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'Pegamos mesas e bloqueamos as portas': estudante relata ataque em escola no Canadá

Um estudante da Tumbler Ridge Secondary School, onde ocorreu um ataque a tiros nesta terça-feira (10) no Canadá, contou em entrevista a uma rádio canadense como foi presenciar o momento do ataque no colégio.
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Darian Quist, que é aluno do último ano do ensino médio, contou que havia acabado de entrar na sala de aula por volta das 13h30, no horário local, quando um alarme foi acionado nos corredores, orientando que as portas fossem fechadas por causa de um bloqueio.
As portas permaneceram trancadas por algum tempo, e ele e os colegas passaram a perceber que havia algo errado. Durante esse período, Darian afirmou que recebia imagens do local pelo celular.
“Pegamos mesas e bloqueamos as portas” por mais de duas horas, disse ele, até que a polícia chegou para escoltá-los para fora da escola.
Após deixarem o prédio, Darian se reencontrou com a mãe no centro comunitário, localizado a poucos metros dali.
A mãe de Darian, que também participou da entrevista, disse que ficou no telefone com o filho durante o ocorrido.
Ela estava no trabalho quando soube do ataque e, por ser perto do colégio, conseguia ver "a Polícia Montada do Canadá por toda parte, bombeiros, ambulâncias".
“Havia um policial agachado em nosso estacionamento com a arma em punho”, disse ela.
Shelley disse que naquele momento ligou para Darian e pediu que ele a mantivesse na linha.
Ainda na entrevista, o menino contou que a escola é pequena e que sua sala de formandos tem cerca de 20 alunos.
Segundo ele, a escola emitiu um comunicado afirmando que trabalhará com a polícia para ajudar os alunos a se reintegrarem quando as aulas voltarem.
“Parecia que eu estava em um lugar que só tinha visto pela televisão", afirmou.
O ataque
Ataque em escola deixa 9 mortos e 25 feridos no Canadá; atiradora também morreu
Reprodução/Redes sociais
O ataque na escola e em uma residência de Tumbler Ridge, no Canadá, deixou nove pessoas mortas e outras 25 feridas. A atiradora também morreu, segundo as autoridades locais.
O caso ocorreu por volta das 13h20 no horário local (19h20 em Brasília), na Tumbler Ridge Secondary School, que atende cerca de 160 alunos. A instituição fica em uma cidade com pouco mais de 2 mil habitantes na Colúmbia Britânica.
De acordo com a polícia, ao menos seis vítimas foram encontradas mortas dentro da escola. Outras duas morreram em uma casa que, segundo a polícia, teria ligação com o ataque. Uma nona pessoa não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho do hospital.
Os feridos foram levados para uma unidade de saúde da região. As autoridades não divulgaram as identidades nem as idades das vítimas.
A polícia confirmou que a pessoa que realizou os ataques se assemelhava ao descrito em um alerta enviado pelas autoridades mais cedo nesta terça (10). Segundo a imprensa canadense, o alerta descrevia a suspeita como uma pessoa do sexo feminino de vestido e cabelos castanhos.
Em coletiva sobre o caso, a polícia local não informou se a atiradora é maior ou menor de idade. E também não confirmou quantos mortos eram crianças.
"Estamos seguindo todas as pistas para tentar determinar a ligação com a atiradora", disse o porta-voz.
A ministra da Segurança Pública da Colúmbia Britânica, Nina Krieger, se pronunciou sobre o caso nas redes sociais.
“Nossos pensamentos estão com todas as pessoas de Tumbler Ridge. Conversei com o prefeito e com o deputado local, e estamos oferecendo à RCMP toda a assistência adicional de que precisarem”, afirmou em um comunicado no X.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
“Foi uma situação que evoluiu rapidamente e de forma dinâmica, e a cooperação ágil da escola, das equipes de emergência e da comunidade teve papel fundamental na nossa resposta”, afirmou em comunicado o chefe do Distrito Norte, superintendente Ken Floyd.
Até a última atualização desta reportagem, as autoridades não haviam divulgado mais detalhes sobre o caso.
Repercussão do caso
O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, disse estar devastado com a notícia do ataque a tiros.
"Minhas orações e mais profundas condolências estão com as famílias e amigos que perderam entes queridos nesses atos horríveis de violência", disse Carney em uma publicação nas redes sociais.
Carney suspendeu uma viagem planejada à Conferência de Segurança de Munique após o ataque.
Outros líderes políticos de várias partes do Canadá se manifestaram sobre o ataque. Entre eles estão o premiê de Saskatchewan, Scott Moe, e o premiê de Quebec, François Legault.
O líder do Partido Conservador, Pierre Poilievre, afirmou estar abalado com a notícia.
