Fox News - Video
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2026-03-31 01:41:41 (22 hours ago)
Jesse Watters Primetime - Monday, March 30
Marco Rubio, Iran, Trump, No Kings, Tiger Woods, Taylor Frankie Paul
Times of India
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2026-03-31 01:36:21 (22 hours ago)
Will UAE fuel prices rise in April 2026 as global crude nears $115? What motorists can expect
UAE motorists should brace for higher fuel prices in April 2026 as global crude oil nears $115 per barrel. The monthly price adjustments directly reflect international market trends. Tight supply, steady demand, and geopolitical factors are driving this surge, likely increasing commuting and logistics costs for residents.
Times of Israel - World News
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2026-03-31 01:33:59 (22 hours ago)
Trump said to tell aides he’s willing to end Iran war without reopening Hormuz
Trump and his aides reportedly conclude op to reopen waterway would take too long; Iran's decision making said impeded due to killing of leadership, complicating talks
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Times of India
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2026-03-31 01:31:43 (22 hours ago)
Al Jazeera - Top Stories
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2026-03-31 01:16:01 (22 hours ago)
LeBron James records triple-double as Lakers dominate Wizards
Led by James's 125th regular-season triple-double, the LA Lakers destroyed the Washington Wizards for their 49th win.
BBC News - Health
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2026-03-31 01:08:53 (22 hours ago)
PM gives BMA 48 hours to call-off strike or lose 1,000 training posts
Starmer sets deadline for doctors' union to call off six-day walkout due to begin after Easter.
Globo News - Mundo
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2026-03-31 01:00:39 (22 hours ago)

Conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã completa um mês
Enquanto fugiam de um ataque de mísseis do Irã, alguns israelenses com celulares Android receberam uma mensagem com link para um suposto aplicativo de informações em tempo real sobre abrigos antiaéreos.
Mas, em vez de oferecer um aplicativo útil, o link baixava um arquivo malicioso que dava aos hackers acesso à câmera do celular, à localização e a todos os dados dos usuários.
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A operação atribuída aos iranianos demonstrou uma coordenação sofisticada na frente cibernética do conflito que opõe os Estados Unidos e Israel ao Irã e seus representantes digitais.
À medida que buscam usar capacidades cibernéticas para compensar suas desvantagens militares, o Irã e seus apoiadores demonstram como desinformação, inteligência artificial e invasões digitais agora estão incorporadas à guerra moderna.
As mensagens falsas recebidas recentemente pareciam ter sido cronometradas para coincidir com os ataques de mísseis, representando uma combinação inédita de ataques digitais e físicos, destacou Gil Messing, chefe de gabinete da empresa israelense de cibersegurança Check Point Research.
"Isso foi enviado às pessoas enquanto elas corriam para os abrigos para se proteger", disse Messing. "O fato de estar sincronizado e no mesmo minuto é uma novidade".
Especialistas afirmaram que a disputa digital provavelmente continuará mesmo com um cessar-fogo porque é mais fácil e barata que o conflito convencional e não é projetada para matar ou conquistar, mas para espionar, roubar e intimidar.
Ataques virtuais de alto volume e baixo impacto
Embora em grande número, a maioria dos ataques cibernéticos ligados à guerra tem causado danos relativamente limitados a redes econômicas ou militares. Mas eles colocaram muitas empresas na defensiva, forçando-as a corrigir rapidamente antigas vulnerabilidades.
Quase 5.800 ataques cibernéticos de cerca de 50 grupos ligados ao Irã foram rastreados até agora, de acordo com investigadores da empresa de segurança DigiCert, com sede em Utah. A maior parte tem como alvo empresas dos EUA e de Israel, mas alguns visaram redes no Bahrein, no Kuwait, no Catar e em outros países da região.
Muitos ataques virtuais são bloqueados por medidas mais recentes de cibersegurança, mas podem causar danos sérios a organizações com sistemas desatualizados e impor demanda por recursos mesmo quando não têm sucesso.
Eles também têm um impacto psicológico sobre empresas que podem fazer negócios com o setor militar. "Há muito mais ataques acontecendo que não estão sendo relatados", disse Michael Smith, diretor de tecnologia de campo da DigiCert.
Veja as exigências de EUA e Irã para acabar a guerra
Um grupo de hackers pró-Irã disse na sexta-feira (27) ter invadido uma conta do diretor do FBI, Kash Patel, e publicou o que pareciam ser fotografias antigas, um currículo e outros documentos pessoais do chefe da agência. Muitos desses registros pareciam ter mais de uma década.
É semelhante a muitos dos ataques cibernéticos ligados a hackers pró-Irã: chamativos e projetados para aumentar o moral entre apoiadores, enquanto minam a confiança do oponente, mas sem grande impacto no esforço de guerra.
Esses ataques de alto volume e baixo impacto são "uma forma de dizer às pessoas em outros países que ainda é possível alcançá-las, mesmo que estejam em outro continente. Isso os torna mais uma tática de intimidação", disse Smith, da Digicert.
