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Al Jazeera - Top Stories

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2026-02-21 02:21:36 (3 days ago)

Protesters shoot fireworks at Albania prime minister’s office

Police confronted protesters in Albania’s capital Tirana after demonstrators shot fireworks and threw petrol bombs.

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Al Jazeera - Top Stories

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2026-02-21 02:18:23 (3 days ago)

Trump to make three-day visit to China next month, White House says

Three-day trip, at Beijing's invitation, comes more than eight years after Trump's first visit to China.

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France 24 - World News

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2026-02-21 02:16:39 (3 days ago)

Gorton and Denton by-election: 'Much wider implications for the UK'

Gavin Lee is pleased to welcome fellow journalist Guillaume Gougeon. In his assessment, what may appear as a routine British by-election in Labour stronghold Gorton and Denton is far more consequential. Historically, by-elections in the United Kingdom serve as barometers of public sentiment toward the government in power. This contest unfolds at a moment of political vulnerability for the Prime Minister, following internal controversies and declining national polling numbers.The race has evolved into a three-way contest between Labour, the Greens and Nigel Farage's Reform UK. 

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Globo News - Mundo

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2026-02-21 02:02:31 (3 days ago)

O que está por trás do aumento de navios abandonados no mar


O número de petroleiros abandonados e de outras embarcações comerciais disparou AFP via BBC Ao longo do último ano, houve um grande aumento no número de petroleiros e outras embarcações comerciais que vêm sendo abandonados por seus proprietários ao redor do mundo. O que está por trás desse aumento repentino? E qual é o impacto humano sobre os marinheiros mercantes afetados? 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Ivan (nome fictício) falou com a BBC no mês passado a partir de um petroleiro que permanece abandonado fora das águas territoriais da China. Ele é um funcionário sênior de convés. "Houve falta de carne, grãos, peixe — coisas simples para a sobrevivência", disse o fncionário russo. "Isso afetou nossa saúde e o clima operacional a bordo. A tripulação estava com fome, a tripulação estava com raiva, e tentávamos sobreviver apenas dia após dia." Veja os vídeos em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1 O navio — que não será identificado para proteger Ivan — transporta cerca de 750 mil barris de petróleo bruto russo, com valor nominal de aproximadamente US$ 50 milhões (R$ 260 milhões). Ele havia zarpado do Extremo Oriente da Rússia em direção à China no início de novembro. A embarcação foi dada como abandonada em dezembro pela federação sindical internacional International Transport Workers' Federation (ITF), após a tripulação relatar que não recebia salários havia meses. O navio permanece em águas internacionais. O nível de escrutínio em torno do caso é tal que a China, ao que tudo indica, não está disposta a permitir sua entrada em um porto. No entanto, a ITF interveio para garantir o pagamento dos salários de Ivan e de seus colegas até dezembro, além de organizar o envio de alimentos, água potável e outros itens essenciais para o navio. Embora alguns tripulantes tenham sido repatriados, a maioria, como Ivan, continua a bordo. Às vezes, os navios são abandonados em portos; em outros casos, ficam à deriva no mar ITF via BBC Segundo a ITF, 20 navios foram abandonados ao redor do mundo em 2016. Em 2025, esse número saltou para 410, com 6.223 marinheiros mercantes afetados. Ambos os números do ano passado representaram um aumento de quase um terço em relação a 2024. A instabilidade geopolítica é apontada como um dos principais fatores por trás do crescimento recente. Conflitos generalizados em várias partes do mundo e a pandemia de covid-19 provocaram interrupções nas cadeias de suprimento e grandes variações nos custos de frete, fazendo com que algumas empresas tenham dificuldade para se manter operando. Mas a ITF afirma que a crescente presença das chamadas "frotas fantasmas" pode ter contribuído para o forte aumento registrado no ano passado. Esses navios — geralmente petroleiros, como aquele em que Ivan está preso — costumam ser embarcações antigas, de propriedade obscura, muitas vezes sem condições adequadas de navegação, provavelmente sem seguro e com operações perigosas. Em geral, eles navegam sob bandeiras de conveniência (FOCs, na sigla em inglês), ou seja, são registrados em países com fiscalização regulatória muito limitada. As embarcações dessas frotas fantasmas tentam operar fora do radar para ajudar países como Rússia, Irã e Venezuela a exportar petróleo bruto em violação às sanções ocidentais. O caso da Rússia é um exemplo. Após a invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022, o país passou a enfrentar sanções que