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Times of India

Times of India

2026-03-28 11:01:56 (18 hours ago)

JD Vance says he’s 'obsessed' with UFOs, believes aliens are actually demons

US Vice President JD Vance declared his "obsession" with investigating government UFO files, vowing to uncover the truth during his remaining term. He controversially suggested that these phenomena are not extraterrestrial but rather "demons," aligning with a Christian interpretation of celestial beings.

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Fox News - Top Stories

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2026-03-28 11:00:37 (18 hours ago)

'The AI Doc' Review: A timely crash course on the tech dominating our lives

Fox News Digital reviews Focus Features' timely documentary "The AI Doc: or How I Became an Apocaloptimist." Directed by Daniel Roher and Charlie Tyrell.

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Fox News - Top Stories

Fox News - Top Stories

2026-03-28 11:00:34 (18 hours ago)

Orlando Bloom selling $12M Malibu mansion he transformed into ‘resort-like’ estate

Orlando Bloom listed his Malibu mansion for $12 million, a major jump from the $2.5 million he paid for the oceanfront property nearly 15 years ago.

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The Guardian - World News

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2026-03-28 11:00:30 (18 hours ago)

Quotations quiz: can you spot what’s Shakespeare, Cantona or chatbot?

ChatGPT allegedly mangled some quotes in Matt Goodwin’s book, but which of these are correct or correctly attributed?

Poor old Matt Goodwin. No sooner had he lost the Gorton and Denton byelection for Reform UK while seemingly having some very sour grapes about the outcome, but his new book – Suicide of a Nation – had come under scrutiny for allegedly relying to some extent on ChatGPT. That reliance appears to have stretched to allowing the chatbot to hallucinate some quotes by famous figures, intellectuals and philosophers, which somehow nobody saw fit to fact check. How awkward.

A former professor of politics, Goodwin has denied this, claiming that “critics would rather nit-pick over interpretations of Latin and historical quotes than deal with my book’s core argument” and that “criticism is coming from notorious left-wing activists”. Still, whatever the truth, we are sure that Guardian readers will be able to spot which of these famous quotes are correct or correctly attributed.

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Times of Israel - World News

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2026-03-28 10:59:15 (18 hours ago)

IDF kills Hezbollah-linked journalist, says he was part of elite Radwan Force

Army says Al-Manar's Ali Shoeib 'served as a terrorist' in the Shia group; strike also kills Al-Mayadeen reporter Fatima Ftouni; Lebanon's Aoun condemns 'blatant crime'

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The Guardian - World News

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2026-03-28 10:59:10 (18 hours ago)

Two Iowans accused of lacing lasagna with drugs to cause woman’s miscarriage

Matthew Uthoff and his wife, Amber Dena Snow, allegedly gave oxycodone-laced pasta dish to unknowing victim

Two people in Iowa were accused of giving a pregnant woman a lasagna laced with narcotics with the intention of causing a miscarriage, according to law enforcement.

Matthew Uthoff, 35, and his wife, 36-year-old Amber Dena Snow, are accused of delivering a lasagna containing oxycodone to the pregnant individual. The couple faces several charges including delivery of a controlled substance and purposefully terminating a human pregnancy without the knowledge and voluntary consent of the pregnant individual.

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The Guardian - World News

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2026-03-28 10:56:04 (19 hours ago)

US has destroyed only a third of Iran’s missiles, intelligence suggests

Reuters report contradicts Trump’s claims that Tehran’s arsenal has been largely wiped out

The US has only destroyed about a third of Iran’s missile and drone arsenal after a month of its war against Iran which aimed to degrade the country’s ballistic missile capabilities, according to a report by Reuters.

About a third of Tehran’s missiles have been destroyed, and another third was likely to be damaged or buried in underground tunnels and bunkers, the report suggested. A similar assessment was made about the country’s drone arsenal.

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Fox News - Video

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2026-03-28 10:50:17 (19 hours ago)

WATCH LIVE: Top conservative leaders deliver remarks at CPAC

Sen. Ted Cruz and Iran’s exiled Crown Prince Reza Pahlavi deliver remarks as global tensions and U.S. foreign policy take center stage.

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Fox News - Video

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2026-03-28 10:42:06 (19 hours ago)

Lara Trump criticizes Hillary Clinton's return to New Hampshire, questions Democratic bench

Lara Trump weighs in on Hillary Clinton's return to New Hampshire, suggesting Clinton's presence highlights an identity crisis within the Democratic Party.

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Globo News - Mundo

Globo News - Mundo

2026-03-28 10:35:35 (19 hours ago)

'O crime mais grave contra a humanidade': deve haver compensações pelo comércio de pessoas escravizadas?


