France 24 - World News
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2026-02-13 04:55:43 (1 day ago)
France eyes new space record with 9-month ISS mission for Sophie Adenot
Sophie Adenot is preparing for a nine-month mission aboard the International Space Station, aiming to set a new record for a French astronaut in orbit. She will carry out more than 200 scientific and medical experiments in microgravity while completing intensive training and maintenance work in space.
Globo News - Mundo
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2026-02-13 04:54:42 (1 day ago)

O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, na Conferência de Segurança de Munique em 2025.
EPA via BBC
Faz um ano desde que o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, fez um discurso surpreendente na Conferência de Segurança de Munique, criticando a Europa por suas políticas de imigração e liberdade de expressão e afirmando que a maior ameaça que o continente enfrenta vem de dentro.
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Este ano, a conferência, que começa esta semana, mais uma vez promete ser decisiva. O secretário de Estado e conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Marco Rubio, lidera a delegação americana, enquanto mais de 50 outros líderes mundiais foram convidados. Isso ocorre em um momento em que a segurança da Europa parece cada vez mais precária.
A mais recente Estratégia de Segurança Nacional dos EUA, publicada no final do ano passado, pediu à Europa que "se sustentasse por si própria" e assumisse a "responsabilidade principal pela sua própria defesa", aumentando os receios de que os EUA estejam cada vez menos dispostos a apoiar a defesa da Europa.
Mas é a crise da Groenlândia que realmente abalou a estrutura da aliança entre os EUA e a Europa. Donald Trump afirmou em inúmeras ocasiões que "precisa assumir o controle" da ilha para o bem da segurança dos EUA e global. Por algum tempo, ele não descartou o uso da força.
Protesto em Nuuk, na Groenlândia, contra investida dos Estados Unidos, em janeiro passado.
Reuters via BBC
A Groenlândia é um território autônomo que pertence à Dinamarca. Não houve surpresa, portanto, quando o primeiro-ministro dinamarquês disse que uma tomada de poder militar hostil pelos EUA significaria o fim da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), que sustentou a segurança da Europa nos últimos 77 anos.
A crise da Groenlândia foi evitada por enquanto, já que a Casa Branca estava distraída com outras prioridades. Mas deixou uma questão incômoda pairando sobre a Conferência de Segurança de Munique: os laços de segurança entre a Europa e os EUA estão irremediavelmente danificados? Eles mudaram, não há dúvida, mas não se desintegraram.
Alex Younger, que foi chefe do Serviço Secreto de Inteligência do Reino Unido, o MI6, de 2014 a 2020, disse à BBC News que, embora a aliança transatlântica não vá voltar a ser como era, ela não está rompida.
"Ainda nos beneficiamos enormemente de nossa relação de segurança, militar e de inteligência com os Estados Unidos", disse ele, que também acredita, como muitos, que Trump está certo em fazer a Europa arcar com uma parcela maior da responsabilidade por sua própria defesa.
"Você tem um continente de 500 milhões [Europa], pedindo a um país de 300 milhões [EUA] para lidar com um de 140 milhões [Rússia]. É o contrário do que se espera", disse.
Esse desequilíbrio, que leva o contribuinte americano efetivamente a subsidiar as necessidades de defesa da Europa há décadas, sustentou grande parte do ressentimento da Casa Branca em relação ao continente.
Invasão da Ucrânia pela Rússia está prestes a completar cinco anos.
Getty Images via BBC
Mas as divisões na aliança vão muito além do número de tropas e da irritação com os países da Otan, como a Espanha, que não têm conseguido atingir o mínimo de 2% do PIB em defesa (a Rússia atualmente gasta mais de 7% em defesa, enquanto o Reino Unido gasta pouco menos de 2,5%).
Em relação ao comércio, à migração e à liberdade de expressão, a equipe de Trump tem divergências acentuadas com a Europa. Enquanto isso, governos europeus democraticamente eleitos estão alarmados com a relação entre Trump e Vladimir Putin e sua propensão a culpar a Ucrânia pela invasão russa.
Os organizadores da Conferência de Segurança de Munique publicaram um relatório antes do evento, no qual Tobias Bunde, diretor de pesquisa e política, afirma que houve uma ruptura fundamental com a estratégia americana do pós-Segunda Guerra Mundial.
Essa estratégia, argumenta ele, baseava-se em três pilares: a crença nos benefícios das instituições multilaterais, a integração econômica e a convicção de que a democracia e os direitos humanos não são apenas valores, mas ativos estratégicos.