limitaram o preço que poderia cobrar por seu petróleo. Ainda assim, a Rússia encontrou compradores dispostos a pagar valores mais altos, como China e Índia — embora esta última tenha agora se comprometido a interromper as compras, conforme os termos de um recente acordo comercial com os Estados Unidos. As bandeiras de conveniência (FOCs, na sigla em inglês) são usadas por navios mercantes há mais de um século como forma de os proprietários contornarem leis e regulações em seus países de origem. Nos anos 1920, por exemplo, era comum que navios de passageiros de propriedade americana fossem registrados no Panamá para driblar as normas da Lei Seca nos EUA e vender álcool a bordo. Panamá, Libéria e Ilhas Marshall são hoje os Estados mais comuns de bandeira de conveniência, respondendo por 46,5% de todos os navios mercantes em termos de tonelagem. Mas a Gâmbia se tornou um novo ator nesse cenário nos últimos anos. Em 2023, não havia nenhum petroleiro registrado na Gâmbia. Já em março do ano passado, o país havia se tornado, no papel, o Estado anfitrião de 35 dessas embarcações. Os países que oferecem esse tipo de registro recebem taxas consideráveis. Navios com bandeira de conveniência aparecem com destaque nos casos de abandono. Em 2025, eles representaram 337 embarcações — ou 82% do total. O número exato de navios de "frotas fantasmas" dentro desse grupo não é claro, mas, dado o estado precário dessas embarcações e as estruturas de propriedade obscuras por trás delas, tudo indica que isso expõe tanto os navios quanto suas tripulações a riscos maiores. De acordo com as diretrizes da Organização Marítima Internacional (IMO), um marinheiro é considerado abandonado quando o armador deixa de arcar com os custos de sua repatriação, ou o deixa sem a cobertura de custos e o apoio necessários, ou ainda rompe unilateralmente o vínculo com ele. Este último caso inclui a falta de pagamento dos salários contratuais por um período mínimo de dois meses. O secretário-geral da ITF, Stephen Cotton, disse à BBC que "o abandono não é um acidente". E acrescentou: "Os marinheiros, na verdade, não sabem exatamente para onde estão indo. Eles assinam um contrato, vão para alguma outra parte do mundo e se deparam com muitos desafios diferentes." Tripulações de navios abandonados correm o risco de ficar sem água potável ITF via BBC No ano passado, tripulações da marinha mercante abandonadas ao redor do mundo tinham, juntas, US$ 25,8 milhões em salários atrasados, segundo dados de duas agências da ONU, a Organização Marítima Internacional (IMO) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT). A ITF afirma ter recuperado e devolvido quase dois terços desse valor, o equivalente a US$ 16,5 milhões. No navio em que Ivan está, os salários atrasados somavam cerca de US$ 175 mil no momento da primeira intervenção da ITF. A nacionalidade mais afetada pelo abandono marítimo em 2025 foi a indiana, com 1.125 marinheiros — 18% do total. Filipinos (539) e sírios (309) aparecem em segundo e terceiro lugar. Em setembro do ano passado, para proteger sua importante comunidade de trabalhadores do mar, o governo da Índia colocou na lista negra 86 embarcações estrangeiras por casos de abandono de marinheiros e violações de direitos. As investigações constataram que muitas delas tinham proprietários impossíveis de rastrear ou não recebiam qualquer resposta dos Estados de bandeira. Tripulações abandonadas podem passar meses presas em seus navios ITF via BBC Mark Dickinson é secretário-geral do Nautilus International, um sindicato que representa profissionais do setor marítimo. Ele responsabiliza os Estados que oferecem bandeiras de conveniência (FOCs) por uma "completa abdicação de responsabilidade" em relação às suas frotas mercantes e às tripulações que navegam sob essas bandeiras. Segundo ele, é preciso haver "um vínculo genuíno entre os proprietários dos navios e as bandeiras sob as quais eles navegam". Esse vínculo já é exigido pelo direito marítimo internacional, mas não existe uma definição universalmente aceita do que ele significa na prática. O navio de Ivan navegava sob uma bandeira gambiana falsa, sem registro e desconhecida pelas autoridades da Gâmbia. Desde então, ele foi aceito provisoriamente sob a bandeira de outro país africano, que, segundo informações, abriu uma investigação formal sobre a embarcação. O inspetor da ITF Nathan Smith disse que espera que o destino do petroleiro só seja resolvido quando o petróleo for transferido para outro navio por meio de uma operação de navio a navio em alto-mar. Ivan afirma que, no futuro, será muito mais cuidadoso ao escolher em que navio vai trabalhar. "Com certeza vou ter uma conversa adequada sobre as condições da embarcação, sobre pagamento e provisões. E vou recorrer à internet, onde podemos ver quais navios são proibidos, quais estão sob sanções." Marinheiros como Ivan muitas vezes ficam à mercê dos contratos disponíveis. Com as viagens das chamadas frotas fantasmas sendo uma peça-chave da cadeia de suprimento do petróleo russo, será necessária uma cooperação internacional maior para proteger os trabalhadores do mar dos riscos inerentes ao serviço marítimo.