'O crime mais grave contra a humanidade' Getty Images via BBC A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou uma resolução, declarando a escravidão "o crime mais grave contra a humanidade". 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A resolução também pede "a imediata e incondicional restituição" de objetos culturais, incluindo obras de arte, monumentos, peças de museus, documentos e arquivos nacionais, que devem ser devolvidos aos seus países de origem sem custo. A resolução foi apresentada pelo presidente de Gana, John Mahama, com o apoio da União Africana. A intenção é abrir o caminho para a cura e o pagamento de compensações, conhecidas como reparações. A proposta foi adotada por 123 votos contra três. Houve 52 abstenções de países como o Reino Unido e os Estados membros da União Europeia. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Os Estados Unidos, a Argentina e Israel foram os países que votaram contra a resolução. "A adoção desta resolução serve de salvaguarda contra o esquecimento", declarou Mahama à assembleia. Os países afetados pela escravidão vêm pedindo reparações há mais de 100 anos. Mas este debate se intensificou no século 21, particularmente depois que empresas e nações que, historicamente, lucraram com o trabalho escravizado africano admitiram formalmente seu envolvimento no comércio. Cerca de 12 a 15 milhões de africanos foram vítimas do tráfico de pessoas escravizadas Anadolu via Getty Images O que são as reparações e quais são os argumentos a seu favor? Entre os séculos 15 e 19, cerca de 12 a 15 milhões de homens, mulheres e crianças africanas foram capturados e traficados para o continente americano, para trabalho escravo. Eles foram enviados para as colônias controladas por países europeus, como a Espanha, Portugal, França e o Reino Unido. Acredita-se que dois milhões de pessoas tenham morrido a bordo dos infames navios usados para o transporte de pessoas escravizadas. O efeito dos séculos de exploração são sentidos até hoje. Tanto os países de origem quanto os que receberam pessoas escravizadas apresentam bolsões de carência socioeconômica e segregação racial. A intenção é que as reparações sirvam de restituição — um pedido de desculpas e reembolso às pessoas negras cujos ancestrais foram levados à força para o comércio de pessoas escravizadas. A moção apresentada por Gana pede aos Estados membros das Nações Unidas que considerem um pedido de desculpas pelo comércio e contribuam para um fundo de reparações. Ativistas defendem que os descendentes de pessoas escravizadas recebam pagamentos a título de reparação The Washington Post via Getty Images "Estamos exigindo compensação", declarou o ministro das Relações Exteriores de Gana, Samuel Okudzeto Ablakwa, ao programa de rádio Newsday, do Serviço Mundial da BBC. "E vamos ser claros neste ponto: os líderes africanos não estão pedindo dinheiro para si próprios. Queremos justiça para as vítimas, causas a serem sustentadas, educação e fundos de donativos, fundos profissionalizantes." Mas a acadêmica britânica Esther Xosei, ativista e uma das líderes do movimento global de reparações, demonstra certo ceticismo sobre os possíveis impactos da resolução. "É encorajador ver as nações africanas ocuparem o centro do palco nestas discussões, mas os corações e as mentes não serão conquistados nas Nações Unidas", acredita ela. "A verdadeira batalha será travada nas ruas, onde as pessoas ainda estão mal informadas sobre a história." 'Hoje nos reunimos em solene solidariedade para afirmar a verdade e buscar um caminho para a cura e a justiça reparadora', declarou o presidente de Gana, John Mahama, à Assembleia Geral das Nações Unidas Nações Unidas via BBC Existe algum precedente histórico para as reparações? Sim! O caso mais famoso de reparação envolve a Alemanha. Desde 1952, a nação europeia pagou mais de US$ 80 bilhões (cerca de R$ 418 bilhões) para os judeus que foram vítimas do regime nazista, incluindo pagamentos efetuados para o Estado de Israel. Mas, até hoje, nenhum país pagou reparações pela escravidão aos descendentes de africanos escravizados ou nações afetadas na África, América Latina e na zona do Caribe. Mesmo as nações que pediram desculpas formalmente pela sua participação na escravidão, como fez a Holanda em 2022, descartaram reparações financeiras diretas aos descendentes de pessoas escravizadas. Em vez disso, o governo holandês criou um fundo de US$ 230 milhões (cerca de R$ 1,2 bilhão) para "projetos e iniciativas sociais para tratar o legado da escravidão". "O mais importante é compreender que ninguém está tentando mudar o passado, mas cuidar das consequências no presente", explica a pesquisadora Celeste Martinez, especializada na colonização espanhola na África. "O legado da escravidão persiste até hoje, na forma de racismo e desigualdade", prossegue ela. "Reconhecer o passado é fundamental para termos sociedades mais justas e democráticas." Cerca