Em Munique, mundo busca respostas à 'destruição' de Trump
'Um alerta chocante para a Europa'
Grande parte do pensamento da Casa Branca pode ser vista na Estratégia de Segurança Nacional dos EUA. O Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, com sede em Washington, descreve o documento como "um alerta real, doloroso e chocante para a Europa" e "um momento de profunda divergência entre a visão que a Europa tem de si mesma e a visão de Trump para o continente".
Donald Trump abalou profundamente as relações entre os EUA e a Europa.
AFP/Getty Images via BBC
A estratégia declara como prioridade uma nova política de apoio a grupos hostis aos próprios governos europeus que supostamente são aliados de Washington. Ela promove o "cultivo da resistência à trajetória atual da Europa dentro das nações europeias" e afirma que as políticas migratórias podem levar ao risco de "apagamento civilizacional".
No entanto, o documento sustenta que "a Europa permanece estratégica e culturalmente vital para os Estados Unidos".
"A reação da maioria da Europa a esta Estratégia de Segurança Nacional provavelmente será o mesmo choque estarrecido que a reação ao discurso do vice-presidente JD Vance em Munique", disse o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais.
"Atualmente, estamos testemunhando a ascensão de atores políticos que não prometem reforma ou reparação", afirma Sophie Eisentraut, da Conferência de Segurança de Munique. "Mas que são muito explícitos em seu desejo de demolir as instituições existentes, e nós os chamamos de demolidores."
O teste de 'Narva'
Fronteira da Estônia com a Rússia. À esquerda, o estoniano Castelo de Narva, e à direita, a russa Fortaleza de Ivangorod. Entre eles, estão o rio Narva e a Ponte da Amizade, atualmente reforçada com fileiras de arame farpados e obstáculos antitanque. Foto de janeiro de 2026.
STR/AFP
Mas a questão fundamental em tudo isso é: "O Artigo 5 ainda funciona?".
O Artigo 5 é a parte da carta da Otan que estipula que um ataque a um país será considerado um ataque a todos. De 1949 até um ano atrás, era dado como certo que, caso a Rússia invadisse um Estado da Otan como a Lituânia, toda a força da aliança, apoiada pelo poderio militar dos EUA viria em seu auxílio.
Embora autoridades da Otan tenham insistido que o Artigo 5 ainda está vivo e em pleno vigor, a imprevisibilidade de Trump, aliada ao desprezo que seu governo demonstra pela Europa, inevitavelmente o põe em xeque.
É o que se chama de de "teste de Narva". Narva é uma cidade de maioria russófona na Estônia, situada às margens do rio Narva, na fronteira com a Rússia. Se, hipoteticamente, a Rússia tentasse agarrá-la sob o pretexto de "vir em auxílio de seus compatriotas russos", será que o governo de Trump viria em socorro da Estônia?
A mesma questão pode ser igualmente aplicada a uma futura, e ainda hipotética, ação russa no estreito de Suwalki, que separa Belarus do enclave russo de Kaliningrado, no Mar Báltico. Ou, aliás, no arquipélago ártico de Svalbard, administrado pela Noruega, onde a Rússia já possui uma colônia em Barentsburg.
Dadas as recentes ambições territoriais de Trump de tomar a Groenlândia da Dinamarca, membro da Otan, ninguém pode prever com certeza como ele reagiria. E isso, em um momento em que a Rússia está travando uma guerra em grande escala contra um país europeu, a Ucrânia, pode levar a erros de cálculo perigosos.
A Conferência de Segurança de Munique desta semana deve fornecer algumas respostas sobre para onde a aliança transatlântica está caminhando. Mas elas podem não ser o que a Europa quer ouvir.
New York Times - World News
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2026-02-13 04:54:19 (1 day ago)
Milan Has an Affordable Housing Crisis. Can the Olympic Village Help?
The accommodation for athletes includes a video game lounge, massage room and a range of food options. Starting from September, it will house students — or at least those who can afford the rent.
Globo News - Mundo
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2026-02-13 04:50:00 (1 day ago)

Delcy Rodríguez
Getty Images/BBC
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou estar comprometida com a realização de eleições "justas e livres" no país. A declaração foi feita em entrevista exibida nesta quinta-feira (12) pela rede de TV americana NBC.
"O calendário das eleições será definido pelo diálogo político neste país", declarou Delcy.
As eleições na Venezuela foram contestadas em várias ocasiões. Na última delas, em 2024, a oposição denunciou fraude, e os resultados não foram reconhecidos por diversos países, entre eles os Estados Unidos e nações europeias.
Na época, o governo presidido por Nicolás Maduro, que se encontra preso atualmente em Nova York, foi alvo de protestos em massa e milhares de manifestantes foram presos.