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Globo News - Mundo

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2026-02-21 02:00:55 (3 days ago)

A prisão de brasileiro que abalou rede global de abusadores de crianças


Documentário da BBC acompanhou rotina de policiais dedicados ao combate do abuso sexual infantil na dark web BBC Em uma manhã de 2019, a Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação que caiu como uma bomba atômica sobre redes globais de abusadores sexuais de crianças, mas quase ninguém ficou sabendo. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Naquele dia, após vários meses de investigação e com o apoio de policiais de diferentes países, investigadores brasileiros prenderam um homem que administrava cinco dos maiores fóruns de materiais de abuso sexual infantil na "dark web", uma parte oculta da internet só acessível por ferramentas específicas. Segundo a PF, os fóruns tinham quase 2 milhões de usuários espalhados pelo mundo. Discreto e dotado de grande conhecimento técnico, o dono dos sites era conhecido na "dark web" como Lubasa e vinha conseguindo escapar das forças globais de segurança fazia alguns anos. Apesar da grandiosidade do feito, a prisão foi mantida em sigilo por um motivo: com os servidores do criminoso em mãos, a polícia tinha informações para desmascarar outros tantos abusadores que frequentavam seus sites e temia que, se eles soubessem da detenção de Lubasa, poderiam tentar fugir. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Sete anos depois da prisão — e de centenas de novas operações ocorridas a partir daquela, incluindo o resgate de um menino sequestrado que era tratado como morto na Rússia —, a história é narrada em "Infiltrados na dark web", um documentário da BBC News Brasil com a BBC Eye, equipe de investigações da BBC. A equipe de reportagem passou sete anos acompanhando a rotina de policiais do Brasil, Estados Unidos, Rússia e Portugal que integram uma coalizão formada para combater o abuso sexual infantil na "dark web". Muitos deles trabalham infiltrados em fóruns frequentados por pedófilos, buscando informações que levem à identificação de criminosos e ao resgate de suas vítimas. Rafaella Parca, delegada da Polícia Federal que trabalha no combate ao abuso sexual infantil. BBC Espécie de internet paralela, não indexada por buscadores, a "dark web" foi criada em 1990 pelo Departamento de Defesa dos EUA para que espiões se comunicassem em segredo, já que a rede permite que usuários ocultem a identidade e rastros digitais. Após ter sido aberta ao público, em 2004, ela passou em poucos anos a abrigar fóruns voltados à distribuição de materiais de abuso sexual infantil, tornando-se um dos principais campos de ação para policiais que combatem esse tipo de crime. Floresta em Portugal onde Twinkle escondia seus arquivos. BBC O início das buscas A coalizão global de policiais retratada no documentário passou a priorizar a identificação de Lubasa, especialmente após a prisão de um de seus principais colaboradores — um português conhecido nos fóruns da "dark web" como Twinkle. Os nomes reais de Twinkle e Lubasa não são revelados para proteger suas vítimas. Twinkle era o principal colaborador do BabyHeart, um dos fóruns mais violentos da dark web. A plataforma era administrada pelo brasileiro Lubasa e abrigava cenas de abuso sexual de bebês. Twinkle fornecia "uma quantidade quase inacreditável" de fotos e vídeos de abusos para o site, diz à BBC Greg Squire, agente do Departamento de Segurança Interna dos EUA e um dos líderes da coalizão internacional de policiais. Segundo Squire, o criminoso português produziu e postou na plataforma cenas de abusos de até 15 