de 12 a 15 milhões de africanos foram capturados na época do comércio de pessoas escravizadas Universal Images Group via Getty Images O que pode mudar com a decisão da ONU? A própria ONU já havia apoiado publicamente a justiça reparatória. Em declaração emitida em setembro de 2025, o Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, foi mais além. Ele afirmou que a justiça deve incluir "reparações de diversas formas". Mas a Assembleia Geral da ONU, que reúne todos os seus 193 países membros, cada um com seu assento e um voto, nunca havia votado nem aprovado uma resolução nesses termos. A Assembleia Geral não tem o poder de impor reparações, mas pode dar legitimidade política a esta causa. "Já é um passo enorme e significativo, em termos políticos, que haja este debate nas Nações Unidas", afirma a pesquisadora sobre o racismo Almaz Teffera, da organização Human Rights Watch. "Ele abre o caminho para o engajamento entre os Estados, sobre questões de reparações, e aumenta a chance de progresso nessas discussões." Os pedidos de reparações vêm principalmente dos países africanos e do Caribe AFP via Getty Images De quanto dinheiro estamos falando? Entre os aspectos mais discutidos dessas reparações, estão quem deve pagar a conta — e qual o valor. Foram feitos pedidos às empresas, instituições e famílias proprietárias de pessoas escravizadas para que pagassem compensações. Mas, na maior parte das propostas, a responsabilidade fica a cargo do governo. Em 2013, o bloco Caricom (que reúne 15 nações do Caribe) publicou seu Plano de Justiça Reparatória, com 10 pontos. As propostas incluem desde o cancelamento da dívida externa até o investimento na erradicação da alfabetização e saúde pública. Em 2023, o bloco apresentou um estudo reivindicando que a dívida dos antigos países colonizadores frente às 15 nações do bloco caribenho somaria pelo menos US$ 33 trilhões (cerca de R$ 172 trilhões). "O Estado é sempre culpado por ter criado o ambiente no qual os indivíduos, instituições e empresas participaram da escravidão e do colonialismo", explica a professora Verena Shepherd, da Universidade das Índias Ocidentais, na Jamaica, e vice-presidente da Comissão de Reparações do Caricom. O forte Elmina é um dos muitos pontos históricos de comércio que estão de pé até hoje em Gana Ullstein Bild via Getty Images Naquele mesmo ano, o então juiz do Tribunal Internacional de Justiça Patrick Robinson apresentou um número ainda maior: US$ 107 trilhões (cerca de R$ 559 trilhões), devidos coletivamente por 31 países. Estas nações incluem o Brasil e os Estados Unidos, que se beneficiaram do trabalho escravo após sua independência de Portugal e da Grã-Bretanha, respectivamente. Um dos principais problemas referentes à reparação pela escravidão é a passagem do tempo. A maior parte dos casos anteriores foi resolvida quando as vítimas ainda estavam vivas, como ocorreu com o Holocausto. É desnecessário dizer que os cálculos sempre são complexos e, muitas vezes, se tornam objeto de disputa. O especialista jurídico Luke Moffett, professor da Universidade Queen's de Belfast, no Reino Unido, acredita que estes números simplesmente não são factíveis. "Juridicamente, é uma montanha imensa que não pode ser escalada, mas isso não significa que as partes envolvidas não devam se reunir e negociar", explica ele. A resolução foi apresentada por uma coalizão de países liderada por Gana, cujo presidente, John Mahama, discursou para a Assembleia Geral da ONU AFP via Getty Images Onde estão os pedidos de desculpas? Campanhas como a do Caricom não se restringem apenas ao aspecto financeiro. Uma das principais queixas do bloco é que a maioria dos países que se beneficiaram financeiramente da escravidão não emitiu pedidos oficiais de desculpas. "O processo de cura para as vítimas e seus descendentes exige que os governos europeus emitam sinceros pedidos formais de desculpas", afirma Verene Shepherd. "Alguns emitiram declarações de pesar. Estas declarações indicam que as vítimas e seus descendentes não merecem pedidos de desculpas." Para a encarregada de Direitos Humanos Sara Hamood, do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), este reconhecimento é uma parte fundamental de qualquer processo de justiça reparatória. "O lado financeiro é apenas uma parte dele", defende ela. "Declaramos repetidas vezes que nenhum país reconheceu totalmente o legado da escravidão ou se responsabilizou de forma abrangente pelos impactos à vida das pessoas de descendência africana." "Pedir desculpas formais, contar a verdade e promover a educação fazem parte de uma ampla série de medidas", conclui Hamood. LEIA TAMBÉM: Por que cidade dos EUA pioneira em oferecer reparações a moradores negros virou alvo de processo 'Brasil não pode entrar apenas como vítima em debate sobre reparação de Portugal pela escravidão', diz Luiz Felipe de Alencastro 6 brasileiros que lutaram pelo fim da escravidão no Brasil