Maduro continua sendo "o presidente legítimo" da Venezuela, ressaltou Delcy. Quando questionada sobre quem governa o país atualmente, se ela ou o presidente dos Estados Unidos, respondeu: "Eu estou encarregada da presidência", respondeu,
A presidente interina disse ainda que a convocação de eleições "também implica um país livre de sanções. É a Justiça para a Venezuela e para o povo venezuelano", acrescentou Delcy. "Não é nada difícil fazer o trabalho", disse ela no atual contexto de conversas regulares com Washington, que mantém o controle sobre as vendas de petróleo venezuelano e a receita arrecadada.
Presidente interina da Venezuela diz que esta 'farta' das ordens de Washington
A maior parte do petróleo da Venezuela exportado desde janeiro - que já representou pelo menos US$ 500 milhões (R$ 2,6 bilhões) em receita - foi para os Estados Unidos. Essa venda "foi de justiça comercial", disse a presidente interina.
O preço pago atualmente a Caracas por esse petróleo bruto, que é a principal riqueza da Venezuela, é superior ao que o país conseguia com suas exportações ilegais, por meio de navios-fantasma.
"Muitas vezes, vemos pouca clareza, veracidade, no que se diz sobre a Venezuela", comentou Delcy em outro trecho da entrevista, referindo-se às acusações contra o regime chavista. "Há desinformação a respeito", afirmou, acrescentando que entende as queixas de Trump sobre "desinformação".
Após a captura de Maduro, o presidente americano disse que os Estados Unidos iriam recuperar seus direitos como país que ajudou a construir o setor petroleiro venezuelano durante décadas. A esse respeito, Delcy comentou que houve uma "mudança de modelo" e que seu governo está revisando contratos antigos, para determinar "quem deve o que a quem".
Sobre a questão dos presos políticos, a presidente interina ressaltou: "não está na agenda bilateral com o governo dos Estados Unidos, foi uma iniciativa da Venezuela". O governo venezuelano apresentou uma lei de anistia que ainda deve ser aprovada pela Assembleia Nacional.
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Tesouro dos EUA emite licença e libera exploração de petróleo e gás na Venezuela
Times of India
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2026-02-13 04:50:00 (1 day ago)
Fox News - Video
Fox News - Video
2026-02-13 04:48:27 (1 day ago)
Outnumbered - Thursday, February 12
Nancy Guthrie, Branch of Government, Cannabis
The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-02-13 04:48:04 (1 day ago)
Trump ‘plans to roll back’ some metal tariffs; NatWest hands bankers £495m bonus pot – business live
Rolling coverage of the latest economic and financial news
The FTSE 100 is still holding up this morning, up 0.13% as it recovers from some of the AI fear trade that has dominated the stock market this week.
Neil Wilson, investor strategist at Saxo Markets, says that a broad AI fear trade is taking place, touching most parts of the market – apart from those that are more sheltered from the disruption: materials, energy and staples.
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The Guardian - World News
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2026-02-13 04:44:27 (1 day ago)
Australia’s T20 World Cup campaign on brink of collapse after shock defeat to Zimbabwe
Renshaw half-century in vain as Muzarabani shines
Australia’s T20 World Cup campaign is threatening to implode after suffering a shock 23-run loss to Zimbabwe in Colombo. Set 170 runs for victory after winning the toss, Australia slumped to a dismal 29 for 4 inside the powerplay and gave Zimbabwe, 11th on the ICC rankings, reason to dream.
Glenn Maxwell (31 off 32 balls) and top-scorer Matthew Renshaw (65 off 44 balls) spearheaded the rescue mission with a 77-run stand for the fifth wicket in pursuit of Zimbabwe’s 169-2. But when Maxwell chopped on and last recognised batter Marcus Stoinis (6) holed out, Zimbabwe were on their way to dismissing Australia for 146 with three balls left on Friday.
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New York Times - World News
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2026-02-13 04:40:25 (1 day ago)
Ukrainian Olympian Is Disqualified Over Helmet Honoring War Dead
Olympic officials ruled that Vladyslav Heraskevych’s helmet violated a prohibition on political speech, setting off outrage at the Winter Games in Italy. He plans to appeal the decision.
BBC News - Entertainment & Arts
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2026-02-13 04:40:18 (1 day ago)
Steven Spielberg donates $25,000 to James Van Der Beek's $2m GoFundMe
The family of the late Dawson's Creek star have thanked contributors to the $2m collection pot.
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2026-02-13 04:40:00 (1 day ago)
WATCH LIVE: NASA's SpaceX Crew-12 launch to the ISS
Four crew members lift off to the International Space Station from Space Launch Complex 40 at Cape Canaveral Space Force Station in Florida.
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2026-02-13 04:39:50 (1 day ago)
Hannity - Thursday, February 12
Nancy Guthrie, Nancy, Grace, Tom Homan
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