crianças diferentes. "Assistir alguém estuprar um bebê… Não há nada de humano nisso", diz Squire. Identificá-lo, porém, era difícil, pois Twinkle escrevia em diferentes idiomas e evitava compartilhar informações pessoais na rede. A primeira pista sobre sua nacionalidade só surgiu após Twinkle usar uma expressão típica da língua portuguesa em uma conversa em inglês com outro usuário: "Custou os olhos da minha cara". Mas ele só foi identificado tempos depois, quando a polícia brasileira prendeu um abusador de crianças que se correspondia virtualmente com o criminoso português. Twinkle foi preso em sua casa, em um vilarejo no norte de Portugal. Ao arrombar a porta, a polícia o encontrou na cama ao lado de duas crianças. Os arquivos onde ele armazenava fotos e vídeos de abusos estavam enterrados em uma floresta vizinha à residência e também foram recuperados. Mas, ao questionarem Twinkle sobre como poderiam tirar do ar o site BabyHeart, os policiais ouviram dele que somente uma pessoa seria capaz de fazê-lo: Lubasa, a quem o português chamou de "chefão". Twinkle cumpre hoje pena de 21 anos de prisão em Portugal. Operação contra abuso sexual infantil realizada pelo Departamento de Segurança Interna dos EUA BBC Um criminoso 'idolatrado por 2 milhões pessoas' O nome Lubasa já circulava entre os policiais da coalizão fazia alguns anos, mas ainda não havia pistas que levassem à sua identificação. "Lubasa estava em outro nível. Se chegássemos até ele, teríamos acesso a tudo o que acontecia sob seu comando", lembra Squire. Naquela altura, policiais brasileiros já estavam no encalço do criminoso. "Ele era uma pessoa idolatrada por mais de 2 milhões de pessoas ao redor do mundo", diz a delegada brasileira Rafaella Parca, também integrante da coalizão e membro da Divisão de Repressão a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal. Por criar e manter a estrutura para que os fóruns de abuso sexual infantil funcionassem, Lubasa era tratado pela polícia como "responsável por todos os crimes que aconteciam dentro desses locais", diz Parca. Mas, assim como Twinkle e outros pedófilos da dark web, o brasileiro falava pouco de si na plataforma, dificultando sua identificação. Até que, após vários meses de investigações, seu nome real foi finalmente descoberto. Lubasa (rosto borrado, à esq.) é interrogado por policial no momento de sua prisão. Polícia Federal do Brasil/BBC As cenas da captura de Lubasa, em 2019, são reveladas pela primeira vez no documentário da BBC, assim como os detalhes de seu caso, que passaram vários anos sob sigilo. Sete anos depois, a polícia avalia que a divulgação das informações já não compromete outras investigações nem a busca por outros criminosos associados a Lubasa. "Ele ficou surpreso, apático, calado, como se aquilo fosse inacreditável", lembra Parca sobre o dia da prisão. "Ele acreditava que era inatingível." Hoje, Lubasa cumpre pena de 266 anos de prisão no Brasil. Ao capturá-lo, em meio a uma grande quantidade de lixo e sujeira na sua casa, a polícia encontrou os servidores que mantinham seus cinco fóruns de pedofilia no ar — máquinas avaliadas em vários milhares de reais. Foi a maior apreensão de arquivos da dark web na história, segundo a coalizão de policiais. Os arquivos foram compartilhados com as polícias que compunham a coalizão e com a Interpol, maior organização policial do mundo que reune 196 países para facilitar a cooperação global e o intercâmbio seguro de dados sobre crimes. Com base nos documentos, centenas de usuários dos fóruns de Lubasa foram identificados e presos em diferentes países. Entre os detidos, havia pessoas que produziam materiais de abusos e outras que viam e assistiam aos conteúdos. "Mesmo