e Europa, onde o foco é secundário. Mas isso não significa necessariamente os EUA busquem novas bases militares na América Latina", afirmou Brustolin.
Segundo o professor, os Estados Unidos não precisam construir novas bases militares na América Latina porque já é possível projetar poder a partir de seu próprio território, como comprovado durante a campanha de pressão contra o ditador venezuelano deposto Nicolás Maduro.
No hemisfério ocidental, o objetivo dos EUA é expulsar a influência de Rússia e China, segundo Brustolin, e "não necessariamente com a colocação de mais bases, mas buscando fazer com que os países da região se submetam aos Estados Unidos, seja de forma amigável ou não"
O Congresso dos EUA menciona "Natal-Fortaleza" como "instalações fora dos principais palcos de guerra", porém não dá detalhes.
Infográfico ilustra fatos da presença militar dos EUA pelo mundo.
Dhara Pereira/Arte g1
France 24 - World News
France 24 - World News
2026-02-21 00:00:11 (3 days ago)
How Russian drones are terrorising civilians in Ukraine
Four years after Russia’s full-scale invasion of Ukraine, drones have transformed the battlefield. But they have also brought the war to Ukrainians’ doorstep. Small drones known as FPVs and long-range Shahed drones are terrorising Ukrainian civilians. In a special report in collaboration with RFI Ukraine, our Observers recount their day-to-day reality.
The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-02-21 00:00:02 (3 days ago)
The splinternet: how online shutdowns are getting cheaper and easier to impose
Iran has shown how plausible blackouts now are, with far-reaching consequences for the internet as we know it
During the height of Iran’s blackout in January, people could still access a platform that, in some senses, was like the internet.
Iranians could message family members on a government-monitored app and watch clips of Manchester United on a Farsi-language video-sharing site. They could read state news and use a local navigation service.
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The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-02-20 23:58:28 (3 days ago)
Man charged with hate crime after allegedly ramming gates of Brisbane synagogue with ute
A 32-year-old has been charged with serious vilification or hate crime and other offences but police say it is not being considered a terrorist incident
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Police have charged a man after a car was used to ram the gates of a synagogue in Brisbane.
Officers say the man was driving a Toyota Hilux utility when he knocked down the gates of the property in Margaret Street in Brisbane’s CBD shortly after 7pm on Friday.
Continue reading...Fox News - Video
Fox News - Video
2026-02-20 23:56:11 (3 days ago)
Someone knows who took Nancy Guthrie, trial attorney says
‘Fox News @ Night’ panelists contemplate the theory that there was an accomplice in the disappearance of Nancy Guthrie.
Times of Israel - World News
Times of Israel - World News
2026-02-20 23:55:53 (3 days ago)
Democratic candidate running for US Senate in Illinois says Israel committed ‘genocide’
Congresswoman Robin Kelly -- who previously received AIPAC donation -- slams her primary opponents for not adopting similar stance, underscoring shift on Israel among Democrats
The post Democratic candidate running for US Senate in Illinois says Israel committed ‘genocide’ appeared first on The Times of Israel.

Le Monde - World News
Le Monde - World News
2026-02-20 23:41:52 (3 days ago)
The ability to withstand repression without weakening protest is a distinctive feature of Minnesota's political culture, writes historian Darius Devos for Le Monde.
Globo News - Mundo
Globo News - Mundo
2026-02-20 23:32:01 (3 days ago)
EUA avaliam atacar líderes do Irã e até mudança de regime, diz agência

Trump faz novas ameaças contra o Irã e diz que está cogitando ataque militar pontual
O planejamento militar dos Estados Unidos para o Irã chegou a um estágio avançado. As opções incluem ataques a indivíduos específicos e até a tentativa de mudança de regime em Teerã, caso haja ordem do presidente Donald Trump. A informação foi confirmada por duas autoridades norte-americanas à Reuters.
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Os planos são mais um sinal de que Washington se prepara para um possível conflito com o Irã se a diplomacia fracassar. Na semana passada, a Reuters informou que as Forças Armadas dos EUA analisam uma operação de várias semanas, com ataques a instalações de segurança e à infraestrutura nuclear iraniana.
As novas informações indicam um planejamento mais detalhado antes de uma decisão de Trump. Nos últimos dias, o presidente mencionou publicamente a possibilidade de mudança de regime na República Islâmica.
As autoridades, que falaram sob condição de anonimato devido ao caráter sensível do tema, não detalharam quais lideranças iranianas poderiam ser alvo dos EUA. Também não está claro como os norte-americanos poderiam tentar promover uma mudança de regime sem o envio de uma grande força terrestre.
A eventual busca por mudança de regime representaria uma alteração em relação ao discurso de campanha de Trump. Durante a eleição, ele criticou intervenções militares que levaram à derrubada de governos no Afeganistão e no Iraque.
Uma das fontes ouvidas citou o sucesso da ofensiva de Israel contra líderes iranianos no ano passado. Segundo relatos regionais à Reuters, ao menos 20 comandantes iranianos morreram em 12 dias de confronto, incluindo Mohammad Bagheri, então chefe do Estado-Maior das Forças Armadas.
“A guerra de 12 dias e os ataques contra alvos individuais realmente mostraram a utilidade dessa abordagem”, disse uma das autoridades. O foco, segundo ela, recai sobre integrantes da cadeia de comando da Guarda Revolucionária.
A fonte alertou que esse tipo de operação exige inteligência precisa. Para atingir um comandante específico, é necessário saber a localização exata e avaliar possíveis danos colaterais.
Não está claro quais informações os EUA têm atualmente sobre líderes iranianos que poderiam ser alvo. A Casa Branca e o Pentágono não responderam aos pedidos de comentário.
Em 2019, o governo Trump classificou formalmente a Guarda Revolucionária como organização terrorista estrangeira. Foi a primeira vez que Washington aplicou essa designação às forças armadas de outro país.
No ano seguinte, Trump autorizou um ataque que matou o general iraniano Qassem Soleimani. Ele chefiava a Força Quds, braço de espionagem estrangeira da Guarda Revolucionária do Irã.
Agora, Trump voltou a concentrar capacidade militar no Oriente Médio. Grande parte está embarcada em navios de guerra e aeronaves de combate. Uma campanha de bombardeios também poderia contar com apoio de bombardeiros baseados nos EUA.
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