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ABC News - International News

ABC News - International News

2026-05-15 06:00:11 (23 hours ago)

UK government faces weeks of uncertainty over the prime minister's future

The British government faces weeks of uncertainty as embattled Prime Minister Keir Starmer prepares for a leadership challenge from the popular mayor of Manchester, Andy Burnham

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BBC News - Health

BBC News - Health

2026-05-15 05:59:31 (23 hours ago)

What are the symptoms of meningitis and is there a vaccine?

A college student has died and two people are being treated after cases of meningitis in Reading, Berkshire.

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Le Monde - World News

Le Monde - World News

2026-05-15 05:58:50 (23 hours ago)

UK PM Starmer's rivals make cautious moves

Although the UK prime minister has been fiercely criticized within Labour, none of his opponents have so far put themselves forward to replace him. The procedure to oust the leader is complex and risky.

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Al Jazeera - Top Stories

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2026-05-15 05:57:21 (1 day ago)

Three years of the West Bank’s ‘third Nakba’

Displacement and violence haunt Palestinian Bedouins, forced from their homes repeatedly since the Nakba of 1948.

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CBC News - Top Stories

CBC News - Top Stories

2026-05-15 05:48:55 (1 day ago)

At least 24 killed, including 3 children, in Russian strike on Kyiv apartment block

A woman and a man stand in front of a damaged building.

Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy called on Friday for Moscow to be punished after he laid red roses at the rubble of a Kyiv apartment building where a Russian missile strike killed 24 people, including three children.

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Al Jazeera - Top Stories

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2026-05-15 05:46:56 (1 day ago)

Trump and Xi move towards business-first relationship after Beijing summit

The two leaders did not resolve differences on key issues like Iran and Taiwan, despite push to extend truce.

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Globo News - Mundo

Globo News - Mundo

2026-05-15 05:45:48 (1 day ago)

Emirados Árabes tentaram persuadir vizinhos do Golfo a contra-atacar o Irã, diz agência


Prédios de Sharjah cobertos por fumaça após ataque iraniano à cidade dos Emirados Árabes Unidos em 1º de março de 2026 Amr Alfiky/Reuters Os Emirados Árabes Unidos tentaram persuadir países vizinhos, incluindo a Arábia Saudita e o Catar, a participar de uma resposta militar coordenada aos ataques retaliatórios do Irã, revelou nesta sexta-feira (15) a agência de notícias norte-americana Bloomberg. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A articulação, no entanto, não deu certo e o governo emiradense ficou frustrado quando os vizinhos recusaram o contra-ataque contra Teerã, segundo autoridades ouvidas pela agência. Segundo a Bloomberg, a tentativa de organizar uma resposta aos ataques iranianos ocorreu ainda no começo da guerra no Oriente Médio. O presidente emiradense, o sheik Mohammed bin Zayed, realizou uma série de ligações com outros líderes, incluindo o príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman, pouco depois dos EUA e Israel começarem a bombardear o Irã em 28 de fevereiro. O conflito no Oriente Médio, que ainda não acabou e está em um período de cessar-fogo desde o início de abril, é travado entre EUA, Israel e Irã, porém nações do Golfo Pérsico foram alvos de bombardeios retaliatórios iranianos por abrigarem bases militares norte-americanas. Isso irritou os países árabes, que se viram arrastados para uma guerra que não é deles, porém hesitaram em responder militarmente porque não queriam ser associados a Israel. Guerra no Oriente Médio: EUA rejeitaram contraproposta do Irã Segundo fontes da Bloomberg, Zayed estava convencido desde o início da guerra da necessidade de retaliar em grupo para dissuadir o Irã de seus ataques retaliatórios. O sheik emiradense chegou a invocar o Conselho de Cooperação do Golfo —bloco de seis países fundado em 1981 para unir países da região contra a ameaça do Irã— durante as ligações, porém sem sucesso. Seus vizinhos afirmaram que a guerra não lhes dizia respeito. A negativa teria deixado Zayed "irritado", e a diferença de opiniões com os vizinhos teria culminado entre uma piora das relações diplomáticas com a Arábia Saudita e a saída dos Emirados da Opep, segundo a Bloomberg. Mesmo com a negativa de seus vizinhos, o governo emiradense decidiu prosseguir sozinho em sua resposta contra o Irã e rapidamente passou a trabalhar com o governo Trump e Israel. Como resultado, os Emirados Árabes realizaram ataques secretos contra o Irã no início de abril, segundo revelou o jornal norte-americano "The Wall Street Journal". Os Emirados Árabes foram um dos países mais alvejados pelo Irã em seus ataques retaliatórios na guerra no Oriente Médio, com quase três mil mísseis e drones disparados por Teerã contra o território emiradense. A maioria dos projéteis foram abatidos por defesas aéreas, porém alguns deles atingiram alvos civis, como refinarias de petróleo e regiões residenciais. Ainda segundo a Bloomberg, o Catar considerou retaliar contra o Irã após a instalação de Ras Laffan, maior planta produtora de gás natural do mundo ter sido atingida por um bombardeio em meados de março. No entanto, o governo catari acabou desistindo da medida e preferiu atuar na desescalada. LEIA TAMBÉM: Visita de Trump à China: Pequim pede trégua na guerra no Oriente Médio e alerta sobre Taiwan; presidente dos EUA comemora acordos 'Não serei muito mais paciente': afirma Trump sobre o Irã A 'marinha mosquito' do Irã: como 'enxame' de pequenas embarcações desafia os EUA no Estreito de Ormuz Vídeos em alta no g1