que a pessoa não tenha tido contato direto com crianças, ela é a razão da existência desses sites", diz Greg Squire, do Departamento de Segurança Interno dos EUA. "Essas pessoas criam a demanda e incentivam aqueles que têm acesso a crianças." Gordana Vujisic, investigadora da Interpol com experiência em casos de abuso de crianças. BBC Menino foi resgatado na Rússia Os arquivos apreendidos com Lubasa provocaram uma reviravolta em um caso que chocou a Rússia, em 2020. Fazia 52 dias que a polícia russa procurava um menino de 7 anos sequestrado enquanto voltava da escola, em uma zona rural. Acompanhadas com destaque pela imprensa russa, as buscas envolveram milhares de voluntários e agentes de diferentes forças de segurança. Fazendas e armazéns abandonados foram examinados, e as equipes esmiuçaram o trajeto do menino em busca de algum rastro. Mas, sem pistas significativas após várias semanas, a polícia suspendeu a operação e passou a considerar que o garoto tinha sido morto pelo sequestrador. Enquanto isso, o agente Greg Squire viu em um fórum na dark web fotos de um menino "loiro, claramente em sofrimento", que se parecia com o garoto russo desaparecido. As fotos haviam sido postadas por um usuário conhecido como Lover Boy Only (LBO), que já era monitorado por Greg. O agente lembra que LBO já havia dito nos fóruns que tinha planos de sequestrar e matar um menino. Squire pediu então a ajuda de Gordana Vujisic, uma investigadora da Interpol em Montenegro, país da região dos Balcãs, com grande experiência em casos de abuso sexual infantil — e falante de russo. "Estávamos todos em fusos horários diferentes, mas, mesmo sendo noite nos Estados Unidos ou na Rússia, quando eu enviava uma mensagem, recebia uma resposta imediatamente", ela lembra. "Nem sequer pensávamos em dormir." Os policiais temiam que LBO concretizasse o plano de matar o menino. "A vida dele estava em nossas mãos", diz a policial. Vujisic então passou a se debruçar sobre os arquivos apreendidos durante a captura de Lubasa, em busca de alguma pista sobre a identidade de LBO. Dentre as milhares de mensagens e fotos postadas pelo criminoso nos fóruns geridos por Lubasa, ela encontrou três informações que poderiam destravar as investigações: em diferentes conversas, LBO citou o local de trabalho do irmão, disse que sua mãe tinha morrido em um acidente de carro e que ele sofria de esquizofrenia. Ao cruzar as informações, a polícia chegou ao nome de Dimitriy Kopylov e mobilizou uma equipe de resgate para vasculhar sua residência. Chegando lá, arrombaram portas e janelas e encontraram Kopylov com o menino — vivo. O garoto foi devolvido a seus pais, e Kopylov, condenado a 19 anos de prisão. Casa onde sequestrador russo mantinha menino capturado enquanto voltava da escola. BBC Ciclo sem fim Desde 2018 dedicada a investigações de abuso sexual de crianças, a delegada Rafaella Parca diz que, nesse campo, o fim de um caso significa o início de outro. As provas colhidas em uma investigação muitas vezes levam a outros suspeitos, alimentando um ciclo que nunca se encerra. Em nenhum caso isso foi tão verdadeiro quanto no de Lubasa, diz Parca. "A gente sabia que aquela prisão seria o início de outras coisas, [ficou] uma sensação de que o trabalho estava recomeçando a partir dali", afirma a delegada. Mesmo assim, Parca diz conseguir desfrutar do momento ínfimo que separa o fim de um caso do começo do seguinte. "A gente sofre tanto até conseguir resolver, e quando a gente resolve, resgata uma criança ou prende o abusador, é algo libertador", diz a delegada. "Você vê o resultado imediato, você muda a vida de uma criança, de uma família, de um círculo de pessoas, e isso é indescritível."

