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Al Jazeera - Top Stories

Al Jazeera - Top Stories

2026-03-31 00:40:16 (21 hours ago)

Spain closes airspace to US warplanes involved in war on Iran

Spain has taken another step in rejecting the US-Israeli war on Iran, denying US warplanes the use of its airspace.

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South China Morning Post - World News

South China Morning Post - World News

2026-03-31 00:33:44 (21 hours ago)

US may reassess Nato ties after Iran war ends, Rubio says

Secretary of State Marco Rubio said the US may need to reassess its relationship with Nato after the Iran war is finished, calling the military alliance’s alleged lack of support during the Middle East conflict “very disappointing”. Rubio assailed Nato members for denying access to military bases, following prior criticism from US President Donald Trump that partners in the security bloc are “cowards” and that the alliance is a “paper tiger”. “The president and our country will have to...

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Al Jazeera - Top Stories

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2026-03-31 00:30:00 (21 hours ago)

Outrage and condemnation over Israel’s death penalty law for Palestinians

Outrage and widespread condemnation has followed Israel legalising the death penalty for Palestinians.

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Times of India

Times of India

2026-03-31 00:16:18 (21 hours ago)

Willing to end war without re-opening Hormuz, Donald Trump tells aides as Iran refuses to budge

President Trump is reportedly willing to end the conflict without reopening the Strait of Hormuz, opting instead to weaken Iran's military capabilities and increase diplomatic pressure. This shift comes as an operation to unblock the strait was deemed likely to extend the conflict beyond his preferred timeline.

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Al Jazeera - Top Stories

Al Jazeera - Top Stories

2026-03-31 00:11:28 (22 hours ago)

UK pro-Palestine activist arrested weeks after being released on bail

UK pro-Palestine activist Qesser Zuhrah has been arrested on terrorism charges after being released on bail last month.

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Times of India

Times of India

2026-03-31 00:02:08 (22 hours ago)

'India a better mediator than Pakistan': Israeli envoy on Middle East war

Israel's envoy dismisses Pakistan's mediation efforts in the Middle East conflict, favoring India as a 'better mediator.' She highlighted significant military gains against Iran's proxies and internal instability within Iran. The envoy also emphasized a dual-track US strategy of diplomacy and military pressure, ruling out compromise on Iran's nuclear program.

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Fox News - Top Stories

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2026-03-31 00:01:59 (22 hours ago)

Last day of Amazon's Big Spring Sale: Get up to 88% off Apple, DeWalt and more while you can

Save on a tire inflator that's down to one of its lowest prices ever, a sports bra that's nearly 80% off and more through tomorrow, March 31.

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Globo News - Mundo

Globo News - Mundo

2026-03-31 00:00:33 (22 hours ago)

Cidadania americana: a história por trás do ‘direito de nascimento’, que Trump agora quer derrubar