Estruturas críticas como alvos
É provável que o Irã ataque os elos mais fracos da cibersegurança americana: cadeias de suprimentos que sustentam a economia e o esforço de guerra, bem como infraestrutura crítica, como portos, estações ferroviárias, sistemas de água e hospitais.
O Irã também está mirando data centers com armas cibernéticas e convencionais, mostrando o quão importantes esses locais são para a economia, as comunicações e a segurança das informações militares.
Vista aérea de um data center da AWS que integra a região US-EAST-1, no norte da Virgínia, nos EUA
Reuters/Jonathan Ernst
Neste mês, hackers do grupo Handala, que apoia o Irã, afirmaram ter invadido a empresa americana de tecnologia médica Stryker e alegaram que o ataque foi uma retaliação a supostos bombardeios dos EUA que mataram crianças iranianas em idade escolar.
Em outro ataque, hackers bloquearam o acesso de uma empresa de saúde à sua própria rede por meio de uma ferramenta que autoridades dos EUA associam ao Irã, afirmaram recentemente pesquisadores da empresa americana de cibersegurança Halcyon.
Neste caso, os hackers nunca exigiram resgate, sugerindo que estavam motivados por destruição e caos, e não por lucro, revelaram os pesquisadores.
Junto com o ataque à Stryker, "isso sugere um foco deliberado no setor médico, em vez de alvos de oportunidade", disse Cynthia Kaiser, vice-presidente sênior da Halcyon. "À medida que esse conflito continua, devemos esperar que esse direcionamento se intensifique".
A inteligência artificial está dando um impulso
A inteligência artificial pode ser usada para aumentar a velocidade de ataques cibernéticos e permitir que hackers automatizem grande parte do processo. Mas é na desinformação que a IA realmente demonstrou seu impacto corrosivo sobre a confiança pública.
Apoiadores de ambos os lados têm disseminado imagens falsas de atrocidades ou de vitórias decisivas que nunca aconteceram. Um deepfake de navios de guerra dos Estados Unidos afundados acumulou mais de 100 milhões de visualizações.
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O que é #FATO e o que é #FAKE na guerra entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio
As autoridades no Irã limitaram o acesso à internet e estão trabalhando para moldar a visão que os iranianos têm da guerra com propaganda e desinformação.
A mídia estatal iraniana, por exemplo, passou a rotular imagens reais da guerra como falsas, às vezes substituindo-as por imagens manipuladas próprias, segundo pesquisa da NewsGuard, empresa americana que monitora desinformação.
O aumento das preocupações com riscos representados por IA e invasões levou o Departamento de Estado americano a criar em 2025 o Escritório de Ameaças Emergentes, focado em novas tecnologias e em como elas poderiam ser usadas contra os EUA.
Ele se junta a esforços semelhantes já em andamento em órgãos como a Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura (CISA) e a Agência de Segurança Nacional (NSA).
A IA também desempenha um papel na defesa contra ataques cibernéticos ao automatizar e acelerar o trabalho, afirmou recentemente ao Congresso americano a diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard.
A tecnologia, disse ela, "moldará cada vez mais as operações cibernéticas, com operadores e defensores usando essas ferramentas para melhorar sua velocidade e eficácia".
Apesar de Rússia e China serem vistas como ameaças cibernéticas maiores, o Irã ainda assim lançou várias operações contra americanos.
Nos últimos anos, grupos que trabalham para Teerã infiltraram o sistema de e-mail da campanha do presidente Donald Trump, atacaram sistemas de água nos Estados Unidos e tentaram invadir redes usadas pelos militares e por contratados de defesa. Eles também se passaram por manifestantes americanos online como forma de incentivar protestos contra Israel de maneira encoberta.
Autoridades no Irã limitaram o acesso à internet, e os EUA aumentaram as preocupações com riscos representados por IAAutoridades no Irã limitaram o acesso à internet, e os EUA aumentaram as preocupações com riscos representados por IA
Reuters/Dado Ruvic
Globo News - Mundo
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2026-03-31 01:00:33 (22 hours ago)

Bally Bagayoko
Reprodução/Instagram
Aos 52 anos, Bally Bagayoko, do partido de esquerda radical França Insubmissa (LFI), é o novo prefeito de Saint-Denis, cidade de 150 mil habitantes ao norte de Paris e com grande população imigrante.
Eleito em primeiro turno, ele foi alvo de ataques racistas no canal de TV CNews, propriedade do empresário bilionário e ultraconservador Vincent Bolloré.
Bagayoko prestou queixa contra a rede de TV e convocou uma grande mobilização antirracista para o próximo sábado (4), às 14h, na escadaria da prefeitura.
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Em sua conta no Instagram, ele anunciou que será um “encontro de cidadãos para demonstrar nossa forte oposição ao racismo, à discriminação e ao ódio ao próximo, contra a islamofobia, o antissemitismo, a extrema direita e a xenofobia” (veja abaixo).
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Filho de pais malineses, Bagayoko cresceu em Saint-Denis - a cidade mais populosa da Île-de-France depois de Paris - e vem sofrendo, desde sua eleição, há poucas semanas, com ataques racistas e com a divulgação de fake news. Ele também se envolveu em uma polêmica ao apresentar, como uma de suas propostas, o desarmamento progressivo da polícia municipal.