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The Guardian - World News

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2026-02-21 02:00:04 (3 days ago)

How long can crocodiles stay under water without breathing? The kids’ quiz

Five multiple-choice questions – set by children – to test your knowledge, and a chance to submit your own junior brainteasers for future quizzes

Molly Oldfield hosts Everything Under the Sun, a podcast answering children’s questions. Do check out her books, Everything Under the Sun and Everything Under the Sun: Quiz Book, as well as her new title, Everything Under the Sun: All Around the World.

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The Guardian - World News

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2026-02-21 02:00:03 (3 days ago)

The Guide #231: ​How the ​hunt for the ​next James Bond ​became the ​franchise’s ​best ​marketing ​tool

In this week’s newsletter: The race to crown a new 007 has become its own long‑running spectacle, turning the search for​ Bond into an event as big as the films themselves

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Callum Turner’s turn as James Bond lasted at most a couple of weeks. No sooner had he been enshrined as frontrunner to succeed Daniel Craig, than he was nudged from the DB5 driver’s seat by the latest heir apparent, Jacob Elordi, installed as the new bookies’ favourite after his smouldering, highly profitable performance in Wuthering Heights. Smarting somewhere in the background is Aaron Taylor-Johnson, who seemed locked in for the job a couple of years ago, enjoying the backing of former 007s Pierce Brosnan and George Lazenby, but now seems to have fallen out of favour. And don’t forget the succession of other dead cert Bonds now banished to the back of the odds market: the long-rumoured likes of Tom Hardy and Idris Elba (both now likely to have aged out of the role); Theo James; James Norton; Josh O’Connor; Harris Dickinson; Bridgerton’s Rége-Jean Page; and approximately 5,000 other predominately British actors who have enjoyed box office success/led a successful TV drama/look good in a tuxedo.

On and on the hunt goes. Five years after Craig’s final outing, one that left absolutely no wriggle room for his return, and not far off a year since Denis Villeneuve was pegged as director of the next, still-untitled instalment, the next 007 has still not been found. Or if he has (and it seems certain to be a he), everyone involved in the Bond operation is keeping characteristically tight-lipped about it.