Donald Trump REUTERS/Elizabeth Frantz A Suprema Corte dos Estados Unidos volta a analisar nesta quarta-feira (1º) um tema central da Constituição americana: o direito à cidadania para quem nasce no país. Os juízes vão ouvir argumentos sobre a legalidade de uma ordem executiva do presidente Donald Trump que tenta acabar com a cidadania automática para filhos de imigrantes sem status legal permanente. A medida foi assinada em janeiro de 2025, no primeiro dia do novo mandato de Trump, como parte de um pacote mais amplo de combate à imigração. Hoje, esse direito é garantido textualmente pela 14ª Emenda da Constituição, em vigor há mais de 100 anos. O texto estabelece que toda pessoa nascida em solo americano é cidadã — com exceções bastante restritas. A principal delas envolve filhos de diplomatas estrangeiros. ✅ Clique aqui para seguir o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp ENTENDA: Trump pode mesmo acabar com nacionalidade americana automática para quem nasce nos EUA? Veja os vídeos que estão em alta no g1 Precedente histórico O entendimento foi consolidado em 1898, em um caso que se tornou referência na Justiça americana. Na época, o governo tentou impedir a entrada de Wong Kim Ark, um jovem nascido nos Estados Unidos, após uma viagem à China, país de origem de seus pais. As autoridades alegavam que ele não tinha direito à cidadania. A Suprema Corte rejeitou o argumento e decidiu que a Constituição garante a cidadania a pessoas nascidas no país, mesmo que os pais sejam estrangeiros. Agora, mais de um século depois, o caso voltou ao debate. Bisneto de Wong Kim Ark, Norman Wong, de 76 anos, teme que esse princípio esteja ameaçado. "Wong Kim Ark sabia que era americano. E exigiu que sua cidadania fosse reconhecida. Ele estava disposto a se manifestar", disse em entrevista. "Wong Kim Ark não criou a regra. Ele a afirmou." O governo Trump está apresentando "argumentos e razões falsas" para alcançar um objetivo perigoso e contrário ao sonho americano, afirmou o carpinteiro aposentado. A batalha de Trump na Suprema Corte "foi resolvida há 128 anos", disse Wong. "Estamos apenas revisitando-a." Argumentos em disputa O governo Trump afirma que a cidadania automática incentiva a imigração irregular e o chamado “turismo de nascimento”, quando estrangeiros viajam ao país para ter filhos e garantir a cidadania americana para eles. Críticos dizem que a medida é inconstitucional, enraizada em visões anti-imigração e com viés discriminatório. Se entrar em vigor, a ordem impediria o reconhecimento da cidadania de crianças cujos pais estejam no país de forma ilegal ou temporária — como estudantes ou trabalhadores com visto. O tribunal, que tem uma maioria conservadora de 6 a 3, permitiu repetidamente que Trump expandisse as medidas de deportação em massa em caráter provisório enquanto os desafios legais tramitam. Foi o que aconteceu com o fim das proteções humanitárias para migrantes ou a permissão para que sejam deportados para países com os quais não possuem vínculos. No ano passado, o tribunal concedeu a Trump uma vitória inicial no contexto da cidadania por nascimento. A decisão restringiu o poder dos juízes federais de limitar as políticas presidenciais em âmbito nacional. Mas essa decisão não resolveu a questão da legalidade da ação de Trump — algo que o caso de quarta-feira pode fazer. Batalha árdua Muitos especialistas jurídicos afirmaram que, dada a longa tradição do país em relação à cidadania por nascimento, além do precedente envolvendo Wong Kim Ark, o governo enfrenta uma batalha árdua ao tentar reinterpretar a 14ª Emenda. A Cláusula de Cidadania da 14ª Emenda declara: "Todas as pessoas nascidas ou naturalizadas nos Estados Unidos e sujeitas à sua jurisdição são cidadãs dos Estados Unidos e do estado onde residem." A 14ª Emenda foi ratificada em 1868, após a Guerra Civil de 1861-1865, que pôs fim à escravidão nos Estados Unidos. Ela revogou a infame decisão da Suprema Corte de 1857, conhecida como Dred Scott v. Sandford , que havia declarado que pessoas de ascendência africana jamais poderiam ser cidadãos americanos. "Todos os métodos e fontes de interpretação constitucional confirmam que ela se aplica a todos os nascidos nos Estados Unidos, com exceções extremamente restritas no direito consuetudinário", disse Amanda Frost, professora de direito da Universidade da Virgínia. A principal exceção diz respeito aos filhos de diplomatas estrangeiros, que não teriam cidadania por nascimento. O Departamento de Justiça de Trump argumenta que, durante gerações, o governo dos EUA concedeu erroneamente cidadania a pessoas que não se qualificam – ou