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The Guardian - World News

The Guardian - World News

2026-05-15 05:44:09 (1 day ago)

Premier League news: Howe hints at Gordon farewell as Senesi heads for Bournemouth exit

Eddie Howe admitted Anthony Gordon may have played his final match for Newcastle amid Bayern speculation

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Globo News - Mundo

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2026-05-15 05:41:40 (1 day ago)

Estudo não encontra evidência clara de relação entre antidepressivos na gravidez e autismo


Estudo não encontra relação entre antidepressivos na gravidez e autismo Reprodução/TV Globo O uso de antidepressivos durante a gravidez não aumenta de forma clara o risco de autismo ou outros transtornos do neurodesenvolvimento em crianças, segundo uma análise que reuniu dados de mais de 25 milhões de gestações. O estudo foi publicado na revista científica The Lancet Psychiatry. Os resultados contrariam declarações recentes do secretário de Saúde dos Estados Unidos, Robert F. Kennedy Jr., que afirmou, sem apresentar evidências, que antidepressivos poderiam aumentar o risco de autismo em fetos. Kennedy também já associou vacinas ao transtorno, teoria rejeitada pela comunidade científica. A pesquisa analisou 37 estudos anteriores, envolvendo quase 650 mil gestações com uso de antidepressivos e cerca de 25 milhões sem exposição aos medicamentos. Inicialmente, os pesquisadores observaram uma leve elevação nos diagnósticos de autismo e TDAH em filhos de mulheres que usaram antidepressivos durante a gravidez. No entanto, a associação perdeu força — ou deixou de ser estatisticamente significativa — após os cientistas considerarem fatores como histórico familiar, genética e a saúde mental das mães. “Nosso estudo fornece evidências tranquilizadoras de que antidepressivos comumente usados não aumentam o risco de transtornos do neurodesenvolvimento, como autismo e TDAH em crianças”, afirmou o líder da pesquisa, o médico Wing-Chung Chang, da Universidade de Hong Kong. O professor emérito de obstetrícia e ginecologia da Universidade de Leeds, James Walker, que não participou do estudo, destacou que os resultados podem ser mal interpretados caso não sejam considerados outros fatores envolvidos. “Se você simplesmente comparar crianças cujas mães tomaram antidepressivos com crianças cujas mães não tomaram, pode encontrar diferenças. Mas isso não significa que o medicamento tenha causado essas diferenças”, afirmou. Clínicas são suspeitas de fraudar atendimentos a crianças com autismo e cobrar por sessões inexistentes Outros fatores podem explicar riscos Os pesquisadores também identificaram maior incidência de autismo e TDAH em crianças cujos pais usaram antidepressivos enquanto as mães estavam grávidas, além de casos em que as mulheres utilizaram os medicamentos antes, mas não durante, a gravidez. Segundo os cientistas, isso reforça a hipótese de que fatores familiares e genéticos, e não necessariamente os antidepressivos, expliquem os riscos observados. “A medicação do pai obviamente não chega ao bebê no útero. Esse padrão é difícil de explicar sem considerar características familiares compartilhadas”, disse Walker. Os autores também observaram que doses mais altas de antidepressivos não aumentaram os riscos para as crianças, o que enfraquece ainda mais a hipótese de relação direta entre os medicamentos e os transtornos. Vídeos em alta no g1 Entre mulheres com transtornos mentais mais graves, dois antidepressivos tricíclicos mais antigos — amitriptilina