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2026-02-21 02:00:03 (3 days ago)

Which rock group’s name was inspired by a sewing machine? The Saturday quiz

From thorn, seat, shout and stew to Bruno Mars and Bette Midler, test your knowledge with the Saturday quiz

1 What, in Spain, is the world’s largest Renaissance building?
2 Which rock group’s name was inspired by a label on a sewing machine?
3 The body produces about 2 million what every second?
4 What is the only non-US team to win baseball’s World Series?
5 Who did Violet Gibson try to assassinate in Rome in 1926?
6 Financially, what rose from £85,000 to £120,000 in December 2025?
7 Which bird can dive to depths of more than 500m?
8 The Sonderbund civil war in 1847 was what country’s last military conflict?
What links:
9
Thorn; seat; shout; stew?
10 Nicole Kidman; Bruno Mars; Bette Midler; Jason Momoa; Barack Obama?
11 Circular orders; rectangular information; triangular warning?
12 Hannah Montana: The Movie; Lara Croft: Tomb Raider; On Golden Pond; Paper Moon?
13 Argentina; Mexico; New Zealand; Qatar; Senegal; Spain?
14 Black; brown; Philippine forest; Polynesian; ricefield?
15 John Flamsteed (1675) and Michele Dougherty (2025)?

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2026-02-21 02:00:02 (3 days ago)

How the beaches, culture and people of Corfu hit me for six

A cricket match kindled my love affair with the Greek island, inspiring both a literary festival and my new novel

This is not where you would expect an article about one of the Mediterranean’s most beautiful islands to start. It’s the tail end of winter, 2021. Kensal Green Cemetery in west London: the imperial mausolea canted and crumbling, low clouds dissolving into rain. We are still  in that  strange phase of the pandemic when we are masked, newly aware of our bodies and the space around them. We are here to bury Nikos, a man who for me, for many, was the incarnation of Corfu.

I had spent my 20s trying to find the perfect Greek island, hopping from the well-trodden (Mykonos, Santorini, Cephalonia) to the more obscure (Kythira, Symi, Meganisi). None quite matched the vision I had dreamed into being as a child, when I segued from Robert Graves to Mary Renault, then to Lawrence Durrell and John Fowles. Greece was an idea before it was a place: freedom and deep thought, a constellation of sand, salt and thyme.

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The Guardian - World News

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2026-02-21 02:00:02 (3 days ago)

Scrubs: the cast’s chemistry is still so sparky it totally carries this zinger-packed comeback

Dr Cox is still electrifying, the original cast’s interactions are a joy to watch, and after a couple of episodes it finds its tone – making it just the comfort TV we need right now

It is possible to believe contradictory things. For instance, I believe TV’s reliance on reviving old shows is a risk-averse, creative regression. On the other hand, I love it. I particularly love it when fictional characters have visibly aged. There’s a broken humanity that you don’t get with flawless, collagen-rich skin. You sense you could talk to them about your sciatica and they’d get it.

I got that feeling with the new series of Scrubs (Disney+, from Thursday 26 February), a show I once mainlined on E4. Scrubs was as comforting as tea and toast. Surprisingly malleable, too. In its bones, it was a coming-of-age workplace bromance between junior doctors JD and Turk, played by then newcomers Zach Braff and Donald Faison. Their chemistry was the show’s anchor, balancing sassy racial harmony with irreverence and heart, as they bore witness to universal human drama. But is it healthy enough to survive resuscitation, more than 15 years after its last episode aired?

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2026-02-21 02:00:02 (3 days ago)

The photos that have kept former Prince Andrew in the public eye

Images include Mountbatten-Windsor with Virginia Giuffre, Jeffrey Epstein and an unknown female lying on a floor

Allegations about Andrew Mountbatten-Windsor’s links to Jeffrey Epstein have unfolded over several years – and in several pictures. Here is how they have dripped into the public’s consciousness and kept the pressure on the royal family.

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2026-02-21 02:00:01 (3 days ago)

Antiques auction selling neck shackles accused of ‘profiting from slavery’

Exclusive: Labour MP Bell Ribeiro-Addy says treating these objects as collectors’ items ‘should be looked at in horror’

An antiques auction selling chains linked to the enslavement of African people in Zanzibar has been accused of “profiting from slavery”.

Neck irons dated to the Omani-Arab dominated trade in enslaved people in east Africa, which ended after African resistance and British pressure in the late 19th century, will go on sale this weekend in Scotland.

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