seja, aquelas que estão presentes ilegalmente ou temporariamente. Impacto potencial Caso a Suprema Corte valide a medida, o impacto seria enorme. Estimativas indicam que até 250 mil bebês por ano poderiam ser afetados. Além disso, famílias de milhões de crianças poderiam ser obrigadas a comprovar a cidadania dos filhos. Embora a diretiva de Trump tenha como alvo específico os bebês nascidos após sua entrada em vigor, críticos expressaram preocupação de que ela possa ser aplicada retroativamente. "Embora a ordem seja formalmente prospectiva... os argumentos que o governo está apresentando sobre o que alega que a Constituição significa lançam uma sombra sobre a cidadania de milhões de outras pessoas que viveram suas vidas inteiras como cidadãos americanos, potencialmente remontando a gerações", disse Cody Wofsy, advogado da União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU) que representa os contestadores da diretiva de Trump. "Além disso, acho que uma decisão favorável ao governo neste caso sinalizaria o início de uma temporada de contestações à cidadania de outros americanos, mesmo daqueles cujos pais não são cidadãos não-cidadãos nessas categorias específicas" de pessoas visadas na diretiva de Trump, disse Wofsy. O processo em análise no Supremo Tribunal Federal, que contesta a ordem de Trump, foi movido em New Hampshire pela ACLU em nome de pais e filhos cuja cidadania estaria ameaçada. O juiz distrital Joseph Laplante permitiu que os demandantes prosseguissem com o processo como uma ação coletiva, possibilitando o bloqueio da ordem de Trump em âmbito nacional. A saga de Wong Kim Ark Quando Wong Kim Ark, um cozinheiro de cerca de 20 anos, retornou de uma viagem de meses à China em 1895, funcionários da alfândega de São Francisco o declararam não cidadão. Embora tivesse nascido no bairro de Chinatown da cidade, os funcionários disseram que, por seus pais serem chineses, ele não tinha direito à cidadania devido a uma lei de 1882 chamada Lei de Exclusão Chinesa, que restringia a imigração e a cidadania chinesas. Wong contestou a medida na Justiça — e o caso chegou à Suprema Corte. No julgamento de 1898, a Suprema Corte rejeitou a tentativa de impor limites à cidadania com base na redação da 14ª Emenda, que confere cidadania apenas àqueles nascidos nos Estados Unidos e que estão "sujeitos à sua jurisdição". Essa última frase tinha como objetivo excluir da cidadania por nascimento em território americano os filhos de diplomatas estrangeiros e invasores inimigos — o que não se aplicava a Wong Kim Ark —, e "não impor quaisquer novas restrições à cidadania", afirmou o tribunal, em uma decisão por 6 votos a 2. Desde então, o entendimento consolidado é que a 14ª Emenda garante cidadania a praticamente todas as pessoas nascidas em território americano, independentemente da nacionalidade dos pais. Sustentar de outra forma, segundo o tribunal, "seria negar a cidadania a milhares de pessoas de ascendência inglesa, escocesa, irlandesa, alemã ou de outros países europeus, que sempre foram consideradas e tratadas como cidadãs dos Estados Unidos". Em 2025, o governo Trump argumentou que sua diretiva está em conformidade tanto com a 14ª Emenda quanto com a decisão de 1898, porque permite a cidadania para alguns imigrantes com "domicílio" legal nos Estados Unidos, incluindo residentes permanentes. Na época de seu nascimento, os pais de Wong Kim Ark tinham domicílio e residência permanentes nos Estados Unidos, afirmou o governo, citando a decisão judicial do caso. Aqueles que estão nos Estados Unidos apenas temporariamente ou ilegalmente não atendem a esse requisito, segundo o governo. "Não acho correto afirmar que o caso Wong Kim Ark (como precedente legal) decidiu a questão da cidadania de crianças nascidas de visitantes temporários ou de pessoas em situação irregular no país", disse Ilan Wurman, professor de direito da Universidade de Minnesota. Esse precedente, "estritamente falando, focava em pais com domicílio legal", disse Wurman, acrescentando: "Há bons argumentos nesse caso que apoiam ambos os lados desta questão." Legado Familiar Norman Wong, que assim como seu ancestral nasceu em São Francisco, agora aproveita a oportunidade para alertar outras pessoas sobre a tentativa do governo Trump de limitar a cidadania. "Eu não vi a ordem executiva como um fim. Eu a vi como um começo, que eles iriam minar a cidadania até conseguirem se livrar das pessoas que não querem. E eles sempre terão uma razão, sabe?", disse Wong. "Estamos falando da alma da América, de quem somos como povo." Veja mais: Vídeo mostra novo ângulo da batida entre helicóptero e avião nos EUA