e nortriptilina — apareceram associados a maior risco de autismo e TDAH nos filhos. Segundo os pesquisadores, esses medicamentos são geralmente reservados para pacientes cuja depressão não respondeu a outros tratamentos, sugerindo que as mulheres tratadas com eles podem ter apresentado condições de saúde mental mais complexas, o que poderia ter influenciado o risco de seus filhos desenvolverem TDAH e autismo, afirmaram os pesquisadores. Os cientistas ressaltaram ainda que antidepressivos não devem ser interrompidos abruptamente durante a gravidez apenas com base em estudos inconclusivos. “A interrupção repentina pode agravar a depressão materna, que por si só já está associada a desfechos negativos para mães e filhos”, afirmaram os autores. No Reino Unido, os transtornos de saúde mental são a principal causa de mortalidade materna no ano seguinte ao parto, afirmou a Dra. Anita Banerjee, obstetra do King's College de Londres, que não participou do estudo, reforçando a ideia de que doenças mentais maternas não tratadas acarretam seus próprios riscos graves. Estudo não encontra relação entre antidepressivos na gravidez e autismo Getty Images LEIA TAMBÉM: O câncer pode estar no DNA da sua família: maior estudo genômico do Brasil encontra mutação hereditária em 1 a cada 10 pacientes Medicamentos para diabetes e obesidade podem reduzir risco no câncer de mama, diz estudo Da Antártida a Minas Gerais: por que o hantavírus importa muito mais do que parece ao Brasil

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France 24 - World News

France 24 - World News

2026-05-15 05:39:47 (1 day ago)

Xi-Trump summit: The humble soybean at the heart of a trade dispute between the US and China

It’s not just rare earths and AI. The humble soybean is also at the heart of a trade dispute between the US and China. For decades the US was China’s preferred source of soy – buying billions of dollars worth in 2024. But when Washington launched a trade war on China, Beijing stopped buying US soy altogether. Since last October’s truce between Xi Jinping and Donald Trump, China has started to buy the bean again. But how long will this relationship last ?

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The Guardian - World News

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2026-05-15 05:38:42 (1 day ago)

At least 24 killed in Kyiv in one of deadliest Russian attacks since start of war – Europe live

The death toll included three children, Ukraine’s president Volodymyr Zelenskyy said

In other news, let’s catch up with the last night’s second semi-final of the Eurovision song contest, which saw Australia (checks notes; looks sceptically at the map of Europe) through to the grand final on Saturday.

The Guardian’s Eilish Gilligan said that heading into the competition as an early favourite behind Eurovision heavy-hitters Denmark and Finland, Australia’s 2026 Eurovision hopeful Delta Goodrem delivered a note-perfect rendition of her power-ballad entry, Eclipse.

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France 24 - World News

France 24 - World News

2026-05-15 05:38:18 (1 day ago)

Deschamps unveils France’s star-studded World Cup squad

Kylian Mbappe will spearhead France at the World Cup after coach Didier Deschamps on Thursday announced his 26-man squad for this summer's tournament in the United States, Canada and Mexico. Deschamps, who guided France to World Cup glory in 2018 and will leave his role after the 2026 edition, included few surprises.

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