Com isso, o prefeito foi acusado de querer se livrar de funcionários da administração municipal que não se alinhariam às suas políticas. O apresentador da CNews perguntou, então, a um psicólogo convidado se o prefeito estaria “tentando ultrapassar os limites”. A resposta foi:
“Há certamente alguma verdade nisso. Agora, é importante lembrar que o Homo sapiens é um mamífero social e pertence à família dos grandes macacos. Consequentemente, em toda comunidade, em toda tribo - nossos ancestrais caçadores-coletores viviam em tribos - existe um líder cujo papel é estabelecer sua autoridade”, afirmou o psicólogo.
Diante do diálogo, a líder do grupo parlamentar França Insubmissa, Mathilde Panot, denunciou o que chamou de “racismo descarado e sem vergonha”. Um senador comunista classificou o canal como “antro de racismo”, enquanto um deputado do Partido Verde o chamou de “notícias lixo”.
O chefe da organização antirracista SOS Racismo também condenou o episódio, afirmando tratar-se de um “ataque com evidentes conotações racistas”.
Uma segunda controvérsia surgiu no sábado (28), após declarações do ensaísta Michel Onfray, que acusou Bagayoko de comportamento “machista” por pedir “lealdade” após sua eleição.
Em comunicado divulgado na segunda-feira, a CNews - principal canal de notícias em participação de audiência (3% do total) - afirmou que “nega formalmente que quaisquer comentários racistas tenham sido feitos” em sua programação.
A emissora, regularmente criticada pela Arcom - a autoridade independente que regula o audiovisual na França - menciona trechos “truncados e retirados de seu contexto”, práticas que, segundo ela, “contribuem para uma instrumentalização com fins polêmicos”.
O MRAP (Movimento Contra o Racismo e pela Amizade entre os Povos) anunciou na segunda-feira que também apresentaria uma queixa contra a CNews, alertando para “a preocupante normalização de um discurso que reativa padrões racistas profundamente enraizados”.
A Arcom, também acionada pelo MRAP e pela SOS Racismo, informou que “investigaria as denúncias apresentadas”.
Apoio do governo francês
Após ser alvo de declarações racistas, Bally Bagayoko recebeu, nesta segunda-feira (30), o apoio do governo francês. O ministro do Interior, Laurent Nuñez, declarou à rádio RTL:
“Considero esses ataques desprezíveis (...). Estamos na França, é a República Francesa que reconhece todos os seus filhos, independentemente de sua origem”, afirmou, insistindo que esse tipo de ataque é inadmissível. Já a ministra da Cultura, Catherine Pégard, classificou as falas como “ataques vis e inaceitáveis”.
Com agências
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The Guardian - World News
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2026-03-31 01:00:32 (22 hours ago)
Sami Tamimi’s recipes for slow-cooked lamb with spicy pickled lemon and jewelled Easter rice
This Easter feast is steeped in the flavours and traditions of the Middle East
Whenever I’m asked about my favourite dish to serve to friends and family, in most cases I’d say slow-cooked lamb at the centre of the table. After a long, slow cook, the meat becomes tender and rich, and the spices melt into every bite. Served with flatbreads, tahini, fresh herbs and sharp pickles, it invites everyone to build their own perfect mouthful. Across the Middle East and Mediterranean, lamb symbolises generosity and celebration, especially at Easter, when roasting it remains an adored tradition.
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The Guardian - World News
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2026-03-31 01:00:32 (22 hours ago)
More drilling in North Sea ‘not the answer’ for UK energy security, say former military leaders
Government told to focus on transition to mix of wind, solar, tidal and nuclear energy
More drilling in the North Sea would do nothing to improve the UK’s energy security, former military leaders have said, as a new analysis finds no fossil fuel importer is safe from chokepoints in the global supply chain.
The government should focus on a rapid transition to a mix of wind, solar, tidal and nuclear energy to ensure the UK’s future security, the former military leaders told the Guardian, as well as a programme of energy efficiency and a “major renewal” of the electricity grid.
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The Guardian - World News
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2026-03-31 01:00:31 (22 hours ago)
Feminists and rights defenders say online threats have rapidly escalated, forcing some to leave the country for their safety
Yordanos Bezabih, an Ethiopian women’s rights activist, had faced online threats for years: of acid attacks, gang-rape and death. She tried her best to ignore the abuse as she continued her advocacy work. But in 2025, the threats became more menacing. In April, an anonymous Telegram group with 6,000 subscribers organised an effort to track down her location.
They shared deepfakes of her – nude images and videos. The following month, a stranger started to film her in the streets, calling her by her social media handle.
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The Guardian - World News
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2026-03-31 01:00:31 (22 hours ago)
England and Wales pioneered the criminalisation of coercive control, but it doesn’t apply outside of intimate or family relationships. Why stop there?
When Rachael Reign finally left her relationship and called the police, she came with a litany of allegations.
She felt parts of her life had been controlled, she told the call handler. She said she had been given instructions about what to wear, which included a ban on certain shades of nail varnish. She felt pressured to give up a portion of her income. She had been told that bad things would happen if she left.
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