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The Guardian - World News

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2026-03-31 00:00:31 (22 hours ago)

Viktor Orbán has the support of both Russia and the US – but that could be a double-edged sword | Péter Krekó

In Hungary, the Iran war is exposing tensions. Voters may decide on 12 April that the prime minister’s geopolitical contortions are a liability

On 3 March, Viktor Orbán held a phone conversation with Vladimir Putin. According to official Hungarian reporting, the discussion focused on “energy issues” and other routine matters. What followed was anything but routine. Within days, the Hungarian foreign minister, Péter Szijjártó, had flown to Moscow, and returned with two freed prisoners of war, dual citizens of Ukraine and Hungary.

Hungary is not part of the military conflict in Ukraine, but the message was unmistakable. With his PoW diplomacy, Putin was not only signalling goodwill towards Hungary, he was effectively endorsing Orbán’s re-election on 12 April.

Péter Krekó is a political scientist, behavioural scientist, economist and director of the independent thinktank the Political Capital Institute in Budapest

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The Guardian - World News

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2026-03-31 00:00:30 (22 hours ago)

James McAvoy: ‘I’ve been “that Scottish person”, reduced to a noise that comes out of my mouth’

He went from a Glasgow council estate to Hollywood fame. Now, in his directorial debut, the X-Men star is challenging stereotypes about his homeland via the remarkable tale of a real-life hip-hop hoax

It’s the final night of the Glasgow film festival and James McAvoy is a wee bit out of breath. His directorial debut, California Schemin’, is playing across all three screens at the Glasgow Film Theatre in the city centre, taking the festival’s prestige closing slot.

Usually, a big name would say a few words of introduction in the main cinema then bask in the glory. Not McAvoy. Getting in among it still comes naturally 25 years after he left this city to pursue a career that has blazed from his award-winning Cyrano de Bergerac in the West End of London to playing Professor X, the founder of the X-Men, in the blockbuster Hollywood franchise.

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The Guardian - World News

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2026-03-31 00:00:30 (22 hours ago)

35,000 pints of stolen Guinness, 950 wheels of pilfered cheese: can the UK’s cargo theft crisis be stopped?

It costs the UK economy £700m a year, and criminal gangs are operating with near impunity. Every time a lorry gets robbed, raided or hijacked, it’s Mike Dawber who investigates

In August 2021, Mike Dawber, the UK’s leading detective in cargo crime, got a call from officers in Bradford CID. They were planning to search two warehouses that contained, in their words, an awful lot of suspicious goods. This was a job that required Dawber’s expert eye. He drove an hour from his home, in the unmarked police car that doubles as his office, and arrived to discover the description barely did it justice.

As soon as he walked in to the first warehouse, he noticed 17 pallets of golfing equipment. They had, he knew, been stolen three weeks before from a truck at Lymm motorway services, just outside Manchester. He reckoned they were worth about £1m. As Dawber continued his survey, he came across 18 pallets of Asics trainers, stolen three years before, at Warwick services. Then 14 pallets of lawnmowers: five years before, from a truck on the A1 at Colsterworth. He came across IT equipment, sportswear, high-end fashion, electrical goods, toasters, microwaves, beauty products. One pallet was simply labelled “Eyelash technology”. Dawber didn’t know what eyelash technology was, exactly, but he later learned that a pallet of it was worth more than £500,000.

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Le Monde - World News

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2026-03-30 23:58:18 (22 hours ago)

Spice up your life! Five restaurants in the Paris region where you can eat spicy food

Mexican chipotle, Korean kimchi, Tunisian harissa: Whether mild or fiery, these condiments add zest to dishes from around the world. Here are five addresses in Paris and Montreuil to awaken your taste buds.

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