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Times of India

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Globo News - Mundo

Globo News - Mundo

2026-03-28 10:32:46 (19 hours ago)

Ex-premiê do Nepal é preso por mortes em protestos liderados pela Geração Z


Ex-primeiro-ministro do Nepal, KP Sharma Oli PRAKASH MATHEMA / AFP O ex-primeiro-ministro do Nepal, KP Sharma Oli, foi preso neste sábado (28) enquanto a polícia investiga se houve negligência ao não impedir dezenas de mortes durante a repressão a protestos anticorrupção liderados por jovens, em setembro do ano passado, segundo autoridades. A detenção ocorreu um dia após a posse do rapper e político Balendra Shah como primeiro-ministro e após a recomendação de uma comissão que apurou a violência nos atos. O grupo concluiu que Oli deveria responder por omissão. Seu ex-ministro do Interior, Ramesh Lekhak, também foi preso. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Ao todo, 76 pessoas morreram durante os protestos, em meio à repressão policial, incêndios e episódios de violência — cenário que levou à renúncia de Oli na época. Após a prisão, apoiadores do ex-premiê foram às ruas e entraram em confronto com a polícia, que tentou impedir a queima de pneus nas proximidades do gabinete do governo. Agentes usaram gás lacrimogêneo e cassetetes para dispersar o grupo, deixando ao menos um ferido, segundo testemunhas. O partido de Oli classificou a prisão como ilegal e motivada por “vingança”, exigindo sua libertação imediata e convocando novos protestos para domingo. Um dos principais líderes da sigla, Shankar Pokhrel, afirmou que manifestações ocorrerão nos 77 distritos do país. Já o ministro do Interior, Sudan Gurung, rejeitou as críticas. “Este é o começo da justiça. O país tomará um novo rumo agora”, escreveu em uma rede social. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Derrota eleitoral Oli governou o país em quatro ocasiões entre 2015 e 2025, mas não concluiu nenhum mandato completo. Em 2020, ganhou popularidade ao divulgar um novo mapa do Nepal que incluía uma área disputada com a Índia. O apoio, porém, diminuiu, e ele foi derrotado por Shah em seu próprio distrito nas eleições deste mês — sua segunda derrota desde a restauração da democracia multipartidária, em 1990. A indignação com as mortes nos protestos contribuiu para a vitória expressiva do partido do atual premiê. A comissão que investigou os atos concluiu que Oli e Lekhak não tomaram medidas para interromper horas de disparos contra manifestantes. Segundo o porta-voz da polícia, Om Adhikari, ambos devem ser levados ao tribunal no domingo (29). Oli, de 74 anos, que já passou por dois transplantes de rim, foi transferido da delegacia para um hospital após a prisão. Seu advogado, Tikaram Bhattarai, afirmou que a detenção é injustificada e será contestada na Suprema Corte. “Disseram que a prisão é para investigação. É ilegal e imprópria, pois não há risco de fuga ou de recusa em prestar depoimento”, declarou. Fúria da Geração Z contra 'nepo babies' do Nepal Manifestantes comemoram com bandeira do Nepal após entrar em complexo do Parlamento nepalês durante protesto contra o governo em 9 de setembro de 2025. REUTERS/Adnan Abidi Uma onda de protestos liderada pela Geração Z mergulhou o Nepal em crise política em setembro de 2025 e levou à queda do governo. A revolta foi impulsionada principalmente pela indignação com a desigualdade social e pela ostentação de filhos da elite — os chamados “nepo babies” — exposta nas redes sociais. Vídeos de jovens ricos exibindo luxo viralizaram com a hashtag #nepokids, gerando revolta em um país onde cerca de 20% da população vive na pobreza. O contraste entre privilégio e dificuldades econômicas levou milhares às ruas, em manifestações organizadas principalmente por jovens. Os protestos rapidamente escalaram, com incêndios a prédios públicos, violência e confrontos com autoridades. Mesmo após a renúncia do primeiro-ministro, a instabilidade continuou, com o país entrando em uma fase de transição política sob forte tensão. O governo chegou a bloquear redes sociais, alegando combate à desinformação, mas a medida foi vista como tentativa de silenciar o movimento. Ainda assim, os protestos seguiram sendo organizados por outras plataformas. Depois disso, o Nepal permaneceu em um cenário de incerteza, com instituições fragilizadas, presença militar nas ruas e pressão contínua dos jovens por combate à corrupção, renovação política e responsabilização pelos abusos durante a repressão. *Com informações da agência Reuters Ex-rapper toma posse como primeiro-ministro do Nepal

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