"Estou devastado ao saber que muitas pessoas inocentes foram mortas e feridas em um ato de violência sem sentido em uma escola secundária local em Tumbler Ridge", escreveu Poilievre.
Ele acrescentou que seus pensamentos e orações estão com as famílias das vítimas, com os estudantes, professores, equipes de emergência e com toda a comunidade que enfrenta essa grande perda.
Escola Secundária Tumbler Ridge em Tumbler Ridge, Colúmbia Britânica, Canadá
Google Maps/Reprodução
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Baiano vai à guerra na Ucrânia em busca de adrenalina, perde 28 kg e foge para voltar
O Fantástico conversou com brasileiros que deixaram o Brasil para lutar na guerra da Ucrânia. O baiano Redney Miranda tinha um sonho antigo de se tornar militar — frustrado por não conseguir ingressar no Exército brasileiro. Sem experiência alguma, decidiu ir para a Ucrânia movido, segundo ele, por adrenalina.
“Desde moleque, assistindo filmes, eu tinha vontade de servir o Exército. Não consegui aqui e não deixei esse sonho para trás”, disse.
O plano era ficar 30 dias. Permaneceu 172, quase seis meses. Durante esse período, viveu sob bombardeios, perdeu 28 kg e presenciou a morte de colegas. Saiba mais abaixo.
‘A comida era ração militar’
Segundo Redney, a alimentação era precária e, em alguns momentos, praticamente inexistente.
“A comida era ração militar. Passei a ficar três dias só com o tempero do macarrão instantâneo”, contou.
Ao retornar ao Brasil, o baiano havia perdido cerca de 28 quilos.
“Cheguei com 90 quilos e voltei com sessenta e poucos”, afirmou.
Baiano vai à guerra na Ucrânia em busca de adrenalina, perde 28 kg e foge para voltar
Reprodução/TV Globo
Situações de risco e perdas
Além da fome, Redney relata que viveu situações constantes de risco. Em um dos ataques, foi ferido por estilhaços de granada e chegou a ficar temporariamente com parte do corpo paralisada. Ele presenciou a morte de 17 colegas — entre eles o paranaense Wagner, o Braddock.
“Ele saiu da trincheira sem equipamento e um drone atingiu. Estava sem colete, sem nada", conta.
Fuga sob risco e confronto com ucranianos
O retorno ao Brasil, no entanto, não foi simples. O combatente diz que tentou deixar a linha de frente e acabou perseguido por soldados ucranianos.
“A gente teve que correr dos próprios ucranianos. Tivemos que lutar contra eles para conseguir fugir da trincheira e ir para uma cidade mais próxima”, afirmou.
O baiano conseguiu deixar o país e voltou ao Brasil em janeiro. A mãe afirma que passou meses sem notícias do filho e que acreditava que ele não voltaria vivo.
“A gente acha que não vem mais. Só imagina coisa ruim”, disse Jaída Miranda, mãe de Redney.
Um sonho que virou trauma
Durante a permanência no front, Redney mantinha contato com a filha pequena por chamadas de vídeo. A menina chamava a trincheira onde ele se escondia de “buraco”.
“Eu não posso sair de casa, que ela fica ligando e fala: ‘Papai, você foi para o buraco de novo?’”, relatou.
De volta ao Brasil, ex-combatentes tentam retomar a rotina. Redney ainda sofre com as lembranças da guerra.
“Talvez com a filha por perto as coisas mudem um pouco. Ela deixa o dia mais leve”, afirmou.
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Reprodução/TV Globo
Brasileiros são atraídos à guerra na Ucrânia com promessas falsas e relatam tortura, fome e arrependimento; VÍDEO
'Aprendi na Ucrânia tudo que sei de guerrilha': brasileiro foi à guerra sem experiência militar, e diz que quem tentava fugir era torturado
A guerra na Ucrânia se aproxima do quarto ano, e os ataques continuam. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, desde o início da guerra, 19 brasileiros morreram na Ucrânia. Outros 44 estão desaparecidos.
A embaixada da Ucrânia no Brasil informou que não recruta brasileiros e que quem se alista tem os mesmos direitos e deveres de um cidadão ucraniano em serviço militar.
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Reprodução/TV Globo
Veja a reportagem completa no vídeo abaixo:
4 anos depois do início da guerra brasileiros ainda se alistam no exército ucraniano
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“But something really switched in 2024,” Bowman, now 30, says. Layoffs and publication closures meant that much of her work “kind of dried up. I started to get clients coming to me and talking about AI,” she says – some even brazen enough to tell her how “great” it was “that we don’t need writers any more”. She was offered work as an editor – checking and altering work produced by artificial intelligence. The idea was that polishing up already-written content would take less time than writing it from scratch, so Bowman’s fee was reduced to about half of what it had been when she was writing for the same content marketing agency – but, in reality, it ended up taking double the time.
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